Politicamente correta a presença do PT na posse de Nicolás Maduro, presidente eleito da Venezuela. Discordar e não reconhecer o processo eleitoral de um país é muito grave. Os 14 países de Lima já tiveram várias eleições contestadas, nacional e internacionalmente, e não há precedente na história de reunião para se imiscuir em sua soberania. A autodeterminação sempre foi respeitada. Cada país paga por suas escolhas, não com interferências. Gleisi Hoffman representa esse princípio na posse. Além do mais, o Brasil nunca poderia contestar uma eleição como a de Maduro. É notório que no Brasil houve um grave atentado à democracia, desde o golpe de Dilma, a prisão sem provas de Lula e a eleição fraudada de Bolsonaro, por caixa 2 e fake news. Uma eleição ilegítima sob todos os aspectos. O Brasil precisa manter distância e jamais conciliar com qualquer governo de ultradireita. O futuro e o eleitor é que julgarão as ações
11 de janeiro de 2019
POSSE DE MADURO
Politicamente correta a presença do PT na posse de Nicolás Maduro, presidente eleito da Venezuela. Discordar e não reconhecer o processo eleitoral de um país é muito grave. Os 14 países de Lima já tiveram várias eleições contestadas, nacional e internacionalmente, e não há precedente na história de reunião para se imiscuir em sua soberania. A autodeterminação sempre foi respeitada. Cada país paga por suas escolhas, não com interferências. Gleisi Hoffman representa esse princípio na posse. Além do mais, o Brasil nunca poderia contestar uma eleição como a de Maduro. É notório que no Brasil houve um grave atentado à democracia, desde o golpe de Dilma, a prisão sem provas de Lula e a eleição fraudada de Bolsonaro, por caixa 2 e fake news. Uma eleição ilegítima sob todos os aspectos. O Brasil precisa manter distância e jamais conciliar com qualquer governo de ultradireita. O futuro e o eleitor é que julgarão as ações
10 de janeiro de 2019
PRIVILÉGIO NA PREVIDÊNCIA
Na previdência as três áreas privilegiadas são conhecidas: militar, justiça e política. O corporativismo é gigantesco e intocável. Os militares já enviaram sua defesa: “nossa atividade é atípica, exige muito esforço físico para garantir a lei, a ordem e a preparação para enfrentar o inimigo externo”. Historicamente esse inimigo externo é ficção. A única guerra que o Brasil participou foi no século XIX, contra o Paraguai e com dois aliados. Quase perdeu. Hoje uma guerra seria inviável. A guerra que o Brasil enfrenta é a fome, injustiça e desemprego. Por que, em períodos de paz, manter essa estrutura onerosa de guerra? Para que tanto esforço físico, materiais e imóveis? E por que esse esforço físico não permite se aposentar aos 65 anos e contribuir como todos? Que atividades e esforços são esses, maior que um trabalhador rural? Impossível. Na ditadura de 64, os três ministérios militares gastavam o dobro dos treze civis.
9 de janeiro de 2019
VENEZUELA E PREVIDÊNCIA
Venezuela e previdência se tornaram as notícias principais da grande mídia, capitaneada pela rede Globo. Temas prioritários porque atende os interesses do mercado financeiro global e os EUA na sua gula doentia por energia, petróleo, gás. Na previdência os olhos crescem com a mina de ouro advinda da contribuição bilionária das aposentadorias dos trabalhadores. Bilhões de reais para serem movimentados nos chamados fundos de capitalização dos bancos privados. Excomungados quando flui para o erário público e cobiçados quando aplicados nos bancos privados. Venezuela, é a “bola da vez” do mesmo ataque covarde por parte dos EUA, que sofreram e sofrem países, como: Iraque, Líbia, Irã, Síria, Brasil do pré-sal e outros com grandes reservas de petróleo. Seus governantes recebem acusações diárias de corruptos e ditadores por uma mídia venal, sem escrúpulo e sem moral.
