O Encontro de Lula com FHC causou muitas controvérsias dos dois lados políticos. Os campos estão bem delimitados: Lula, líder operário que ascendeu à política negociando com o capital no limite de sua correlação de forças e, FHC, líder e intelectual do capital. Os dois com objetivo comum: afastar a ultradireita autoritária e antidemocrática, que ascendeu ao poder e está levando o pais à destruição, milhares de mortes pela pandemia, milhões de desempregos, destruição da economia, do meio ambiente. O encontro abre uma janela no impasse político e perspectiva de retorno ao pacto de 88 (Constituição). Empresários do capital ligado ao agronegócio, parte mercado, do PSDB insistem em manter o impasse apoiando o negacionismo genocida. FHC, rompe o impasse e coloca que há duas alternativas: candidatura própria ou apoio à Lula. É fora Bolsonaro e volta ao estado de direito.
22 de maio de 2021
20 de maio de 2021
OS ÓBVIOS
A CPI da pandemia ou do genocídio tem o objetivo de provar o óbvio: culpado é Bolsonaro, exceto para seu gado reacionário, econômico, miliciano e militar. A CPI serve como lição, mais uma vez, para comprovar historicamente que países golpeados e manipulados nas suas instituições democráticas produzem monstros, mortes e destruição, como Mussolini, Hitler, Franco, Salazar, Pinochet, Médici e outros. A CPI está certa: prender para quê? Por mentir? Mas mentem por quem? Está óbvio: resguardar e manter um presidente comprovadamente transloucado, sustentado, mantido e financiado por grupos econômicos reacionários, oportunistas, que não querem o retorno do estado de direito e temem a vitória eleitoral de uma oposição de centro-esquerda. A conta tende a ficar cada vez mais alta e quase impossível chegar impune até 2022. A saída também é óbvia: Fora Bolsonaro e volta do estado de direito.
17 de maio de 2021
A LUTA DE CLASSE
O dilema ou contradição principal da classe dominante no mundo atual (de bilionários) a divide em dois grupos: reacionário (ultradireita ou neofascista), clássico e republicano (neoliberal). As contradições de classe (capital versus trabalho) se acirram no mundo e buscam caminhos alternativos. É o que se assiste nos países pobres, em desenvolvimento e desenvolvidos. No Brasil a falência e crise da economia de austeridade jogou os neoliberais nos braços do neofascismo do “quanto pior melhor”. Despreparado, genocida, destruidor da economia, do meio ambiente, da democracia. Está formado o imbróglio. Aqui, a oposição de centro-esquerda (partidos de esquerda, centro e Lula) se capacita cada vez mais como herdeira do desastre das classes dominantes. Sua força segue e cresce um caminho inverso e proporcional à tragédia promovida pelas elites. Existe uma saída consensual: fora Bolsonaro, volta do estado de direito.
15 de maio de 2021
O NOTÓRIO OVO DA SERPENTE
Forças neofascistas (bolsonaristas), a exemplo do nazifascismo da Alemanha de Hitler, ameaçam o Brasil, sob o beneplácito de grupos privados econômicos oportunistas que miram dois objetivos: obter ganhos econômicas e impedir o retorno do PT, sob a pecha ideológica e moralista de “comunista” e corrupto. Usam a pandemia para “passar a boiada” com a oposição recuada por receio de infecção e morte. Repetem a Alemanha e aquecem o ovo da serpente. Permitem genocídio, atentados antidemocráticos, corrupção, destruição da economia, crime organizado, destruição meio ambiente, sublevação, subversão do Estado, das forças armadas, polícia, justiça, soberania do voto. A CPI do óbvio (investigar crime de genocídio explicitamente assumido) é a “pá de cal” na conspiração, mortes e destruição que foi tomado o Brasil por forças econômicas reacionárias. A saída é notória, é óbvia: Fora Bolsonaro e volta do estado de direito.
