10 de outubro de 2020
FAKE DO EQUILÍBRIO FISCAL
Toda crise econômica no Brasil sempre foi produzida pela elite dominante (ricos e bilionários). Nos governos do PT o Brasil cresceu todos os índices, fez reserva bilionária, pagou o FMI, se tornou a 5ª. potência mundial. É fake news dos golpistas (neofascistas e neoliberais) afirmar que equilíbrio fiscal se dá somente pela despesa. Querem um Estado fraco e mínimo sem receita, não querem cobrar tributos de grandes fortunas, patrimônios, empresas, banqueiros, heranças, ganhos de aplicações financeira. Sendo mínimo o Estado retira os serviços básicos, de saúde e educação para entregar para a iniciativa privada. Essa corrupção oficial da classe dominante saqueia os bens construídos com recursos do contribuinte, trabalhador da classe média. Em 2020, a pandemia e ultradireita no poder com neoliberais a crise assume proporções de desastre total. Somente o fora Bolsonaro e a volta de Lula o Brasil escapa do caos e da barbárie.
FEBEAPÁ SOBREVIVE
O famoso Febeabá -Festival de besteira que assola o país (1966), de Stanislaw Ponte Preta, anda “levantando a bola” para chutar. Humor tem muitas visões. Uma é a contradição radical e ingênua que insiste em enganar. Por exemplo, no golpe de 2016, é radical e ingênuo tudo que os golpistas pregam. Michel Temer, apoiado pela operação lava jato, veio para combater a corrupção. Lula foi preso por corrupção e propina de um sítio e um apartamento que não é seu. A Constituição será defendida por um candidato e presidente originário da ditadura militar, defensor da tortura. Quem cuida da soberania do Brasil é os EUA. Com a derrota de Trump e a briga pelo poder político entre a criatura (Bolsonaro)e seu criador (Globo e mercado) há muita expectativa de humor. Ascânio Seleme, em sua coluna, deu a partida e uma boa contribuição: Lula, Bolsonaro, Toffoli, centrão, Alcolumbre, Renan estão unidos na defesa da corrupção.
8 de outubro de 2020
BOLSONARO É DESTRUIÇÃO
Bolsonaro, mais do que Trump, é destruição absoluta. No Brasil, toca fogo no Amazonas, na saúde, educação, cultura, economia, que atinge principalmente os mais vulneráveis, mas certamente atingirá a todos, classe média, empresários da produção. O processo que acionou Bolsonaro é irreversível, insustentável, se não for rapidamente contido. O capitalismo estúpido brasileiro (ou manipulado internacionalmente), que elegeu e apoia Bolsonaro contra o petismo, insiste em demonizar os “fura tetos” e não muda. Vai naufragar junto. Em economia oportunismo, “morde e assopra”, falsa penitência pouco adianta. É ou não é? O Brasil está na contramão de todas as nações na austeridade, combate à desigualdade, pandemia, meio ambiente. O prontuário do capitalismo está selado, segundo o economista, Thomas Piketty, mas a elite submissa do atraso brasileira sempre foi alienada. Fora Bolsonaro, volta Lula
7 de outubro de 2020
PT E PSOL
Psol é uma costela do PT. Surgiu da dissidência de parlamentares que não seguiam às decisões partidárias do PT e foram expulsos. No programa do Psol consta ser de esquerda e de defesa do socialismo democrático. Desde sua fundação o Psol se mistura e se omite com a campanha antipetista neoliberal. Foi assim no “mensalão” e nas denúncias políticas da operação lava jato, que culminou no golpe à democracia, prisão de Lula e eleição da ultradireita. O movimento #LulaLivre aproximou Boulos de Lula. Nessa eleição para a Prefeitura, os dois maiores centros políticos, S. Paulo e RJ, tem em SP, Psol à frente do PT e no RJ, PT na do Psol, nos dois casos podendo chegar ao 2º. turno e derrotar à direita. O breve histórico acima revela posições divergentes sobre a leitura da conjuntura nacional, mas face à força e poder de destruição que representa o inimigo é viável se buscar um acordo antes de 40 dias, no 1º turno.
