14 de abril de 2021

UMA LEITURA DA CONJUNTURA

 Política é correlação de força. Quem dispõe do maior exército? Essa é a pergunta. No momento, capital financeiro ainda dita as cartas. Em sua estratégia definiu dois inimigos: a política em geral e o Estado Social (quer servindo ao setor privado). A corrupção foi sua arma que todos condenam e os neoliberais confundem a opinião pública sobre sua origem. No Brasil a operação lava jato teve esse propósito. Sua farsa permitiu a eleição de um presidente despreparado, psicopata e genocida num acordo entre costumes e economia. Faltou combinar hegemonia política. O imbróglio está formado. Para complicar o quadro das duas direitas dois fatos políticos: pandemia e Lula livre. Neoliberais ainda sem alternativa empurra o problema para 2022, mas para o PT esse jogo representa milhares de mortes diárias pela pandemia, fome por ausência de renda, emprego, crise na economia.  Fora Bolsonaro, volta do Estado de Direito. 

12 de abril de 2021

4a FEIRA, DIA 14

 Nessa 4ª feira, dia 14, algo está sendo planejado pela direita neofascista e neoliberal para tentar neutralizar e afastar a oposição, PT e Lula da eleição vindoura, mas serão obrigados a “jogar a toalha” a enfrentarem dois inimigos mortais: pandemia e crise econômica. Qual é a diferença com a oposição do passado? Getúlio pressionado, se suicidou, Jango, se exiliou, ou seja, anistiou, cedeu espaço à direita escravocrata, reacionária, conservadora, que até hoje com crueldade torturam e massacram o povo trabalhador. Lula, PT e oposição resistem vivos e presentes na luta. Moral da história: oposição (Lula, PT e outras forças políticas) cresce “a olhos vistos”, mesmo sem a rua por precaução, mas com internet e outras vias. As direitas passam a ter exclusividade na responsabilidade pelo genocídio da pandemia e falência na economia. 

9 de abril de 2021

OPERAÇÃO VAI EMBORA, BOLSONARO

É obscura e desconhecida a estratégia de aniquilação e genocídio que o mundo vem usando para atingir o exército de reserva (bilhões de trabalhadores desempregados e improdutivos) útil ao capitalismo até recentemente. Possivelmente atrelada à crise estrutural do capitalismo em 2008 na sua nova forma de poder e concentração de renda. No Brasil o desplante é claro onde milhares de mortos aparecem ao lado de meia dúzia de novos bilionários. O Brasil, desde a monarquia e escravidão, constituiu uma elite dependente e submissa aos impérios do capital. Na pandemia não é diferente. Uma diminuta elite aplaude Bolsonaro (um genocida) em S. Paulo. Mas nesse momento o projeto Bolsonaro virou ameaça a interesses da elite e quer descartá-lo, sem permitir o retorno de Lula. Setores dos três poderes do estado burguês começam a operação. É saber se foi combinado com milhões de cadáveres e desempregados brasileiros.

8 de abril de 2021

O TOM DE LULA E DA OPOSIÇÃO

 Em seu último discurso, Lula, deu tom moderado, pacifico, sem ódio na busca de um consenso no enfrentamento da tragédia, que neofascistas e neoliberais colocaram o Brasil. Estabeleceu como única condição o trabalhador fazer parte do orçamento. Não se trata de comunismo, mas de capitalismo real. Fez isso no seu governo. Nesse estágio de correlação de forças neofascismo jamais aceitará qualquer acordo. Neoliberais, por oportunismo e ganância, devem decidir, antes que seja tarde, continuar apoiando a destruição e tragédia neofascista e juntos pagar a conta ou tirar Bolsonaro. Daqui para frente, Lula e oposição vão precisar radicalizar suas propostas, tendo em vista o extermínio a que está sendo submetido o povo. Transformações cada vez mais profundas no Estado de direito, política, economia, justiça, exigência política objetiva e real para obter o consenso e apoio do povo trabalhador e da sociedade em geral dizimada cruelmente. 

7 de abril de 2021

2021 e não 2022

É Preciso que toda a oposição, democrática e popular, faça um esforço para refletir o grave quadro político brasileiro. A crise sanitária é um inimigo comum e fatal. Em princípio atinge os mais vulneráveis (trabalho), mas tbm parcelas do capital (empresas menores, economia, instituições de Estado e privadas: Forças Armadas, justiça Suprema, grande mídia). Três forças políticas se enfrentam: neofascismo bolsonarista, ignorante e impassível à tragédia, buscando vantagens políticas de poder, com ou sem voto. Neoliberalismo (mercado, Globo, PSDB) tentando obter vantagens financeiras e econômicas em cima de cadáveres. Oposição fragilizada, recuada das ruas, com ativismo na internet e panelaço. Todos na utopia de 2022. Impossível. O iceberg é 2021. Só o Fora fascismo (Bolsonaro) e volta do Estado de direito ameniza, mas não impede a crise que não está descolada da influência internacional. 

4 de abril de 2021

FORA, QUEM?

 Não resta dúvida a covardia, conivência e omissão do capital, aí incluído setor agrário, produtivo, financeiro, militar e midiático com o genocídio, um “morde e assopra”. Muitos hoje reconhecem: fosse o PT no governo jamais existiria essa condescendência. Existe conivência golpista neoliberal com o genocida, que destrói todos, mas é incapaz de expulsá-lo, puni-lo, prendê-lo por crime contra a humanidade (extrapola fronteira). O Globo, suas manchetes e narrativas, debocha da inteligência do brasileiro, o mesmo demais grandes veículos de comunicação. Banalizam, naturalizam milhares de mortes e o colapso geral do negacionismo de um psicopata que apoiaram e elegeram. Desesperado com a tragédia, Lula, apela por vacina e apoio internacional, G20, OMS, líderes mundiais. A classe dominante brasileira (bilionários), atrasada, escravocrata, enlouqueceu, perdeu limites. O dilema cresce: FORA, QUEM?

2 de abril de 2021

SUICÍDIO COLETIVO

 Estupefação, horror é como grande parte dos brasileiros e do mundo veem hoje o Brasil.  O que pretendem os promotores e financiadores de um serial killer, um genocida na presidência? Há meta, qual? Cinco, dez mil mortes diárias, meio, um milhão de óbitos? Esperança por autocrítica de um psicopata, torturador, genocida? Será que militares esperam mais mordomias, banqueiros, grandes empresários mais lucros? Centrão, PSDB votos? Receiam o PT? A tragédia está totalmente fora de controle em direção ao precipício, suicídio coletivo, haraquiri. Inimigo é singular: destrói e mata situação e oposição, pois sem vida não há economia. É todos contra um ou vice-versa. Duas palavras de ordem unem: Fora Bolsonaro e volta ao estado de direito.

30 de março de 2021

HOSPÍCIO BRASIL

 


Inúmeras leituras permitem fazer as últimas mudanças no governo, Bolsonaro. Primeiro, seu histórico de terrorista, anistiado pelas forças armadas (FFAA) na ditadura militar, que chegou à presidência da República apoiado num antipetismo ideológico. Segundo, sua intenção explícita de romper a ordem institucional e manter o poder. Qualquer dúvida ou omissão nesse propósito significa endossar o país para à violência, guerra civil, milhares de óbitos pela pandemia, milhões pela fome e desemprego, falências empresariais, entreguismo, psicopatia, desmonte do Estado. Nos últimos dias sua incompetência sofreu inúmeras pressões de aliados (setores empresariais, FFAA, centrão). Tentou um “freio de arrumação”, mas um fato novo surgiu: FFAA será uma instituição de Estado ou de governo? Essa é a resposta em que o hospício que se transformou o Brasil espera. 

28 de março de 2021

ORÇAMENTO LOUCO

 A “toque de caixa” e chantagem neoliberal (des)governo Bolsonaro aprova o orçamento. Corta investimentos em pesquisa científicas, o censo, aposentadorias, seguro-desemprego, previdência, abonos, auxílios doença e outros benefícios sociais. Atendeu seu palanque eleitoral, aumentou emendas parlamentares, não tocou nas forças armadas, não desagradou “teto” neoliberal, mas criou uma armadilha, um orçamento de ficção que vai explodir as finanças em 2021, agravado com o genocídio sanitário que deve atingir meio milhão de óbitos a curto prazo. O que tem na cabeça forças armadas, Supremo, mesas do Congresso, setores empresariais econômicos que permanecem apoiando o caos? Esperando o quê? Levante social para assassinar e prender cidadãos desesperados, mas e o após? É urgente um “cavalo de pau” na política e na economia atual. Fora Bolsonaro, eleições gerais, volta ao estado de direito. 

25 de março de 2021

LULA NÃO DEVE SE EXPOR

O caos se instalou no país sem volta. A bola está nos pés dos golpistas: criador (neoliberais) e criatura (neofascismo). Contra eles dois exércitos mortais se aproximam velozmente: pandemia e crise econômica, quase impossível resistir até 2022. A desmoralização da conspiração lavajatista deixou exposta a tramoia neoliberal e tende a se agravar com novas denúncias. As 300 mil mortes pela pandemia, milhões de desempregados, falências de empresas, destruição de florestas, assalto ao pré-sal, desmonte do Estado, golpe à democracia e eleição de um genocida e psicopata estão na conta bolsonarista e neoliberal (mercado, Globo e PSDB). Lula apenas vai assoprar, não deve se expor. No desespero as feras são perigosas. Na internet pode atingir milhões. O desespero inimigo vai crescer com a barbárie que produziram golpeando o PT e Lula. Agora ainda resta: interdição já, eleição livre, retorno ao estado de direito e autocrítica 

22 de março de 2021

ATÉ QUANDO BOLSONARO?

 Até quando os neoliberais vão continuar financiando e dando cobertura aos crimes de Bolsonaro? Até quando pretendem explorar sua incompetência, seu autoritarismo, seus crimes, sua psicopatia, seu negacionismo da ciência, da história, da cultura, do meio ambiente? Será que em pleno cemitério que se transformou o Brasil vão continuar a alimentar sua criatura na perspectiva de obter vantagens econômicas e financeiras? O nazifascismo hitlerista cresceu assim, com apoio conservador e reacionário e a bandeira antissocialista. Deu no que deu. Sem os socialistas Hitler não seria derrotado. No Brasil, neoliberais traíras ao país criaram o antipetismo e apoiaram o neofascismo. Nesse quadro chegar a 2022 é quase impossível. O Brasil explode em crises e caos social. Cresce na população a conscientização e a oposição petista e não petista só tem um caminho: união. E os neoliberais, darão continuidade ao serviço sujo? 

20 de março de 2021

CRISE SANITÁRIA E FISCAL

 A principal contradição da tragédia brasileira e que conduz o país para o colapso é sanitária (pandemia), subestimada pelo neofascismo bolsonarista e crise fiscal e institucional produzida pelos liberais do mercado. Os dois esticando a corda para obter controle do butim, da hegemonia política e econômica A mesma competição ocorreu nos EUA, mas lá, a hegemonia não oferecia riscos devido o sistema político ser bipartidário. No Brasil o impasse é a oposição centro-esquerda ser viável para alçar à política. Com isso, o Brasil virou um Titanic com 210 milhões de passageiros caminhando para o desastre. Os comandos da direita estão cegos, mas há luz no fim do túnel e se chama Lula (PT). Governou o país, não traiu os pobres, nem perseguiu liberais bilionários. Todos, excluindo neofascismo, ganharam. Será muito difícil surgir alternativa mais confiável à maioria na política. Fora neofascismo, volta Lula e estado de direito. 