11 de maio de 2021
SEM VACINA E COM CHACINA
Quem é esse governador do RJ, Cláudio Castro? Um ninguém, ilustre desconhecido, sem preparo, sem competência, sem voto, “sem nada”, eleito como vice de Witzel, outro desconhecido, rapidamente afastado por desvio de recursos da pandemia. Todos filhotes da quadrilha bolsonarista, que assaltou, aterroriza e destrói o Brasil. Essa fatura não pode omitir a terra “adubada”, a origem na conspiração lavajatista para essa quadrilha chegar ao poder. Nesse momento, cabe a população usar todo o seu potencial de forças para enfrentar essa situação que atinge expressiva maioria, protege minorias da classe dominante (bilionários). São milhares de mortos por Covid, milhões sem auxílio e emprego, sem vacina e com chacina no Jacarezinho. Tudo parte do pacote bolsonarista. Somente a soberania do povo, no voto, nas manifestações e protestos de rua pode mudar essa realidade. Fora Bolsonaro, volta ao estado de direito.
10 de maio de 2021
AUTOCRITICA OU CAOS
Na complexidade que vive o mundo com ascensão da China, declínio dos EUA atropelado por uma pandemia o Brasil necessita com urgência da presença de um líder nacional competente para impedir o caos total. A pergunta que não se cala: quem está apostando e financiando as fake news do presidente no genocídio e condução do país para a destruição econômica? Um presidente que duvida e subestima o inimigo, por total falta de lucidez, competência, preparo para o alto cargo que exerce. Essa conta não é só de Bolsonaro, tem muito covarde e oportunista por trás escondido, como nos “porões” da ditadura. Apenas um líder nesse milênio, Lula, provou em treze anos de governo sua capacidade de dialogar com o mundo, elevar o Brasil no ranking mundial, reduzir a dívida, fazer reservas internacionais, combater desigualdade, obedecer as regras democráticas. Nesse quadro e perfil, quem é a aposta da classe dominante (bilionários)?
7 de maio de 2021
POLÍCIA E MILÍCIA
Polícia assassina é como a população de favelas julga essa execução no Jacarezinho (RJ) e demais execuções. Uma polícia a serviço da milícia para ocupar território. Hoje nas favelas, amanhã qq outro bairro de classe média. Surgiu na comunidade de Rio das Pedras (Jacarepaguá), apoiada na elite branca, classe alta e média, com cobertura da grande mídia, usando o combate ao tráfico como justificativa. Puro preconceito de classe ao pobre, negro e favelado. Hoje, a milícia domina áreas, tráfico (armas e droga), explora moradores, impõe terror, com apoio oficial da polícia. Nessa altura, pode se afirmar que entre polícia, milícia e tráfico o último é o que menos ameaça à comunidade, pois é filho da área (os demais são de fora). Seus clientes vem de fora. Aliás, droga há muito deveria ter sido legalizada e só não o foi por interesses escusos da polícia, milícia e altos traficantes da elite que não tem interesse na sua legalização e lucram com sua ilegalidade.
6 de maio de 2021
O CERCO
O cerco às contradições de Bolsonaro aperta. Há segmentos da sociedade que precisam fazer autocrítica, como Conselho Federal de Medicina (CFM) e Forças Armadas, que deram e dão apoio ao genocídio que a CPI avança em comprovar. Bolsonaro, encurralado apela para seu filho, porta-voz e dirigente nacional da campanha de fake news, com patrocinadores econômicos nacionais e internacionais. A “bola” se encontra nos pés dos neoliberais, grupo econômico hegemônico, que ainda teme Lula na oposição mais do que Bolsonaro. Uma aposta claramente suicida. Lula é um exímio e bem sucedido negociador entre capital e trabalho. Faz o que sempre fez: ouve todas as partes do capital e do trabalho e decide com vantagens a ambos. Nesse quadro de tragédia, morte e destruição anunciada e comandada por Bolsonaro impossível melhor alternativa. Qualquer aventura ilegal de força ficará insustentável. O difícil é a transição.
