2 de setembro de 2021

SETE DE SETEMBRO TODOS À RUA

 Essa semana Febraban (bancos), Fiesp (indústria), agronegócio (exportador de commodities) deram recado à Bolsonaro: com ameaças ao Supremo, ao sistema eleitoral impossível a economia sobreviver. Se juntaram à governadores, prefeitos e à população em geral (média e operária) que sente na pele o Brasil caminhando para o caos, nesse sete de setembro. Impossível se calar e recuar das ruas, com medo de ameaças neofascistas bolsonaristas. O descaso com a vida, o emprego, a renda, se soma à meio ambiente, questão hídrica, inflação. Falência total. Quem aposta nessa agenda é uma minoria ensandecida, alienada que alçaram ao poder central por erro histórico. Nesse dia SETE todos à rua com FORA BOLSONARO. 


30 de agosto de 2021

O QUE É O BOLSONARISMO?

 Todas as conjecturas sobre a ameaça que pesa sobre o Brasil depende de entender o que é o BOLSONARISMO, principal inimigo. No Brasil eles estiveram presentes nos porões da ditadura de 64 torturando e matando, foram anistiados e, com apoio neoliberal, chegaram à presidência da República. Impossível qualquer conciliação política, econômica e social com eles. Desinformados, representam um sentimento de revolta e subversão de valores, onde buscam o caos para justificar a intervenção de sua milícia armada, fechamento das instituições. Sete de setembro será um teste. Seus apoiadores muitos já estão na oposição, mas é preciso derrotá-lo. O que fazer? Reunir todos num palanque na disputa do voto e não do programa (uma espécie de “diretas já”). É fora Bolsonaro. 

29 de agosto de 2021

BOLSONARO E AS TRÊS ALTERNATIVAS

 Bolsonaro cai na real e prevê o futuro: preso, morto ou vitorioso na eleição. Preso exclui. Não tem homem para isso. Vitorioso na eleição só milagre chega lá, perde para todos. Resta o morto. Todos seremos, a questão é o significado no discurso. Essas falas e aberrações, Bolsonaro, repete no curralzinho do planalto, pentecostal, policial, militar, no empresariado do agronegócio, para quem governa, abre o cofre público, dá mordomias. A leitura do discurso é de medo, a corda aperta com a justiça (STF e TSE), CPI e, até, no Congresso. Sete de setembro é o marco, limite para suas provocações e crimes, se extrapolar impossível manter neutralidade em seu apoio. Para a oposição não há dúvida: fora Bolsonaro e volta do estado de direito 

27 de agosto de 2021

RECADO DO AFEGANISTÃO

 O recado que o Afeganistão dá ao império americano é “pare de se intrometer na vida de outros povos, você só tem interesse de domínio (criar base militar), financeiro (explorar riqueza), de bloqueio econômico criminoso (Cuba, Irã, Venezuela), dar suporte a golpes institucionais (Brasil e outros países), estimular conflito entre irmãos, ampliar a desigualdade, o racismo, o fundamentalismo religioso, o preconceito de gênero, o machismo, bombardear e matar civis inocentes”. É um recado não apenas do Afeganistão, mas sufocado na garganta de milhões de pessoas e centenas de países. Respeite a soberania dos povos. Eles sabem o que é melhor para si. Por fim, que a ONU deixe de ser covarde, submissa ao império para assumir seu papel. 

25 de agosto de 2021

SETE DE SETEMBRO

 O imbróglio político brasileiro cresce à medida que o tempo avança. Sete de setembro pode ser um marco. São inúmeras as contradições que liberais (mercado financeiro, Globo, PSDB) promoveram ao romper o pacto de 88, em 2016 e, em 2018, aprofundar o golpe para proteger seus interesses. Duas contradições se cristalizam: quebra do que resta da constitucionalidade (única chance política de Bolsonaro se manter), quebra do que resta do Estado do Bem-Estar Social (estratégia neoliberal). As duas contradições implodem o país, sem chance alguma de sustentabilidade. Resta a oposição e setores democráticos prosseguirem em sua mobilização, conscientização, organização e denúncia. Fora Bolsonaro e volta do estado de direito. 

24 de agosto de 2021

2021 e 2022

 Já houve a quebra institucional em 2016 pelo mercado financeiro, Globo, PSDB. A elite neoliberal destruiu o pacto que vigorou até 88. Bolsonaro e quem o apoia, pela ótica reacionária, capturou esse sentimento e avança o processo de destruição da institucionalidade e Estado. Neoliberais perderam apoio e a moral. Em 2021 e 2022 está em jogo novo projeto de poder. Restou somente a oposição, PT, Lula, setores democráticos apresentarem para o próximo pleito um novo projeto e pacto de poder. Lula é a pessoa certa, no momento certo, mas não depende apenas de ganhar a presidência da República, precisa de correlação de força no Congresso, se não nada feito. Para se contrapor as elites (fascista e liberal) Lula precisa deixar isso bem claro. Fora Bolsonaro. 

23 de agosto de 2021

AFEGANISTÃO II

 São muitas as leituras sobre a saída americana do Afeganistão. No delírio de dominação, nos pós-2ª. guerra, EUA criou três falsos mitos que ameaçavam à humanidade: comunismo, terrorismo e corrupção. No comunismo foi defenestrado no Vietnã, no terrorismo acaba de ser no Afeganistão e Iraque. Insiste na corrupção nos países da América do Sul, Brasil entre eles. Bombardeiam, invadem, golpeiam as nações, suas instituições para dominar e saquear suas riquezas, como no caso do petróleo e minério do Brasil. Mas no caso recente do Afeganistão, está havendo muita confusão. As agências de notícias submissas ao império, inclusive o Globo, ficaram com a “brocha na mão”. Atacam o Talibã, mas sem explicar porque EUA fugiram. 

22 de agosto de 2021

CORDA ESTICADA

 

O colunista do Globo, Carlos A. Sardenberg, tropa de choque golpista neoliberal, revelou em sua coluna o que muitos já perceberam: “ridículo ter votado em Bolsonaro para tirar Lula e tirar Bolsonaro para votar em Lula”. Esse desafio e conluio entre golpistas neoliberais e neofascistas não se sabe como será equacionado. O país caminha para o “quanto pior melhor” e não aguenta. Lula cresce pelos centros e esquerda, mas os poderosos tem a máquina privada e pública nas mãos. O exército da oposição ainda tem dificuldades, agravado pela pandemia, mas a realidade do país tem pressa. Morte, fome, desigualdade, desemprego aumenta o caos. Um lado terá de recuar, o povo chegou ao limite. É fora Bolsonaro e volta do Estado democrático de direito. 

19 de agosto de 2021

CONJUNTURA VII

Três contradições principais atravessam o momento político atual brasileiro: primeira, a pandemia, a narrativa sob hegemonia neoliberal, falta de vacina, crescimento descontrolado do covid-19, com variantes ameaçando a vida de todos, inclusive os vacinados; segunda, a divergência entre o neofascismo e o neoliberalismo pela hegemonia política, com base na economia, que atinge 99% da população pobre e média (bolsa família versus teto, onde tirar recursos); terceira, formação negacionista, ditatorial, corrupta, criminosa de Bolsonaro, com apoio velado de setores militares, policiais, econômico (agronegócio e outros), que pode conduzir o país a um confronto inédito. A saída está no fora Bolsonaro e no estado de direito.

17 de agosto de 2021

AFEGANISTÃO

Toda informação sobre o Talibã e Afeganistão, através de agências de notícias norte-americanas e ocidental é suspeita, eivada de ideologia reacionária e fake news. Acusa adversários de comunistas, terroristas, corruptos. Foi assim na “armação” da queda das Torres Gêmeas, em 2001, quando mentiu à caça de Bin Laden para expulsar o Talibã e invadir o Afeganistão. Foram 20 anos. Não controlou nada, não aliviou as mulheres, matou 180 mil, 60 mil civis, 100 mil feridos, 11 mil refugiados, 1800 americanos, gastou US$ 2 trilhões e perdeu o equilíbrio da região. Certamente o Talibã de 2021 não será o de 2001. Seus novos aliados respeitam a soberania afegã (China, Rússia, Irã, Paquistão). EUA foge e larga os aliados. Um ato de covardia. 

15 de agosto de 2021

A TRAGÉDIA E A FARSA

 Marx dizia que fatos políticos ocorrem duas vezes: 1º. como tragédia (golpe de Napoleão Bonaparte), 2º. como farsa (golpe do sobrinho, Luís Napoleão, no mito do tio). No Brasil, a partir de 2016, se assiste a muitas farsas. Arthur Lira, copiando, Eduardo Cunha, na presidência da Câmara; PGR, a lava jato na justiça parcial e partidária (lawfare); empresários nacionais e de multinacionais à ditadura de 64 e guerra fria financiando golpe neoliberal e da ultradireita neofascista. É ingenuidade esperar qq autocrítica dessa elite do atraso. Marx, alertava que a única aliança para enfrentar a elite se dá entre o operariado (trabalhadores em geral), a classe média e dissidentes na elite. Fora Bolsonaro e volta do estado democrático de direito. 

6 de agosto de 2021

SETE MIL ASSINATURAS

 

 Sete mil assinaturas, incluindo empresários, economistas e intelectuais neoliberais (parte expressiva do PIB nacional) assinaram manifesto temendo o avanço da crise institucional. Não confrontam direta, mas indiretamente, Bolsonaro. A corda está esticada e avisam reformas liberais sim, mas atropelar o sistema eleitoral não. Moral da história: parte dessa burguesia neoliberal está mais perdida do que “charuto em boca de bêbado”. O que podem fazer contra o avanço neofascista, sem parte da máquina estatal (que sempre dominaram), afastados e negando a oposição de centro, com Tio Sam (EUA) preocupado com a geopolítica (China, 5G e clima) conversando com o governo brasileiro? Para a população somente o Fora Bolsonaro. 

2 de agosto de 2021

UMA LEITURA DA CONJUNTURA

 Não há como ignorar que a extrema-direita bolsonarista caminha para o fracasso. Só a pandemia seria suficiente para derrotá-la, mas tem questão ambiental, social (economia), institucional. A dúvida é quando e quem vai arrastar. Até agora tem a seu lado bloco de militares decadentes da guerra fria e grupos políticos fisiológicos. A terceira via (neoliberal) vacila no apoio com medo da oposição e corre o risco de ir junto. Nessa correlação de força a disputa está em atingir a pequena-burguesia (Classe B e C) e os trabalhadores (D e E). A oposição cresce nessas contradições e, como sempre, cabe ao trabalho de massa a palavra final. Fora Bolsonaro. 

30 de julho de 2021

PF CRIA CENTRO DE INTELIGÊNCIA NO RJ

 Polícia Federal (PF) inaugura no Rio de Janeiro centro de inteligência contra o crime. A PF e justiça no governo Lula tiveram um enorme investimento no combate à corrupção. Contratou servidores, elevou salário, ampliou o orçamento para equipamentos, justiça passou de 100 para 513 varas, transformou CGU em ministério, realizou 2 mil auditorias em municípios, fortaleceu MP e TCU. Esse esforço iniciou seu desmonte no golpe de 2016, avalizado pela classe dominante (empresários bilionários). Colocou na presidência o vice, envolvido em corrupção, perseguiu, prendeu Lula, elegeu presidente genocida, corrupto, neofascista, ligado à milícia. É nesse contexto de horror que vive o RJ, base eleitoral principal da família Bolsonaro, que a PF diz que vai criar um centro de inteligência para combater o crime organizado. Provavelmente o crime organizado será a oposição comunista. Só quem acredita em “Papai Noel”. Fora Bolsonaro. 