8 de janeiro de 2019
BOLSONARO E O MERCADO
Ficou claro durante a campanha eleitoral à presidência da República que Bolsonaro seria usado pelo mercado financeiro ou de capital se quisesse chegar à presidência. O pseudoatentado de facada teve esse propósito: apoio total do mercado e da mídia à sua candidatura, desde que deixasse livre para avançar na defesa absoluta de seus interesses. Eleito, o quadro se confirma: política econômica é assunto somente para o mercado, o ministro Guedes e a grande mídia. “Isso é economia, estúpido!”, dizem. Seu quadrado são as baboseiras morais e seu fundamentalismo ideológico. Impressiona o poder de manipulação atual dessa elite. Falharam no 1º. golpe com Temer, mas tentam se recuperar no 2º golpe, com Bolsonaro. O eleitor despolitizado é mais uma vez a principal vítima. Levado pela grande mídia a condenar a corrupção na política sofre outra corrupção mais grave e invisível, nos seus direitos e interesses.
6 de janeiro de 2019
O PT NÃO PODE DELEGAR
O Brasil possui uma situação bem peculiar na política: toda direita, ultradireita e setores alinhados às elites colocaram o PT e Lula como seus inimigos principais. Essa eleição foi isso. Qual o programa dessa direita? Perseguir negros, pobres, mulheres, índios, gays, sindicalistas e movimentos sociais, desmontar o Estado social e entregar suas riquezas. Para vencer a eleição e impor esse programa tiveram de golpear a democracia, perseguir e prender seus líderes. Se esquerda é defender esse patrimônio o PT deve assumir esse campo, assim como, a direita assume o contrário. Não é hora de recuar e correr o risco de trair os 30 milhões de votos que confiaram no PT e no seu programa. Jamais delegar para qualquer outra força essa responsabilidade. É hora de politicamente o PT dar uma aula gigante para esses 30 milhões de eleitores e mostrar para a população o que é ser direita e esquerda e o que cada um propõem.
CAI A AUTODETERMINAÇÃO DOS PVOS
Com a pressão do Grupo de Lima contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, cai mais uma barreira para o avanço da ideologia da ultradireita no mundo: a autodeterminação dos povos. A pressão política e econômica contra a Venezuela se dá internamente pelo fim da soberania do voto, pelo boicote econômico das empresas privadas e, externamente, pela derrubada das garantias da autodeterminação dos povos. Essa transgressão e subversão de valores se radicaliza, após a eleição fraudada de fake news de Trump nos EUA e de Bolsonaro, no Brasil. É tão contraditória, acintosa, absurda e autoritária a medida que nenhum argumento legal, constitucional e real tem força para impedi-la. Nesse momento, o mundo caminha para uma terra de ninguém, mas não se deve perder a esperança, pois as contradições e sua fatura, em breve, se voltarão contra países que as defendem. A história sempre evolui.
ATÉ BREVE, TEREZ\A CRUVINEL
Foi com enorme pesar que o leitor do JB tomou conhecimento do afastamento de Tereza Cruvinel da coluna “Coisas da Política”. Pelo conteúdo crítico de suas mensagens ao novo governo, é difícil não imaginar pressões políticas. Durante a ditadura militar as redações dos jornais eram muitas vezes dirigidas pelo pessoal da esquerda. Os donos recebiam pressões, alguns resistiam, outros não. Há uma mudança radical na economia e na política mundial. Uma brutal concentração da renda. A grande mídia brasileira foi tomada por essa peste fatal. A voz única desses veículos (no Brasil seis famílias), compete em reacionarismo, defende interesses escusos do mercado financeiro e dos EUA e se aliou a ultradireita, como única alternativa de derrotar o PT. Sem dúvida, Tereza Cruvinel vai fazer muita falta à democracia, à justiça ausentes nesses veículos.
