26 de março de 2025

VISITA AO JAPÃO

A visita do Brasil de Lula ao Japão tem muita leitura e significado, servindo como um “cabo de guerra” na GEOPOLÍTICA INTERNACIONAL, entre Brics e EUA. Japão é uma potência Asiática, assim como a Europa no ocidente. Todos os bilionários e milionários mundiais preocupados com a nova ordem política e econômica da ultradireita neonazifascista de Trump, que prega protecionismo e nega a globalização no comércio internacional. Em 2025, o Brasil de Lula vai liderar os Brics e já enfrenta uma queda de braço para 2026, ano de eleição, tendo o mercado financeiro nacional e internacional capturado o Banco Central, com total apoio da grande mídia entreguista brasileira (Globo, CNN, Band, Record, SBT Canal Brasil, Folha e Estadão e outras). O convite do Japão a Lula olha para os EUA e manda recado. O futuro é imprevisível. O Brasil de Lula faz sua parte política se alinhando a maioria das nações e aos povos pobres e emergentes.

16 de março de 2025

A CRISE DO IMPÉRIO (EUA)

O capitalismo de mercado dos EUA (império) pode resistir algum tempo e ameaçar a humanidade, mas se esgotou. Apresenta uma contradição irreversível: sua dívida de aproximadamente cem trilhões de dólares, US$ 37 trilhões dívida pública. O restante recaindo sobre a própria população. Resultado de sua ideologia de confronto e ameaça, onde o crescimento se deve ao dólar como moeda padrão que substituiu o ouro impondo miséria e exploração aos povos. No desespero procura cortar gastos públicos e privados, mas isso acarreta ameaças a todas as demais nações, inclusive de seu povo, com inflação e desemprego. Sua oponente principal, a China, desenvolveu um mercado socialista, com capital privado, mas com muitas estatais, elevados saldos na balança comercial, sem dívida, sem bases militares podendo financiar outras nações, respeitando a soberania e o crescimento de suas forças produtivas.

14 de março de 2025

ATAQUE A LULA

Os golpistas brasileiros do campo (Agro) e da Cidade (mercado) e seus meios de comunicação foram acionados pelo Trumpismo, leia-se big techs suas redes sociais, para atacar com todas as forças Lula e seu governo. Temem a reunião da Cúpula dos Brics em 6 e 7 de julho no Rio de Janeiro. Os bilionários estão desesperados com o desgaste provável de Trump e veem a China como principal inimiga. Certamente o Encontro dos Brics no RJ terá muita influência no mundo. Erraram a mão com a Rússia. Brasil é a “bola da vez”. Outro tema e Encontro que os apavoram é o do Clima (COP30) em novembro no Pará. Agora será para Lula e seu governo, o momento político mais importante não apenas para o Brasil, mas para o Planeta. Terá três meses (abril, maio e junho) de ataque de todos os lados onde se entrincheira os inimigos. As pesquisas sempre fazem parte de planos golpistas, mas Lula sabe disso e começa a se estruturar para o enfrentamento.

6 de março de 2025

A NOVA GUERRA FRIA

A primeira guerra fria, sem luta nuclear ou bélica, tinha a ideologia e a política como frentes (URSS e EUA). A nova guerra fria (China e EUA) tem a economia, onde a China alcança enormes avanços e forma aliança com países de origem liberal, os Brics. A guerra se intensificou com a radicalização liberal (neo e ultra) e o trumpismo (EUA) assumindo sua liderança. Não se deve subestimar nenhum lado. A nova arma é a TECNOLOGIA, onde a informação é central e decisiva nessa ou em qualquer guerra. Dentro desse contexto está o Brasil de Lula que assume a liderança dos Brics em 2025. Pode representar a “bala de prata” para um lado ou outro, caso consiga salvar a democracia e ampliar a soberania dos povos. De um certo modo o futuro do mundo está nas mãos da liderança de Lula. Aos progressistas só resta um lado: apoiar Lula na transformação de um mundo unilateral em multilateral, respeitando as soberanias nacionais.

2 de março de 2025

MERCADO CAPITALISTA E SOCIALISTA

Não há como negar que a principal contradição mundial atualmente está na economia entre mercado capitalista (EUA) e mercado socialista (China). Deng Xiaoping em 1978 abriu a economia chinesa ao mundo do capital que se transferiu em peso para o país. Mão de obra mais barata representa mais lucro ao capital. Para Deng “não existe socialismo com fome”. Resolveu o desemprego na China, copiou a produção capitalista, investiu em educação e surpreendeu o mundo com seu crescimento. Após a queda da URSS, EUA lança o CONSENSO DE WASHINGTON (mercado aberto, estado mínimo, globalização) para gerir a economia mundial. Com o crescimento da China, EUA nega esse modelo e deixa seus seguidores perplexos. Endividado por manter sua dominação os bilionários do império (EUA) se desesperam e elege, através de fake news de suas big techs presidente negacionista, despreparado para salvar sua economia.