29 de julho de 2021

ELEIÇÃO NO PERU

 Os brasileiros precisam acompanhar a política nos países da América do Sul, irmãos mais próximos. Cada país realidade diferente, mas passam lições. Mais recente o Peru. Professor e líder sindicalista de esquerda vence a elite, com muita contestação jurídica para desgastar o eleito. Seu partido, Peru Livre, obtém de 37 a 45 votos no Congresso de 130. Portanto, minoria. Vale o ditado “vencer é difícil, governar dez vezes mais”. Toda a elite se une. Acordos restritos na área social. O que pode e não pode, eis a questão? O maior desafio está na base eleitoral que elegeu entender. A narrativa é monopólio do inimigo. Essa lição o Brasil já viveu e vai viver. Lula, caso eleito, traz mais experiência do que o peruano, mas o dilema existe. Esse golpe a burguesia aplica, desde a implantação da República. Se perde no executivo dilapida o erário, compra voto, vence o legislativo. Só com uma bancada parlamentar maior oposição consegue governar. 

27 de julho de 2021

VÃO À COVA, MAS NÃO ENTRAM

 

Eleito irregularmente (prisão de Lula, fake news e facada), despreparado, desmoralizado, sem apoio, Bolsonaro, recebe por oportunismo a extrema unção de seus coveiros. Artur Lira, é o político mais forte da República, com 130 pedidos de impeachment e 11 bilhões no orçamento secreto; forças armadas com salários e mordomias dobradas; empresários, mercado financeiro, porta-voz o Globo, saqueando direitos trabalhistas, patrimônio público, riquezas nacionais; Ciro Nogueira, líder do centrão, direto do Planalto comandando o saque ao erário. Um roteiro de terror.  Vão levar o defunto à cova, mas não entram. Mau-caratismo, esperteza, oportunismo da elite, onde muitos brasileiros pagam com a vida, fome, desemprego. É saber até onde o “quanto pior melhor” foi combinado com 215 milhões de brasileiros mortos, esfomeados, desempregado. Nas ruas cresce e se espalha a indignação do “fora Bolsonaro” e “diretas já”. 

26 de julho de 2021

CONTRADIÇÕES DE CLASSE

 Brasil vive situação política sui generis. Não faltam contradições de classes e de interesses. A principal contradição se dá entre o povo nas ruas e a elite (neofascista e neoliberal). A segunda contradição está entre o fascismo bolsonarista e o neoliberalismo, com muita hipocrisia, “morde e assopra”. É falsa a omissão das forças armadas, Congresso e STF/TSE. Não faltam crimes assumidos verbalmente por Bolsonaro e comprovados. Essas instituições de Estado poderiam liquidar a fatura facilmente se tivessem o beneplácito da classe dominante (empresários bilionários). E por que não fazem? Medo das vozes das ruas, principalmente o retorno de um passado recente que golpearam. O imbróglio está formado e representa uma ameaça a todos. Moral da história: a rua (vida, fome, desemprego) não tem mais como conciliar com a desigualdade, está no limite. Agora é Fora Bolsonaro e “diretas já”. 

23 de julho de 2021

MAIS UMA AMEAÇA DE GOLPE

Mesmo com enormes barreiras na insensatez o presidente Bolsonaro, o ministro da defesa, da aeronáutica e outros militares ameaçam mais uma vez a ordem Constitucional, caso suas propostas de mudanças, principalmente políticas e eleitorais não sejam aceitas. Inúmeros conceitos traduzem essa aventura surreal, como insanidade, maluquice, imprudência, leviandade, precipitação, absurdo, incoerência, incongruência, mas nenhum supera a REALIDADE e fatos concretos: milhões de mortes por fome, saúde e desemprego. O “copo está cheio”, diz o ditado. Se é blefe, medo, insegurança do governo não importa. Recuar e aceitar ameaças é renunciar à vida. Ao trabalhador brasileiro e todas os demais classes sociais, tomadas pela indignação e sobrevivência somente as ruas podem barrar esse roteiro da barbárie e terror. Dia 24 (sábado), todos nas ruas: “Fora Bolsonaro”. 

20 de julho de 2021

FRENTE ANTIFASCISTA

 

A população brasileira se une, dia 24 próximo, na frente popular e democrática para derrotar a barbárie fascista bolsonarista. Popular e democrática porque busca uma união entre forças divergentes do trabalho, do mercado, do capital descontentes e conscientes do significado do conceito do “quanto pior melhor” e a que isso pode no conduzir. Historicamente temos o exemplo da Alemanha, no século passado, uma mostra concreta da omissão da sociedade como um todo no surgimento do nazifascismo. Um processo com milhões de mortos, destruição e barbárie. Não tem vencedor. Todos derrotados, vidas, produção, mercado. É a “besta humana” solta, em ação. A frente e união de todos se dá fundamentalmente na luta e mobilização de massa, nas ruas, cidades, praças e campos única alternativa possível de derrotá-lo. Todos estão convocados a convocar para o dia 24 próximo. 

17 de julho de 2021

MAIS UMA FARSA

 Grande parte da oposição está consciente que a “facada” em Bolsonaro foi uma farsa. Não tem corte, sangue, a investigação foi sigilosa, não independente, realizada por bolsonaristas, além de chegar até ele cercado por seguranças seria impossível. A farsa da “facada” o afastou dos debates na TV, onde teria de expor seu despreparo, instintos perversos, criminosos, antidemocráticos. Seu programa de campanha quem fez foi a elite pela TV, com ataques ao PT ligando à corrupção. Essa última doença (basta olhar as fotos no hospital) também foi uma farsa. Continua usando a facada para atacar a oposição (Psol, PT), ampliar apoio do seu gado, se afastar do genocídio, corrupção e montar teorias de terrorismo comunista.  Tem apoio de parte do capital, que não sabe como se livrar dele, da oposição. Na oposição a saída são as ruas para denunciar indignação à destruição, morte, fome, desemprego. Fora Bolsonaro, “diretas já”.

14 de julho de 2021

UMA LEITURA DAS FORÇAS ARMADAS

 

Não há como negar: brasileiros estão muito apreensivos com o que farão as forças armadas (FFAA) nesse complexo quadro político que se vive. Uma instituição de estado armada, aparentemente capturada pela partidarização e benesse da burguesia neofascista no poder. Uma breve leitura histórica pode ou não ajudar a entender o imbróglio. Seu papel sempre foi na defesa da classe dominante. A origem vem da monarquia e escravidão. Em 1930, a revolução industrial a coloca mais subordinada a burguesia urbana, com uma concepção mais desenvolvimentista e nacional. Em 1964, muda o quadro. Guerra fria, golpe, tortura e assassinatos, sob a égide do interesse internacional, entreguista. Expulsam os militares nacionalistas acusados de comunistas. Em 2018 chegam ao poder neofascista. A pergunta que não se cala: a quem obedecerão? 

10 de julho de 2021

"CAGUEI"

 “Caguei para a CPI”, foi como, Bolsonaro, presidente da República, respondeu à sua atitude de prevaricação (ter ciência, abonar e nada fazer sobre corrupção na administração federal). Não precisa ser opositor, vidente ou cientista político para ter ciência de seu absoluto despreparo e o equívoco que representou sua eleição. Essa fatura é toda da classe dominante (bilionários). Agora é como sair dessa. Três setores fortes e poderosos da sociedade aproveitam sua fraqueza para continuar levando vantagens: forças armadas, parte do congresso (centrão) e do capital (agronegócio, banqueiros, etc.). Quanto mais fraco, mais vantagens. Ocorre que o desastre anunciado é enorme, imprevisível e, até, irreversível. O “quanto pior melhor” tem limites e ninguém sabe as consequências, por exemplo, perdas de vidas, fome e destruição ambiental. É urgente o fora Bolsonaro e a volta do estado democrático de direito (eleições). 

8 de julho de 2021

CPI AMEAÇADA

 A instabilidade política, econômica e social que vive o Brasil precisa ir para a conta da classe dominante (empresários bilionários). Eles em sua ganância de poder e dinheiro rasgaram e golpearam a Constituição, contra uma presidenta legitimamente eleita, prenderam ilegalmente um ex-presidente, elegeram um genocida, criminoso e corrupto para assumir as rédeas do país. Está instalado o caos. Impossível prever seu final. Foi formada uma CPI que não pode investigar e punir os corruptos do poder, principalmente militares, que dão sustentação ao genocídio. Moral da história: presidente e família corrupta se cerca de militares, parte da polícia (braços armados do Estado), arma a milícia e avisa que não vai aceitar o veredito das urnas. A população mais pobre paga totalmente a conta com milhares de mortes, milhões de esfomeados e desempregados e só resta uma saída: exigir nas ruas seus direitos e justiça. Fora Bolsonaro. 

6 de julho de 2021

O APAGÃO

O Globo faz uma reportagem sobre o “apagão da mão de obra”. A ótica é a mão obra que as empresas se ressentem para produzir. Só cita a educação no apagão por que não tem como desconhecer esse fato. Mas o apagão que vive a sociedade brasileira se estende a todas as áreas. Há muito cinismo e hipocrisia da classe dominante (bilionários) que destroem todo o Estado social e ao mesmo tempo denunciam em seus veículos de comunicação as barbaridades sociais e econômicas. A narrativa dos neoliberais e bilionários joga a culpa numa pessoa, Bolsonaro, um” bode expiatório” de todos os crimes e apagões que vive o Brasil. Bolsonaro seria um super-homem se sozinho, sem apoio, enganasse 57 milhões de brasileiros e continuasse a cometer crimes impunemente. O apagão vem desde a justiça que a operação lava jato desmoralizou destruindo instituições e a economia. Agora, só o fora Bolsonaro e a volta do estado de direito.  

28 de junho de 2021

UMA LEITURA DA CONJUNTURA

 

O Brasil da era Bolsonaro vive um momento político complexo de subversão total da ordem e captura dos direitos do trabalhador. É nítido o apoio e financiamento que o governo recebe da classe dominante (bilionários). Estão se lixando para o negacionismo que levou a mais de 500 mil mortes, ameaças à democracia, destruição do meio ambiente, milhões de desempregados, ligação com o crime organizado, mas a corrupção pode causar mais danos aos projetos políticos dos conservadores. A CPI causa desgaste, mas tem limitações políticas, depende dos militares, do STF, Congresso, PGR e esses aguardam o posicionamento do grande capital, que se contorce para impedir a volta do estado de direito e eleição de uma oposição não conciliada com o dito centro neoliberal. Para o povo trabalhador brasileiro a única saída está nas manifestações crescentes de descontentamento reproduzidas nas ruas. É Fora Bolsonaro.  

