Barbárie ou democracia? Esse é o entroncamento político que chegou, nesse exato momento, o Brasil. De um lado, a barbárie, a ultradireita, tendo na rede Globo direção e divulgação da estreia da peça “Como ganhar uma eleição inventando um atentado” interpretado pelo seu mais recente e viável protegido, Jair Bolsonaro. De outro, a democracia, tendo a liderança de um político e ex-presidente da República, amado e querido pelo povo pelas suas realizações distributivas de renda, enquanto presidente da República, mas preso e impedido ilicitamente de se candidatar à presidência da República, pelo Supremo Tribunal da Inquisição (STI) e que indica como seu substituto, Fernando Haddad. Uma peça do absurdo sem desfecho previsível, caso a barbárie se sinta derrotada e tente investir numa aventura militar. Uma peça cujo primeiro ato é conhecido, mas o epílogo é e será sempre uma incógnita, para um lado ou para o outro.
12 de setembro de 2018
10 de setembro de 2018
DEMOCRACIA SURREAL
Essa campanha eleitoral resultante de um golpe (2016) seria suficiente para torná-la uma fraude. Mas se somam os saudosistas e as vivandeiras da ditadura militar de 64 (militares, rede Globo, Fiesp, bancos, EUA). É muito golpe para um povo pobre, esfomeado e desempregado como o nosso. Novamente tentam impor um governo militarista e entreguista, com voto. Uma candidatura que age como se estivesse em plena guerra fria, entre comunistas e capitalistas. Montam as mesmas farsas de atentados para culpar adversários. Ninguém sabe para onde caminha o país e seu povo com essa gente no poder e esse delírio. O comandante do exército, General Villas Bôas, declarou que a vitória do PT seria uma afronta à Constituição, quanto à lei da ficha limpa. Pela 2ª. vez eles descumprem e rasgam a Constituição. O PT tenta retomar a democracia e entregar à soberania popular, através do voto, o destino do país.
9 de setembro de 2018
O INIMIGO DA DEMOCRACIA E JUSTIÇA
O maior inimigo da democracia não é Bolsonaro. É a indiferença, a falta de informação e a revolta. Em síntese, o analfabetismo político descrito por Bertolt Brech. O analfabetismo é a arma principal dos poderosos para impor seu domínio e controle sobre um povo, desde sempre. No Brasil, essa obviedade só atinge uma minoria do povo trabalhador, mas é a estratégia central de toda elite abastada. A eleição de 2018 já nasce antidemocrática, pelo arbítrio e autoritarismo dos poderosos, vença quem vencer. Vencendo o PT, haverá luta para reformar e democratizar a justiça e a comunicação. Vencendo a ultradireita, para beneficiar as elites e ampliar o analfabetismo, com mais violência. Esse quadro da luta de classe, um fantasma para as elites, evolui lentamente na história a favor do trabalhador. No Brasil a esperança é que haja um salto de qualidade, com a eleição do PT, Lula Haddad, Haddad Lula.
7 de setembro de 2018
A EXPOSIÇÃO DE BOLSONARO NO GLOBO
Vai ficando clara a estratégia do Globo e Bolsonaro nesse atentado. Dar a ele 24h de exposição na sua rede de comunicação para melhorar seus índices de aprovação. O Globo entrou na campanha de Bolsonaro e largou Alckmin à própria sorte. Muita especulação, muita notícia, muita contradição do atentado e do ferimento. Começou informando uma coisa e foi mudando a versão, usando termos científicos incompreensíveis que ninguém entende. Provavelmente isso deverá se estender por todo o processo eleitoral. A especulação, nesses caso, se estenderá ao autor do atentado, não ficando descartável a possibilidade do Globo chegar até próximo ao PT ou pelo menos insinuar para a opinião pública. Quanto a mostrar o ferimento jamais acontecerá. A investigação, o tratamento e as versões são exclusivas do Globo. Esse tipo de atentado foi muito usado na ditadura de 64 e a ação atribuída aos comunistas.