4 de janeiro de 2019
VIÉS IDEOLÓGICO DE BOLSONARO
É fácil entender o significado de viés ideológico para Bolsonaro. Viés ideológico tem um caráter notoriamente de classe. Ocorre que Bolsonaro veio da repressão da ditadura militar, da época da guerra fria, onde por lavagem cerebral, se ensinava que ideologia possuía apenas o inimigo dos ricos: o trabalhador. Ideologia é de classe. Cada classe tem a sua. A confusão e alienação de Bolsonaro, nesse conceito, é a mesma que propagam para milhões de brasileiros despolitizados, sem consciência de classe. Com isso, milhões de trabalhadores defendem a ideologia do patrão, dos ricos que almeja explorá-los. É rico em exemplos o programa Bolsonaro, mas pegando apenas um: o pente-fino no INSS. Governo vai cancelar na despesa benefícios previdenciários e assistenciais irregulares, do lado do trabalhador. Por que na receita não corrige as bilionárias isenções fiscais, bem como, cobrança das dívidas dos ricos
3 de janeiro de 2019
E AGORA, DIREITA?
A elite criou um monstro que é uma ameaça a todos. Seu viés ideológico (todo social é coisa de esquerda e comunista) impede falar de pobreza, justiça social, distribuição de renda, direitos sociais, imposto progressivo, Estado do Bem-Estar Social, organizações sociais, clima, áreas indígenas. Impede Legislativo e Judiciário de exercerem a plenitude de suas funções, a liberdade de ensino, de imprensa, de opinião, de organização. Toda a elite (colonial, do mercado financeiro e da ultradireita) terá de vestir o viés ideológico radical sob o comando da ultradireita ou fazer alguma autocrítica, antes que o povo desperte. Difícil autocrítica de direita, que só vê o agora, o lucro, o ganho fácil. Nesse momento estão em êxtase. Há um acordo claro: Bolsonaro (um boneco) investe no seu moralismo retrógrado e inútil, entrega a economia para o mercado e o petróleo, energia e gás para os EUA e suas corporações.
2 de janeiro de 2019
A FORÇA DE LULA ESTÁ NA RESISTÊNCIA
A ditadura não durou 21 anos como se propaga, mas 25 anos (de 64 a 89), com a imposição pelo ministro do exército de Sarney, como substituto de Tancredo e vai até 89 com as eleições. Nesse processo se abre um novo ciclo na história com a presença na política do operário e líder sindical Lula. Candidato persistente por quatro vezes chega à presidência em 2003, governa direta e indiretamente 13 anos. A partir daí está colocada uma cunha enorme para as elites resolverem. Lula governa com honestidade, respeitando as leis, o mercado, a soberania do voto, distribui renda e não reduz o lucros das elites, ao contrário, todos ganham. Um Robin Hood inédito, do século XXI. Está formado um enigma para as elites: como enfrentá-lo? A direita captura quem se opõem a ele, caso de FHC e outros. A acusação de corrupto, sem provas, não cola. Para 2019 elegem com golpe a ultradireita para acusá-lo, junto com seus adeptos, de viés ideológico.
29 de dezembro de 2018
FORA DA POSSE
Politicamente correta a decisão do PT de se ausentar da posse do presidente, por razões óbvias expostas. Não existe chance política a qualquer partido de oposição no Brasil se aproximar ou conciliar com o novo governo. O despreparo do novo presidente é notório. Seu programa um grave retrocesso civilizatório. Sua eleição pautada no antipetismo escondendo o econômico do eleitor. Um acerto com o eleitor é, ao que indica, para onde caminha o Brasil. De um lado, uma elite com fortes resquícios colonial escravista da Casa Grande, aliada ao mercado financeiro neoliberal e a ultradireita, do outro, um povo cada vez mais espezinhado, mas que dessa vez teve e tem um projeto claro de cidadania demonstrado em treze anos de governo do PT. Por mais que difamem e prendam a realidade não será desfeita, ao contrário, mas mais acentuada.