18 de março de 2021

AUTONOMIA DO BANCO CENTRAL (BC)

O brasileiro vive impasse cercado por dois exércitos inimigos: pandemia (morte instantânea) e neoliberalismo (morte lenta). O comando, nesse momento, é do neofascismo incompetente, refém do neoliberalismo ganancioso. Para se manter o neofascismo cede dedos ao neoliberalismo. O último dedo foi a autonomia do Banco Central (BC). A fatura chega rápido:  maior alta de juros em dez anos e será repassada. BC passa a ser único responsável pelo controle da inflação, com isso, gastos, investimentos, emprego, até pandemia. O voto (eleito) entrega aos sem votos (banqueiros) o sistema financeiro nacional. Um haraquiri político. Só no terceiro ano o eleito indica ao Congresso o novo presidente do BC. Essas mentiras liberais das causas usadas no investimento, desemprego, inflação, gastos, que quebrou o Brasil e outros países, passa para a ótica dos especuladores. Fora Bolsonaro, fora golpistas, volta ao estado de direito. 

16 de março de 2021

E AGORA, BRASIL?

Perplexidade é o sentimento que cresce no Brasil na proporção da permanência de Bolsonaro na presidência da República. Cresce a conta, serão julgados, cedo ou tarde. Duas mil mortes diárias por Covid-19, desemprego de milhões, volta da inflação, crise na economia atinge todos e prioriza os mais vulneráveis. Tudo por incompetência e ideologias de desatinos. Três forças políticas atuando (neofascismo, neoliberalismo e PT). O neofascismo bolsonarista apoiado por corporações financeiras covardes e reacionárias, que o estimula. Neoliberalismo, sem voto, responsável pela tragédia, pois teceu a força tarefa que golpeou a democracia e apoiou o neofascismo. Finalmente o PT e sua liderança Lula, que os dois temem eleitoralmente. Impossível esse quadro permanecer até 2022. Além do mercado, mídia e PSDB, três instituições recaem maior responsabilidade: justiça Suprema, Forças Armadas e Congresso. Fora Bolsonaro. 

12 de março de 2021

PRISÃO OU INTERNAÇÃO?

 Bolsonaro faz ameaças idiotas de golpe militar, como se fosse assustar alguém. Não tem a mínima noção de realidade, de ser presidente da República. Incapaz de distinguir 64 de hoje. É portador de uma lavagem cerebral da época em que a ditadura vinha para enfrentar inimigos comunistas e salvar o Brasil. Ele ainda acredita nisso. Deu nó na cabeça. Golpe militar não realidade atual não teria a mínima sustentação. Em pleno cemitério que transformou o Brasil não consegue coordenar a pandemia e a crise financeira, ao contrário, agrava, persegue e ameaça os que tentam minimizar o colapso.  Quem o sustenta não é seu gado de fake news, mas empresários covardes que financiam o crime e não aparecem. É o caso de perguntar: Bolsonaro e seus financiadores é caso de prisão ou internação? Fora Bolsonaro, volta ao estado de direito. 

11 de março de 2021

A FALA DE LULA

Lula absolvido, após anos de perseguição, condenação e prisão pela elite que lhe aplicou a nova arma de guerra, lawfare (destruição do inimigo usando justiça e mídia), falou três horas para milhões de ouvintes em todo o Brasil. Passou mensagens de esperanças perdidas pelo povo nos últimos anos, face ao genocídio, crise econômica e política em que está envolvido o país. Não carrega ódio aos inimigos, o povo paga uma conta bem mais alta. Vai tentar unir todas as forças de qualquer matiz que entenda o óbvio: não existe mercado produtivo (não é o especulativo), crescimento, democracia, soberania em qualquer nação sem a participação do povo trabalhador no consumo e na produção. Essa é a sua FRENTE política. Quem entender e aceitar está junto. Nesse momento, é urgente vacina, auxílio emergencial de R$ 600, impedir fechamento de pequenas empresas para gerar emprego e, se for preciso, o impeachment já. A

9 de março de 2021

INOCÊNCIA DE LULA

Uma explosão de entusiasmo se espalhou na população e horror na elite, após a anulação da condenação de Lula. Mas há muita armadilha. Ministro do STF, Fachin, recuou e barganhou o fim do acesso aos diálogos que comprovam fraudes criminosas de Moro e da força tarefa ao Brasil. Diálogos que se tornarão públicos. Liberais, Globo, mercado, PSDB foram seus criadores, responsáveis e coniventes, com interesses antipatrióticos com EUA. O mal está feito e Bolsonaro com seu genocídio de milhares de pessoas, desemprego de milhões é o resultado. PT e oposição devem esperar por 2022? O inimigo é forte, poderoso, tem o controle do Estado, das urnas, das narrativas. O PT não deve cometer o erro dos progressistas de 64, aceitando a armadilha da anistia. Lula tem condições de liderar um movimento em meio as contradições, cobrar investigação na operação, volta ao Estado de direito, eleições livres, não esperar 2022.

8 de março de 2021

POR QUE A ANESTESIA SOCIAL?

A população brasileira enfrentou a ditadura militar de 64, lutou pelas “Diretas já”, criou o maior movimento de massa da história, elegeu um operário presidente da República treze anos, como o maior mandatário do país, modelo só derrotado por golpe Constitucional. Nesse momento, está anestesiada diante de dois inimigo (Covid-19 e Bolsonaro) e uma parcela descrente da letalidade do vírus e Bolsonaro. Que fenômeno é esse? Por analogia é uma guerra convencional, o inimigo está na parte alta com metralhadora apontando para quem avançar e nosso exército, até agora, não está sabendo como enfrentar. Mas há outro risco, o inimigo avança pela retaguarda. A previsão é de 2400 mortes por dia, cem por hora, uma por minuto, dados conservadores, pois se morre sem notificação. Chile, Bolívia, Argentina, Equador, Paraguai e Brasil conhecem o caminho: enfrentar o inimigo só indo às ruas mascarado. Fora Bolsonaro. 

6 de março de 2021

CUSTO BOLSONARO

 Custo Bolsonaro é a nova campanha que a direita liberal (mercado, Globo e PSDB) está divulgando em vídeo aos seus assecla propagando medo na polarização de 2018, entre Bolsonaro e o PT, alegando que o Brasil não quer mais. Na verdade não foi polarização, foi condenação e campanha liberal antipetista. Eles é que promoveram a polarização. Não vão abandonar, pois o PT governou treze anos, distribuiu renda, combateu a fome, a desigualdade, com democracia. Os liberais não querem um Brasil e um povo livre e soberano. Elegeram Bolsonaro, estão apavorados, pois se trata de um assassino, sem controle. Tirar Bolsonaro, trocar por Dória, Huck ou outro liberal é trocar “seis por meia dúzia”, é trocar genocidas, na saúde ou na economia. A oposição precisa disputar, sem conciliar com inimigos. PT governou, respeitou leis, saiu por um golpe, mas com apoio. Fora Bolsonaro, volta estado de direito. 

3 de março de 2021

COLAPSO GERAL

 

Colapso no Brasil é a falência do organismo (humano e econômico) prestes a implodir. Vem de milhares de mortes e infectados pelo Covid-19, com falta de UTIs e atendimento hospitalar por descaso da União e maioria das unidades administrativas, eleitos num processo golpista, antidemocrático, lavajatista, criminoso. Como sempre, a conta chega aos mais vulneráveis. O colapso se agrava com a falta de ajuda e renda aos milhões de desempregados provocando miséria, fome, mais mortes. Nessa hora, o povo pobre e trabalhador está só. Apoiando essa elite colonial assassina estão seus asseclas (justiça, polícia, militares, mídia, maioria legislativa, executivos estaduais e municipais). Uma luta de classe radicalizada (de extermínio) à brasileira. O que fazer? As forças opositoras precisam se manifestar, com precaução sanitária, nas ruas e torcer por alguma sensibilidade e dissidência entre os asseclas.  

27 de fevereiro de 2021

QUEM É DELGATTI?

Walter Delgatti Neto, o entrevistado da TV247, foi o responsável do hacker que despiu a atuação e farsa repugnante da operação lava jato. Repassou ao The Intercept que publicou parte da conversa. Agora, o ministro do STF, Lewandowski, fez chegar à defesa de Lula todo o material das conversas. Delgatti acessou nas nuvens as conversas de Deltan Dallagnol e por ele chegou às demais autoridades envolvidas dos três poderes. O estrago e destruição da força-tarefa está feito. Golpe na democracia, prisão de Lula, falência, venda das indústrias de construção, naval, petrolífera e outras gerando milhões de desempregados e a eleição para a presidência de um genocida e psicopata. Tudo submisso aos interesses dos EUA. Por sua coragem, Delgatti é um herói nacional, assim como Assange nos EUA, por desmontar com provas uma organização criminosa contra o país e seu povo. Está sendo perseguido, impedido de trabalhar, morando com avó. O PT conhece bem isso. A solidariedade é muito importante nessa hora. Como ajudá-lo? Através da “Vaquinha do Delgatti” https//abacashi.com/p/ajudeowalter ou PIX do Delgatti: ajudeowalter@gmail.com 

Antonio Negrão de Sá

26 de fevereiro de 2021

FARSANTES LIBERAIS

Cada vez mais cristalino o jogo dos liberais. Pouco importa genocídio na saúde, corrupção, armamento de milícias, atos antidemocráticos de Bolsonaro. Querem levar vantagens. Impor sua agenda de privatizações e reformas, política de devastação e destruição da economia do país, negando ajuda, direito, benefício, emprego, aposentadoria aos trabalhadores, saqueando o Estado, o patrimônio público. Impossível qualquer frente com essa direita nefasta, oportunista semelhante a que apoiou o nazifascismo alemão. A crise da Petrobras e outras indicam a tática neoliberal. Pressiona o governo incompetente de Bolsonaro que vacila e o monopólio da mídia neoliberal retoma os elogios à Petrobras. “Morde e assopra”. Enaltece rendimentos decorrentes de especulação na bolsa e não os decorrentes da extração do petróleo, que reduz custo de vida, gasolina, gás e influi em toda a cadeia produtiva. Fora Bolsonaro, volta do Estado de Direito. 

25 de fevereiro de 2021

A COMUNICAÇÃO DO PT


Iniciativa sábia teve o Coletivo Lapa ao trazer dois militantes do PT (assessoria de Benedita e Zonal do Rio de Janeiro) para ajudar a esclarecer os militantes do Coletivo Lapa sobre ferramentas recentes, revolucionárias descobertas na comunicação de massa. Em dez anos uma revolução veio da internet: facebook, twitter, whatsApp, instagram, telegrama, iPhone, androide, ClubHouse. Conceitos que no Brasil atingem menos de 50% da população (de melhor renda). O Coletivo Lapa é um núcleo 100% político de crescente influência dentro e fora do PT, possui boa formulação teórica da realidade, precisa dominar essas ferramentas inovadoras na comunicação (que os endinheirados sempre levam vantagens pela forma, não pelo conteúdo).  Capturam as narrativas ideológicas de classe, como sempre, para desinformar, mentir, fazer fakes news. O núcleo Lapa tem consciência que precisa dominar essas novas ferramentas, sem abandonar as velhas: folhetos, “boca a boca”, megafone, folders, jornalzinho, etc. Uma sintética leitura das duas palestras aponta que o PT (a esquerda em geral) precisa ser capacitada, tem muito a aprender nesse campo. Ouvir especialistas envolvidos no assunto. Uma resumo e leitura das duas palestras permite colocar quatro questões para um programa de treinamento, comunicação e conscientização que possa avançar, resolver o principal dilema das esquerdas e do PT: como chegar à população mais carente e vulnerável, nosso público alvo. “Dicas” deixadas pelos palestrantes:

A)      Definir metas. Quem, quantos e onde se encontra o público alvo principal visado pelo núcleo Coletivo Lapa e o PT, num primeiro momento (não abarcar tudo)

B)      No RJ existe em torno de mil favelas, dominadas pelo tráfico, milícias, carentes, ameaçadas, desinformadas, abandonadas pelo Estado.

C)      Como chegar a esses militantes ou moradores, lideranças ou não de favelas? Como capacitar? Que instrumentos de comunicação usar em cada caso, novas, velhas ferramentas, as duas?

D)     Como formar grupos? Como fazer finanças (a elite domina essas ferramentas porque tem grana). Não temos como competir, mas conteúdo e formas de “bolar” alguma arrecadação.