BOLSONARO E GLOBO SÃO VIOLÊNCIA
A campanha de Bolsonaro e do Globo, na essência, é um estímulo à violência. A intervenção militar no Rio é isso. Combater violência com mais violência, dando armas é a proposta de Bolsonaro. Na violência para eles não entra a fome, o desemprego e as injustiças. Eles não querem entender e nem aceitam essa visão porque defendem a classe rica (banqueiros, empresários e parte da classe média, alienada política) responsáveis por essas mazelas. Esse é o programa de Bolsonaro e do Globo: matar pobres e negros em favelas, todos bandidos e traficantes. No rol incluem gays, mulheres, imigrantes. O atentado é notoriamente uma farsa montada. Sempre surge quando seus argumentos perdem força política para a oposição, no caso o PT e Lula. Tem inúmeras contradições e mentiras, que seria facilmente desmoralizadas, fosse corretamente investigadas. Mas na trama quem investiga e divulga são aliados.
6 de setembro de 2018
DIFÍCIL ACREDITAR EM ATENTADO
Difícil acreditar em atentado a Bolsonaro. Bolsonaro e o Globo estão entre os principais responsáveis pela campanha de ódio e intolerância, que vem se arrastando contra Lula e o PT. Bolsonaro anda cercado de seguranças profissionais e ninguém seria louco de cometer atentado, a não ser doente mental, como no caso da mentira do atentado à Kennedy (EUA). No Brasil já teve precedente no atentado à Lacerda. Um tiro no pé que nunca ele deixou examinar ou ver a bala ou o ferimento, mas levou Getúlio ao suicídio. Bolsonaro é o símbolo da violência pela violência, seu lema: “bandido bom é bandido morto”. Portanto, explora a violência como fim e não como decorrência de abandonos e injustiças. A direita que apoia Bolsonaro é a direita apologista dos terrorista de 64, que lançavam bombas, assassinavam inocentes e culpavam a esquerda. A direita golpista viu que não tem chance. Vai apoiar Bolsonaro e entrou no jogo sujo.
5 de setembro de 2018
A DITADURA NÃO ACABOU
A impunidade das lesões físicas, morais, sociais, éticas, econômicas e políticas da ditadura militar de 64 desaguaram nesse golpe de 2016. Anistia foi seu nome. Reflita. Brasileiros lutavam por vida melhor, salário, emprego, democracia e justiça social e eram acusados de comunistas, presos, torturados, assassinados. Golpearam a democracia, expulsaram o presidente eleito, Jango. Em 2016, algumas diferenças, mas o essencial da luta de classe continua. Não usaram forças armadas (por enquanto), mas golpearam a presidente eleita, rasgaram a Constituição e prenderam o líder do PT, agora sob a acusação, sem provas, de corrupção. A luta pelos direitos é a mesma. A ditadura agora usa os poderes civis da República, principalmente a Suprema Corte de Justiça. As lesões e violências, excetuando assassinatos na prisão, continuam. O financiamento idem: bancos, Fiesp e EUA. Cresceu muito foi o apoio tirânico e fascista da mídia.
4 de setembro de 2018
A INÓGNITA BOLSONARO
Uma situação política inédita e de temor (ou terror) vive a realidade atual brasileira, após treze anos de governo do PT, que desmoralizou a austeridade, essência da política econômica do mercado financeiro. O PT apostou no mercado interno, estimulou o consumo, através da distribuição de renda. Uma antídoto criativo e contrário à selvagem financeirização e neoliberalização do capital. Foi execrado, expulso do poder, preso pelo capital financeiro, através do suporte de seus poderosos veículos de comunicação. É nesse terreno adubado pelo ódio e por fake news que surge esse monstro, absolutamente despreparado, racista, machista, homofóbico, torturador, inimigo de pobres e negro, que ameaça distribuir armas para matar bandidos, chamada Bolsonaro. Um psicopata formado nos porões da ditadura militar. Quem apoia e financia esse insano? Trata-se de estratégia ou uma bolha das elites?