22 de junho de 2021

ENTREVISTA COM ARTHUR LIRA

 Arthur Lira, presidente bolsonarista da Câmara deu entrevista ao O Globo. Subestimou falta de vacinas, pois não atendia às necessidades do Brasil. Não pretende testar Bolsonaro num impeachment. A economia está organizada, acena aos neoliberais com independência do BC, privatizações, reforma administrativa e tributária. Diz que o impeachment não é só disso (500 mil mortes). Mourão não resolveria. Por fim, um recado aos neoliberais “não acredita na 3ª. via, Bolsonaro, substituiu em 2018 o PSDB e o PT sempre esteve no jogo”. Moral da história: Coloca a conta para interesses econômicos neoliberais e empresariais decidirem politicamente 2022: Lula ou Bolsonaro? Dessa vez a classe dominante (bilionários) não vai poder usar a oposição como massa de manobra para acossar, por oportunismo, a ultradireita e defender seus interesses. É tirar o capuz. Cedo ou tarde virá punição. Fora Bolsonaro, volta ao estado de direito  

20 de junho de 2021

SAUDOSISMO DO ATRASO

 A elite, capitalismo brasileiro sempre foi atrasado, antinacional, submisso ao inglês e EUA. Veem a realidade imutável, sem contradições, sem infindáveis mudanças entre 1964 e 2021. Em 2021, carregam certo saudosismo presente, tanto entre militares, quanto civis. Em 64 não havia pandemia, presidente incapaz, genocida, oposição de centro-esquerda estruturada, ex-presidente bem avaliado dentro do país, neoliberalismo nacional e internacional em declínio. “Diretas Já” e “Fora Bolsonaro” são realidades e movimentos distintos no tempo. Na pandemia as manifestações diferem, crescem, se espalham pelo Brasil. O assassinato de meio milhão de pessoas na saúde, a destruição da economia, do Estado, do meio ambiente e a omissão da elite com os militares conduz o país para o caos. Ingenuidade acreditar que nesse quadro a elite terá hegemonia ou paz num golpe, a médio prazo. Resta fora Bolsonaro e a volta do estado de direito. 

16 de junho de 2021

O QG BOLSONARISTA

 O Brasil nunca precisou de tanta maturidade política como agora. Por quê? Pela primeira vez na história cedeu espaço à ultradireita genocida de chegar ao poder. O que isso representa? O horror na população, que vê negado todos os direitos em plena pandemia. Negada a vida (vacina), a ciência, renda, emprego, meio ambiente, democracia. Enfim, tragédia e destruição. Nesse quadro de terror o que cabe à oposição? Lula, ex-presidente bem avaliado por base política heterogênea, se apresenta como alternativa capaz de derrotar o inimigo, negociando e unindo forças populares e democráticas. O inimigo deixa claro que não aceitará deixar o poder e arma seu QG para o confronto. Ao contrário do neofascismo, Lula, une a oposição ouvindo as correntes políticas para enfrentar esse confronto, dom especial adquirido na luta econômica sindical e depois na política. O Brasil não cairá na armadilha nazista Alemã de 30. Fora Bolsonaro. 

13 de junho de 2021

A SERPENTE JÁ CHOCOU

 Lendo o Globo não falta mais nada em argumentos para justificar e declarar Bolsonaro como o maior criminoso que a história republicana já produziu no Brasil e quiçá no mundo. O Globo, esquerda e centro-esquerda sabem, promoveu um apoio decisivo para a eleição de Bolsonaro, mas Bolsonaro já avisou que vai rever sua concessão ao completar 25 anos. O Globo, assim como parte de setores empresariais, não negacionistas, vacila entre seu projeto neoliberal conduzido por um capitão criminoso e ensandecido e a volta da normalidade democrática, operada pela centro-esquerda. Muitos se perguntam até hoje, como é que a Alemanha se deixou envolver pela tragédia nazista? No Brasil, apesar de realidade e época bem distinta, a mesma vacilação da classe dominante (bilionários) lá, pode se repetir no Brasil. A serpente já chocou os ovos. Agora é como enfrentá-la. Só há um caminho: Fora Bolsonaro e volta ao estado de direito. 

6 de junho de 2021

O TERROR

Bolsonaro mexe as pedras políticas de acordo com seu perfil terrorista. A ditadura de 64 produziu militares com esse conceito que não foram punidos, mas anistiados. O Brasil vai ter de equacionar esse problema, pois o terrorismo chegou à presidência. Na guerra fria criaram um inimigo de todos, conceituado como comunismo. No Brasil de 2021 e 2022 esse sentimento ainda continua presente em parte das forças armadas e da sociedade. Lula, para eles, simboliza esse inimigo. Aí se entende o recuo dos militares na sua essência: hierarquia e disciplina. Mas essa concepção por ser kafkiana e surreal arrastará militares e demais setores que apostarem nela ao desastre, antes causando muita tragédia à população. A oposição não tem saída a não ser lutar pelo fora Bolsonaro e a volta do estado de direito. Impossível conciliar com um inimigo que quer destruir todos os direitos conquistados até aqui. No dia 19 todos à rua contra o terror. 

30 de maio de 2021

INIMIGO INVISÍVEL

 O pior inimigo é aquele que não se vê. A ultradireita de Bolsonaro a gente vê. Sua manipulação e negação da pandemia (o outro inimigo) a gente vê. Seu autoritarismo antidemocrático, ódio ao povo trabalhador, ao Estado do Bem-Estar Social em defesa do capital a gente tbm vê. O risco vem dos inimigos de classe (bilionários) invisíveis. Usam a ultradireita para “passar a boiada”, levar vantagens, fazer uso dos crimes praticados por Bolsonaro. Esses bilionários detém o controle da narrativa da pandemia para passar terror, não para sanar o problema. As manifestações desse fim de semana receberam desses narradores críticas hipócritas sobre riscos de contágio. É notório que se a oposição não correr riscos no enfrentamento a Bolsonaro, morre de vírus e de fome. Não tem saída. As contradições neoliberais com Bolsonaro são secundárias. Para a oposição é fora Bolsonaro e volta do estado de direito para evitar a tragédia anunciada. 

29 de maio de 2021

"A EMENDA PIOR QUE O SONETO"

 “A emenda pior do que o soneto” é o ditado popular que atinge em cheio Pazuello e sua tentativa de corrigir o erro “um manda outro obedece” nos crimes de genocídio de Bolsonaro, enquanto ministro da saúde e participando, sem máscara, de comício político com o presidente. Dois irresponsáveis. Os crimes de genocídio de Bolsonaro certamente serão julgados, mas o submisso general corre o risco de ir na frente e servir de “bucha de canhão”. Sua recusa de ir para a reserva fere a essência da carreira militar, hierarquia e disciplina. Sem esses princípios, adeus forças armadas. O histórico de Bolsonaro não é de respeito às forças armadas. Foi anistiado e se utilizou dela por trinta anos de mandato. Agora faz o mesmo, usa. Oferece privilégios e mordomias para sujeitá-la aos seus interesses de poder político. É saber se essa instituição de estado vai cair na “armadilha “de governo. Fora Bolsonaro, volta estado de direito. 

27 de maio de 2021

GOLPE ANUNCIADO

Há objetivamente uma omissão geral, por razões diversas, em torno das atitudes de Bolsonaro. “Um manda outro obedece” não é apenas com Pazuello, mas no meio ambiente, saúde, PGR, PF, educação, Abin e atinge forças armadas. Transgride diariamente às leis, valores éticos, democráticos, nada acontece. Prepara golpe, caso contestado na lei ou no voto. Atitude que só pode conduzir a um desfecho de violência e sangue? Que vantagens seus beneficiários (parcela do empresariado, mídia, justiça, política, militar, policial, supremacistas branco da classe média) esperam obter? Nessa etapa histórica há de fato uma contradição, fator determinante, a pandemia, que difere e muda a realidade. A oposição está impedida pelo vírus e parte da elite que criou o problema não consegue forças para o impasse. A saída é notória: fora Bolsonaro e volta do estado de direito. A máxima é de Garrincha: “Quem precisa combinar com quem? 

25 de maio de 2021

O FENÔMENO BOLSONARO

 Há muitas leituras e reflexões sobre o porquê da existência de Bolsonaro. Uma corrente de pensamento deduz que se trata do declínio do modelo de desenvolvimento do capitalismo liderado pelos EUA. Bolsonaro é um fenômeno nacional. Cada nação tem e terá o seu fenômeno. Uma fase de transição. Se desenvolveu política e economicamente na transgressão. Foi assim quando ameaçou explodir quartéis por aumento no soldo da hierarquia mais baixa dos militares. Essa atitude o elegeu trinta anos até, em 2018, receber o suporte de empresários, como única alternativa capaz de derrotar a política do PT. Nesses três anos transgrediu todas as normas legais, ética, morais. Nada acontece, não há limites. Congresso, justiça, polícia e certamente militares vão recuar novamente. Bolsonaro indica que não respeitará veredito das urnas. Vai reagir e virá violência. Importante essa reflexão enquanto há tempo e vidas. Fora Bolsonaro. 

23 de maio de 2021

SAPO NA PANELA

 Por analogia nossa situação é a do sapo na panela aquecida que quando percebe é tarde. O colapso se antevê, é claro na saúde (sem vacina, negando ciência), na ambiental (incendiando a Amazônia, entregando a madeireiras, garimpos, grileiros), na social (sem emprego, direitos e renda), na economia (sem mercado de consumo e produção), na democracia (rasgando a constituição, ordem jurídica, ética, Estado do Bem-Estar Social) são medidas suficientes para desencadear um tsunami e, como o sapo na panela, quando for ver é tarde. Há um setor da classe dominante alienado (empresários bilionários) insistindo estupidamente no apoio à tragédia querendo levar vantagens. Com isso, Lula é a esperança, cresce nas intenções de voto, tem consciência do tsunami. Busca unir forças, fazer alianças com os não alienados. A devastação é e será total. Só o fora Bolsonaro e a volta do estado de direito pode nos salvar 

22 de maio de 2021

O ENCONTRO LULA E FHC

O Encontro de Lula com FHC causou muitas controvérsias dos dois lados políticos. Os campos estão bem delimitados: Lula, líder operário que ascendeu à política negociando com o capital no limite de sua correlação de forças e, FHC, líder e intelectual do capital. Os dois com objetivo comum: afastar a ultradireita autoritária e antidemocrática, que ascendeu ao poder e está levando o pais à destruição, milhares de mortes pela pandemia, milhões de desempregos, destruição da economia, do meio ambiente. O encontro abre uma janela no impasse político e perspectiva de retorno ao pacto de 88 (Constituição). Empresários do capital ligado ao agronegócio, parte mercado, do PSDB insistem em manter o impasse apoiando o negacionismo genocida. FHC, rompe o impasse e coloca que há duas alternativas: candidatura própria ou apoio à Lula. É fora Bolsonaro e volta ao estado de direito. 

20 de maio de 2021

OS ÓBVIOS

 A CPI da pandemia ou do genocídio tem o objetivo de provar o óbvio: culpado é Bolsonaro, exceto para seu gado reacionário, econômico, miliciano e militar. A CPI serve como lição, mais uma vez, para comprovar historicamente que países golpeados e manipulados nas suas instituições democráticas produzem monstros, mortes e destruição, como Mussolini, Hitler, Franco, Salazar, Pinochet, Médici e outros. A CPI está certa: prender para quê? Por mentir? Mas mentem por quem? Está óbvio: resguardar e manter um presidente comprovadamente transloucado, sustentado, mantido e financiado por grupos econômicos reacionários, oportunistas, que não querem o retorno do estado de direito e temem a vitória eleitoral de uma oposição de centro-esquerda. A conta tende a ficar cada vez mais alta e quase impossível chegar impune até 2022. A saída também é óbvia: Fora Bolsonaro e volta do estado de direito. 

17 de maio de 2021

A LUTA DE CLASSE

 O dilema ou contradição principal da classe dominante no mundo atual (de bilionários) a divide em dois grupos: reacionário (ultradireita ou neofascista), clássico e republicano (neoliberal). As contradições de classe (capital versus trabalho) se acirram no mundo e buscam caminhos alternativos. É o que se assiste nos países pobres, em desenvolvimento e desenvolvidos.  No Brasil a falência e crise da economia de austeridade jogou os neoliberais nos braços do neofascismo do “quanto pior melhor”. Despreparado, genocida, destruidor da economia, do meio ambiente, da democracia. Está formado o imbróglio. Aqui, a oposição de centro-esquerda (partidos de esquerda, centro e Lula) se capacita cada vez mais como herdeira do desastre das classes dominantes. Sua força segue e cresce um caminho inverso e proporcional à tragédia promovida pelas elites. Existe uma saída consensual: fora Bolsonaro, volta do estado de direito.  