     

24 de fevereiro de 2021

UMA LEITURA DA CONJUNTURA III

No Brasil cada dia um dia na política, (re) definição de realidades. Há uma contradição (principal) entre a direita neofascista e a neoliberal. Uma, buscando a hegemonia política em 2022, outra, interesses econômicos imediatos. Dois inimigos viscerais do povo trabalhador. Quando Bolsonaro ameaça na economia, neoliberais ameaçam nas investigações criminosas da família. Paulo Guedes permanece, espada na cabeça de Bolsonaro. Só sai com o rompimento. Há impasses. Bolsonaro precisa destravar amarras liberais e destruir adversários para ser viável em 2022. Isso atinge os liberais, estes, tem pretensões políticas, mas priorizam a economia, antes do pleito eleitoral sempre imprevisíveis. Manter teto (controle de gastos), desmonte do Estado, privatizações, reformas liberais. Nessa correlação de forças e narrativas falta a oposição no seu palco principal: a rua, esclarecendo e mobilizando a população. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

23 de fevereiro de 2021

Petrobras é mina de ouro negro. Maior distribuidora de combustíveis do país, presente em todos os Estados. A maior em faturamento, estratégica na economia. A farsa da corrupção na Petrobras, movida pela lava jato, em conluio com rede Globo e mercado financeiro se deu após a descoberta dos lençóis de pré-sal. O golpe de 2016 dos EUA surgiu aí, com suporte de X9 (agentes brasileiros traíras). Iniciam a pilhagem ao petróleo. Em 2019, passam controle acionário para bolsa de valores. Produção de petróleo agora é secundária, valem papéis, ações sob controle de especuladores privados, nacionais e internacionais. Perdas de investimentos, queda da bolsa é blá, blá, blá. Não interessa ao consumidor do diesel, gasolina, gás, custo de vida, ao contrário, prejudica o povo. Bolsonaro faz demagogia com o eleitor. Não tem força e ideologia para enfrentar quem o sustenta. Vai culpar salários, vender ativos. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

22 de fevereiro de 2021

DILEMA DIABÓLICO

 Dilema diabólico vive a população brasileira: salvar a vida da pandemia, do desemprego e da fome. Duas elites bilionárias, criminosas (neofascistas e neoliberais), representando 1% da população assaltando 99%. De um lado, transloucado negacionista da ciência incendiando a reserva ambiental, matando milhares de pessoas na pandemia, negando vacina, renda, usando o Estado para armar a milícia numa guerra contra o trabalhador, que chama de “comunista”. De outro, especuladores que só veem lucro, rasgando a Constituição, golpeando a democracia, tirando a soberania, prendendo adversários. Dois agentes traidores (X9), assaltando as riquezas do país. O que fazer? Esses criminosos são minorias, mas dominam os meios de comunicação da população e as mantém desinformadas. Só há uma saída que é a rua. Com precauções ao vírus a oposição precisa sair, mobilizar, informar à população os crimes e seus responsáveis de fato. 

21 de fevereiro de 2021

UMA LEITURA DA CONJUNTURA II

Nessa passagem de domingo 21 para 2ª. feira 22 muita contradição. Um rompimento de Bolsonaro com a estratégia política e econômica liberal (lava jato e controle de gastos) pode ocorrer. Bolsonaro (leia-se militares, centrão e sua base) precisa enfrentar parte da política neoliberal para chegar eleitoralmente viável em 2022. Preço do diesel, gasolina, gás, teto de gastos, auxílio emergencial esbarram em entraves liberais. Não há como adiar essa decisão. Possivelmente Guedes sai. Os generais a favor do HC contra Lula do Estado-Maior, citados por Villas Boas estão no governo. O centrão quer cargos e verbas e nessa hora são desenvolvimentistas (Estado forte), pouco se lixando para o autoritarismo de Bolsonaro. Moral da história: nesse momento tático, o entrave são os liberais, mas a estratégia são os “comunistas” (oposição, priorizando o PT).  

18 de fevereiro de 2021

PRISÃO DO DEPUTADO

 

Aos poucos setores da sociedade que apoiaram a ultradireita Bolsonarista (caricatura particular e perversa do fascismo) vão se conscientizando do desastre e caos para onde caminha o país. A reação recorde e inédita do STF, em plena pandemia, condenando majoritariamente o deputado federal da base bolsonarista, Daniel Silveira, é um claro sintoma e aviso de dias conturbados que se aproximam, não se excluindo sangue e mortes. O deputado preso nada fez diferente do que prega o bolsonarismo. Despreza a democracia, instituições, vida de milhões de pessoas atacadas pela pandemia, o emprego e ajuda financeira. Um grave equívoco político colocou esse grupamento criminoso no poder. Exceto alguns segmentos atrasados, fundamentalistas da religião, da corrupção, da milícia, do tráfico, da repressão e da economia (1%), os demais estarão cometendo haraquiri ao defender esse deputado, pelo que representa. 

16 de fevereiro de 2021

UMA LEITURA DA CONJUNTURA I

No Brasil, cada dia um dia, uma leitura na política. É complexa a conjuntura e a correlação de forças. Quem ganha nesse quadro, inclusive com pandemia? Parte de corporações econômicas reacionárias, grupos financeiros (banqueiros), grandes plataformas digitais. Nos EUA a derrota da ultradireita, não serve de exemplo, outra realidade. Aqui, Bolsonaro, recebe apoio dessa correlação de forças. Explodiu a base política neoliberal (PSDB, DEM, MDB), mas mantém a econômica. Globo e sua concessão, porta-voz neoliberal, pode ser “bola da vez.” A estratégia no apoio à Bolsonaro utiliza a exploração das mazelas e heranças ideológicas do capital (individualidade, comunismo, fim da pequena empresa e mão de obra improdutiva). Bolsonaro, prefere duelar com a esquerda, sem Lula, pois pede vistas no STF e obter total apoio do capital. Restam as contradições. Conseguirá manter a correlação de forças, inclusive da classe média? 

14 de fevereiro de 2021

UNIÃO DA ESQUERDA

 

Na política brasileira um velho ditado “esquerda não se une”. No século passado, PCB encampou condenação ideológica das elites à Getúlio de populista e corrupto. Se suicidou. Povo na rua, PCB, por oportunismo, se alia à massa. Era tarde. Brizola, na campanha da legalidade também fica só. Jango foge para o exílio por causa de meia dúzia de tanques contra. PTB (1945/64) foi o PT da época. Ocupava o ódio da elite, tinha voto, apoio, representava uma ameaça. No Brasil atual não devia haver dúvida na esquerda que o inimigo central da elite é o PT. Governou o país treze anos com aprovação, tem voto, foi golpeado e teve protagonismo em oito eleições. Inimaginável crer num Estado democrático de Direito, com soberania, sem a presença do PT puxando o enredo. Qualquer outra esquerda à frente dessa frente sofrerá ataque inimigo, sem retaguarda. Se unir ao PT é a única saída tática de sobrevivência real da esquerda. 

13 de fevereiro de 2021

DESTRUIÇÃO TRUMPISTA

 Relatório de revista científica (Lancet) com 33 cientistas de EUA, Reino Unido e Canadá diz que EUA ocupa 25% das mortes e infecções mundiais pela pandemia por culpa exclusiva dos republicanos e Trump. Aprofundou a desigualdade, rejeitou publicamente a ameaça do vírus, desencorajou medidas de combate, agravou a escassez de equipamentos, testes, convocou eventos com milhares de pessoas desencorajou uso de máscaras e distanciamento, incentivou o uso de remédios sem eficácia, sugeriu que injetasse desinfetante. Condenou imigrantes, latinos e indígenas, cortou subsídios alimentares e na saúde, nomeou republicanos à Suprema Corte e outros cargos que rejeitam ações afirmativas e ciência. Trouxe desgraça aos EUA e ao planeta, influenciou países, como o Brasil de Bolsonaro e os mesmos crimes, agravados com a destruição ambiental da Floresta amazônica. O Globo publicou essa matéria, mas não cita que sem apoio do grande capital, grande mídia e fake news, Trump e Bolsonaro jamais existiriam. 

12 de fevereiro de 2021

DITADURA FECHA O CICLO

A classe dominante do Brasil (bilionários) fechou o ciclo da ditadura ao passar o controle da economia para os banqueiros do Banco Central (BC). Alega, descaradamente, que economia não é decisão da soberania política do eleitor, do voto, mas dos representantes privados dos bancos encastelados no Banco Central. Na política, forças armadas, representada pelo ex-comandante do exército no governo Dilma, general Eduardo Villas Boas, revela em livro que a alta cúpula do exército, “pressionada por empresários e pessoas da sociedade civil” em respeito à Constituição e repúdio à impunidade intimidou o STF não conceder HC (habeas corpus) para Lula responder em liberdade acusações. O ciclo ditatorial fecha com a imprensa (comunicação, informação) sob comando de seis famílias bilionárias e poderosas. Política, economia e imprensa sob controle da força, até a manada de búfalos (99%) reagir, se unir, não fugir inconsciente de um leão (1%)? 

9 de fevereiro de 2021

À LUTA PT

 Lula e PT agiram certo, pedindo a Haddad para percorrer o Brasil, abandonando o marasmo, a indefinição e informar à população o que a narrativa da ultradireita e direita escondem. Esperar o quê? Que o caos prossiga, até o “quanto pior melhor”? Explosão social para as direitas demagogicamente usarem em seu benefício? Bolsonaro explora o caos (vacina e auxílio), tem o tesouro e máquina de fake news, que os liberais sempre dispuseram e perderam para sua criatura. Que briguem. Estão divididos, mas contra o PT se unem. A oposição de esquerda e centro-esquerda também tem problemas. Falta unidade e voto e seria razoável que fizessem uma retrospectiva das últimas oito eleições nacionais, onde o PT foi o protagonista central. Não fazem. Seria irresponsabilidade do PT negar esse apoio, principalmente aos mais pobres que pagam sozinhos a fatura do caos. Que o povo se manifeste. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

8 de fevereiro de 2021

LAWFARE CONTRA O BRASIL

Lawfare é a mais moderna arma de guerra aplicada pelo Departamento de Estado dos EUA em substituição a armas bélicas. Law (lei), warfare (guerra). Uso da lei para combater o oponente (inimigo), com suporte da mídia na guerra de informações. No Brasil, os golpistas da justiça e Constituição a usaram, em 2016, através da operação lava jato. Uma aliança entre o império (EUA) e a elite venal, nacional e internacional, para derrubar a política soberana e distributiva de renda do governo do PT. Um falso argumento da corrupção condenando a política e políticos em geral para destruir e entregar a indústria naval, construção civil, o pré-sal aos EUA, desempregando milhões de brasileiros e, mais grave, usando essa campanha difamatória para prender Lula, inocente e eleger uma besta animal que corrompe, destrói, mata pobre, idoso, arma milícia, desmonta o Estado. Fora Bolsonaro, Lula livre, volta ao estado de direito. 

6 de fevereiro de 2021

TORNEIO DE CINISMO

O cinismo de Aras, Procurador-Geral da República, indicado por Bolsonaro, prevalece na política brasileira, gerida atualmente por golpistas. Um torneio de “cara de pau”. Competição que Aras, deve receber a prata e o ouro seu chefe, empresários e apoiadores. Aras não investiga, apenas saber se há elementos para abertura judicial. Algo semelhante ao que fez, Rodrigo Maia, com mais de sessenta pedidos de impeachment. Seus apoiadores pediram que aguardasse um crime. Para esses cínicos golpistas atentar contra a democracia, defender tortura, praticar “rachadinha”, armar milícia, receitar remédio falso, lotar cemitérios com milhares de mortes de pobres por descaso no atendimento da pandemia, milhões sem auxílio, sem emprego, doente e com fome não são crimes. Aras vai continuar “zeloso”, “atento” nas apurações aguardando evidências de supostos ilícitos. Acredita na balança equilibrada da justiça. 