28 de dezembro de 2018
HAVEMOS TERRORISTA!
Um Estado terrorista é o que, tudo leva a acreditar, vem por aí. E qual é a característica base desse Estado? Arranjar ameaças para justificar a repressão. Uma réplica do que se viveu na ditadura de 64, onde a ameaça a todos provinha do comunismo. Criam os fantasmas e partem para a guerra. Agora é a ameaça ao Bozo. “Querem acabar com ele”, declarou seu filho. A posse virou um ato de guerra que dá a exata medida de como será o governo daqui para frente. Atentados terroristas vão surgir constantemente, sob a égide e controle do Estado policialesco. O limite disso ninguém pode prever, 2019 não é 1964. A maioria da população vai cobrar é emprego, salário, saúde, educação e moradia. É para isso que cria expectativa.
27 de dezembro de 2018
QUEIROZ E PAPAI NOEL
Há uma certa perplexidade com o nível mental desses novos moradores do Palácio Central. Se fosse levado para a arte teatral seria enquadrado como Teatro do Absurdo. É impressionante como a partir do 1º turno das eleições o Brasil sofreu uma captura total da inteligência. A partir daí um tsunami de desonestidade tomou conta do processo eleitoral e elegeu homens de outros séculos para comandar um país no século XXI. Impossível prever o que vai acontecer. Essa história do Queiroz é de chorar ou rir, se for humor negro. O Brasil a partir do dia 1º de janeiro é imprevisível. Na história é algo inédito eleger alguém simplesmente por ser contra. E mais grave, contra uma experiência de governo das melhores da história. Haja contorcionismo.
26 de dezembro de 2018
INTELIGÊNCIA NÃO ´PE BISBILHOTAR
- “Inteligência não é bisbilhotar” foi o que disse o futuro chefe do Gabinete Institucional (GSI) do presidente Bolsonaro, general Augusto Heleno. Disse que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) não terá viés ideológico, mas isso ele precisa combinar com seu chefe que vê ideologia comunista e de esquerda em tudo e todos que contrariam seus pensamentos retrógrados da época da guerra fria e da ditadura militar. Alguém não está falando a verdade. A origem da Abin é política, substituiu o criminoso SNI, das torturas durante a ditadura militar de 64, criatura do general Golbery. Sob a alegação de segurança nacional é uma caixa preta. Ninguém sabe seus custos para que serve e todos a temem, inclusive aliados. Não ajuda no combate ao crime, nem na corrupção. Mas muito provavelmente está infiltrada em todos os movimentos sociais.
NÃO TEMAM OS "VALENTÕES"
Lula enviou uma carta no Natal aos militantes: “O ódio pode estar na moda, mas não temam os que posam de Valentões. A oposição vai passar e a verdadeira mensagem de Jesus, um marceneiro que foi perseguido pelos vendilhões do templo, pelos soldados e pelos promotores dos poderosos, vai continuar a ecoar em cada Natal: uma mensagem de amor, fraternidade, e de esperança. A luta por um mundo melhor continua”. Nesse Natal não pode estar com a família, filhos, netos, mas não está sozinho. Está com a vigília de todo o Brasil que clama por justiça e um país melhor.
23 de dezembro de 2018
OPOSIÇÃO EM 2019
A oposição em 2019 está se organizando. Vai se definindo na medida que o inimigo também se define. PDT, PSB, PCdo B iniciaram as conversas. PT foi eleito como inimigo principal do bolsonarismo e do neoliberalismo. Portanto, o maior “cabo eleitoral” do PT serão as medidas “ideológicas” e “draconianas” amplamente divulgadas pelo novo presidente. O raciocínio é simples e lógico: se o PT é o maior inimigo, tudo que o eleito aprovar ou tentar aprovar com sua política precisa do aval do eleitor, do contrário, vão entender que o inimigo é o amigo. Um fato novo em 2019 é a oposição, seja de esquerda, popular ou democrática não será de cúpula. Terá de buscar raízes na sociedade. Um processo bem diferente de 64. O mundo é outro. O inimigo é outro. A situação é outra. Os erros e acertos serão diferentes.
