Para chegar ao atual GENOCÍDIO israelense
e norte-americano ao povo palestino será preciso acompanhar a GEOPOLÍTICA
(divisão econômica e política do mundo) no pós-2ª guerra mundial, liderado por
EUA e Europa, até o presente. Em 2009 se forma o Brics (Brasil, Rússia, Índia,
China, África do Sul) nova força multipolar mundial política e econômica. EUA
reage e tenta destruí-la. A nova configuração mundial passa a ser norte/sul ou
Oriente/ Ocidente. Na essência a energia necessária ao crescimento dependente
de petróleo e gás. De um lado EUA, do outro China. Ai está a motivação da
violência dos EUA. Não admite deixar de impor ao mundo sua ordem baseada na
força e poder da indústria bélica, concentração de renda, desigualdade social. Faz
um cerco à China. Apoia e reelege em 2019 na Índia a ultradireita (Narendra
Modi), não reelege Bolsonaro no Brasil. Cerca a Rússia com a Otan, ameaça
bloqueio econômico com míssil contra a Rússia, provoca invasão russa à Ucrânia,
legítima defesa. Usa o monopólio da mídia ocidental, desinforma, se faz de
vítima, falha na estratégia. O bloqueio à Rússia não funciona que se une a principal
rival, a China. Agora, EUA busca outro conflito na histórica divisão, disputa de
território entre Israel e Palestina. Justifica o ataque do Hamas, alega
terrorismo, aproveita a limpeza étnica dos judeus SIONISTAS aos palestinos,
produz terrorismo e extermínio. Agora é Ocidente
e Oriente, sempre objetivando o controle da energia. O perigo são as armas
nucleares das cinco potências mundiais envolvidas (EUA, China, Rússia, Inglaterra, França) que pode ser deflagrada por
provocação principalmente dos EUA, império ferido desesperado da declínio de
hegemonia a apoio ao GENOCÍDIO israelense. Cerca a região com porta-aviões
nucleares, provoca e ameaça Irã, Síria, outros países. Cresce entre as nações, na
opinião pública mundial clamor contra o extermínio covarde da população
palestina inocente, bombardeio de moradias, escolas, hospitais, ambulâncias e
crianças mostrado ao vivo pelas TVs.
Repete o que fez no Iraque, Vietnã, Afeganistão e outros países, SEM TVs
ao vivo. Encurralado pela eleição de 2024 vacila. Hezbollah (organização xiita
militar), Irã, Síria, Jordânia receiam a guerra que levará à milhões a mortes. Não
vão abandonar os palestinos, condenam o massacre, mas aguardam por pressão internacional
e evitar riscos à vida e a humanidade. Ninguém sabe o desfecho, mas TODOS
torcem pelo fim da agressão que depende dos EUA e de Israel.