5 de fevereiro de 2021

JOSÉ DIRCEU

José Dirceu, ex-presidente nacional do PT foi o convidado do Coletivo Lapa, PT/RJ, para fazer sua leitura e análise da política em geral. Dá uma aula e discorre sobre inúmeras contradições existentes na política nacional e internacional. Entre elas estão as do PT. Sua história dedicada à soberania, democracia e combate à desigualdade está ligada aos fatos políticos ocorridos no Brasil, desde de 64. Fundador do PT, coordenou sua ascensão ao poder que durou treze anos. Fato histórico inédito na esquerda. Seu protagonismo é a formulação política de uma estratégia rumo ao socialismo. Os inimigos da elite do atraso perceberam isso e trataram de abatê-lo (mensalão). Seu abate foi o início do que seria conhecido como lawfare (uso da justiça e mídia) até chegar em 2016 ao PT.  E prossegue. José Dirceu não pode ficar fora nessa luta gigantesca e desigual de desafios contra os poderosos. Que retorne ao seu protagonismo já. PT precisa. 

3 de fevereiro de 2021

LUTA E FRENTE JÁ

 Não dá mais para subestimar, assistir impassível a ultradireita neofascista avançar no Brasil. O ovo da serpente está formado. Esperar mudança em Bolsonaro sobre as mortes de covid, negação da vacina, desemprego, armamento da milícia, falência na economia, formação de casta nas forças armadas, destruição do meio ambiente, saque às riquezas naturais e minerais, assalto ao patrimônio público, retirada de direitos trabalhistas, é ilusão, é apostar no “quanto pior melhor”, e pode levar à conflagração social, que sem rumo, favorece à extrema-direita. Somente a campanha na rua exigindo “Fora Bolsonaro”, formação de uma frente antibolsonarista, popular e democrática, sem hegemonia partidária, pode conter o avanço da ditadura neofascista, com sua destruição e morte. Subestimar e se omitir, é cometer haraquiri. 

31 de janeiro de 2021

ESTRATÉGIA NEOLIBERAL

 Prossegue a estratégia neoliberal (Globo e mercado) em chantagear Bolsonaro com o “morde e assopra” nos seus veículos, ameaça de impeachment, derrota em 2022 para obrigar a fazer reformas administrativa, tributária, privatização da Eletrobrás, correio, independência do Banco Central e outras, só então ceder parte do controle de gastos “tetos”. Essa disputa de poder político e econômico subestima a mobilização popular da oposição devido à pandemia. Subestima milhares de mortes por descaso, falta de vacina, milhões desempregados, falta de auxílio emergencial. Tudo pode acontecer, inclusive explosão social. Nesse caso, usando de repressão a direita pode até sair fortalecida, pela falta de rumo e conscientização na revolta. Em qualquer leitura da realidade política que vive o Brasil a saída está numa campanha da esquerda, dos democratas e progressistas nas bases pelo Fora Bolsonaro, combate às mortes e fome. 

29 de janeiro de 2021

ESQUENTA O CLIMA

 O clima político esquenta. Cresce o descontentamento à Bolsonaro, que se desmoraliza no combate à pandemia (frontalmente contra a vacina); economicamente, retira auxílio emergencial para o trabalhador, consumo cai, empresas quebram, multinacionais abandonam o país; eticamente (corrupção, palavrão, racismo, entrega armas para a milícia). No meio militar acusa vice-presidente, Mourão, de falastrão e gal. Cruz o acusa de incompetente, sem preparo para o cargo. Quem vai segurar Bolsonaro? Forças Armadas, liberais do mercado, banqueiros, TVs, Congresso? 2ª. feira, dia 1/2, Congresso elege mesas da Câmara e Senado. Bolsonaro apostou deu cargos e verbas para os parlamentares, entregou dedos e mãos para o centrão. Num quadro caótico sanitário, político, econômico e ético como esse que político vai segurar o impeachment? Difícil. “Fora Bolsonaro”. 

25 de janeiro de 2021

COM BOLSONARO A CONFLAGRAÇÃO

Quais as reais condições do governo Bolsonaro? Nega atendimento à pandemia, à vacina, indica falsos medicamentos, leva milhares à morte. Na economia destrói o mercado interno, desemprega milhões, retira ajuda, fecha e afasta empresas nacionais e multinacionais. Desmonta o Estado do Bem-Estar Social, incendeia a Amazônia, entrega a madeireiros, garimpeiros e grileiros. Arma a milícia. Com ele impossível governar, sem ele o estrago está feito. Veio no “pacote” de destruição de Trump, defenestrado pela pandemia e voto popular de negros e latinos. Falta apenas a irresponsável classe dominante (bilionários) concluir e retirar o apoio, do contrário, o naufrágio. Inexiste capitalismo sem trabalho, sem vida. Esperar é apostar na conflagração, mais sangue, mais mortes, adeus impeachment. Até o momento, o impeachment pode salvar, mas garantia mesmo virá com o voto livre e soberano do povo.

23 de janeiro de 2021

UMA LEITURA NAS ENTRELINHAS

A matéria do Globo cita crescimento da reprovação a Bolsonaro, mas com a maioria contra o impeachment. Folha de SP nas pesquisas dando sempre 30% na aprovação. Essa é a estratégia dos liberais. Na política a narrativa é da grande mídia, restam entrelinhas. Moral da história: para os liberais ainda não é hora de tirar Bolsonaro. Não há garantia de que seus interesses serão preservados, após o desgaste com o golpe.  Prossegue o “morde e assopra” em “banho Maria” e o garrote contra o povo. Neofascismo negando o vírus, ajuda emergencial, emprego, matando e ameaçando à democracia. Neoliberais, preservando o “Deus mercado” ditando na economia o que lhe serve até surgir um “salvador da pátria”, um Tancredo Neves. Eles tbm só pensam “naquilo” (2022). Mas, há um preço: limite na destruição, mortos, insatisfação. Nesse caso, vem impeachment. Para a oposição: Impeachment já. 

22 de janeiro de 2021

FORÇAS AMADAS, NÃO ARMADAS

 Cadê as Forças Armadas, seus aviões, navios, lanchas, hospitais, médicos para atender o colapso sanitário do Amazonas e do país? A guerra que o país sempre enfrentou e enfrenta é interna, não externa. Milhares de mortes por Covid-19, falta de vacina, oxigênio, atendimento hospitalar. Milhões sem emprego, renda. Não é estado de defesa, resquício da ditadura, idolatrada por Bolsonaro, com medidas coercitivas, repressivas à liberdade de pensamento, expressão, organização e reunião. O que o Brasil precisa urgentemente é estado de direito, impedimento e punição de um presidente da República genocida, negacionista da ciência e da democracia, que está levando o país à destruição e o caos. Estado de direito que retire decisões monocráticas da justiça, do Congresso, do poder executivo, democratizando-os.  Fora Bolsonaro. 

20 de janeiro de 2021

O IMPASSE

 A dificuldade de explicar a vitória do neofascismo de Bolsonaro e Trump está em entender as contradições do capitalismo em vigor e a sociedade de classe vigente. Quem são? Ninguém chega ao cargo mais alto da República, sem apoio da classe dominante (bilionários). Nos EUA a ala mais reacionária (republicanos) apoiou. No Brasil, setores empresariais conservadores e reacionários, da cidade e do campo deram apoio. Lá, o bipartidarismo facilitou a derrota de Trump. Aqui, impasse. Governo oriundo de golpe, submisso aos EUA, viés antinacional, oposição de centro-esquerda. Moral da história: apesar de negacionista da ciência e democracia, milhares de mortes de Covid-19, milhões de desempregados, depressão, crise ambiental a classe dominante dá apoio. A crise se agrava, o desespero cresce, surge ameaça de golpe no golpe. Não se sustenta, aprofunda crise, destruição, perseguição, censura. Quem leva vantagem? 

19 de janeiro de 2021

IMPEACHMENT DE TRUMP

 O impeachment de Trump e punição exemplar pelos crimes cometidos, golpe que planejou e invasão do Capitólio não se compara Nixon, tbm impichado, nem a outros casos. São “fichinhas” diante de Trump. Deixar de puni-lo é declarar que o crime de traição à pátria, golpe à democracia, sonegação fiscal está liberado aos presidentes. No Brasil a impunidade aos ricos, empresários e militares de 64, com a anistia, repercute no Brasil de hoje. Bolsonaro, Mourão, Vilas Boas, Heleno e outros são filhotes da ditadura e exemplos de como sai caro ao país não punir. Nos EUA, mais grave, país referência de democracia do ocidente, usar o argumento conservador de medo de que a punição possa provocar mais divisões e violência é falacioso e joga o país no precipício. No Brasil a punição exemplar à Trump servirá de exemplo ao seu subordinado tupiniquim, Bolsonaro, seus apoiadores. 

18 de janeiro de 2021

IMPEACHMENT JÁ

 Oxigênio ou Bolsonaro? Ele é o inimigo mortal. Em curso uma política de extermínio. Inúmeros crimes e nada acontece. É terrível ver pela TV milhares de pessoas morrendo nos hospitais de Manaus por falta de oxigênio podendo atingir outras cidades. Impossível impedir a tragédia com um negacionista da vacina no comando do país. Mas, Bolsonaro, ainda mantém três aliados poderosos: as plataformas digitais desreguladas que atingem milhões de pessoas diariamente cativas por ideologia e captura de dados e perfis com fake news, explorando os desinformados e excluídos pelas mazelas do capitalismo; Forças Armadas capturada por oportunismo de benesses e ideologia; mercado financeiro ainda sem garantia de voto e temeroso com a volta da esquerda. Por tudo isso, o impeachment é a palavra de ordem que pode mobilizar e unir, mesmo com pandemia, povo e a oposição em desespero pelo caos. Impeachment já! 

15 de janeiro de 2021

O COLAPSO DO BRASIL

O colapso que atinge Manaus na saúde é o colapso que vive o Brasil em todas as áreas. É de chorar assistir o desespero da área de saúde, familiares desesperados vendo entes queridos morrerem por falta de atendimento, vaga nos hospitais, cilindros de oxigênio. Faltando oxigênio no Estado pulmão do mundo. O genocida Bolsonaro é a criatura que comanda a chacina, mas foi e é apoiado pela elite agrária e financeira, unida para assaltar o Estado, usando a pandemia para eliminar os improdutivos do mercado de capitais, pobres, negros, idosos. Um roteiro de terror. Não dá para prever o desenlace dessa tragédia, enquanto a oposição estiver acuada pela pandemia, mas o copo está cheio. A única certeza é que sem fora Bolsonaro e a volta do Estado de Direito (soberania e democracia, sob o crivo do voto livre e soberano) não se vislumbra saída. 

14 de janeiro de 2021

CORRERIA DOS FATOS

Impressiona o número acontecimentos e fatos políticos ocorrendo instantaneamente no Brasil e no mundo. No Brasil, greve de caminhoneiros, eleição no Congresso, demissão no banco do brasil, disputa pela vacina, fechamento da Ford. Nos EUA, golpe, impeachment de Trump, invasão do Congresso. Fatos que interferem na vida do brasileiro. Fatos ou internet tornaram tudo rápido? Ao mesmo tempo milhares de notícias e opiniões por facebook, whatsApp, twitter, instagram. Inúmeros analistas lançando reflexões pelo Youtube. No Brasil, a presidência da República ocupada por insano e caricato que ameaça a vida, a economia, o meio ambiente. O escritor, Jessé de Souza, coloca lenha na fogueira e crítica à esquerda por não enxergar a essência do problema: elite moralista (e racista) que usa a corrupção para atacar a política, se perpetuar no poder elegendo neofascista e neoliberal, que viram revolucionários para alguns.  

12 de janeiro de 2021

DILEMA PARA 2022

 O maior desafio da oposição até 2022 é derrotar o neofascismo bolsonarista. Nada supera essa meta. A dificuldade está na pandemia que faz a oposição recuar das ruas. A derrota do trumpismo foi importante à nossa luta, mas as realidades são distintas. Lá, o bipartidarismo impôs a frente única. Aqui, o liberalismo apoiou e apoia a ultradireita temendo o retorno da oposição petista golpeada, que tem voto e aprovação. O trumpismo tupiniquim é subserviente ao império pelo apoio ao golpe. Toma medidas que agradam aos liberais, como desmonte do Estado, entrega das riquezas e arrocho dos trabalhadores. Tem apoio de empresários, grande mídia, forças armadas. Sua gestão é morte na pandemia, destruição na economia, apenas interessa a eleição de 2022. Nesse ponto, uma contradição com os liberais que querem retomar o protagonismo político. A destruição não oferece “céu de brigadeiro” a ninguém e é insustentável. 