15 de maio de 2021

O NOTÓRIO OVO DA SERPENTE

Forças neofascistas (bolsonaristas), a exemplo do nazifascismo da Alemanha de Hitler, ameaçam o Brasil, sob o beneplácito de grupos privados econômicos oportunistas que miram dois objetivos: obter ganhos econômicas e impedir o retorno do PT, sob a pecha ideológica e moralista de “comunista” e corrupto. Usam a pandemia para “passar a boiada” com a oposição recuada por receio de infecção e morte. Repetem a Alemanha e aquecem o ovo da serpente. Permitem genocídio, atentados antidemocráticos, corrupção, destruição da economia, crime organizado, destruição meio ambiente, sublevação, subversão do Estado, das forças armadas, polícia, justiça, soberania do voto. A CPI do óbvio (investigar crime de genocídio explicitamente assumido) é a “pá de cal” na conspiração, mortes e destruição que foi tomado o Brasil por forças econômicas reacionárias. A saída é notória, é óbvia: Fora Bolsonaro e volta do estado de direito. 

11 de maio de 2021

SEM VACINA E COM CHACINA

 Quem é esse governador do RJ, Cláudio Castro? Um ninguém, ilustre desconhecido, sem preparo, sem competência, sem voto, “sem nada”, eleito como vice de Witzel, outro desconhecido, rapidamente afastado por desvio de recursos da pandemia. Todos filhotes da quadrilha bolsonarista, que assaltou, aterroriza e destrói o Brasil. Essa fatura não pode omitir a terra “adubada”, a origem na conspiração lavajatista para essa quadrilha chegar ao poder. Nesse momento, cabe a população usar todo o seu potencial de forças para enfrentar essa situação que atinge expressiva maioria, protege minorias da classe dominante (bilionários). São milhares de mortos por Covid, milhões sem auxílio e emprego, sem vacina e com chacina no Jacarezinho.  Tudo parte do pacote bolsonarista. Somente a soberania do povo, no voto, nas manifestações e protestos de rua pode mudar essa realidade. Fora Bolsonaro, volta ao estado de direito. 

10 de maio de 2021

AUTOCRITICA OU CAOS

Na complexidade que vive o mundo com ascensão da China, declínio dos EUA atropelado por uma pandemia o Brasil necessita com urgência da presença de um líder nacional competente para impedir o caos total. A pergunta que não se cala: quem está apostando e financiando as fake news do presidente no genocídio e condução do país para a destruição econômica? Um presidente que duvida e subestima o inimigo, por total falta de lucidez, competência, preparo para o alto cargo que exerce. Essa conta não é só de Bolsonaro, tem muito covarde e oportunista por trás escondido, como nos “porões” da ditadura. Apenas um líder nesse milênio, Lula, provou em treze anos de governo sua capacidade de dialogar com o mundo, elevar o Brasil no ranking mundial, reduzir a dívida, fazer reservas internacionais, combater desigualdade, obedecer as regras democráticas. Nesse quadro e perfil, quem é a aposta da classe dominante (bilionários)? 

7 de maio de 2021

POLÍCIA E MILÍCIA

Polícia assassina é como a população de favelas julga essa execução no Jacarezinho (RJ) e demais execuções. Uma polícia a serviço da milícia para ocupar território. Hoje nas favelas, amanhã qq outro bairro de classe média. Surgiu na comunidade de Rio das Pedras (Jacarepaguá), apoiada na elite branca, classe alta e média, com cobertura da grande mídia, usando o combate ao tráfico como justificativa. Puro preconceito de classe ao pobre, negro e favelado. Hoje, a milícia domina áreas, tráfico (armas e droga), explora moradores, impõe terror, com apoio oficial da polícia. Nessa altura, pode se afirmar que entre polícia, milícia e tráfico o último é o que menos ameaça à comunidade, pois é filho da área (os demais são de fora). Seus clientes vem de fora. Aliás, droga há muito deveria ter sido legalizada e só não o foi por interesses escusos da polícia, milícia e altos traficantes da elite que não tem interesse na sua legalização e lucram com sua ilegalidade. 

6 de maio de 2021

O CERCO

 O cerco às contradições de Bolsonaro aperta. Há segmentos da sociedade que precisam fazer autocrítica, como Conselho Federal de Medicina (CFM) e Forças Armadas, que deram e dão apoio ao genocídio que a CPI avança em comprovar. Bolsonaro, encurralado apela para seu filho, porta-voz e dirigente nacional da campanha de fake news, com patrocinadores econômicos nacionais e internacionais. A “bola” se encontra nos pés dos neoliberais, grupo econômico hegemônico, que ainda teme Lula na oposição mais do que Bolsonaro. Uma aposta claramente suicida. Lula é um exímio e bem sucedido negociador entre capital e trabalho. Faz o que sempre fez: ouve todas as partes do capital e do trabalho e decide com vantagens a ambos. Nesse quadro de tragédia, morte e destruição anunciada e comandada por Bolsonaro impossível melhor alternativa.  Qualquer aventura ilegal de força ficará insustentável. O difícil é a transição. 

2 de maio de 2021

NÃO EXISTEM EXTREMOS

 Witzel, ex-governador do Estado do RJ, é resultado da conspiração lavajatista que resultou no golpe constitucional de 2016 e eleição da ultradireita reacionária. O despreparo absoluto de Witzel o eliminou rapidamente do jogo político, mas no Congresso Nacional, alguns governos estaduais, prefeituras e principalmente na presidência da República permanece o mal. Hoje, com a marca de 402 mil mortes pela pandemia, mais de vinte milhões de desempregados, falência da pequena empresa, devastação no meio ambiente, Bolsonaro, faz ameaça do uso das forças armadas contra a democracia. Miriam Leitão, neoliberal de primeira hora, faz autocrítica: não se deve comparar Lula e Bolsonaro como extremos, apenas Bolsonaro é extremista. “Lula (PT) governou quatro mandatos, jogou o jogo democrático, fez inclusão social, escolheu ministros qualificados no STF e na procuradoria”. Que neoliberais ajustem discurso e realidade 

28 de abril de 2021

PSICOPATA OU PSICOPÁTICO?

 O Rio de Janeiro acaba de presenciar o comportamento psicopático assassino de um vereador. Jovem, boa aparência, bem quisto, encantador para alguns, eleito e reeleito, presidente de Comissão, carinhosamente chamado de “Dr. Jairinho”. Mata friamente uma criança de sete anos sem demonstrar remorso, abatimento. No dicionário (Aulete, 2011, pág. 1127) psicopatia é “distúrbio psíquico com tendência a comportamento violento, antissocial, ausência de qq sentimento ou culpa em relação a atos praticados que o torna incapaz de se relacionar com outros”.  O ex-governador, Witzel, bem examinada a sua conduta megalômana é outro exemplo desses tempos vividos pela sociedade brasileira. Bolsonaro preenche todos os requisitos desse distúrbio e declara após todo o genocídio “Não errei em nada”. Com 2 a 4 mil mortes diárias de Covid esperar o resultado de uma CPI de 90 a 180 dias para provar o óbvio é psicopatia geral. 

26 de abril de 2021

"UM MANDA E O OUTRO OBEDECE"

 

A pergunta que não se cala: a CPI da pandemia (genocídio) vai investigar o quê? Ouvir o quê? Pazuello, ministro da saúde, já disse tudo: “Um manda e o outro obedece”. É assim que funciona o governo Bolsonaro, não apenas na pandemia, mas em todos os setores. Não existem culpados, mas um culpado: Bolsonaro. É a hierarquia militar onde o comandante responde por tudo. É a CPI do óbvio ululante. Qual o sentido? Encurralar Bolsonaro para ampliar regalias, vantagens contra o país e o povo? O centrão funciona assim. E os neoliberais? Bolsonaro nunca escondeu seu desdém com o combate à pandemia (gripezinha), ameaçou quem adotasse medidas de isolamento e preventivas (governadores e prefeitos), se negou a adquirir vacinas, indicou remédios ineficazes, tirou médicos e indicou militares na saúde, não adquiriu insumos. Todos esses crimes e outros estão registrados. O Brasil é hoje ameaça internacional. Fora, Bolsonaro. 

24 de abril de 2021

CPI DA PANDEMIA

 Aparentemente a CPI da pandemia já está com seu resultado definido: Bolsonaro, CULPADO. Qualquer investigação sem esse veredito não se sustenta. São inúmeras as declarações de Bolsonaro nessa direção, basta rever e reler vídeos e publicações. É famosa a frase de Pazuello: “Um manda outro obedece”, princípio neofascista de governar de Bolsonaro, não apenas na área sanitária, na ambiental, relações exteriores, costumes e outras. Na economia houve e há parceria neoliberal (Guedes). Três correntes e forças políticas nesse contexto: neofascismo bolsonarista, neoliberalismo (mercado financeiro, Globo, PSDB) e oposição. A oposição mais atingida com milhares de mortes diárias. Parte neoliberal, dando suporte ao neofascismo, com pé no presente e no futuro seduzido por lucros, hegemonia política temendo a oposição. Moral da história: afinal, neoliberais de que lado ficarão na CPI: morte e destruição ou lucros? 

23 de abril de 2021

UMA LEITURA DO 7 X 2 NO STF

 Há muitas leituras sobre a autocrítica da justiça Suprema do Brasil (7 x 2), seu envolvimento no lawfare (uso do direito e da mídia como armas de guerra contra adversário político). No caso brasileiro foi atingido um governo legitimamente eleito (PT) e um candidato impedido de ser presidente da República (Lula). Quais as consequências desse ato criminoso? Rasgaram a constituição, colocaram um corrupto na presidência e elegeram um miliciano psicopata que já ceifou a vida de 380 mil pessoas, desempregou milhões, destruiu a economia, meio ambiente, entregou o pré-sal às multinacionais e continua com seu processo destrutivo de vidas, da economia ameaçando a democracia com o uso do aparato de Estado militar e de polícia. O STF não fez autocrítica ao PT e à Lula, mas a 215 milhões de brasileiros.  Somente o fora Bolsonaro e a volta do estado de direito JÁ redime e corrige parte da tragédia que o pais está envolvido. 

22 de abril de 2021

COLAPSO

 Colapso é a única palavra que simboliza e conceitua o Brasil atual. A responsabilidade não é apenas de um psicopata que ascendeu à presidência da República, mas seus apoiadores renitentes. Impossível entender esses apoiadores (do capital) insistirem com Bolsonaro na presidência da República. O que mais Bolsonaro precisa comprovar no projeto de autodestruição de uma nação, na saúde (sem vacina), na economia (sem consumo), no orçamento (sem recursos), na ambiental (com carbono)? Será que a estupidez do antipetismo (capital) prefere o haraquiri (suicídio)? Será que essa mesma estupidez imagina que esse é o pensamento da maioria da população (trabalho)? Ledo engano. A fatura será cobrada à elite cedo ou tarde. A contagem é regressiva. Nesse processo é visível o crescimento da oposição numa proporção geométrica ao descaso da elite. Fora Bolsonaro, volta ao estado de direito.