6 de outubro de 2020
O TEATRO DE TRUMP
O teatro de Trump com coronavirus repete parte do enredo de Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido. É a mesma peça na versão norte-americana e inglesa. Os dois atores principais, Trump e Boris Johnson, mirando apenas o processo eleitoral tentando interferir a favor. Boris conseguiu e teve boa margem de votos. A cobertura e narrativa de toda a grande mídia internacional, inclusive do Globo, no Brasil, mostra que a ultradireita tem apoio dos neoliberais. Uma rápida retrospectiva à 2ª. guerra mundial mostra que o enfrentamento verdadeiro ao nazismo quem deu foi a URSS, foi quem derrotou Hitler. A direita ocidental não venceria. Falta convicção e sem convicção não se vence um guerra. No Brasil, Rede Globo está abraçada à Bolsonaro, pois o temor é o retorno do PT. Na 2ª. guerra o inimigo era o comunismo. Só a esquerda pode derrotar as duas direitas. Fora Bolsonaro, volta Lula.
5 de outubro de 2020
LEITURA DA CONJUNTURA
Há muita dificuldade de se situar e entender a velocidade dos fatos e acontecimentos desse milênio. Um marxista diria que se trata de acirramento das contradições do capitalismo. Pode representar tbm uma etapa de transição. O domínio do capitalismo ocidental sobre o mundo vive sobressaltos por um declínio. Há uma crescente exigência de mais energia, segurança e recursos. É nessa ótica que se traduz a operação antiterror da queda das Torres Gêmeas, em 2001, produzida para levar ameaça a todos e justificar guerras, invasões e golpes a países de boas reservas de petróleo necessárias à dominação do império, EUA. Na lista Iraque, Líbia, Síria, Irã, Afeganistão, Venezuela, Brasil. A crise de cobiça por lucros do mercado, de 2008, ampliou o endividamento dos Estados e da população. Nos EUA uma dívida crescente, impagável, insustentável. Cresce a internet, TI, robôs, novas tecnologias e suas plataformas. Em 2001, a operação antiterror dos EUA criou uma lei “USA Patriot Act” em parceria com as plataformas das redes sociais onde as informações e perfis dos cidadãos seriam repassadas para controle. Essa captura de dados pessoais sob alegação de segurança e fim comercial das plataformas caiu no controle de poderosos grupos econômicos reacionários, que passou a utilizar no processo eleitoral. Trump, Bolsonaro e outros provém desse descontrole. Está formada uma ameaça que atinge toda a vida no planeta. Dois novos fenômenos, em 2020, ampliam essas contradições: pandemia e crescimento exponencial da economia, tecnologia, educação e ciência chinesa. Um socialismo de mercado chinês ameaçando dois séculos de dominação liberal ocidental. O capitalismo ocidental tem o controle da narrativa, mas precisa provar que o seu capitalismo de mercado supera o Chinês e sua concentração exponencial de renda não é a responsável pela desigualdade, desemprego, miséria e mortes do Covid-19. Nessa empreitada valoriza e usa o fundamentalismo religioso, negacionismo, antiambientalismo, anticiência, racismo, machismo e outros ismos.
4 de outubro de 2020
"ÀS FAVAS" ESCRÚPULOS
“Às favas” escrúpulos, é a mensagem que a classe dominante (bilionários e trilionários) está mandando à população. A extrema concentração de renda geradora de desigualdade e violência é caminho sem volta no liberalismo. Impossível manter os valores e conceitos até então em vigor de democracia, liberdade e soberania. Falta aguardar o resultado da eleição de novembro do império, EUA, para o lado ocidental definir seu futuro. No Brasil, os primeiros passos foram dados. Golpe constitucional, tutela militar, captura da justiça e grande mídia. Eleição apenas com garantia de vitória. Um roteiro de violência que não dá alternativa ao país a não ser confronto e violência.