3 de setembro de 2018
UM MUSEU CHAMADO BRASIL
O que a ciência e a cultura do Brasil podem esperar de governantes ilegítimos, que desrespeitam a soberania do voto, a Constituição e a vida de milhões de cidadãos brasileiros? O incêndio no Museu Nacional destruiu um acervo de 20 milhões de peças da nossa história e universal de duzentos anos. O incêndio é o retrato fiel da concepção política e golpista de austeridade, imposta por aqueles que assaltaram o país e rasgaram sua Constituição. Uma austeridade estendida ilegitimamente por 20 anos, que atinge bens sociais, patrimoniais e acervos históricos irrecuperáveis como esse do Museu Nacional. Como punir esses facínoras? Difícil, pois se escondem por trás de uma aparelho estatal repressivo, político e jurídico. Por tudo isso é que essas eleições tem dois caminhos: ou dá continuidade a esse incêndio criminoso ao país, seu povo, sua história ou retoma a via da normalidade, do crescimento, com distribuição de renda
2 de setembro de 2018
A PRESSA EM SUBSTITUIR LULA
A pressa, pressão e terror que os golpistas fazem ao PT e Lula para um plano B e indicar substituto tem razões: Primeiro, avalizar uma eleição fraudada e ilegítima; segundo, ter tempo de mirar na nova candidatura do PT, fuzilar e desmoralizar covardemente com fake news (notícias mentirosas), idênticas às de Lula; terceiro, reorganizar e definir seu exército genocida. Quem terá chance efetivas ou o apoio explícito pela direita ou ultradireita. A manutenção da candidatura Lula apresenta três fatos inéditos para a elite golpista: a resistência de Lula dentro do país (não se suicidou, nem se asilou) e o apoio popular que cresce, mesmo preso; a desmoralização dos três poderes, principalmente da justiça que saiu do armário e avança cada vez mais para a ilegalidade, buscando dar legitimidade ao golpe e, finalmente, a instabilidade e indefinição que provoca no exército inimigo.
A INSTABILIDADE NÃO TERMINA
Os golpistas insistem no erro de culpar Lula de um crime que não existe. É piada o tríplex e sitio de Atibaia, o maior exemplo concreto e real de fake news (notícia mentirosa). As mídias repetem a todo minuto que Lula cometeu crime de corrupção e lavagem de dinheiro. Um massacre. Por se tratar de uma grande farsa eleitoral tudo será desmascarado, antes ou após as eleições. Antes, Lula ganha, depois, será fraude e os eleitos ilegítimos. Não se engana todo mundo a vida toda. A instabilidade crescerá na medida que a agenda genocida e entreguista (neoliberal ou da ultradireita) seja executada. Consertar um golpe com outro golpe não existe. Estão tentando repetir tudo que a ditadura de 64 fez abonada pela anistia. Mas a história e realidade atual são outras. Outra instabilidade será do novo Congresso e das feridas abertas pelo judiciário. Nenhum candidato terá segurança política e legal. Só uma nova Constituição pode resolver.
1 de setembro de 2018
O IMPASSE
O Brasil caminha dia a dia para um impasse político. As elites cada dia perdem mais sua identidade, se confundem, se contradizem. E tudo isso num processo que vem se agravando, desde 1989, com o surgimento e trajetória de um líder metalúrgico, que se habilitou, pela primeira vez na história, à presidência da República. Desde então a elite vem expondo e perdendo seu discurso de democracia e liberdade. Muitos brasileiros vem acompanhando essa novela. A elite, não sabendo lidar com o problema Lula, permite que ele alce o cargo mais alto, após três tentativas, acreditando que seria rapidamente desmoralizado. Erraram. Lula tirou o Brasil do mapa da fome. Não há como derrotá-lo com o arcabouço legal até então existente. Retrocedem à Inquisição religiosa da idade média, usando a jurídica. A única saída para o impasse no Brasil será eleger um Congresso Constituinte para elaborar nova Constituição.
31 de agosto de 2018
LULA SERÁ SOLTO?