18 de abril de 2021

BARRIL DE PÓLVORA

 Bolsonaro disse que o “Brasil está no limite aguarda uma sinalização do povo (saques à supermercados, agitação nas ruas) para “tomar providências”, comparou o país a um barril de pólvora. Acusa governadores, prefeitos, STF de não deixar governar. Como ler e entender essa manifestação de Bolsonaro? Psicanálise e psiquiatria levaria tempo tentando tratar a síndrome, não é o caso de 215 milhões de brasileiros, que urgenciam políticas sanitárias, sociais, econômicas públicas. A formação política de Bolsonaro é terrorismo (quartéis, OAB, Riocentro), tortura nos “porões” da ditadura, lavagem cerebral anticomunista, milícias. Foi usado pela direita neoliberal para golpear e impedir o PT de continuar uma gestão social distributiva de renda. São corresponsáveis na destruição. Autocrítica nem pensar. Provavelmente tirá-lo para colocar outro pau-mandado no lugar. Fora Bolsonaro, volta ao Estado de direito. 

17 de abril de 2021

DE LAWFARE A FAKE NEWS

 Lawfare e fake news são instrumentos de comunicação que a classe dominante (mercado financeiro e grande mídia) usaram e usam para impor sua ideologia (ideias de visão de mundo) aos trabalhadores. No lawfare (uso do direito e grande mídia como armas de guerra) os conservadores neoliberais usaram (2016), para golpear o governo do PT e impedir Lula de ser presidente da República. Em 2018 se aliaram às fake news (notícias falsas difundidas nas redes sociais) para eleger a ultradireita de Bolsonaro. Em 2020 a pandemia retirou dos trabalhadores a iniciativa política (manifestação de rua) permitindo a disputa e hegemonia política ser entre direita e ultradireita. Moral da história: Nesse momento, a narrativa sanitária, econômica e política está sob controle das duas direitas. O trunfo principal da oposição chama-se Lula, mas precisa tomar muito cuidado para o oba-oba não subestimar o inimigo de classe. 

16 de abril de 2021

A SUSPEIÇÃO

Há muita encenação, blefe e receio dos golpistas nessa suspeição à Moro. A suspeição verdadeira, causa de temor está oculta, é o conjunto da obra da operação lava jato. Os golpistas recuaram. A estratégia criminosa da operação lava jato representa uma ameaça, seus reflexos ao país e ao povo, a ação inconstitucional contra Dilma e PT, o lawfare para prender Lula, a eleição de Bolsonaro, o saque ao petróleo, riquezas naturais, desmonte da construção civil, naval, Estado, direitos trabalhistas, crimes que serão um dia julgados. O temor é abreviar, face à tragédia genocida, destruidora e insustentável da gestão Bolsonaro. A elite usa argumentos e ações cada vez mais frágeis, para confundir, “anular condenação de Lula abona corruptos”, “instâncias de julgamento (SP ou DF)”, para se cacifar com Lula candidato ou presidente. Moral da história: Moro foi carrasco e não mandante. É arquivo vivo, não pode ser abandonado.

15 de abril de 2021

MAZELAS DA LAVA JATO

 Os golpistas neoliberais ainda não perceberam o alcance da condenação dessa operação criminosa que criaram (lava jato). Toda a destruição no Brasil atual comandada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, está na conta dessa operação e seus mentores. Não se trata apenas da filigrana jurídica de incompetência e suspeição de um juiz, Moro, é muito mais. Nesse momento a tragédia que vive a população exige reparos imediatos ao PT, Lula e oposição para salvar o que ainda resta do país, mas a história começou a contabilizar os crimes hediondos ao país de pessoas e sua destruição, desde a implantação do golpe em 2016. Ultrapassa fronteira (meio ambiente e pandemia), quem sabe até a instalação de um segundo “Tribunal à Nuremberg” formado para julgar crimes nazistas da 2ª. guerra mundial. Nesse momento o reparo mínimo e imediato que a história cobra é Fora Bolsonaro e volta ao Estado de direito. 

14 de abril de 2021

UMA LEITURA DA CONJUNTURA

 Política é correlação de força. Quem dispõe do maior exército? Essa é a pergunta. No momento, capital financeiro ainda dita as cartas. Em sua estratégia definiu dois inimigos: a política em geral e o Estado Social (quer servindo ao setor privado). A corrupção foi sua arma que todos condenam e os neoliberais confundem a opinião pública sobre sua origem. No Brasil a operação lava jato teve esse propósito. Sua farsa permitiu a eleição de um presidente despreparado, psicopata e genocida num acordo entre costumes e economia. Faltou combinar hegemonia política. O imbróglio está formado. Para complicar o quadro das duas direitas dois fatos políticos: pandemia e Lula livre. Neoliberais ainda sem alternativa empurra o problema para 2022, mas para o PT esse jogo representa milhares de mortes diárias pela pandemia, fome por ausência de renda, emprego, crise na economia.  Fora Bolsonaro, volta do Estado de Direito. 

12 de abril de 2021

4a FEIRA, DIA 14

 Nessa 4ª feira, dia 14, algo está sendo planejado pela direita neofascista e neoliberal para tentar neutralizar e afastar a oposição, PT e Lula da eleição vindoura, mas serão obrigados a “jogar a toalha” a enfrentarem dois inimigos mortais: pandemia e crise econômica. Qual é a diferença com a oposição do passado? Getúlio pressionado, se suicidou, Jango, se exiliou, ou seja, anistiou, cedeu espaço à direita escravocrata, reacionária, conservadora, que até hoje com crueldade torturam e massacram o povo trabalhador. Lula, PT e oposição resistem vivos e presentes na luta. Moral da história: oposição (Lula, PT e outras forças políticas) cresce “a olhos vistos”, mesmo sem a rua por precaução, mas com internet e outras vias. As direitas passam a ter exclusividade na responsabilidade pelo genocídio da pandemia e falência na economia. 

9 de abril de 2021

OPERAÇÃO VAI EMBORA, BOLSONARO

É obscura e desconhecida a estratégia de aniquilação e genocídio que o mundo vem usando para atingir o exército de reserva (bilhões de trabalhadores desempregados e improdutivos) útil ao capitalismo até recentemente. Possivelmente atrelada à crise estrutural do capitalismo em 2008 na sua nova forma de poder e concentração de renda. No Brasil o desplante é claro onde milhares de mortos aparecem ao lado de meia dúzia de novos bilionários. O Brasil, desde a monarquia e escravidão, constituiu uma elite dependente e submissa aos impérios do capital. Na pandemia não é diferente. Uma diminuta elite aplaude Bolsonaro (um genocida) em S. Paulo. Mas nesse momento o projeto Bolsonaro virou ameaça a interesses da elite e quer descartá-lo, sem permitir o retorno de Lula. Setores dos três poderes do estado burguês começam a operação. É saber se foi combinado com milhões de cadáveres e desempregados brasileiros.

8 de abril de 2021

O TOM DE LULA E DA OPOSIÇÃO

 Em seu último discurso, Lula, deu tom moderado, pacifico, sem ódio na busca de um consenso no enfrentamento da tragédia, que neofascistas e neoliberais colocaram o Brasil. Estabeleceu como única condição o trabalhador fazer parte do orçamento. Não se trata de comunismo, mas de capitalismo real. Fez isso no seu governo. Nesse estágio de correlação de forças neofascismo jamais aceitará qualquer acordo. Neoliberais, por oportunismo e ganância, devem decidir, antes que seja tarde, continuar apoiando a destruição e tragédia neofascista e juntos pagar a conta ou tirar Bolsonaro. Daqui para frente, Lula e oposição vão precisar radicalizar suas propostas, tendo em vista o extermínio a que está sendo submetido o povo. Transformações cada vez mais profundas no Estado de direito, política, economia, justiça, exigência política objetiva e real para obter o consenso e apoio do povo trabalhador e da sociedade em geral dizimada cruelmente. 

7 de abril de 2021

2021 e não 2022

É Preciso que toda a oposição, democrática e popular, faça um esforço para refletir o grave quadro político brasileiro. A crise sanitária é um inimigo comum e fatal. Em princípio atinge os mais vulneráveis (trabalho), mas tbm parcelas do capital (empresas menores, economia, instituições de Estado e privadas: Forças Armadas, justiça Suprema, grande mídia). Três forças políticas se enfrentam: neofascismo bolsonarista, ignorante e impassível à tragédia, buscando vantagens políticas de poder, com ou sem voto. Neoliberalismo (mercado, Globo, PSDB) tentando obter vantagens financeiras e econômicas em cima de cadáveres. Oposição fragilizada, recuada das ruas, com ativismo na internet e panelaço. Todos na utopia de 2022. Impossível. O iceberg é 2021. Só o Fora fascismo (Bolsonaro) e volta do Estado de direito ameniza, mas não impede a crise que não está descolada da influência internacional. 

4 de abril de 2021

FORA, QUEM?

 Não resta dúvida a covardia, conivência e omissão do capital, aí incluído setor agrário, produtivo, financeiro, militar e midiático com o genocídio, um “morde e assopra”. Muitos hoje reconhecem: fosse o PT no governo jamais existiria essa condescendência. Existe conivência golpista neoliberal com o genocida, que destrói todos, mas é incapaz de expulsá-lo, puni-lo, prendê-lo por crime contra a humanidade (extrapola fronteira). O Globo, suas manchetes e narrativas, debocha da inteligência do brasileiro, o mesmo demais grandes veículos de comunicação. Banalizam, naturalizam milhares de mortes e o colapso geral do negacionismo de um psicopata que apoiaram e elegeram. Desesperado com a tragédia, Lula, apela por vacina e apoio internacional, G20, OMS, líderes mundiais. A classe dominante brasileira (bilionários), atrasada, escravocrata, enlouqueceu, perdeu limites. O dilema cresce: FORA, QUEM?

2 de abril de 2021

SUICÍDIO COLETIVO

 Estupefação, horror é como grande parte dos brasileiros e do mundo veem hoje o Brasil.  O que pretendem os promotores e financiadores de um serial killer, um genocida na presidência? Há meta, qual? Cinco, dez mil mortes diárias, meio, um milhão de óbitos? Esperança por autocrítica de um psicopata, torturador, genocida? Será que militares esperam mais mordomias, banqueiros, grandes empresários mais lucros? Centrão, PSDB votos? Receiam o PT? A tragédia está totalmente fora de controle em direção ao precipício, suicídio coletivo, haraquiri. Inimigo é singular: destrói e mata situação e oposição, pois sem vida não há economia. É todos contra um ou vice-versa. Duas palavras de ordem unem: Fora Bolsonaro e volta ao estado de direito.

30 de março de 2021

HOSPÍCIO BRASIL

 


Inúmeras leituras permitem fazer as últimas mudanças no governo, Bolsonaro. Primeiro, seu histórico de terrorista, anistiado pelas forças armadas (FFAA) na ditadura militar, que chegou à presidência da República apoiado num antipetismo ideológico. Segundo, sua intenção explícita de romper a ordem institucional e manter o poder. Qualquer dúvida ou omissão nesse propósito significa endossar o país para à violência, guerra civil, milhares de óbitos pela pandemia, milhões pela fome e desemprego, falências empresariais, entreguismo, psicopatia, desmonte do Estado. Nos últimos dias sua incompetência sofreu inúmeras pressões de aliados (setores empresariais, FFAA, centrão). Tentou um “freio de arrumação”, mas um fato novo surgiu: FFAA será uma instituição de Estado ou de governo? Essa é a resposta em que o hospício que se transformou o Brasil espera. 

