24 de janeiro de 2026
CONJUNTURA EM TRANSIÇÃO
De repente placas tectônicas se movimentam e o mundo se move de unilateral para multilateral. Antes, comandado com exclusividade pela potência hegemônica norte-americana defensora cem por cento da economia e do mercado PRIVADO impondo moeda única (dólar), agora, dividindo com os Brics e a China uma economia pública que respeita SOBERANIAS e moedas diversas. Não se trata de socialismo nem comunismo, pois a China adotou todas as regras e instituições internacionais estabelecidas desde o fim da 2ª. Guerra mundial, ou seja, nada a ver com a guerra fria do século passado. Não se trata de impor uma ideologia como existiu entre EUA x URSS, mas de solidariedade entre nações. Cada nação com seu dilema para resolver sem imposição ideológica. Acontece que essa nova CONJUNTURA não está sendo aceita pela ex-potência hegemônica norte-americana onde sua classe dominante formada de bilionários, milionários, grandes empresários da cidade e do campo desesperada insiste na EXCLUVIDADE e métodos próprios de dominação política e econômica como fez no passado com Hitler elegendo agora um extremista negacionista para presidência da República deixando muitas dúvidas sobre o que acontecerá, principalmente com a Europa e América Latina. O Brasil de Lula está cada vez mais isolado na América do Sul com uma eleição cercada de inimigos (centrão, mídia, ultradireita e mercado) e vai precisar de muito empenho de todos em saber usar os números dos inúmeros programas sociais implantados pelo governo Lula para convencer os desinformados e vencer a 4ª eleição. O que se vê no trumpismo são iniciativas políticas reacionárias absurdas buscando um retorno ao passado e correções impossíveis de acontecer, principalmente na economia. O império ainda com base numa economia e ENERGIA do petróleo totalmente condenada pelas leis da natureza e as mudanças climáticas, seqüestra o presidente da Venezuela, provoca rebeliões no Irã e ameaça tomar a Groelândia da Europa conflitando com ex-aliados. Nessas ações de pilhagem e no comércio com o exterior cria barreiras e tarifas absurdas negando o direito internacional se desmoralizando com aliados se isolando. Até agora o trumpismo se impôs com ameaças bélicas, muita MENTIRA via Twitter visando seu público e as eleições para eleger uma bancada de aliados utilizando inteligência artificial (IA) controlada por bilionários donos das big techs e redes sociais. CONCLUSÃO: internacionalmente vai ser preciso muita paciência e sangue frio das lideranças mundiais, pois o imperialismo ainda é forte e pretende causar muitos estragos podendo até provocar uma 3ª. Guerra mundial que acabaria com a vida na humanidade. Nesse momento líderes políticos pragmáticos como Lula e Xi Jinping fazem a diferença, pois é preciso estar plenamente consciente dos riscos dessa TRANSIÇÃO, pois a história mostra que nunca um império cedeu sem reação ao seu declínio.