20 de novembro de 2022

EQUILÍBRIO FISCAL

Lula não cansa de repetir que controle fiscal ele aprendeu com a mãe pobre e analfabeta, Dona Lidu. Aprendeu que o trabalhador precisa controlar o salário, gastar o que ganha e se precisar comprar um utensílio, fazer um empréstimo, mas tudo sob controle. No Brasil ele e o PT em doze anos de governo seguiram esse princípio. Com isso, fizeram o maior superávit fiscal do G20, pagou e emprestou ao FMI, assegurou uma reserva de US$ 380 bilhões, que garante até hoje o equilíbrio do país. Mas é impossível manter equilíbrio fiscal desempregado, passando fome, sem os serviços sociais básicos (educação, merenda, saúde, moradia), garantias trabalhistas, como férias, licenças, aposentadorias, que é o que aconteceu após o PT ser destituído antidemocraticamente do poder e alguns economistas insensíveis do mercado pregam. 

19 de novembro de 2022

TETO É FAKE NEWS

Há questões inverídicas nessa obsessiva guerra do mercado financeiro contra a vitoriosa oposição e o teto de gastos. Por que somente investidores, aplicadores, especuladores de títulos, ações, papéis conduzem o país a um ciclo de crescimento, sem desemprego, endividamento, alta de juros, inflação? Por que somente investimentos no emprego, salário corrigido, produção industrial, comercial, bolsa família, remédio, merenda, moradia causam rombo? Por que 180 bilhões propostos na PEC da Transição para a área social causam rombo e 780 bilhões de rombo do Bolsonaro, negando vacina, não pagando precatórios, desviando recursos para orçamento secreto não causam e recebem apoio do mercado financeiro, banqueiros, investidores da Faria Lima? É tudo lavagem cerebral na opinião pública, fake news, daqueles que se acostumaram com a escravidão do trabalhador e o ganho fácil sem trabalhar. 

16 de novembro de 2022

COMPETIÇÃO TEM LIMITES

Resumindo o placar eleitoral no Brasil foi claro: 60milhões (Lulismo) versus 58 milhões (bolsonarismo). Entenda bolsonarismo como maioria empresarial, composto de capital neofascista e neoliberal. É isso que está em jogo na PEC do Congresso. Representa 60 milhões de trabalhadores mais vulneráveis (bolsa família, salário mínimo, emprego, merenda, moradia). Moral da história: Lula topa negociar, mas representa claramente o setor mais vulnerável e vencedor da eleição. Não pode renegá-lo. A grande mídia, porta-voz do capital, é patrocinada e existe para sua defesa, mas a COMPETIÇÃO tem limites e esse limite está no voto contra da oposição na continuação da concentração de renda, da desigualdade social, da escravidão. 

13 de novembro de 2022

A PARANOIA DO MERCADO

Não precisa ser economista para ver que o mercado financeiro não pode impor a uma nação e seu povo lucro fácil e rápido de papeis apenas para meia dúzia de investidores e especuladores. Só lhe resta apoio político e econômico, mas parcial da ultradireita. Foi o filme de terror que acabou de se assistir no Brasil. Moral da história: Lula, governou 2003/10 negociou, obteve êxito numa alternativa consensual de crescimento, onde o papel que dá lucro vem do crescimento do setor produtivo forte, redistribuindo renda e emprego. Havia uma expectativa positiva, mas houve uma interrupção institucional antidemocrática, quem sabe da famigerada luta de classe. Lula acaba de receber outro mandato, dessa vez dos mais vulneráveis. O mercado usa a paranoia da estabilidade econômica, que contraria radicalmente o conceito na ótica do trabalhador. 

12 de novembro de 2022

A FICHA AINDA NÃO CAIU

O feito e a vitória eleitoral de Lula no Brasil assumem proporções inesperadas e imprevistas, através do mundo, basicamente por duas razões. Primeiro, a vitória sobre a ultradireita que as demais nações não estão conseguindo enfrentar. Segundo, a crise da natureza (climática) que o mundo já começava a considerar um caso perdido. Portanto, duas leis que regem a humanidade que Lula recupera e dá esperança (lei social e lei natural). Não é pouca coisa e incluem várias coincidências históricas, nacionais e internacionais. A COP26 certamente consagrará Lula, mais que todos os outros líderes mundiais. Lula se tornou a ESPERANÇA DA HUMNAIDADE. É assim, que ele será recebido e desse tamanho será sua consagração. Brasil sai de pária para salvador do planeta. A performance no Egito ultrapassa em muito Brasília. A ficha ainda não caiu. 