28 de março de 2021

ORÇAMENTO LOUCO

 A “toque de caixa” e chantagem neoliberal (des)governo Bolsonaro aprova o orçamento. Corta investimentos em pesquisa científicas, o censo, aposentadorias, seguro-desemprego, previdência, abonos, auxílios doença e outros benefícios sociais. Atendeu seu palanque eleitoral, aumentou emendas parlamentares, não tocou nas forças armadas, não desagradou “teto” neoliberal, mas criou uma armadilha, um orçamento de ficção que vai explodir as finanças em 2021, agravado com o genocídio sanitário que deve atingir meio milhão de óbitos a curto prazo. O que tem na cabeça forças armadas, Supremo, mesas do Congresso, setores empresariais econômicos que permanecem apoiando o caos? Esperando o quê? Levante social para assassinar e prender cidadãos desesperados, mas e o após? É urgente um “cavalo de pau” na política e na economia atual. Fora Bolsonaro, eleições gerais, volta ao estado de direito. 

25 de março de 2021

LULA NÃO DEVE SE EXPOR

O caos se instalou no país sem volta. A bola está nos pés dos golpistas: criador (neoliberais) e criatura (neofascismo). Contra eles dois exércitos mortais se aproximam velozmente: pandemia e crise econômica, quase impossível resistir até 2022. A desmoralização da conspiração lavajatista deixou exposta a tramoia neoliberal e tende a se agravar com novas denúncias. As 300 mil mortes pela pandemia, milhões de desempregados, falências de empresas, destruição de florestas, assalto ao pré-sal, desmonte do Estado, golpe à democracia e eleição de um genocida e psicopata estão na conta bolsonarista e neoliberal (mercado, Globo e PSDB). Lula apenas vai assoprar, não deve se expor. No desespero as feras são perigosas. Na internet pode atingir milhões. O desespero inimigo vai crescer com a barbárie que produziram golpeando o PT e Lula. Agora ainda resta: interdição já, eleição livre, retorno ao estado de direito e autocrítica 

22 de março de 2021

ATÉ QUANDO BOLSONARO?

 Até quando os neoliberais vão continuar financiando e dando cobertura aos crimes de Bolsonaro? Até quando pretendem explorar sua incompetência, seu autoritarismo, seus crimes, sua psicopatia, seu negacionismo da ciência, da história, da cultura, do meio ambiente? Será que em pleno cemitério que se transformou o Brasil vão continuar a alimentar sua criatura na perspectiva de obter vantagens econômicas e financeiras? O nazifascismo hitlerista cresceu assim, com apoio conservador e reacionário e a bandeira antissocialista. Deu no que deu. Sem os socialistas Hitler não seria derrotado. No Brasil, neoliberais traíras ao país criaram o antipetismo e apoiaram o neofascismo. Nesse quadro chegar a 2022 é quase impossível. O Brasil explode em crises e caos social. Cresce na população a conscientização e a oposição petista e não petista só tem um caminho: união. E os neoliberais, darão continuidade ao serviço sujo? 

20 de março de 2021

CRISE SANITÁRIA E FISCAL

 A principal contradição da tragédia brasileira e que conduz o país para o colapso é sanitária (pandemia), subestimada pelo neofascismo bolsonarista e crise fiscal e institucional produzida pelos liberais do mercado. Os dois esticando a corda para obter controle do butim, da hegemonia política e econômica A mesma competição ocorreu nos EUA, mas lá, a hegemonia não oferecia riscos devido o sistema político ser bipartidário. No Brasil o impasse é a oposição centro-esquerda ser viável para alçar à política. Com isso, o Brasil virou um Titanic com 210 milhões de passageiros caminhando para o desastre. Os comandos da direita estão cegos, mas há luz no fim do túnel e se chama Lula (PT). Governou o país, não traiu os pobres, nem perseguiu liberais bilionários. Todos, excluindo neofascismo, ganharam. Será muito difícil surgir alternativa mais confiável à maioria na política. Fora neofascismo, volta Lula e estado de direito. 

18 de março de 2021

AUTONOMIA DO BANCO CENTRAL (BC)

O brasileiro vive impasse cercado por dois exércitos inimigos: pandemia (morte instantânea) e neoliberalismo (morte lenta). O comando, nesse momento, é do neofascismo incompetente, refém do neoliberalismo ganancioso. Para se manter o neofascismo cede dedos ao neoliberalismo. O último dedo foi a autonomia do Banco Central (BC). A fatura chega rápido:  maior alta de juros em dez anos e será repassada. BC passa a ser único responsável pelo controle da inflação, com isso, gastos, investimentos, emprego, até pandemia. O voto (eleito) entrega aos sem votos (banqueiros) o sistema financeiro nacional. Um haraquiri político. Só no terceiro ano o eleito indica ao Congresso o novo presidente do BC. Essas mentiras liberais das causas usadas no investimento, desemprego, inflação, gastos, que quebrou o Brasil e outros países, passa para a ótica dos especuladores. Fora Bolsonaro, fora golpistas, volta ao estado de direito. 

16 de março de 2021

E AGORA, BRASIL?

Perplexidade é o sentimento que cresce no Brasil na proporção da permanência de Bolsonaro na presidência da República. Cresce a conta, serão julgados, cedo ou tarde. Duas mil mortes diárias por Covid-19, desemprego de milhões, volta da inflação, crise na economia atinge todos e prioriza os mais vulneráveis. Tudo por incompetência e ideologias de desatinos. Três forças políticas atuando (neofascismo, neoliberalismo e PT). O neofascismo bolsonarista apoiado por corporações financeiras covardes e reacionárias, que o estimula. Neoliberalismo, sem voto, responsável pela tragédia, pois teceu a força tarefa que golpeou a democracia e apoiou o neofascismo. Finalmente o PT e sua liderança Lula, que os dois temem eleitoralmente. Impossível esse quadro permanecer até 2022. Além do mercado, mídia e PSDB, três instituições recaem maior responsabilidade: justiça Suprema, Forças Armadas e Congresso. Fora Bolsonaro. 

12 de março de 2021

PRISÃO OU INTERNAÇÃO?

 Bolsonaro faz ameaças idiotas de golpe militar, como se fosse assustar alguém. Não tem a mínima noção de realidade, de ser presidente da República. Incapaz de distinguir 64 de hoje. É portador de uma lavagem cerebral da época em que a ditadura vinha para enfrentar inimigos comunistas e salvar o Brasil. Ele ainda acredita nisso. Deu nó na cabeça. Golpe militar não realidade atual não teria a mínima sustentação. Em pleno cemitério que transformou o Brasil não consegue coordenar a pandemia e a crise financeira, ao contrário, agrava, persegue e ameaça os que tentam minimizar o colapso.  Quem o sustenta não é seu gado de fake news, mas empresários covardes que financiam o crime e não aparecem. É o caso de perguntar: Bolsonaro e seus financiadores é caso de prisão ou internação? Fora Bolsonaro, volta ao estado de direito. 

11 de março de 2021

A FALA DE LULA

Lula absolvido, após anos de perseguição, condenação e prisão pela elite que lhe aplicou a nova arma de guerra, lawfare (destruição do inimigo usando justiça e mídia), falou três horas para milhões de ouvintes em todo o Brasil. Passou mensagens de esperanças perdidas pelo povo nos últimos anos, face ao genocídio, crise econômica e política em que está envolvido o país. Não carrega ódio aos inimigos, o povo paga uma conta bem mais alta. Vai tentar unir todas as forças de qualquer matiz que entenda o óbvio: não existe mercado produtivo (não é o especulativo), crescimento, democracia, soberania em qualquer nação sem a participação do povo trabalhador no consumo e na produção. Essa é a sua FRENTE política. Quem entender e aceitar está junto. Nesse momento, é urgente vacina, auxílio emergencial de R$ 600, impedir fechamento de pequenas empresas para gerar emprego e, se for preciso, o impeachment já. A

9 de março de 2021

INOCÊNCIA DE LULA

Uma explosão de entusiasmo se espalhou na população e horror na elite, após a anulação da condenação de Lula. Mas há muita armadilha. Ministro do STF, Fachin, recuou e barganhou o fim do acesso aos diálogos que comprovam fraudes criminosas de Moro e da força tarefa ao Brasil. Diálogos que se tornarão públicos. Liberais, Globo, mercado, PSDB foram seus criadores, responsáveis e coniventes, com interesses antipatrióticos com EUA. O mal está feito e Bolsonaro com seu genocídio de milhares de pessoas, desemprego de milhões é o resultado. PT e oposição devem esperar por 2022? O inimigo é forte, poderoso, tem o controle do Estado, das urnas, das narrativas. O PT não deve cometer o erro dos progressistas de 64, aceitando a armadilha da anistia. Lula tem condições de liderar um movimento em meio as contradições, cobrar investigação na operação, volta ao Estado de direito, eleições livres, não esperar 2022.

8 de março de 2021

POR QUE A ANESTESIA SOCIAL?

A população brasileira enfrentou a ditadura militar de 64, lutou pelas “Diretas já”, criou o maior movimento de massa da história, elegeu um operário presidente da República treze anos, como o maior mandatário do país, modelo só derrotado por golpe Constitucional. Nesse momento, está anestesiada diante de dois inimigo (Covid-19 e Bolsonaro) e uma parcela descrente da letalidade do vírus e Bolsonaro. Que fenômeno é esse? Por analogia é uma guerra convencional, o inimigo está na parte alta com metralhadora apontando para quem avançar e nosso exército, até agora, não está sabendo como enfrentar. Mas há outro risco, o inimigo avança pela retaguarda. A previsão é de 2400 mortes por dia, cem por hora, uma por minuto, dados conservadores, pois se morre sem notificação. Chile, Bolívia, Argentina, Equador, Paraguai e Brasil conhecem o caminho: enfrentar o inimigo só indo às ruas mascarado. Fora Bolsonaro. 

6 de março de 2021

CUSTO BOLSONARO

 Custo Bolsonaro é a nova campanha que a direita liberal (mercado, Globo e PSDB) está divulgando em vídeo aos seus assecla propagando medo na polarização de 2018, entre Bolsonaro e o PT, alegando que o Brasil não quer mais. Na verdade não foi polarização, foi condenação e campanha liberal antipetista. Eles é que promoveram a polarização. Não vão abandonar, pois o PT governou treze anos, distribuiu renda, combateu a fome, a desigualdade, com democracia. Os liberais não querem um Brasil e um povo livre e soberano. Elegeram Bolsonaro, estão apavorados, pois se trata de um assassino, sem controle. Tirar Bolsonaro, trocar por Dória, Huck ou outro liberal é trocar “seis por meia dúzia”, é trocar genocidas, na saúde ou na economia. A oposição precisa disputar, sem conciliar com inimigos. PT governou, respeitou leis, saiu por um golpe, mas com apoio. Fora Bolsonaro, volta estado de direito. 

3 de março de 2021

COLAPSO GERAL

 

Colapso no Brasil é a falência do organismo (humano e econômico) prestes a implodir. Vem de milhares de mortes e infectados pelo Covid-19, com falta de UTIs e atendimento hospitalar por descaso da União e maioria das unidades administrativas, eleitos num processo golpista, antidemocrático, lavajatista, criminoso. Como sempre, a conta chega aos mais vulneráveis. O colapso se agrava com a falta de ajuda e renda aos milhões de desempregados provocando miséria, fome, mais mortes. Nessa hora, o povo pobre e trabalhador está só. Apoiando essa elite colonial assassina estão seus asseclas (justiça, polícia, militares, mídia, maioria legislativa, executivos estaduais e municipais). Uma luta de classe radicalizada (de extermínio) à brasileira. O que fazer? As forças opositoras precisam se manifestar, com precaução sanitária, nas ruas e torcer por alguma sensibilidade e dissidência entre os asseclas.  

27 de fevereiro de 2021

QUEM É DELGATTI?