8 de janeiro de 2021

soberania do voto

A participação do eleitor bem acima do esperado, fato político inédito, salvou os EUA de um golpe anunciado e sua desmoralização. Fica óbvio ouvindo, lendo, assistindo Trump e seus apoiadores. Tinha apoio político (Republicanos), econômico (parcela do empresariado), sistema jurídico amparado num sistema eleitoral arcaico, cheio de brechas. Teria mais votos do que na última eleição (2016), obteve 4 milhões a mais. Contava com a captura e manipulação por fake news de dados e perfis de milhões de pessoas das redes sociais ressentidas com as mazelas políticas, mas alienada da realidade. Tudo planejado e nos conformes, mas, como dizia Garrincha, faltou combinar com os russos, o eleitor. A mídia conservadora tenta atribuir a vitória às instituições fortes americanas. Inverdade. Nada mais corrompido e destruído pelos liberais do que essas instituições. A pergunta agora serve ao Brasil. E se Trump fosse reeleito? 

7 de janeiro de 2021

INVASÃO DO CONGRESSO DOS EUA

 Sob narrativa conservadora dos meios de comunicação é difícil entender o que de fato está acontecendo nos EUA, com a invasão do Congresso e no Brasil. Primeiro entender EUA, depois Brasil, seu satélite. Por trás uma grande crise avançando no capitalismo do império. Crise que em 2001, governo Bush detectou como de energia. Um “ataque terrorista” do inimigo ameaçador justificou medidas autoritárias, como a invasão do Iraque e outros países de grandes reservas de petróleo. Veio poderes para os órgãos de segurança dos EUA capturar dados e perfis dos cidadãos americanos e se espalhou pelo mundo. Esses dados chegaram às mãos da ultradireita e elegeram monstros, como Trump (EUA) e Bolsonaro (Brasil). A elite americana anda desesperada com declínio do império, agravada em 2008, com a pandemia e o avanço comercial da China. No Brasil, o quadro se agrava devido a elite colonial do atraso ser submissa. 

3 de janeiro de 2021

UMA ESTRATÉGIA DE LUTA PARA 2021 E 2022

 O OVO DA SERPENTE

“Ovo da serpente” filme de Ingmar Bergman, de 1977, se passa em Berlim, novembro de 1923, representa acontecimentos econômicos e sociais que pavimentaram a plena ascensão do nazismo. Por analogia com a serpente, suas causas trazem mortes e destruições. A chocadeira ocorre com profunda depressão, crise econômica, inflação, alta taxa de desemprego, insegurança, instabilidade sócio-política-ética e moral. Essas distorções na Alemanha levaram ao conflito mundial de 1938 a 1945, com milhões de mortos, feridos e mutilados. O nazifascismo produz líder autoritário, propaganda enganosa, isola a massa do mundo real, conduz ao imaginário, explora o analfabetismo político (pessoas que não participam, não discutem, não falam, nem entendem e odeiam políticos e a política em geral, pois consideram todos corruptos e inimigos). Confiam e entregam todas as iniciativas e soluções a um líder autoritário, um “salvador da pátria”, um oportunista de ocasião. No Brasil esse quadro se agrava com milhares de mortos e infectados por uma pandemia estimulada por líder autoritário que ocupa presidência da República. Síntese: Os ingredientes para a serpente chocar seus ovos estão claramente colocados. Resta a oposição, dessa vez, agir e impedir que propague seu veneno, que infelizmente não aconteceu na Alemanha

O CONCEITO BOLSONARO. SEU SIGNIFICADO

No programa TV247 entrevista com Léo Ao Quadrado (acho que o nome é esse) abordou como a esquerda está enfrentando o fenômeno Bolsonaro. Na visão de Léo a esquerda está totalmente equivocada.  A esquerda perdeu o “time” na forma de comunicação e enfrentamento à Bolsonaro e tbm aos neoliberais porque insiste numa estratégia de argumento e discussão que se demonstra errada. Bolsonaro segue uma estratégia política que tem base e público. A mesma que elegeu Trump. É científica, se baseia na realidade e no sentimento de numeroso público dominado pela desinformação, alienação, individualismo extremado, antipolitica cultivada, revolta com a situação pessoal, que condena arbitrariamente a política, o político em geral por desmandos e corrupção. São os famigerados analfabetos políticos sem noção exata de quem é corrupto, onde começa, quem promove, por que e qual o sentido dessas campanhas moralistas. Esse público é racista, machista, absolutamente impregnado pelo ódio, por tudo que sofre, mal informado, sem entender. Esse público, sem transparência e visualização, ganhou espaço e voz com as novas tecnologias. Megas redes e plataformas digitais capturaram os dados, perfis, que foram parar nas mãos da extrema-direita. Aconteceu na eleição de Trump (EUA), derrotado por um acidente de percurso (inédita e histórica participação do eleitor). Contavam, como de fato ocorreu, com crescimento eleitoral e a judicialização e pressão política dos Republicanos no frágil, desmoralizado e arcaico sistema eleitoral norte-americano. No Brasil, o PT, a esquerda precisa refletir esse fenômeno internacional, priorizar ações estabelecendo metas para 2022 (eleição que pode nos devolver a esperança). Como enfrentar o fenômeno, estratégia que dá suporte a Bolsonaro (a mesma de Trump) e tudo que representa, envolvendo corporações do capital, empresas multinacionais e nacionais, com suas contradições nesse quadro (uns ganhando outros perdendo). Empresário produtivo nacional voltado para o mercado, sem emprego e renda, vai fechar. Empresário exportador incomodado com as provocações bolsonaristas à China, nosso maior mercado consumidor. O mercado financeiro, as novas tecnologias, a bolsa de valores (especulador e investidor de papéis) aparentemente ganhando com a pandemia, que os favorece, na compra pela internet e no endividamento do Estado e contribuinte, com o crescimento da dívida pública ao adquirir título desvalorizados e ganhar na venda. Na passagem do ano de 2020, Ernesto Araújo e Bolsonaro, deram a “dica” dos inimigos bolsonaristas, listando 13, são eles: 1) grande mídia, 2) narco-socialismo, 3) corrupção, 4) bandidagem em geral, 5) sistema intelectual politicamente correto, 6) climatismo, 7) racialismo, 8) covidismo, 9) terrorismo, 10) multilateralismo antinacional, 11) abortismo, 12) ideologia de gênero, 13) trans-humanismo. Importante frisar que em qualquer desses campos de discussão a esquerda ao tentar aprofundar o debate vai perder tempo (que não dispõe) e uma tarefa complexa, pois seu gado está fechado, desinformado, impregnado de ódio e temos prazo, 2022. Não se trata de fugir do debate, mas estratégia para conquistar ou reduzir parte de seu rebanho. Aborto, por exemplo, é uma discussão complexa, carregada de preconceito, impregnada na maioria religiosa da população. Veja no discurso dos bolsonaristas sua complexidade nesse tema, após a descriminalização do aborto na Argentina: Damares “Agradeço a Deus por nosso país ser majoritariamente pró-vida”, Ernesto Araújo “O Brasil permanecerá na vanguarda do direito à vida e na defesa dos indefesos, não importa quantos países legalizem a barbárie do aborto indiscriminado”, Bolsonaro “No que depender de mim e do meu governo, o aborto jamais será aprovado em nosso solo”. Levar essa ou outra discussão para um público preconceituoso, conservador, religioso é desgastante, toma tempo e resultado eleitoral pífio. Nosso público, eleitorado, ativista, militante, está a favor do aborto e outras iniciativas liberalizantes.  A estratégia do PT, esquerda, oposição é mudar o eixo dessa discussão, ir para outro campo que eles não tem como responder, não dominam, não enganam (evitar os treze citados por Ernesto Araújo). Tocar onde todos estão sendo atingidos, na barriga: a economia, falta de renda, fome, falta de ocupação. Esse campo de argumento tbm atinge empresário, pois sem mercado de consumo, sem emprego e se atritando com a China vão à bancarrota. Não precisa citar Lula. Não precisa xingar Bolsonaro. Vão concluir, lembrar que no governo Lula o mercado cresceu, com emprego e renda. O Brasil chegou a 6ª potência mundial e está na 12ª posição. A importância da Petrobras, do pré-sal não é para quem tem carro na gasolina, mas na energia presente no custo de vida, na inflação, nos alimentos. Os mais intelectualizados e informados da classe média distantes desse rebanho bolsonarista pode chegar à militantes próximos, formadores de opinião e repassar os argumentos estratégicos. Bolsonaro é um mentiroso contumaz, nunca foi evangélico, a esposa abortou, corrupto, ligado ao crime organizado, antidemocrático, terrorista, torturador, mas mantém um rebanho desinformado e do ódio. A esquerda precisa fazer teste de paciência revolucionária, enfrentar a estupidez descolada da realidade por fake news e internet. Discutir costumes tem mais complexidade, renda e emprego não. Cada militante do PT e da esquerda se torna enfermeiro, aplica a vacina contra o vírus do fake news, ajuda na reflexão, na inteligência, imuniza. Esquerda e PT cometeram e vão continuar cometendo equívocos, mas terá sempre de superar, tirar lições, corrigir. Esquerda é a única esperança de mudanças para o país e o povo. Tirar lição do passado onde Getúlio se suicidou, Jango se exilou, mas PT e Lula resistiram, não recuaram frente ao inimigo. O PT não é PTB, é mais forte e organizado. Portanto, houve avanço. A esquerda, principalmente o petista, precisa fazer rápida reciclagem, recuperar energia, mudar, confundir o inimigo com tática e estratégia nova. Jamais subestimar o inimigo, conhece-lo bem, não perder o foco. Bolsonaro tem suporte de uma inteligência cientifica e tecnológica, repete o que mandam. Em 2022, está prevista uma batalha, é preciso se preparar desde já, levar o inimigo para o terreno propício de guerra, onde está exposto. No debate sobre aborto e outros de costumes evitar a armadilha. Certa inverdade é mais difícil e demorada de reverter, falam de tirar a vida, desinformam os ausentes da realidade. A esquerda e oposição precisa chegar no terreno inimigo com paciência, política e diplomacia. Questionar onde não há resposta: emprego, renda, alimentação, saúde, violência, educação, moradia, leis sociais, trabalhistas e aposentadoria retiradas. Nesse campo o PT e Lula no poder “bombaram”. Simples assim. O discurso do ódio está colocado e é explorado por Bolsonaro (não é ele, mas importado), seu rebanho foi cientificamente selecionado. Esse sentimento de ódio impede, trava a compreensão. Até a vacina causa atrito, mas a realidade vai se impor. Sintetizando: discutir e refletir sobre o mais óbvio. Antonio Negrão de Sá

31 de dezembro de 2020

2020, ANO QUE NÃO TERMINOU

 Para 2021, a dupla golpista, neofascista e neoliberal, impõem um ciclo de devastação e terror ao povo e ao país. Ciclo criminoso: de um lado, neofascismo ataca com agenda de costumes medievais (racismo, machismo, perseguição gay, aborto, meio ambiente, violência policial, corrupção, milícia), empurra o povo para o paredão da morte na pandemia, seguindo orientação do mercado. De outro, neoliberalismo aperta o garrote contra o Estado, retira direitos trabalhistas, retira receitas oriundas do capital, corta gastos sociais, endivida o governo federal obrigando a emitir (vender) títulos desvalorizados, ampliando dívida pública do país e do contribuinte. O suporte ao terror quem dá, pela ordem, é forças armadas, grande mídia, Estado, mesas do Congresso, PGR, parte do STF. Aproveita a pandemia, que afastou a oposição da luta. A saída somente ocorrerá com o “Fora Bolsonaro” e o volta Lula (estado de direito). 