11 de novembro de 2022

QUAL É A DO MERCADO?

Talvez seja o caso de relembrar ao tal mercado que o neofascismo bolsonarista, negacionista e destruidor que Lula e o trabalhador de dois salários-mínimos derrotaram, somente chegou ao poder graças ao seu apoio. Moral da história: o mercado da Bolsa de Valores (banqueiros investidores e especuladores) não pode repetir o marketing de PT e Lula ladrão, para golpear a democracia, tirar direitos do trabalhador, desempregar milhões, saquear petróleo, eleger neofascismo. Se há grave situação fiscal, descontrole inflacionário e juros, não foram gastos com o trabalhador, pois é notório o elevado índice de desemprego, fome e crise fiscal existente que recebeu aval do Posto Ipiranga neoliberal (Paulo Guedes). O mercado, seus porta-vozes (grande mídia) não tem autoridade para continuar manipulando informação, com intuito de impor ministro e estabelecer política fiscal. MENOS. 

10 de novembro de 2022

GANHO OU INVESTIMENTO?

Salário-mínimo corrigido pela inflação, bolsa família, merenda escolar, creche, educação, saúde, moradia é gasto ou investimento? Emprego, renda do trabalhador é investimento, pois canaliza 100% para consumo, comércio, produção. Esse o desafio de Lula. Os pobres votaram nele como última esperança. Lula nasceu na fome, sobreviveu, venceu chegou a presidência da República. Não pretende abandonar os com fome. Busca acordos, respeito as regras institucionais, mas não pode recuar. Alguns adversários permanecem insensíveis. O Rico poupa, acumula, concentra, investe no seu patrimônio. Moral da história: a crise econômica e ambiental que atravessa o ocidente e o planeta aponta claramente um limite desse modelo. 3ª. via é redistribuição de renda. A economia e clima vivem impasse e se contrapõe. Lula chega nesse momento. 

7 de novembro de 2022

ELEIÇÕES DECISIVAS NOS EUA

Depois da decisiva e dificílima eleição no Brasil vem outra eleição, nos EUA, tão ou mais ameaçadora quanto a do Brasil ao mundo. Nas duas situações um inimigo e uma ameaça à vida no planeta, bolsonarismo e trumpismo. Trata-se de um fenômeno ainda surpreendente em que a ultradireita neofascista (setores reacionários do empresariado de ganho fácil) utiliza a captura da ciência e tecnologia (internet) com milhões de dados e perfis do eleitor para passar desinformação e fake news. Vem conseguindo tumultuar o processo eleitoral no mundo todo. O receio com EUA é maior por se tratar da maior potência do planeta tomada por negacionistas, racistas, misóginos, antiimigrante, ao meio ambiente e a democracia no meio de uma guerra que envolve potências nucleares. Que prevaleça o bom senso do eleitor que nem no Brasil. 

2 de novembro de 2022

O risco de vida que a população brasileira passou no último dia 30 ainda vai levar tempo para a ficha cair e milhões entenderem, vencidos e vencedores. Em jogo um sistema, um modelo de desenvolvimento econômico esgotado que se alimenta da alienação, desinformação. Esse sistema a ultradireita capturou e usa ciência e internet para se apresentar hipocritamente como antissistema. Uma concentração de renda brutal versus uma desigualdade social mortal. O desafio não é exclusivo do Brasil, EUA vai vivê-lo e Europa nos próximos meses/anos. Moral da história: o Brasil de Lula, em 2003, apontou para o mundo uma convivência relativamente pacífica, com a chamada de 3ª via, mas em 2022, o quadro, nacional e internacional, se deteriorou e exige um pacto mais complexo e avançado. É o que São Lula traz como esperança. 

1 de novembro de 2022

A FALA DO INOMINÁVEL

 

Certamente pressionado por aliados, políticos e empresários, Bolsonaro se viu finalmente na obrigação de fazer um pronunciamento pós-eleitoral. Como sempre um pronunciamento cheio de inverdades, de respeitar as quatro linhas da constituição e ter sido correto no combate à pandemia. Ocorre que o movimento criminoso dos caminhoneiros, onde alega que estão descontentes com o resultado eleitoral, está na contramão de seu silêncio, pois atinge indiscriminadamente toda a população no abastecimento e empresários na produção. Se viu obrigado a falar, pois poderia até ser preso por terrorismo. Moral da história: a democracia, opção vencedora da soberania popular contra o autoritarismo, não pode perder mais tempo com esse projeto autoritário e destrutivo que se instalou em 2018. Avante Brasil. 