Walter Delgatti Neto, o entrevistado da TV247, foi o responsável do hacker que despiu a atuação e farsa repugnante da operação lava jato. Repassou ao The Intercept que publicou parte da conversa. Agora, o ministro do STF, Lewandowski, fez chegar à defesa de Lula todo o material das conversas. Delgatti acessou nas nuvens as conversas de Deltan Dallagnol e por ele chegou às demais autoridades envolvidas dos três poderes. O estrago e destruição da força-tarefa está feito. Golpe na democracia, prisão de Lula, falência, venda das indústrias de construção, naval, petrolífera e outras gerando milhões de desempregados e a eleição para a presidência de um genocida e psicopata. Tudo submisso aos interesses dos EUA. Por sua coragem, Delgatti é um herói nacional, assim como Assange nos EUA, por desmontar com provas uma organização criminosa contra o país e seu povo. Está sendo perseguido, impedido de trabalhar, morando com avó. O PT conhece bem isso. A solidariedade é muito importante nessa hora. Como ajudá-lo? Através da “Vaquinha do Delgatti” https//abacashi.com/p/ajudeowalter ou PIX do Delgatti: ajudeowalter@gmail.com 

Antonio Negrão de Sá

26 de fevereiro de 2021

FARSANTES LIBERAIS

Cada vez mais cristalino o jogo dos liberais. Pouco importa genocídio na saúde, corrupção, armamento de milícias, atos antidemocráticos de Bolsonaro. Querem levar vantagens. Impor sua agenda de privatizações e reformas, política de devastação e destruição da economia do país, negando ajuda, direito, benefício, emprego, aposentadoria aos trabalhadores, saqueando o Estado, o patrimônio público. Impossível qualquer frente com essa direita nefasta, oportunista semelhante a que apoiou o nazifascismo alemão. A crise da Petrobras e outras indicam a tática neoliberal. Pressiona o governo incompetente de Bolsonaro que vacila e o monopólio da mídia neoliberal retoma os elogios à Petrobras. “Morde e assopra”. Enaltece rendimentos decorrentes de especulação na bolsa e não os decorrentes da extração do petróleo, que reduz custo de vida, gasolina, gás e influi em toda a cadeia produtiva. Fora Bolsonaro, volta do Estado de Direito. 

25 de fevereiro de 2021

A COMUNICAÇÃO DO PT


Iniciativa sábia teve o Coletivo Lapa ao trazer dois militantes do PT (assessoria de Benedita e Zonal do Rio de Janeiro) para ajudar a esclarecer os militantes do Coletivo Lapa sobre ferramentas recentes, revolucionárias descobertas na comunicação de massa. Em dez anos uma revolução veio da internet: facebook, twitter, whatsApp, instagram, telegrama, iPhone, androide, ClubHouse. Conceitos que no Brasil atingem menos de 50% da população (de melhor renda). O Coletivo Lapa é um núcleo 100% político de crescente influência dentro e fora do PT, possui boa formulação teórica da realidade, precisa dominar essas ferramentas inovadoras na comunicação (que os endinheirados sempre levam vantagens pela forma, não pelo conteúdo).  Capturam as narrativas ideológicas de classe, como sempre, para desinformar, mentir, fazer fakes news. O núcleo Lapa tem consciência que precisa dominar essas novas ferramentas, sem abandonar as velhas: folhetos, “boca a boca”, megafone, folders, jornalzinho, etc. Uma sintética leitura das duas palestras aponta que o PT (a esquerda em geral) precisa ser capacitada, tem muito a aprender nesse campo. Ouvir especialistas envolvidos no assunto. Uma resumo e leitura das duas palestras permite colocar quatro questões para um programa de treinamento, comunicação e conscientização que possa avançar, resolver o principal dilema das esquerdas e do PT: como chegar à população mais carente e vulnerável, nosso público alvo. “Dicas” deixadas pelos palestrantes:

A)      Definir metas. Quem, quantos e onde se encontra o público alvo principal visado pelo núcleo Coletivo Lapa e o PT, num primeiro momento (não abarcar tudo)

B)      No RJ existe em torno de mil favelas, dominadas pelo tráfico, milícias, carentes, ameaçadas, desinformadas, abandonadas pelo Estado.

C)      Como chegar a esses militantes ou moradores, lideranças ou não de favelas? Como capacitar? Que instrumentos de comunicação usar em cada caso, novas, velhas ferramentas, as duas?

D)     Como formar grupos? Como fazer finanças (a elite domina essas ferramentas porque tem grana). Não temos como competir, mas conteúdo e formas de “bolar” alguma arrecadação.

     

24 de fevereiro de 2021

UMA LEITURA DA CONJUNTURA III

No Brasil cada dia um dia na política, (re) definição de realidades. Há uma contradição (principal) entre a direita neofascista e a neoliberal. Uma, buscando a hegemonia política em 2022, outra, interesses econômicos imediatos. Dois inimigos viscerais do povo trabalhador. Quando Bolsonaro ameaça na economia, neoliberais ameaçam nas investigações criminosas da família. Paulo Guedes permanece, espada na cabeça de Bolsonaro. Só sai com o rompimento. Há impasses. Bolsonaro precisa destravar amarras liberais e destruir adversários para ser viável em 2022. Isso atinge os liberais, estes, tem pretensões políticas, mas priorizam a economia, antes do pleito eleitoral sempre imprevisíveis. Manter teto (controle de gastos), desmonte do Estado, privatizações, reformas liberais. Nessa correlação de forças e narrativas falta a oposição no seu palco principal: a rua, esclarecendo e mobilizando a população. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

23 de fevereiro de 2021

Petrobras é mina de ouro negro. Maior distribuidora de combustíveis do país, presente em todos os Estados. A maior em faturamento, estratégica na economia. A farsa da corrupção na Petrobras, movida pela lava jato, em conluio com rede Globo e mercado financeiro se deu após a descoberta dos lençóis de pré-sal. O golpe de 2016 dos EUA surgiu aí, com suporte de X9 (agentes brasileiros traíras). Iniciam a pilhagem ao petróleo. Em 2019, passam controle acionário para bolsa de valores. Produção de petróleo agora é secundária, valem papéis, ações sob controle de especuladores privados, nacionais e internacionais. Perdas de investimentos, queda da bolsa é blá, blá, blá. Não interessa ao consumidor do diesel, gasolina, gás, custo de vida, ao contrário, prejudica o povo. Bolsonaro faz demagogia com o eleitor. Não tem força e ideologia para enfrentar quem o sustenta. Vai culpar salários, vender ativos. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

22 de fevereiro de 2021

DILEMA DIABÓLICO

 Dilema diabólico vive a população brasileira: salvar a vida da pandemia, do desemprego e da fome. Duas elites bilionárias, criminosas (neofascistas e neoliberais), representando 1% da população assaltando 99%. De um lado, transloucado negacionista da ciência incendiando a reserva ambiental, matando milhares de pessoas na pandemia, negando vacina, renda, usando o Estado para armar a milícia numa guerra contra o trabalhador, que chama de “comunista”. De outro, especuladores que só veem lucro, rasgando a Constituição, golpeando a democracia, tirando a soberania, prendendo adversários. Dois agentes traidores (X9), assaltando as riquezas do país. O que fazer? Esses criminosos são minorias, mas dominam os meios de comunicação da população e as mantém desinformadas. Só há uma saída que é a rua. Com precauções ao vírus a oposição precisa sair, mobilizar, informar à população os crimes e seus responsáveis de fato. 

21 de fevereiro de 2021

UMA LEITURA DA CONJUNTURA II

Nessa passagem de domingo 21 para 2ª. feira 22 muita contradição. Um rompimento de Bolsonaro com a estratégia política e econômica liberal (lava jato e controle de gastos) pode ocorrer. Bolsonaro (leia-se militares, centrão e sua base) precisa enfrentar parte da política neoliberal para chegar eleitoralmente viável em 2022. Preço do diesel, gasolina, gás, teto de gastos, auxílio emergencial esbarram em entraves liberais. Não há como adiar essa decisão. Possivelmente Guedes sai. Os generais a favor do HC contra Lula do Estado-Maior, citados por Villas Boas estão no governo. O centrão quer cargos e verbas e nessa hora são desenvolvimentistas (Estado forte), pouco se lixando para o autoritarismo de Bolsonaro. Moral da história: nesse momento tático, o entrave são os liberais, mas a estratégia são os “comunistas” (oposição, priorizando o PT).  

18 de fevereiro de 2021

PRISÃO DO DEPUTADO

 

Aos poucos setores da sociedade que apoiaram a ultradireita Bolsonarista (caricatura particular e perversa do fascismo) vão se conscientizando do desastre e caos para onde caminha o país. A reação recorde e inédita do STF, em plena pandemia, condenando majoritariamente o deputado federal da base bolsonarista, Daniel Silveira, é um claro sintoma e aviso de dias conturbados que se aproximam, não se excluindo sangue e mortes. O deputado preso nada fez diferente do que prega o bolsonarismo. Despreza a democracia, instituições, vida de milhões de pessoas atacadas pela pandemia, o emprego e ajuda financeira. Um grave equívoco político colocou esse grupamento criminoso no poder. Exceto alguns segmentos atrasados, fundamentalistas da religião, da corrupção, da milícia, do tráfico, da repressão e da economia (1%), os demais estarão cometendo haraquiri ao defender esse deputado, pelo que representa. 

16 de fevereiro de 2021

UMA LEITURA DA CONJUNTURA I

No Brasil, cada dia um dia, uma leitura na política. É complexa a conjuntura e a correlação de forças. Quem ganha nesse quadro, inclusive com pandemia? Parte de corporações econômicas reacionárias, grupos financeiros (banqueiros), grandes plataformas digitais. Nos EUA a derrota da ultradireita, não serve de exemplo, outra realidade. Aqui, Bolsonaro, recebe apoio dessa correlação de forças. Explodiu a base política neoliberal (PSDB, DEM, MDB), mas mantém a econômica. Globo e sua concessão, porta-voz neoliberal, pode ser “bola da vez.” A estratégia no apoio à Bolsonaro utiliza a exploração das mazelas e heranças ideológicas do capital (individualidade, comunismo, fim da pequena empresa e mão de obra improdutiva). Bolsonaro, prefere duelar com a esquerda, sem Lula, pois pede vistas no STF e obter total apoio do capital. Restam as contradições. Conseguirá manter a correlação de forças, inclusive da classe média? 

14 de fevereiro de 2021

UNIÃO DA ESQUERDA

 

Na política brasileira um velho ditado “esquerda não se une”. No século passado, PCB encampou condenação ideológica das elites à Getúlio de populista e corrupto. Se suicidou. Povo na rua, PCB, por oportunismo, se alia à massa. Era tarde. Brizola, na campanha da legalidade também fica só. Jango foge para o exílio por causa de meia dúzia de tanques contra. PTB (1945/64) foi o PT da época. Ocupava o ódio da elite, tinha voto, apoio, representava uma ameaça. No Brasil atual não devia haver dúvida na esquerda que o inimigo central da elite é o PT. Governou o país treze anos com aprovação, tem voto, foi golpeado e teve protagonismo em oito eleições. Inimaginável crer num Estado democrático de Direito, com soberania, sem a presença do PT puxando o enredo. Qualquer outra esquerda à frente dessa frente sofrerá ataque inimigo, sem retaguarda. Se unir ao PT é a única saída tática de sobrevivência real da esquerda. 