Nas ruas por todo o Brasil a pergunta mais comum é: Lula será solto? Pergunta politicamente difícil de responder e explicar. Difícil porque a pergunta mais correta seria: por que Lula está preso? Uma grande parcela da população brasileira e da opinião pública mundial sabe que Lula está preso porque tirou 40 milhões (uma Argentina) da fome. Em síntese foi isso. A elite dominante atual, a rentista, o condenou. É inocente e comprovadamente não é dono do tríplex, nem do sítio de Atibaia. Portanto, é ficha limpíssima e não podia ser condenado nem na 1ª. nem na 2a e muito menos na 3ª instância. Se isso é uma verdade, e é óbvia, como acreditar que será solto pelos algozes para ganhar as eleições e voltar a distribuir renda para o pobre? Esse é o problema que extrapola Lula: é de todos os brasileiros. Lula preso é o povo e o país preso. Com os três poderes capturados e a informação sendo única, o que fazer e responder à população?
30 de agosto de 2018
BOLSONARO É A FALÊNCIA
Na Alemanha o nazismo foi fruto de um terreno fértil adubado nas mazelas da 1ª. guerra mundial, o cerco econômico dos demais países, desemprego, miséria, gravíssima crise econômica, caldo da desesperança, revolta e ódio. Nessa hora de instabilidade a nação fica refém de líderes sem escrúpulos, oportunistas, que usam o ódio contra inimigos falsos, no caso da Alemanha, comunismo, sindicatos e líderes populares. No Brasil, o terreno é fértil para um líder psicopata como Bolsonaro ou outro do neoliberalismo selvagem. O Estado de Direito foi subvertido, comparado aos velhos filmes do Oeste americano “Terra sem lei”. Os poderes eleitos (legislativo e executivo) estão desmoralizados. As cartas são dadas arbitrariamente por um poder sem voto e sem limites, o judiciário. Persegue e prende o líder popular mais querido, sem necessidade de provas. Inexiste legitimidade. Bolsonaro é fruto desse quadro surreal.
29 de agosto de 2018
UM JUDICIÁRIO FALIDO
Com a desmoralização do Congresso e do Executivo o Poder Judiciário vem assumindo o papel de legislador e executor, sem voto. Esse ovo de serpente teve início lá atrás no marketing político “mensalão do PT”, com a excrescência jurídica do “domínio do fato”, para condenar José Dirceu. Como não era PT, nem José Dirceu, fiquei calado. Veio a “pedalada” para tirar Dilma Rousseff do poder. Não era Dilma, nem PT me omiti. Com Lula usaram a “convicção “sem provas, para prendê-lo e, agora, com Haddad o “pleno domínio”. Como é só o PT que eles querem atingir, que se dane. Assim começou o nazifascismo em 1933, na Alemanha. Elegeram o comunismo como inimigo, como não era comunista, me calei e me omiti. Esse festival de desmandos jurídicos do Poder Judiciário ninguém pode prever seu limite, mas 99% da população esteja certa, seu braço chegará a todos. Hoje o inimigo é o PT, mas amanhã qualquer um.