30 de dezembro de 2020

NEOFASCISMO X NEOLIBERALISMO

 É preciso entender que a atual disputa entre neofascismo (bolsonarismo) e neoliberalismo (mercado financeiro, Globo) para chegar competitivo na eleição de 2022, é impedir a volta do PT. Bolsonaro bombardeia candidaturas neoliberais (Moro, Mandetta, Dória, Huck). O dilema das duas direitas é quem vai para o segundo turno em 2022. Um terá o apoio do outro para impedir a volta do PT. Surge em setores da pequena-burguesia (classe Média) a proposta que PT recue e apoie outro partido, de centro (neoliberal) ou centro-esquerda para derrotar Bolsonaro. Mas esses partidos e candidatos não colocam na sua agenda a volta do estado de direito, a reconquista dos direitos dos trabalhadores retirados. O neoliberalismo elegeu, mantém Bolsonaro pelas benesses retiradas do trabalhador, golpeou a democracia, sustenta desigualdade, prendeu Lula. Ao PT só resta o “Fora Bolsonaro e volta Lula (estado de direito) 

27 de dezembro de 2020

OS DILEMAS DE 2021

 Nunca o mundo se defrontou com um ano tão complexo e incerto quanto 2021. Pandemia, declínio americano, crescimento chinês devem dominar as atenções mundiais. Efeitos da vacina privada e onerosa que atinge apenas 14% da população mundial. Vacina chinesa testada, barata com chance aos países pobres. O que representará a eleição de Biden? Um mundo de paz, sem guerra, sem golpes ou retorno da dominação econômica dos EUA? EUA e China será uma reprise de URSS, da guerra fria? A guerra nuclear estará descartada? No Brasil, como será encaminhado o oportunismo histórico da oposição (principalmente esquerda e centro-esquerda) frente à desigualdade, destruição e injustiça perpetrado pelas classes dominantes (bilionários) desde sempre? Vão conciliar com o golpe ou exigir retorno do estado de direito, correção nas conquistas trabalhistas, sociais e previdenciárias? Que 2021 traga luz, paz e justiça a todos. 

26 de dezembro de 2020

O QUE FAZER?

 O que fazer ou por onde começar? Reflexão clássica de Lenin, início do século, para enfrentar o inimigo ideológico da época. Dividiu sua ação em três etapas: ação política, organização da ação, construção de organização de combate. Mais de um século após, Brasil, enfrenta uma guerra uma pandemia, que ceifa milhares de vidas, subnotificada e subavaliada. Um pais à deriva, sem oposição organizada e unida (recuada com a pandemia), plano, estratégia para impedir um presidente da República insano, sua política de extermínio, holocausto do milênio contra a raça pobre e indefesa. Pura covardia. Um presidente que entre economia (privada) e saúde pública (vida) abraça a economia, recebe apoio da classe dominante (bilionários), forças armadas, STF, mesas do Congresso, meios de comunicação. Resta a palavra de ordem “Fora Bolsonaro, volta Lula”, sensibilizar formação de uma frente popular e democrática antifascista. 

24 de dezembro de 2020

PRISÃO DE CRIVELLA

O senso comum de gerações de brasileiros não conhece condenação das elites econômicas (bilionários). Operação lava jato representou uma farsa neoliberal, desmonte e desmoralização da ordem jurídica, perseguição a adversários (PT), que atrapalhava planos gananciosos (dos EUA) de olho no pré-sal, nas construtoras multinacionais brasileiras (Odebrecht e outras), concorrentes das multinacionais americanas. Essa devastação criminosa no erário público tem aval desses bandidos da elite clássica. Quebrou empresas, ao invés de punir dirigentes, desempregou milhões, roubou o pré-sal. O caos na justiça, na aplicação das leis nos crimes da família Bolsonaro tem origem na lava jato.  Crivella, seus crimes e desmandos com sua prisão, tbm. Assim será daqui para frente. Ultradireita bolsonarista assumiu Estado golpeado, sem ordem jurídica e terra arrasada. Só há uma saída: Fora Bolsonaro, volta Lula (estado de direito). 

23 de dezembro de 2020

O GADO DO CAPITALISMO

O gado Bolsonarista é mais fácil explicar, é atraso da classe dominante brasileira (bilionários), que ainda vive no período da colônia, da escravidão, mas e os gados dos países mais desenvolvidos que se insurgem contra o isolamento social e os cuidados normais com a proliferação da pandemia? Vivem atropelados por novas ondas de infecção e mortes. São gados alimentados por anos pelo capitalismo. Alienados. Em plena pandemia incentivados pelo establisment a trabalhar e consumir. O capital se lixa com as vidas, sabe que dispõe de uma rede, um exército de reserva carente de emprego. Os patrões sim, se isolam, se cuidam, tem atendimento médico especial. Pandemia é um retrato de como se dá a luta de classe. No Brasil o enfrentamento passa pelo “fora Bolsonaro genocida”, volta Lula e o estado de direito. 

22 de dezembro de 2020

A BOLHA BOLSONARISTA

 A bolha que representa o governo Bolsonaro não se localiza apenas nele. Quem o apoiou, o elegeu, o sustentou e sustenta até hoje está envolto nessa bolha. A í se incluem a grande mídia, principalmente o Globo, banqueiros, mercado de capitais, empresários, partidos políticos. Por oportunismo se posicionam contra, mas na realidade nada fazem para tirá-lo, “mordem e assopram”. Por quê? Na verdade, são oportunistas, exploram o bônus (lucros e ganhos de capital), condenam o ônus (sandices nos costumes, na pandemia, meio ambiente, aparelhamento do Estado, disputa pela hegemonia política). Seus apoiadores e aliados temem, sobretudo, a volta do PT. Esse o verdadeiro demônio para os liberais (direita oligárquica clássica). A bolha pode explodir a qq momento. Inúmeras contradições. Na teoria da conspiração a pandemia está aliada ao capital, o recompõe, não mata bilionário, neutraliza a oposição. 

20 de dezembro de 2020

PT E MAIA

Há coerência no apoio que o PT dá ao grupo de Rodrigo Maia no enfrentamento ao bolsonarismo. O PT não é adepto do “quanto pior melhor”. Bolsonaro está conduzindo o Brasil à destruição. O PT não pode admitir milhares de mortes por descaso com a pandemia, destruição de milhões de vagas de emprego, armamento da população, ligação com o crime organizado, corrupção, atentados à democracia, incêndio da Amazônia, apoio à ditaduras e torturas. Não pode ficar passivo assistindo crimes bárbaros diários do presidente, sua família contra o povo. Não é o PT que está revendo sua posição. O PT foi vítima do golpe que elegeu Bolsonaro. Quem está revendo posição é Maia e seu grupo, que o apoiou, segurou e segura pilhas de processos de impeachment. Derrotar Bolsonaro em todas as frentes, no Congresso, na eleição de 2022, retomar o Estado de Direito. Esse é o desafio. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

16 de dezembro de 2020

A ELEIÇÃO QUE NÃO TERMINOU

 Ingenuidade supor que a eleição nos EUA foi concluída. Fica claro que o golpe eleitoral estava armado. Jamais imaginaram a participação que teve. Fato inédito. Trump cresceria, como aconteceu, mas Biden superou todas as expectativas. Uma diferença apertada de votos seria usada como fraude e um sistema judicial poderoso seria usado, além do apoio político dos republicanos. Por tudo que aconteceu e vem acontecendo nas manifestações e atitudes de Trump e dos Republicanos isso está claro. A eleição mostrou o descaso como é tratado o processo eleitoral, seu sistema sujeito a inúmeras contestações e fraudes. As contradições dos supremacistas brancos com a crise social e econômica vai se ampliar. O declínio econômico, o endividamento impagável e o avanço comercial e econômico da China será a tônica a partir de 2020. Impérios sempre caem. O que farão? E o protagonismo eleitoral com Biden, como fica? 

14 de dezembro de 2020

INTERDIÇÃO JÁ!

 A interdição cabe quando uma pessoa se mostra absolutamente incapaz de exercer suas funções. O que falta para brasileiros ainda duvidarem que esse é o caso do neofascista Bolsonaro? Um macro cemitério? A pandemia avança tirando milhares de vida, o governo debocha e lança um plano de vacinação com nomes falsificados de cientistas, sem data e sem vacina. Moral da história: fascista e genocida não é apenas Bolsonaro, mas todos que o apoiaram contra Dilma e o PT e continuam apoiando, como a grande mídia (Globo, Estadão, Folha), as mesas do Congresso, o STF, FHC, Huck, Dória, empresários e partidos (PSDB, DEM, MDB, PP, PSD e outros). A pandemia está sendo útil a esses criminosos, pois mantém a oposição fora das ruas, principalmente o PT e ajuda a manter a agenda regressiva dos costumes (bolsonarista) e da economia (neoliberais). Fora golpistas, volta Lula. 

12 de dezembro de 2020

ELEIÇÃO NO CONGRESSO

 

Essa guerra entre governo e Congresso tem lógica, pois define o controle político do país. O Brasil adotou um presidencialismo envergonhado, híbrido. Grande parte dos constituintes de 88 defendia o sistema parlamentarista, que o povo recusou em duas consultas. O parlamento pode tudo, sem ele não se governa. Cassou arbitrariamente Dilma, engavetou impeachment contra o corrupto Temer, segura os crimes de Bolsonaro. Nessa eleição, as direitas se enfrentam pelo poder político, de olho no PT. Neofascismo, é regressivo nos costumes, racista, negacionista, genocida e o neoliberal, regressivo na economia, antidemocrático, antipovo trabalhador. Decisão salomônica, difícil. Restam duas alternativas: candidatura própria, marcar posição, mas perder ou oposição se unir, afastar o fascismo, conter reformas neoliberais, retornar estado de direito, ocupar Comissões da Casa.  

10 de dezembro de 2020

XEQUE-MATE

 Acabou, Bolsonaro! Seu prazo de validade está definido: 25 de janeiro, data fixada por Dória (governador de S. Paulo) para aplicar a vacina da China, testada e aprovada. O negacionismo da ciência e da vida implodiu a estratégia bolsonarista para 2022. Sem plano B não há mais tempo. Agora será pressão pela vacina e vida de todo o Brasil. O criador neoliberal do antipetismo, dito de centro, venceu a disputa contra a criatura da estupidez política e demência. Para o povo pouco importa a coloração política da vacina, em xeque a vida. Supremo Federal, Congresso Nacional, Forças Armadas, reguladoras internacionais, TODOS, defenderão vacina já.  Se insistir, Bolsonaro, pode encurtar seu mandato. A milícia e liberação de armas não lhe dará salvo-conduto. Fora Bolsonaro, salve a vida. 

6 de dezembro de 2020

O PT E O FUTURO

 

A lição que PT (direção e base) precisa extrair desse processo político brasileiro é, acima de tudo, o entendimento da sua responsabilidade indelegável nas esperanças do povo brasileiro. O Brasil vive um cenário brutal de destruição das conquistas sociais do povo. Para derrotar a experiência petista de governo os conservadores neofascistas e neoliberais se uniram e golpearam às instituições democráticas. Moral da história: perderam na luta política e precisaram de golpe para impor sua ordem. Austeridade, “tetos” de gastos, estado mínimo agrava e aprofunda a desigualdade, tornando insustentável a governabilidade neofascista e neoliberal. Em 503 anos apenas o PT atingiu o poder político, devido ao seu histórico envolvimento no trabalho de base. Muitas armadilhas forçando a delegação de seu protagonismo histórico. Antipetismo é a ideologia do inimigo. Retornar às bases para governar é a única alternativa que resta ao PT.