2 de maio de 2021
NÃO EXISTEM EXTREMOS
Witzel, ex-governador do Estado do RJ, é resultado da conspiração lavajatista que resultou no golpe constitucional de 2016 e eleição da ultradireita reacionária. O despreparo absoluto de Witzel o eliminou rapidamente do jogo político, mas no Congresso Nacional, alguns governos estaduais, prefeituras e principalmente na presidência da República permanece o mal. Hoje, com a marca de 402 mil mortes pela pandemia, mais de vinte milhões de desempregados, falência da pequena empresa, devastação no meio ambiente, Bolsonaro, faz ameaça do uso das forças armadas contra a democracia. Miriam Leitão, neoliberal de primeira hora, faz autocrítica: não se deve comparar Lula e Bolsonaro como extremos, apenas Bolsonaro é extremista. “Lula (PT) governou quatro mandatos, jogou o jogo democrático, fez inclusão social, escolheu ministros qualificados no STF e na procuradoria”. Que neoliberais ajustem discurso e realidade
28 de abril de 2021
PSICOPATA OU PSICOPÁTICO?
O Rio de Janeiro acaba de presenciar o comportamento psicopático assassino de um vereador. Jovem, boa aparência, bem quisto, encantador para alguns, eleito e reeleito, presidente de Comissão, carinhosamente chamado de “Dr. Jairinho”. Mata friamente uma criança de sete anos sem demonstrar remorso, abatimento. No dicionário (Aulete, 2011, pág. 1127) psicopatia é “distúrbio psíquico com tendência a comportamento violento, antissocial, ausência de qq sentimento ou culpa em relação a atos praticados que o torna incapaz de se relacionar com outros”. O ex-governador, Witzel, bem examinada a sua conduta megalômana é outro exemplo desses tempos vividos pela sociedade brasileira. Bolsonaro preenche todos os requisitos desse distúrbio e declara após todo o genocídio “Não errei em nada”. Com 2 a 4 mil mortes diárias de Covid esperar o resultado de uma CPI de 90 a 180 dias para provar o óbvio é psicopatia geral.
26 de abril de 2021
"UM MANDA E O OUTRO OBEDECE"
A pergunta que não se cala: a CPI da pandemia (genocídio) vai investigar o quê? Ouvir o quê? Pazuello, ministro da saúde, já disse tudo: “Um manda e o outro obedece”. É assim que funciona o governo Bolsonaro, não apenas na pandemia, mas em todos os setores. Não existem culpados, mas um culpado: Bolsonaro. É a hierarquia militar onde o comandante responde por tudo. É a CPI do óbvio ululante. Qual o sentido? Encurralar Bolsonaro para ampliar regalias, vantagens contra o país e o povo? O centrão funciona assim. E os neoliberais? Bolsonaro nunca escondeu seu desdém com o combate à pandemia (gripezinha), ameaçou quem adotasse medidas de isolamento e preventivas (governadores e prefeitos), se negou a adquirir vacinas, indicou remédios ineficazes, tirou médicos e indicou militares na saúde, não adquiriu insumos. Todos esses crimes e outros estão registrados. O Brasil é hoje ameaça internacional. Fora, Bolsonaro.
24 de abril de 2021
CPI DA PANDEMIA
Aparentemente a CPI da pandemia já está com seu resultado definido: Bolsonaro, CULPADO. Qualquer investigação sem esse veredito não se sustenta. São inúmeras as declarações de Bolsonaro nessa direção, basta rever e reler vídeos e publicações. É famosa a frase de Pazuello: “Um manda outro obedece”, princípio neofascista de governar de Bolsonaro, não apenas na área sanitária, na ambiental, relações exteriores, costumes e outras. Na economia houve e há parceria neoliberal (Guedes). Três correntes e forças políticas nesse contexto: neofascismo bolsonarista, neoliberalismo (mercado financeiro, Globo, PSDB) e oposição. A oposição mais atingida com milhares de mortes diárias. Parte neoliberal, dando suporte ao neofascismo, com pé no presente e no futuro seduzido por lucros, hegemonia política temendo a oposição. Moral da história: afinal, neoliberais de que lado ficarão na CPI: morte e destruição ou lucros?