29 de outubro de 2022

DEBATE NA GLOBO

Nunca antes na história dos debates na TV, iniciado em 1989, um debate deixou tão claro e transparente o engano político-eleitoral, cometido em 2018 no Brasil ao eleger um presidente da República despreparado, mentiroso, provocador. Em determinado momento o próprio Bolsonaro, traído pelo inconsciente, disse seria eleito deputado federal, não presidente, depois corrigiu. Com isso, revelou ao Brasil e ao mundo sua origem, seu verdadeiro perfil que nunca ultrapassou a deputado federal do baixo clero. Jamais entendeu a liturgia, a grandeza do cargo. Envergonhou e destruiu o Brasil. Moral da história: Lula mirou com êxito os indecisos, nos limites do debate. Bolsonaro, expôs claramente sua essência na produção de mentiras, surrealidade, para alimentar o esquema de suas redes sociais do ódio. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

23 de outubro de 2022

ABSTENÇÃO

ATENÇÃO, militante de oposição ao neofascismo, bolsonarismo, crime organizado, fome, desemprego, vida no país e no Planeta, ABSTENÇÃO deve ser o nosso foco. O Rio de janeiro, teve 22% no 1º turno. No Brasil essa é a média. Esse voto vai decidir o que queremos para o Brasil nos próximos quatro anos. Pode ser um vizinho, parente, amigo ou desconhecido, não importa. O eleitor que se absteve, nesse momento, não tem essa consciência, se sente só, abandonado, ressentido, revoltado com a vida e o mundo. Não o abandone. Cole nele. Ajude-o. Convença-o a ir votar. Essa é sua última e mais importante tarefa até o dia 30. Somos milhões de ativistas e podemos convencer milhões a votar. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

21 de outubro de 2022

ESTUPEFAÇÃO

Independente do resultado da eleição de 2022 o sentimento que perpassa boa parte da opinião pública e população é estupefação. Bolsonaro e bolsonarismo (conceitos diferentes) desmoralizaram as instituições públicas e privadas existentes. Nada fica em pé. Economia, mídia, justiça, policia, força armada e outras.  A impressão é que a classe dominante (empresários milionários e bilionários) chutou o balde tendo em vista o novo quadro político e econômico multipolar que se aproxima. Grandes potências capitalistas, como EUA, Inglaterra, França e Alemanha são a “bola da vez” nas próximas crises. A extrema concentração de renda e desigualdade social atingiram seu limite.  No Brasil o que se vê é uma abominável impunidade com a transgressão, seja do erário público e da ética. Mas a luta continua. Fora Bolsonaro, volta Lula.


15 de outubro de 2022

VOTO SUBTERRÂNEO

O voto subterrâneo, intitulado fake news e mentiroso é o inimigo mais difícil e perigoso que os trabalhadores, seus direitos adquiridos, a democracia liberal e diversas liberdades já enfrentaram. Esse voto, com dados e perfis capturados de milhões de eleitores por empresários do ganho fácil, reacionários, inescrupulosos, é uma ameaça à vida. A internet e novas tecnologias colocaram esse poder, sem regulação, em mãos sujas produzindo monstros, como Trumps e Bolsonaros. Moral da história: muitas explicações e análises a se fazer, mas pouco tempo e espaço até dia 30. Nessa eleição em confronto a militância surreal e desleal bolsonarista usando a ciência e tecnologia para o mal nas redes e a militância tradicional da realidade e do escrúpulo, em desvantagem nas redes, mas maioria nas ruas, para buscar resgatar o eleitor para a vida no Brasil e no planeta e vitória dia 30. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

13 de outubro de 2022

O QUE FAZER?

Lula, PT e uma aliança de partidos, instituições e movimentos democráticos estão unidos para impedir num processo eleitoral comprovadamente descontrolado, manipulado, corrompido por redes de informações falsas e surreais, seja eleito um presidente da República e sua organização ligada ao crime organizado, milícias, enriquecimento fácil e ilícito. Já elegeram, dessa forma, o Poder Legislativo e ameaçam destruir o Judiciário, com isso, o sistema democrático, suas liberdades até aqui existentes acabam. Moral da história: O QUE FAZER? Aceitar pacificamente e avalizar, em caso de derrota ou mesmo vitória parcial, esse jogo criminoso ou denunciar em grandes manifestações pelo Brasil afora a milhões de brasileiros e ao mundo, antes do dia 30, o que está de fato acontecendo e a ameaça que recai ao Brasil e à humanidade? 