4 de dezembro de 2020

USO POLÍTICO DAS VACINAS

 Nas três versões de vacina a vida do povo brasileiro está sendo sordidamente manipulada, como cobaia política, pela ultradireita e direita neoliberal. A bolsonarista, dá exclusividade à vacina de Oxford/AstraZeneca (inglesa), em colaboração com a Fiocruz; a Corono Vac, da farmacêutica chinesa, em colaboração com o Instituto Butantan, é usada pelo governador de S. Paulo, Jorge Dória, para viabilizar sua candidatura à presidência da República e a vacina experimental dos EUA, Pfizer, tbm apoiada pelos neoliberais, atropela protocolos, exige condições especiais de refrigeração onerosas, manutenção e distribuição. Moral da história: O Brasil comandado por uma classe dominante insustentável, apodrecida (bilionários direitistas e ultradireitistas) dá mais uma clara demonstração de descaso com a vida de 200 milhões de brasileiros vulneráveis. Prioriza, acima de tudo, seus mesquinhos interesses de classe. Fora golpistas, volta Lula. 

2 de dezembro de 2020

VITÓRIA DE "PIRRO"

 

A campanha “PT perdeu” promovida pela rede Globo é, no mínimo, tendenciosa e falsa. Vencer eleição é apenas uma etapa. Importante é governar. Esses prefeitos vão encontrar o país em crise e suas prefeituras com finanças destruídas pela pandemia e descaso federal. Eduardo Paes, por exemplo, governou com os bilhões de reais que o PT repassou para o PAN e a Copa do mundo. Nunca o RJ havia recebido um tostão do governo federal, desde 1960. Esse foi seu milagre de gestão. Agora vai receber com endividamento de 10 bilhões. Em meses sua popularidade desaba. Assim com a maioria das prefeituras. O governo federal de Bolsonaro, que teve e ainda tem o apoio neoliberal (mercado financeiro e Globo) vai entrar em crise profunda devido ao desastre de sua gestão. Portanto, vitórias de “pirro”. O PT é o único partido que mantém seus 30% de aprovação e apoio. Fora Bolsonaro, fora golpistas, volta Lula. 

30 de novembro de 2020

LIÇÕES DA HISTÓRIA

A oposição de esquerda e a democrática, no Brasil, não acertaram ainda o enfrentamento com a direita, desde a proclamação da República. A burguesia continua influenciando a oposição, com o monopólio da versão dos fatos. Aconteceu no Getulismo em 54, Janismo em 64, Brizolismo em 89, Petismo ou Lulismo, em 2016. O exército da oposição confunde e atira errado. Cabe aos estudiosos fazer a análise histórica. O pós-PT tem equívocos: Lula vacilar e não sair candidato em 2014, Dilma vitimizar, não socializar o golpe (buscar amparo nas massas), Haddad não aceitar candidatura em SP, Freixo desistir no RJ e, mais grave, oposição comprar a versão do antipetismo, que aniquila estado de direito e amplia a desigualdade. Moral da história: a oposição ainda não conseguiu enxergar o inimigo principal de classe e se afasta do aliado principal: a massa. É preciso não desanimar, eleição é batalha, não a guerra final. 

27 de novembro de 2020

HOSPITAL BRASIL

 A pandemia coloca o Brasil numa macro enfermaria com três doenças graves: Covid-19, crise econômica, desigualdade social, produzidas e mal geridas pelas elites dominantes (bilionários). Na UTI a Covid-19 e três versões de vacina: Oxford (inglesa), Pfizer (multinacional americana) e chinesa. No meio uma disputa política, comercial, ideológica, envolvendo corporações farmacêuticas ocidentais inimigas da concorrente vacina comunista chinesa. Na direção do hospital Brasil, um médico louco, Dr. Bolsonaro, que receita cloroquina, tratamento anticientífico e encomenda 100 milhões de doses da vacina de Oxford (não comunista), mesmo sem os testes e dados científicos liberados, com doses erradas, sem testar pessoas acima de 55 anos. O hospital Brasil, com 210 milhões de pacientes, aguarda, submissa e pacificamente, o falso doutor Bolsonaro receitar e organizar a fila da morte. Fora Bolsonaro, volta Lula. 

26 de novembro de 2020

A ELEIÇÃO DE BOULOS

 A eleição em S. Paulo, não resta dúvida, deixará a direita neoliberal sem dormir de sábado para domingo. Prefeitura de S. Paulo é mais forte do que qualquer estado brasileiro. É plataforma e base principal de lançamento de candidaturas à presidência. A crise econômica prevista a partir de 2021 coloca em cheque e agrava diretamente o neoliberalismo, principalmente no pós-Bolsonaro e pandemia. Coloca também em cheque um desafio à esquerda e à oposição brasileira na definição da principal contradição da política brasileira, desde de 2016: neoliberalismo versus petismo. Fazendo analogia com EUA e ocidente a contradição geopolítica que faz com a China. Na essência, está a falência e insustentabilidade do neoliberalismo. No Brasil, precisa ficar claro à oposição e esquerda real, não a idealizada, no pós-eleição, que o antipetismo fez e faz mal ao país e representa uma afirmação, um conceito claro de apoio à DESIGUALDADE. 

24 de novembro de 2020

ELEIÇÕES DOS GOLPISTAS

 A eleição proposta pela velha direita, que vem se apresentando de “centro”, correu como queria: isolar esquerda, principalmente PT e extrema direita bolsonarista (o bode da sala). As regras de democracia dessa direita são de alienação: com pandemia, sem debates, inúmeros partidos, campanha restrita, temas locais, mídia monopolizada. Enfim, porteiras fechadas, sem abordar, desemprego, mortes pelo vírus, milícias. No comando, em primeiro plano: sistema financeiro, industriais, mídia dos bilionários. Em segundo plano, elites do Congresso, judiciário, MP, militares. Venceram, mas não convenceram. A luta continua. Toda a esquerda perdeu, exceto Psol que dobrou de 2 para 4 prefeituras e tem mais duas em jogo no 2º turno. Mas o Brasil não é uma ilha. Por trás está a crise insustentável do capitalismo. Neoliberalismo falido. A partir de 2020 só uma palavra de ordem pode unir à esquerda real: combate à DESIGUALDADE. 

21 de novembro de 2020

CONSCIÊNCIA ANTIRRASCITA E DE CLASSE

 

 

O espancamento até a morte por seguranças brancos de um supermercado de, João Alberto Silveira Freitas, negro, dia 20, Dia da Consciência Negra, pode ou não mudar a história do racismo e outras lutas identitárias e de classe no Brasil, tudo no mesmo pacote. Há fatos e fenômenos fortuitos como esses, que ocasionam mudanças, revoltas, revoluções, agravado com o negacionismo e racismo que a elite branca colocou na presidência da República. O Brasil atravessa uma grave momento de crise e falta de perspectiva, que vai crescer a partir das eleições de 2020. Precisa ser passado à limpo. O racismo está absolutamente comprovado por estatísticas, pesquisas, ciência. Sua origem está embutida na escravidão colonial e desigualdade produzida por ditaduras e golpes dos brancos, regimes de terror e tortura que negam direitos ao negro, mas também ao branco. Só a luta pelo socialismo, soberania e justiça pode libertar. 

20 de novembro de 2020

APURAÇÃO SUSPEITA NAS URNAS

É notória a parcialidade do ministro do TSE e STF, Barroso, com a Globo, desde a operação lava jato. A Globo é a metralhadora giratória, ponto 50, do mercado financeiro, que comandou o golpe, em 2016, a farsa da prisão de Lula, elegeu, Bolsonaro, difundiu o antipetismo. Usa sua poderosa máquina de formação ideológica para impedir o retorno da democracia, o Estado de Direito, o volta, Lula. Em qualquer sistema eleitoral TOTALIZAÇÃO de voto é ponto vulnerável. Barroso, retirou o acompanhamento de 27 unidades estaduais para ficar sob sua égide. Ficou claro o direcionamento (corrupção eleitoral) da apuração, privilegiando partido apadrinhados da Globo (PSDB, DEM, MDB e outros), retardando da oposição, numa proporção de 90% para 30%. Os argumentos de, Barroso, custos e hackers não se sustentam. Pelo visto, a nova modalidade de golpe com suporte da justiça antecipou e garantiu 2022. Fora, golpistas. 

19 de novembro de 2020

APAGÃO NEOFASCISTA E NEOLIBERAL

Apagão do Amapá é o aviso do que muito breve acontecerá no Brasil. Um apagão total, na economia, política, desigualdade social, meio ambiente, informação e proliferação de fake news e hipocrisias. Matérias jornalísticas mentirosas escondendo as reais causas do apagão, como fazem com as demais mazelas contra a população. A culpa é sempre alheia aos interesses escusos, financeiros e privados. Um roteiro de terror promovido por governos neoliberais aliado ao neofascismo. Nesse caso do Amapá tudo fica claro. Licitação de construção de subestação à empresa privada inidônea. Abandono à concessionária estatal (CEA) para gerar déficit e justificar a privatização. A empresa privada aguardar saneamento, gerar impasse, falta de investimento, descaso e explosão dos transformadores. Tudo sem fiscalização da Aneel. Moral da história: custo social, de vida e financeiro em cima do contribuinte, do povo. Fora, golpistas, volta Lula.

18 de novembro de 2020

UNIDADE OU ALIANÇA DE ESQUERDA

Unidade ou aliança de esquerda no Brasil se refere a três forças políticas: PT, PCdo B e Psol. PDT e PSB, no campo da centro-esquerda, mais indecisos. PCdo B, partido marxista, se orienta pela luta de classe e a meta do socialismo, fraca inserção na massa. PT surgiu do maior movimento de massa da história, liderado por um operário, chegou à presidência, por treze anos, saiu com alta aprovação popular, mas golpeado pelos neoliberais. Psol, uma dissidência da política do PT, acreditou no mensalão, omisso na operação lava jato contra a política executada pelo PT. Mesmo diferentes importante a busca de um pacto para derrotar o inimigo (neofascismo e neoliberalismo). Porém, muitas armadilhas e intrigas são lançadas pelo neoliberalismo contra o PT, com o intuito de dividir, enfraquecer. Velha tática-estratégia de guerra. Ataca inimigo mais forte, PT, para depois enfrentar o mais fraco. Explora oportunismo.

17 de novembro de 2020

ELEIÇÕES 2020

O discurso de ódio ao PT não é domínio apenas bolsonarista, vem de um massacre de anos dos neoliberais, Globo no comando. Nessa eleição, além da suspeição na manipulação da mídia e do TSE na totalização dos votos (foi retirada dos estados), prossegue a estratégia neoliberal de ódio e destruição do PT, tentativa de se afastar do ex-aliado, Bolsonaro e se alçar como centro (um Biden à brasileira). O PT acertou nas candidaturas próprias para definir seu exército. Fez alianças onde devia. Teve 600 mil votos a mais (3,1 milhões para 3,7 milhões) em 96 grandes cidades. O projeto neoliberal para 2022 continua. Surfar na desigualdade e precarização, culpar Bolsonaro e PT, se colocar como alternativa de centro. Confia na sua máquina poderosa de fake news, mas precisa combinar com milhões de desempregados, esfomeados, crise crescente. Após 503 anos o brasileiro deposita uma forte esperança no PT e seu governo. Fora Bolsonaro, volta Lula.

14 de novembro de 2020

DOMINGO É 13

DOMINGO É 13 Eleição no capitalismo em que a classe dominante é dos bilionários sempre haverá contradições. Desinformam, criam ciladas, fazem intrigas, desmoralizam a política, para dominar. Confundem os eleitores que acabam elegendo inimigos exploradores, ampliando a desigualdade social. Cada eleição é uma eleição e sempre há esperança. Domingo 15 é 13, nova esperança. Sucede três grandes momentos eleitorais de reafirmação da cidadania nacional: EUA, Bolívia e Chile, com grande repercussão. O eleitor brasileiro, o cidadão terá pela frente dois inimigos, o neofascismo bolsonarista e o neoliberalismo de mercado. As pesquisas indicam desgaste e derrota do neofascismo, com isso, neoliberalismo tbm é atingido, pois o apoia por temor do PT. Vamos derrotar o fascismo no 1º turno e neoliberalismo no 2º. No Brasil é PT 13 e esquerdas. No Rio, Benedita, prefeita 13, Reimont, vereador, 13 333.