23 de abril de 2021
UMA LEITURA DO 7 X 2 NO STF
Há muitas leituras sobre a autocrítica da justiça Suprema do Brasil (7 x 2), seu envolvimento no lawfare (uso do direito e da mídia como armas de guerra contra adversário político). No caso brasileiro foi atingido um governo legitimamente eleito (PT) e um candidato impedido de ser presidente da República (Lula). Quais as consequências desse ato criminoso? Rasgaram a constituição, colocaram um corrupto na presidência e elegeram um miliciano psicopata que já ceifou a vida de 380 mil pessoas, desempregou milhões, destruiu a economia, meio ambiente, entregou o pré-sal às multinacionais e continua com seu processo destrutivo de vidas, da economia ameaçando a democracia com o uso do aparato de Estado militar e de polícia. O STF não fez autocrítica ao PT e à Lula, mas a 215 milhões de brasileiros. Somente o fora Bolsonaro e a volta do estado de direito JÁ redime e corrige parte da tragédia que o pais está envolvido.
22 de abril de 2021
COLAPSO
Colapso é a única palavra que simboliza e conceitua o Brasil atual. A responsabilidade não é apenas de um psicopata que ascendeu à presidência da República, mas seus apoiadores renitentes. Impossível entender esses apoiadores (do capital) insistirem com Bolsonaro na presidência da República. O que mais Bolsonaro precisa comprovar no projeto de autodestruição de uma nação, na saúde (sem vacina), na economia (sem consumo), no orçamento (sem recursos), na ambiental (com carbono)? Será que a estupidez do antipetismo (capital) prefere o haraquiri (suicídio)? Será que essa mesma estupidez imagina que esse é o pensamento da maioria da população (trabalho)? Ledo engano. A fatura será cobrada à elite cedo ou tarde. A contagem é regressiva. Nesse processo é visível o crescimento da oposição numa proporção geométrica ao descaso da elite. Fora Bolsonaro, volta ao estado de direito.
18 de abril de 2021
BARRIL DE PÓLVORA
Bolsonaro disse que o “Brasil está no limite aguarda uma sinalização do povo (saques à supermercados, agitação nas ruas) para “tomar providências”, comparou o país a um barril de pólvora. Acusa governadores, prefeitos, STF de não deixar governar. Como ler e entender essa manifestação de Bolsonaro? Psicanálise e psiquiatria levaria tempo tentando tratar a síndrome, não é o caso de 215 milhões de brasileiros, que urgenciam políticas sanitárias, sociais, econômicas públicas. A formação política de Bolsonaro é terrorismo (quartéis, OAB, Riocentro), tortura nos “porões” da ditadura, lavagem cerebral anticomunista, milícias. Foi usado pela direita neoliberal para golpear e impedir o PT de continuar uma gestão social distributiva de renda. São corresponsáveis na destruição. Autocrítica nem pensar. Provavelmente tirá-lo para colocar outro pau-mandado no lugar. Fora Bolsonaro, volta ao Estado de direito.
17 de abril de 2021
DE LAWFARE A FAKE NEWS
Lawfare e fake news são instrumentos de comunicação que a classe dominante (mercado financeiro e grande mídia) usaram e usam para impor sua ideologia (ideias de visão de mundo) aos trabalhadores. No lawfare (uso do direito e grande mídia como armas de guerra) os conservadores neoliberais usaram (2016), para golpear o governo do PT e impedir Lula de ser presidente da República. Em 2018 se aliaram às fake news (notícias falsas difundidas nas redes sociais) para eleger a ultradireita de Bolsonaro. Em 2020 a pandemia retirou dos trabalhadores a iniciativa política (manifestação de rua) permitindo a disputa e hegemonia política ser entre direita e ultradireita. Moral da história: Nesse momento, a narrativa sanitária, econômica e política está sob controle das duas direitas. O trunfo principal da oposição chama-se Lula, mas precisa tomar muito cuidado para o oba-oba não subestimar o inimigo de classe.