13 de fevereiro de 2021

DESTRUIÇÃO TRUMPISTA

 Relatório de revista científica (Lancet) com 33 cientistas de EUA, Reino Unido e Canadá diz que EUA ocupa 25% das mortes e infecções mundiais pela pandemia por culpa exclusiva dos republicanos e Trump. Aprofundou a desigualdade, rejeitou publicamente a ameaça do vírus, desencorajou medidas de combate, agravou a escassez de equipamentos, testes, convocou eventos com milhares de pessoas desencorajou uso de máscaras e distanciamento, incentivou o uso de remédios sem eficácia, sugeriu que injetasse desinfetante. Condenou imigrantes, latinos e indígenas, cortou subsídios alimentares e na saúde, nomeou republicanos à Suprema Corte e outros cargos que rejeitam ações afirmativas e ciência. Trouxe desgraça aos EUA e ao planeta, influenciou países, como o Brasil de Bolsonaro e os mesmos crimes, agravados com a destruição ambiental da Floresta amazônica. O Globo publicou essa matéria, mas não cita que sem apoio do grande capital, grande mídia e fake news, Trump e Bolsonaro jamais existiriam. 

12 de fevereiro de 2021

DITADURA FECHA O CICLO

A classe dominante do Brasil (bilionários) fechou o ciclo da ditadura ao passar o controle da economia para os banqueiros do Banco Central (BC). Alega, descaradamente, que economia não é decisão da soberania política do eleitor, do voto, mas dos representantes privados dos bancos encastelados no Banco Central. Na política, forças armadas, representada pelo ex-comandante do exército no governo Dilma, general Eduardo Villas Boas, revela em livro que a alta cúpula do exército, “pressionada por empresários e pessoas da sociedade civil” em respeito à Constituição e repúdio à impunidade intimidou o STF não conceder HC (habeas corpus) para Lula responder em liberdade acusações. O ciclo ditatorial fecha com a imprensa (comunicação, informação) sob comando de seis famílias bilionárias e poderosas. Política, economia e imprensa sob controle da força, até a manada de búfalos (99%) reagir, se unir, não fugir inconsciente de um leão (1%)? 

9 de fevereiro de 2021

À LUTA PT

 Lula e PT agiram certo, pedindo a Haddad para percorrer o Brasil, abandonando o marasmo, a indefinição e informar à população o que a narrativa da ultradireita e direita escondem. Esperar o quê? Que o caos prossiga, até o “quanto pior melhor”? Explosão social para as direitas demagogicamente usarem em seu benefício? Bolsonaro explora o caos (vacina e auxílio), tem o tesouro e máquina de fake news, que os liberais sempre dispuseram e perderam para sua criatura. Que briguem. Estão divididos, mas contra o PT se unem. A oposição de esquerda e centro-esquerda também tem problemas. Falta unidade e voto e seria razoável que fizessem uma retrospectiva das últimas oito eleições nacionais, onde o PT foi o protagonista central. Não fazem. Seria irresponsabilidade do PT negar esse apoio, principalmente aos mais pobres que pagam sozinhos a fatura do caos. Que o povo se manifeste. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

8 de fevereiro de 2021

LAWFARE CONTRA O BRASIL

Lawfare é a mais moderna arma de guerra aplicada pelo Departamento de Estado dos EUA em substituição a armas bélicas. Law (lei), warfare (guerra). Uso da lei para combater o oponente (inimigo), com suporte da mídia na guerra de informações. No Brasil, os golpistas da justiça e Constituição a usaram, em 2016, através da operação lava jato. Uma aliança entre o império (EUA) e a elite venal, nacional e internacional, para derrubar a política soberana e distributiva de renda do governo do PT. Um falso argumento da corrupção condenando a política e políticos em geral para destruir e entregar a indústria naval, construção civil, o pré-sal aos EUA, desempregando milhões de brasileiros e, mais grave, usando essa campanha difamatória para prender Lula, inocente e eleger uma besta animal que corrompe, destrói, mata pobre, idoso, arma milícia, desmonta o Estado. Fora Bolsonaro, Lula livre, volta ao estado de direito. 

6 de fevereiro de 2021

TORNEIO DE CINISMO

O cinismo de Aras, Procurador-Geral da República, indicado por Bolsonaro, prevalece na política brasileira, gerida atualmente por golpistas. Um torneio de “cara de pau”. Competição que Aras, deve receber a prata e o ouro seu chefe, empresários e apoiadores. Aras não investiga, apenas saber se há elementos para abertura judicial. Algo semelhante ao que fez, Rodrigo Maia, com mais de sessenta pedidos de impeachment. Seus apoiadores pediram que aguardasse um crime. Para esses cínicos golpistas atentar contra a democracia, defender tortura, praticar “rachadinha”, armar milícia, receitar remédio falso, lotar cemitérios com milhares de mortes de pobres por descaso no atendimento da pandemia, milhões sem auxílio, sem emprego, doente e com fome não são crimes. Aras vai continuar “zeloso”, “atento” nas apurações aguardando evidências de supostos ilícitos. Acredita na balança equilibrada da justiça. 

5 de fevereiro de 2021

JOSÉ DIRCEU

José Dirceu, ex-presidente nacional do PT foi o convidado do Coletivo Lapa, PT/RJ, para fazer sua leitura e análise da política em geral. Dá uma aula e discorre sobre inúmeras contradições existentes na política nacional e internacional. Entre elas estão as do PT. Sua história dedicada à soberania, democracia e combate à desigualdade está ligada aos fatos políticos ocorridos no Brasil, desde de 64. Fundador do PT, coordenou sua ascensão ao poder que durou treze anos. Fato histórico inédito na esquerda. Seu protagonismo é a formulação política de uma estratégia rumo ao socialismo. Os inimigos da elite do atraso perceberam isso e trataram de abatê-lo (mensalão). Seu abate foi o início do que seria conhecido como lawfare (uso da justiça e mídia) até chegar em 2016 ao PT.  E prossegue. José Dirceu não pode ficar fora nessa luta gigantesca e desigual de desafios contra os poderosos. Que retorne ao seu protagonismo já. PT precisa. 

3 de fevereiro de 2021

LUTA E FRENTE JÁ

 Não dá mais para subestimar, assistir impassível a ultradireita neofascista avançar no Brasil. O ovo da serpente está formado. Esperar mudança em Bolsonaro sobre as mortes de covid, negação da vacina, desemprego, armamento da milícia, falência na economia, formação de casta nas forças armadas, destruição do meio ambiente, saque às riquezas naturais e minerais, assalto ao patrimônio público, retirada de direitos trabalhistas, é ilusão, é apostar no “quanto pior melhor”, e pode levar à conflagração social, que sem rumo, favorece à extrema-direita. Somente a campanha na rua exigindo “Fora Bolsonaro”, formação de uma frente antibolsonarista, popular e democrática, sem hegemonia partidária, pode conter o avanço da ditadura neofascista, com sua destruição e morte. Subestimar e se omitir, é cometer haraquiri. 

31 de janeiro de 2021

ESTRATÉGIA NEOLIBERAL

 Prossegue a estratégia neoliberal (Globo e mercado) em chantagear Bolsonaro com o “morde e assopra” nos seus veículos, ameaça de impeachment, derrota em 2022 para obrigar a fazer reformas administrativa, tributária, privatização da Eletrobrás, correio, independência do Banco Central e outras, só então ceder parte do controle de gastos “tetos”. Essa disputa de poder político e econômico subestima a mobilização popular da oposição devido à pandemia. Subestima milhares de mortes por descaso, falta de vacina, milhões desempregados, falta de auxílio emergencial. Tudo pode acontecer, inclusive explosão social. Nesse caso, usando de repressão a direita pode até sair fortalecida, pela falta de rumo e conscientização na revolta. Em qualquer leitura da realidade política que vive o Brasil a saída está numa campanha da esquerda, dos democratas e progressistas nas bases pelo Fora Bolsonaro, combate às mortes e fome. 

29 de janeiro de 2021

ESQUENTA O CLIMA

 O clima político esquenta. Cresce o descontentamento à Bolsonaro, que se desmoraliza no combate à pandemia (frontalmente contra a vacina); economicamente, retira auxílio emergencial para o trabalhador, consumo cai, empresas quebram, multinacionais abandonam o país; eticamente (corrupção, palavrão, racismo, entrega armas para a milícia). No meio militar acusa vice-presidente, Mourão, de falastrão e gal. Cruz o acusa de incompetente, sem preparo para o cargo. Quem vai segurar Bolsonaro? Forças Armadas, liberais do mercado, banqueiros, TVs, Congresso? 2ª. feira, dia 1/2, Congresso elege mesas da Câmara e Senado. Bolsonaro apostou deu cargos e verbas para os parlamentares, entregou dedos e mãos para o centrão. Num quadro caótico sanitário, político, econômico e ético como esse que político vai segurar o impeachment? Difícil. “Fora Bolsonaro”. 

25 de janeiro de 2021

COM BOLSONARO A CONFLAGRAÇÃO

Quais as reais condições do governo Bolsonaro? Nega atendimento à pandemia, à vacina, indica falsos medicamentos, leva milhares à morte. Na economia destrói o mercado interno, desemprega milhões, retira ajuda, fecha e afasta empresas nacionais e multinacionais. Desmonta o Estado do Bem-Estar Social, incendeia a Amazônia, entrega a madeireiros, garimpeiros e grileiros. Arma a milícia. Com ele impossível governar, sem ele o estrago está feito. Veio no “pacote” de destruição de Trump, defenestrado pela pandemia e voto popular de negros e latinos. Falta apenas a irresponsável classe dominante (bilionários) concluir e retirar o apoio, do contrário, o naufrágio. Inexiste capitalismo sem trabalho, sem vida. Esperar é apostar na conflagração, mais sangue, mais mortes, adeus impeachment. Até o momento, o impeachment pode salvar, mas garantia mesmo virá com o voto livre e soberano do povo.

23 de janeiro de 2021

UMA LEITURA NAS ENTRELINHAS

A matéria do Globo cita crescimento da reprovação a Bolsonaro, mas com a maioria contra o impeachment. Folha de SP nas pesquisas dando sempre 30% na aprovação. Essa é a estratégia dos liberais. Na política a narrativa é da grande mídia, restam entrelinhas. Moral da história: para os liberais ainda não é hora de tirar Bolsonaro. Não há garantia de que seus interesses serão preservados, após o desgaste com o golpe.  Prossegue o “morde e assopra” em “banho Maria” e o garrote contra o povo. Neofascismo negando o vírus, ajuda emergencial, emprego, matando e ameaçando à democracia. Neoliberais, preservando o “Deus mercado” ditando na economia o que lhe serve até surgir um “salvador da pátria”, um Tancredo Neves. Eles tbm só pensam “naquilo” (2022). Mas, há um preço: limite na destruição, mortos, insatisfação. Nesse caso, vem impeachment. Para a oposição: Impeachment já. 

22 de janeiro de 2021

FORÇAS AMADAS, NÃO ARMADAS

 Cadê as Forças Armadas, seus aviões, navios, lanchas, hospitais, médicos para atender o colapso sanitário do Amazonas e do país? A guerra que o país sempre enfrentou e enfrenta é interna, não externa. Milhares de mortes por Covid-19, falta de vacina, oxigênio, atendimento hospitalar. Milhões sem emprego, renda. Não é estado de defesa, resquício da ditadura, idolatrada por Bolsonaro, com medidas coercitivas, repressivas à liberdade de pensamento, expressão, organização e reunião. O que o Brasil precisa urgentemente é estado de direito, impedimento e punição de um presidente da República genocida, negacionista da ciência e da democracia, que está levando o país à destruição e o caos. Estado de direito que retire decisões monocráticas da justiça, do Congresso, do poder executivo, democratizando-os.  Fora Bolsonaro.