11 de novembro de 2020

MOVIMENTO REACIONÁRIO

Nessas eleições de 2020 (EUA e Brasil) está em jogo o futuro, o combate à desigualdade. Movimentos reacionários assaltaram o mundo, com Trump, Bolsonaro e outros. Contrários à evolução e quaisquer mudanças sociais, econômicas, políticas. Reagem à medicina, à ciência. Jamais atingiriam à presidência não houvesse por trás grupos econômicos poderosos camuflados. Teve início em 2016 (golpe no Brasil, eleição de Trump). O desespero está no declínio do império americano e o avanço chinês. Uma nova guerra fria. A fera está ferida e representa uma ameaça a todos, com Trump ou sem Trump. Bolsonaro é o idiota da trama. Próximos capítulos imprevisíveis. O único antidoto o eleitor americano já apontou (chileno, boliviano tbm): manifestar, ir às ruas, impor cidadania. Nessa eleição é votar no PT, na esquerda, o fora, Bolsonaro, e volta, Lula. No Rio é Benedita (13), prefeita, Reimont (13.333), vereador.

10 de novembro de 2020

ESQUERDA E A ELEIÇÃO

Biden, é um neoliberal, do complexo econômico-militar dos EUA. Na eleição de 2020 o fato que reposiciona a correlação de força, de classe (municipal, nacional e internacional) é a pandemia. Matou e agravou a DESIGUALDADE. Esse desafio é a essência da crise anunciada para 2021, onde o capital se contorce para não perder. A eleição de domingo está no centro desse contexto. Trump e Bolsonaro são criaturas e contradições desse capitalismo que mata para se impor. No Brasil, a elite do atraso, os liberais, difundem a farsa de ser uma alternativa de centro (Globo, mercado, Moro, Huck, Dória, PSDB, DEM, MDB). Acusa PT de extremismo, mas são incapazes de impedir a desigualdade. O PT é a maior ameaça, pois tem voto e aprovação. A estratégia sempre será de destruir o inimigo mais forte, com intrigas e acusações, pela direita e, até, pela esquerda (divide para reinar). Vamos à vitória do PT e da esquerda em 2020. Fora, Bolsonaro; volta, Lula.

9 de novembro de 2020

ELEIÇÕES DAS MILÍCIAS

As eleições municipais do Rio se realizam sob controle do terror das milícias e do tráfico nas comunidades carentes, com a conivência da polícia e da justiça. São 23 os políticos assassinados, inclusive Marielle, sem condenação. Contabilizado os jovens da periferia atinge à marca de milhares de mortes. Nessa eleição só há UMA chance real de mudança: eleger, Benedita da Silva, prefeita e vereadores do PT e da esquerda. Por quê? Benedita, é a única da esquerda que tem chance de ganhar. Sua biografia de vida, mulher, ex-favelada, negra, evangélica, ex-ministra social, ex-governadora, ex-senadora sem desvio ou descaso com o erário público, possui todas as credenciais para salvar o Rio do desastre. Os demais candidatos: Crivella, tem o apoio de Bolsonaro, defensor explícito das milícias. Eduardo Paes, ex-prefeito, não combateu as milícias, conivente. Marta Rocha, é delegada, foi governo e a polícia está envolvida e sem credibilidade.

8 de novembro de 2020

LIÇÕES DOS EUA

Que lições a eleição dos EUA pode dar e no que pode complicar a política brasileira? Ajuda a entender o perfil de quem vota e elege o nazifascismo. Eleitor de maioria branca, carregado de medo e rancor herdado do capitalismo. É individualista, racista, machista, não acredita na ciência, na imprensa, inimigo do imigrante, atrelado à preconceitos de costumes (aborto, gêneros). Esse perfil de eleitor foi capturado pelo nazifascismo com acesso permitido (ou não) pelas gigantes das plataformas digitais (facebook, google, amazon, apple, microsoft). Prejudica se os neoliberais brasileiros (Globo, mercado financeiro) para derrotar Bolsonaro convencer o eleitor que seu projeto dito de centro (como Biden), com Dória, Moro, Huck é a saída. Nesse projeto estão inclusas todas as medidas de desigualdade e crise que destrói o trabalhador e a nação. É hora da oposição acordar, se unir e enfrentar o inimigo. Fora, Bolsonaro, volta, Lula.

7 de novembro de 2020

MODELO DEMOCRÁTICO AMEAÇADO

O fenômeno que elegeu, Trump, Bolsonaro e outros, racistas, negacionistas, nazifascistas, autoritários, mentirosos, provocadores para o comando de nações, inclusive a mais poderosa, não se encerra com a derrota de Trump. O documentário “Dilema das Redes” já forneceu razoável esclarecimento desse fenômeno. O mundo entrou na ERA dos DADOS, bilhões de informações e dados pessoais, que as tecnologias e plataformas detém de cidadãos, eleitores, contribuintes. Conhecem profundamente o perfil das pessoas e manipulam para comércio e política. A ciência nas mãos privadas nunca foi tão ameaçadora à vida do planeta, nem com os armamentos nucleares. Houve nos EUA uma grande mobilização popular contra os desmandos de Trump, mas será que Biden e outros tbm não serão tentados a usar a mesma arma? O desafio imediato será: como o poder público (e não privado) pretende regular o uso desses dados?

5 de novembro de 2020

ELEIÇÕES AMERICANAS

Impossível ignorar a eleição americana. Sua influência no mundo e no Brasil tem sido determinante. Entender o que está acontecendo. Impressiona a “lavagem cerebral” anticomunista e antissocialista, impregnada na consciência do norte-americano, herança da guerra fria. Nessa eleição essa arma ideológica está sendo fartamente utilizada. Nada cola contra, Trump: sonegação, pandemia, déficit, dívida pública, desemprego. Tudo atinge o establisment. EUA, um império em declínio. Moral da história: No Brasil, com Bolsonaro, é a mesma ideologia e na sua vidraça nada atinge: corrupção, assassinato, milícia, tráfico. Lá, com o partido democrata liberal, a esperança é zero. No Brasil, outra realidade. Aqui tem PT, partido de esquerda, com apoio popular, armado de um PLANO testado no governo e aberto para contribuição. Falar em frente ou unidade de oposição sem PT é irreal. Fora Bolsonaro, volta Lula.

2 de novembro de 2020

ELEIÇÃO, MUNICIPAL OU FEDERAL?

A candidata à prefeitura do Rio de Janeiro do PT, Benedita da Silva, na campanha vive o mesmo dilema de todos os candidatos à prefeitos no Brasil: o que cada um vai poder fazer pela população com o governo federal, Jair Bolsonaro, trabalhando contra o povo. No combate à pandemia um desastre, Bolsonaro, ignora e subestima a doença, que já atinge 160 mil mortes. Retira todo apoio financeiro ao prefeitos e governadores. O desemprego outro desastre. O governo federal impede aposentadorias, retira recursos da saúde, educação, direitos trabalhistas, reduz salário. Sem trabalho e sem consumo a indústria não produz, comércio não vende. Na pandemia, concedeu um auxilio confuso de R$ 600, reduziu à metade, até dezembro. E depois? No Rio, apoia polícias e milícias que matam pobres e negros nas favelas. Benedita vai democratizar o orçamento com a população, mas sem apoio federal o povo não resiste.

1 de novembro de 2020

TENSÃO NA ELEIÇÃO DOS EUA

Fato positivo nas eleições dos EUA é a realidade de falsa democracia estar na iminência de ser revelada. Lá, soberania do voto é ficção, principalmente do eleitor pobre e negro. Colégio Eleitoral, vem desde 1787 e o objetivo foi afastar o risco de quem não representa a elite bilionária chegar à presidência da República. Dois séculos depois o “feitiço vira contra o feiticeiro”. Não foi pobre e negro, mas um alucinado da elite que chegou à presidência da República e conduz o país à bancarrota. Sistema eleitoral antidemocrático, onde a elite democrata se submete aos republicanos e permite privilégios. Desestimula e dificulta a participação do eleitor, institui sistema indireto de eleição, a vontade popular da maioria não decide. No apogeu serviu, mas no declínio, com crise econômica, déficit, dívida impagável, pandemia e ameaça geopolítica, o “chão cai” e o mundo pode assistir cenas de violência.

31 de outubro de 2020

ESTADOS (DES)UNIDOS

As eleições de 3 de novembro de 2020 nos Estados Unidos expõe fraturas gigantescas na sociedade americana. Várias hipóteses, da futurologia à marxista, já trabalhavam com essas ameaças que rondam as atuais eleições, até guerra civil. Não há nenhuma força cultural, política, econômica, social, religiosa que unifique EUA. Uma sociedade atravessada por conflitos e contradições. Autoritarismo e intervencionismo estatal, desigualdade, concentração de renda é a trilogia que pode explodir nessa eleição. A pandemia e pós-pandemia parece representar a “pá de cal”. Uma rede de fake news com boatarias, usos e abusos de mentiras, confundindo e desinformando a realidade agrava o quadro. É aguardar se o pacto federativo e constitucional terá musculatura para resistir ao ódio e a intolerância.

PESQUISAS FAKES

As pesquisas eleitorais no Brasil sempre foram manipuladas pelo poder econômico. Ibope (Globo), Datafolha (Folha de SP). Pela esquerda, mais confiável, Vox Populi, mas com dificuldades financeiras de enfrentar as inúmeras pesquisas dos inimigos. A oposição (esquerda) se contorcia para fazer leituras “labiais”, “entrelinhas”, usando suposições, que aumentava com a proximidade das eleições até a “boca de urna”, mas o veneno já estava injetado. Em 2020, existe mais um complicador, duas direitas divididas disputando 2022 (neofascismo e neoliberalismo) e um inimigo comum, PT. Nesse campo se encontra a batalha. Muitas armadilhas. Colocam Rio e SP no centro da disputa e acusam o PT e Lula de divisão. Mas a luta continua. Fora Bolsonaro, volta Lula.

28 de outubro de 2020

CONSTITUINTE BOLSONARISTA

Há muitas leituras sobre essa proposta alucinada bolsonarista, Ricardo Barros, por uma nova Constituinte. A primeira, tentar seduzir a direita neoliberal para um novo pacto, usando o Chile como uma ameaça ao Brasil. Segundo, definindo antecipadamente seu conteúdo para atrair o apoio conservador: “reduzir direitos, aumentar deveres do cidadão”. Nova Constituinte jamais poderá acontecer numa ordem neofascista ou neoliberal golpista. A crise econômica e social atingiu o limite. A Constituição de 88 representou avanço, mas ficou no meio do caminho (faltou regulamentar temas importantes nos primeiros cinco anos). A esquerda teve um pequeno protagonismo e prevaleceu o “centrão”, do Sarney, extensão da ditadura militar. Nova Constituinte vai exigir uma adaptação ao novo mundo pós-pandemia, da era digital, da crise mundial do capitalismo, do combate à desigualdade, defesa do clima, reforma do Estado.

27 de outubro de 2020

ELEIÇÕES NOS EUA

Impossível saber o que acontecerá com o mundo, após as eleições de 3 de novembro, nos EUA. É nítido o declínio do império americano. A elite apavorada. China, desenvolve um modelo de mercado que valoriza consumo, cresce e ocupa espaço. EUA, um mercado de austeridade, devastação no consumo, gera déficit, endivida e afoga a economia. O império condenado. Nesse clima ocorrem eleições entre dois partidos que não oferecem saída. Democrata, partido das guerras. Com ele, Barack Obama, iniciou espionagem midiática no mundo, no Brasil. Golpeou democracia, saqueou o pré-sal. Republicano, de Trump, representa destruição ambiental, econômica, reacionarismo nos costumes, negacionismo científico. A pandemia acelerou esse modelo falido de Estado na economia ocidental e a crise avança. No Brasil, o PT saiu na frente, inovou e oferece para debate um PLANO de Reconstrução (salvação) Nacional, baseado em experiência concreta no tripé: ajuda emergencial, emprego (consumo), soberania.