16 de abril de 2021
A SUSPEIÇÃO
Há muita encenação, blefe e receio dos golpistas nessa suspeição à Moro. A suspeição verdadeira, causa de temor está oculta, é o conjunto da obra da operação lava jato. Os golpistas recuaram. A estratégia criminosa da operação lava jato representa uma ameaça, seus reflexos ao país e ao povo, a ação inconstitucional contra Dilma e PT, o lawfare para prender Lula, a eleição de Bolsonaro, o saque ao petróleo, riquezas naturais, desmonte da construção civil, naval, Estado, direitos trabalhistas, crimes que serão um dia julgados. O temor é abreviar, face à tragédia genocida, destruidora e insustentável da gestão Bolsonaro. A elite usa argumentos e ações cada vez mais frágeis, para confundir, “anular condenação de Lula abona corruptos”, “instâncias de julgamento (SP ou DF)”, para se cacifar com Lula candidato ou presidente. Moral da história: Moro foi carrasco e não mandante. É arquivo vivo, não pode ser abandonado.
15 de abril de 2021
MAZELAS DA LAVA JATO
Os golpistas neoliberais ainda não perceberam o alcance da condenação dessa operação criminosa que criaram (lava jato). Toda a destruição no Brasil atual comandada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, está na conta dessa operação e seus mentores. Não se trata apenas da filigrana jurídica de incompetência e suspeição de um juiz, Moro, é muito mais. Nesse momento a tragédia que vive a população exige reparos imediatos ao PT, Lula e oposição para salvar o que ainda resta do país, mas a história começou a contabilizar os crimes hediondos ao país de pessoas e sua destruição, desde a implantação do golpe em 2016. Ultrapassa fronteira (meio ambiente e pandemia), quem sabe até a instalação de um segundo “Tribunal à Nuremberg” formado para julgar crimes nazistas da 2ª. guerra mundial. Nesse momento o reparo mínimo e imediato que a história cobra é Fora Bolsonaro e volta ao Estado de direito.
14 de abril de 2021
UMA LEITURA DA CONJUNTURA
Política é correlação de força. Quem dispõe do maior exército? Essa é a pergunta. No momento, capital financeiro ainda dita as cartas. Em sua estratégia definiu dois inimigos: a política em geral e o Estado Social (quer servindo ao setor privado). A corrupção foi sua arma que todos condenam e os neoliberais confundem a opinião pública sobre sua origem. No Brasil a operação lava jato teve esse propósito. Sua farsa permitiu a eleição de um presidente despreparado, psicopata e genocida num acordo entre costumes e economia. Faltou combinar hegemonia política. O imbróglio está formado. Para complicar o quadro das duas direitas dois fatos políticos: pandemia e Lula livre. Neoliberais ainda sem alternativa empurra o problema para 2022, mas para o PT esse jogo representa milhares de mortes diárias pela pandemia, fome por ausência de renda, emprego, crise na economia. Fora Bolsonaro, volta do Estado de Direito.
12 de abril de 2021
4a FEIRA, DIA 14
Nessa 4ª feira, dia 14, algo está sendo planejado pela direita neofascista e neoliberal para tentar neutralizar e afastar a oposição, PT e Lula da eleição vindoura, mas serão obrigados a “jogar a toalha” a enfrentarem dois inimigos mortais: pandemia e crise econômica. Qual é a diferença com a oposição do passado? Getúlio pressionado, se suicidou, Jango, se exiliou, ou seja, anistiou, cedeu espaço à direita escravocrata, reacionária, conservadora, que até hoje com crueldade torturam e massacram o povo trabalhador. Lula, PT e oposição resistem vivos e presentes na luta. Moral da história: oposição (Lula, PT e outras forças políticas) cresce “a olhos vistos”, mesmo sem a rua por precaução, mas com internet e outras vias. As direitas passam a ter exclusividade na responsabilidade pelo genocídio da pandemia e falência na economia.