22 de dezembro de 2018
O ENGODO DA AUSTERIDADE
A tão propagada austeridade pregada intensamente pela voz única da grande mídia é uma farsa para iludir o cidadão e permitir mais lucros aos rentistas (os que vivem de renda). Simples entender: a meta é fechar o Estado e entregar as chaves para grupos econômicos privados explorarem seus serviços. A estratégia é evidente: saque nas receitas do Estado com isenções, subvenções e redução de impostos dos empresários, perdão de dívidas bilionárias e leniência com os desvios por corrupção, cujos os recursos jamais retornam. Depois se faz um carnaval no noticiário sobre a crise fiscal e a falta de recursos para pagar os compromissos. Sem receita a única saída óbvia é cortar gastos. Os cortes, ganha um brinde quem acertar, atinge áreas que o pobre mais necessita: educação, saúde, moradia, benefícios, cultura, etc.
A APOSTA NA IGNORÂNCIA
A direita tradicional aliada a ultradireita subestimam a inteligência da maioria da população. Como tem o controle quase absoluto dos meios de comunicação dão de ombros e fazem o que bem entendem. Desconhecem e desconsideram Constituição, soberania do voto e justiça. São diários os exemplos, desde o mensalão. A impressão é que apenas uns 10% da população tem informação crítica e política sobre os fatos atuais. É nessa bolha gigantesca de 90% da população que o Brasil irá definir seu futuro e seu destino. Há nessa bolha uns 40/50 milhões de brasileiros que foram beneficiados com os programas sociais do PT, Lula e Dilma, mas sua capacidade organizativa é muito baixa. A classe média que tem um poder maior de manifestação teve grande parte capturada pelo sistema. Agora é aguardar e resistir para ver como essas forças reagirão ao novo governo e sua agenda genocida.
21 de dezembro de 2018
MASSIFICAÇÃO
Segundo os dicionários massificação “é um processo pelo qual valores e objetos antes restritos a grupos de elite tornam-se populares”. Na sociedade moderna há essa padronização de opiniões, valores e gostos. Um fenômeno que ocorre no mundo atual, mais do que em qualquer outra época. Isso porque a classe rica concentra mais riqueza, gerando mais pobreza. Temendo reações e rebeliões a elite corre para controlar os meios de comunicação. Bilionários adquirem veículos para massificar e passar sua opinião. Só assim se entende a eleição de Bolsonaro. Se massificou que a política é toda corrupta, que o PT comandava a corrupção e que pobre, negro e favelado é traficante e bandido. Levantaram a bola e Bolsonaro chutou contra o PT, contra a política em geral e contra o pobre favelado. Resultado: é eleito para presidente um capitão que, se passasse por qualquer teste psicotécnico, seria reprovado. Agora é ver o estrago.
A FATURA DA ELITE
A elite brasileira tem uma conta enorme a ajustar com a população brasileira, desde a escravidão. Desde então tripudia e massacra o povo trabalhador, negro e pobre. Em pleno século XXI não percebe que os tempos são outros e aperta o torniquete no pescoço de 99% da população. Esse embate com o PT e Lula traduz bem esse autoritarismo. Querem impor um saque a todo o país por bem ou por mal. Perderam os limites. Colocam o Estado a seu serviço, usando forças armadas e justiça. O Poder Legislativo manipulam, o executivo golpeiam. A grande diferença dessa vez é PT e Lula. Diferente do PTB de Getúlio e Jango. Lula foi presidente 13 anos e deixou marcas profundas na sociedade, além de não recuar diante do establisment. A Casa Grande terá que se expor cada vez mais e Lula e PT são contrapontos.
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