28 de agosto de 2018
A ENTREVISTA DE BOLSONARO NO GLOBO
Na entrevista no Globo, Bolsonaro, mantém suas posições ultradireitistas: salário diferenciados para homens e mulheres. Vai seguir a CLT, onde votou pelo seu fim. Foge da pecha de homofobia dizendo ser contrário à escola abordar o tema. Se a escola não pode, quem pode? Eleito vai entregar a economia do país ao economista, Paulo Guedes, seu futuro ministro da fazenda. Um entreguista e radical neoliberal. No combate à violência vai armar a polícia e exército. Na sua visão só morre polícia. Bandido tem de ser executado, inocentes não morrem. Seu discurso é da moralidade por não ter sido citado na lava jato, apesar de seu auxílio moradia, mesmo tendo residências. Condena o político profissional, mas tem vários mandatos de deputado e seu patrimônio todo veio da política. Colocou todos os filhos na política. O único ponto a seu favor foi desmoralizar a hipocrisia do Globo, que apoiou a ditadura de 64, e que o condena por isso
ENTREVISTAS DO GLOBO COM CANDIDATOS
O Globo anuncia que fará entrevistas durante essa semana com Ciro, Bolsonaro, Alckmin e Marina. O Lula cita que apesar de primeiro colocado nas pesquisas está preso e impedido pela justiça de dar entrevistas. Tudo é óbvio faz parte da armação golpista, que o Globo comandou e comanda. O país vive sem Constituição e os direitos inexistem. A própria ONU, que representa 182 países, discorda dessa terra sem lei que vive o país e manda soltar Lula. Indo para as entrevistas começou com Ciro. Os entrevistadores, sempre fiéis ao patrão reacionário, foram duros, demonstravam ódio e isso ajudou Ciro, candidato de centro, que sabe bater e se defender. A seguir vem Bolsonaro. A estratégia do Globo com relação a ultradireita é incógnita, morde ou assopra? Alckmin é o queridinho neoliberal, mas está muito desacreditado. Resta Marina, que renegou PT e pode representar um trunfo, como Collor em 89 contra o PT
27 de agosto de 2018
TPE-TENSÃO PRÉ E PÓS-ELEITORAL
A TPE-tensão pré e pós-eleitoral cresce em todas as nações, Brasil entre elas, o temor e aversão do mercado, dos bancos, das financeiras e dos especuladores por eleições, por democracia. Não precisa ser cientista político para identificar as razões. Agenda que cada vez mais se distancia da maioria da população (99%). Do lado do mercado, reformas ditas estruturais, que exigem austeridade absoluta nos gastos sociais (saúde, educação, moradia, etc.), que chamam de ajuste fiscal, como privatização e desmonte do Estado social, redução e isenção de encargos e impostos patronais, assalto as riquezas minerais, como petróleo, gás e outros minerais e descaso na prioridade ao idoso e no emprego ao pobre, negro e mulher. Uma agenda genocida. Os índices de referência do especulador são bolsas de valores, juros, câmbio, que permitem maiores ganhos à financeirização da economia, ou melhor, à economia inútil, restrita a 1% da população.
26 de agosto de 2018
PREPAREM O CORAÇÃO
Os meses de setembro e outubro próximos serão de muita emoção para o povo pobre e seus aliados de classe média, militantes de esquerda, estudantes, artistas e intelectuais. Nunca na história do Brasil a luta de classe esteve tão claramente delimitada entre pobre e rico. E por quê? Nunca na história, mesmo na escravidão e com todo respeito aos líderes negros e outros líderes populares, um autêntico representante dos pobres chegou ao poder maior, mostrou por treze anos que é possível sim, acabar com a fome e a pobreza. Esse líder é preso, acusado injustamente de crime que não cometeu e resiste. Pronto, está formado um quadro inédito na história. Uma coisa é certa: Lula vence em qq hipótese: preso, vivo ou morto. É aí que a direita rancorosa dos ricos terá que se expor, como nunca fez tão claramente antes. Vem muita emoção pela frente. Vamos todos resistir como Lula.
CIRO AINDA NÃO ENTENDEU
Ciro Gomes, candidato do PDT à presidência da República, está com dificuldade de entender a candidatura de Lula preso e seu vice Haddad. Insiste que estando preso é erro insistir na candidatura. Pode ser ingenuidade ou estratégia de Ciro, mas ele tem consciência que Lula é inocente, que tríplex e sítio de Atibaia é farsa, fake news (notícia mentirosa) das elites golpistas. Ciro e todos os demais candidatos precisam se esforçar muito para apresentar programas e soluções para o Brasil. Lula não, já provou com quatro mandatos (conta o da Dilma). Saiu com aprovação inédita na história de 86%. A proposta econômica, social e política de Lula é simples: inverter o triângulo. A lógica econômica do mercado financeiro e dos neoliberais é austeridade. Consumir é a de Lula. Abrir mercado interno, financiamentos, salários reais e emprego. Só isso. Essa história de queda de comódites (produtos base) é farsa e falsa. Lula é Haddad e vice-versa
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