12 de outubro de 2022

A DIFERENÇA ESTÁ NA RUA

A campanha eleitoral passada, a desse ano e do próximo sofreram e vão sofrer um ataque brutal de fake news e de desinformação nas redes sociais e na grande imprensa comercial dependente do grande capital. São e serão sempre golpistas, antipetistas. A aliança democrática liderada por Lula possui uma alternativa que supera os inimigos: a rua, com seus milhares de militantes. Nesse campo de batalha eles perdem, pois é impossível formar militantes preparados para enfrentar e conscientizar o eleitor. Nesses dezoito dias que faltam para a eleição é fazer prevalecer essa diferença. Lula está fazendo. Agora é cada um na sua área de influência, convencendo, tirando votos do adversário e inimigo. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

10 de outubro de 2022

BOLSONARO E BOLSONARISMO

Mais recentes análises políticas buscam entender Bolsonaro e bolsonarismo. São conceitos diferentes. Bolsonaro foi a criatura usada. Despreparado, sem escrúpulos, resultante da lavagem cerebral da guerra fria. Seus crimes o bolsonarismo protege. Bolsonarismo é a estratégia usada pelo grande capital concentrador de renda, nacional e internacional, conservador e reacionário. Seu programa visa manter a desigualdade social, bolsões de desemprego, fome, morte e hegemonia da economia mundial com a China. Moral da história: é nesse front de sangue e ódio inimigo que se situa luta política do dia 30.  A aliança democrática e popular liderada por Lula, tem condições de derrotar esse poderoso inimigo. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

4 de outubro de 2022

DIA 30 É VIDA OU BARBÁRIE

Se engana quem ainda crê que a perplexidade e responsabilidade sobre a vitória neofascista no Congresso cabe somente aos eleitores do Lula e do PT. Imagine Poder Executivo e Legislativo neofascistas governando o Brasil? Será haraquiri, não vai ficar pedra sobre pedra. A opção do próximo dia 30 está clara: é fome, emprego ou vida, economia ou neofascismo, democracia ou barbárie, liberdade de imprensa, opinião ou censura, justiça Suprema livre ou submissão, meio ambiente ou vida no planeta, enfim, reconstrução ou destruição. Simples assim. É estupidez e oportunismo da elite neoliberal acreditar que é hora do PT e Lula ceder na economia. Ceder o quê “cara pálida”, na destruição, na barbárie? Dia 30 é Lula, sem pré-condição alguma ou fim do Brasil e da vida no planeta. 

3 de outubro de 2022

SEGUNDO TURNO

Muitas leituras para a ida do PT ao 2º turno. Tecnologia e internet estão na raiz. Revoluciona o planeta (EUA, Europa, etc.). No Brasil grandes mídias, institutos de pesquisas, instituições (STF, TSE e outras) reduzem influência. Há até derrota liberal (PSDB, DEM, MDB). Na essência, falta de consciência e desinformação das massas que sempre existiu. Ativismo da esquerda, “boca de urna”, outros artifícios já chegaram a massa, mas internet é ciência avançada capturada pelos ultraliberais, atinge milhões de eleitores, com fake news. Moral da história: 2º turno Bolsonaro deve faltar aos debates, mas a luta continua. São inúmeras as contradições e divergências dessa ultradireita reacionária. A conscientização será sempre o antídoto. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

1 de outubro de 2022

DESAFIOS DO DIA 2

Os três principais desafios que o eleitor brasileiro, consciente ou inconscientemente, depositará na urna dia 2, FOME, PAZ, MEIO AMBIENTE, ameaçam a vida no planeta.  Da África a América Latina, da Europa a Ásia e Oriente Médio. Nenhum ser vivo está fora desse contexto mortal. Exige reflexão de um novo modelo de crescimento econômico. Um basta ao capitalismo predatório. A partir do dia 2, Brasil e planeta se conectam e passam a expressar, pelo voto, um sentimento de desespero, que a ultradireita, por oportunismo, captura como antissistema, mas idolatra o capitalismo. Moral da história: quis a história que o Brasil formasse um líder estadista, operário metalúrgico, originário da maioria desigual para dar rumo ao país e ao planeta. Lula, um coringa, versátil, polivalente. Lula presidente, com Congresso de esquerda, amigo da vida.