2 de outubro de 2020
PLANO DE RECONSTRUÇÃO DO BRASIL
O Plano de Reconstrução do Brasil lançado pelo PT precisa ser lido e conhecido pelos petistas. É um pouco extenso e exige alguma paciência para ler e refletir. Uma sugestão é começar lendo seu final, o balanço do que fez o PT nos governos Lula e Dilma. Uma revolução econômica e social estava a caminho, não apenas no Brasil, mas influindo na América do Sul, Latina e outros países, como China, África e emergentes. Muita ousadia, extrapolou fronteiras. Lendo se entende o desespero e o destempero do golpe. Moral da história: neoliberais jamais teriam chance de retornar ao poder pelo voto. Nessa ótica deve ser analisado o inimigo. Por que, a importância do Plano? Não há chance da esquerda voltar ao poder se não for por ampla conscientização e mobilização popular. É para isso que serve o Plano, lendo, vindo por trás ou pela frente é a nossa principal arma, além, é claro, da ajuda nas contradições inimigas.
30 de setembro de 2020
FUNDAMENTAL CONHECER O PLANO
Lendo o Plano apresentado pelo PT a gente vai se convencendo que ali está o norte, o presente e futuro. Por que? Trata-se de uma experiência inédita no Brasil, objetiva e concreta, no campo social, que extrapolou as fronteiras do Brasil, atingiu e influenciou outros nações no embate e enfrentamento, pacífico, à desigualdade promovida pelo neoliberalismo. O Plano não é um programa de governo, é um projeto de nação. Mostra a absoluta impossibilidade de sair da crise com a política neoliberal. Serve como experiência não só ao Brasil, mas para o mundo todo, principalmente no pós-pandemia. Cada país tem a sua realidade como opção e caminho. O Plano, sem dúvida, é o nosso caminho. Não é fácil elaborar um Plano real, pela esquerda. Há solução e proposta para todas as áreas e setores. Esse pontapé inicial baseado numa experiência concreta de governo. É papel de cada ativista e cidadão estudar, se aprofundar nesse Plano. Fazer sua leitura e ver como propagar, como levar avante as reflexões e propostas. Nada inibe começar pelos formadores de opinião, os setores de classe mais informados. É dever patriótico, de salvação nacional debater e divulgar as propostas em todos os momentos e oportunidades propícias que surgirem. Separar tópicos de acordo com a situação e o momento. Distribuir cópia para que todos leiam, reflitam, critiquem e acrescentem suas sugestões. O Plano aborda um conjunto de situações e ações e atinge todas as camadas da população, todas as divisões e subdivisões de classe, até empresários. É a única saída pacífica até agora apresentada, sem violência, revolta, guerra civil para o país enfrentar e acabar com a desigualdade. Pode-se dizer que o Plano caminha para um socialismo à moda Brasil ou PT, porque representa um avanço no desenvolvimento das forças produtivas.
Concluindo, duas reflexões:
A divisão da estratégia do PLANO em três etapas: emergencial, reestrutural e transformadora precisa observar a relação com o poder. O PT, a oposição a esquerda está fora, nesse momento. O emergencial tem um fim: atrair, conscientizar a população mais sofrida e desinformada, que o bolsonarismo e o neoliberalismo exploram. Todas as demais propostas tbm servem para esse fim, enquanto fora do poder. Uma coisa é estar no governo, outra, oposição. Em qualquer posição entender e se debruçar sobre o PLANO é fundamental. É importante deixar claro para o cidadão que o PLANO não está acabado. Parte dele foi executado pelo PT no governo, mas o momento político é outro, a realidade mudou muito de 2016 até agora. Todos devem contribuir para aperfeiçoá-lo.
26 de setembro de 2020
E A VERDADE, ESTÚPIDO!
Nada se torna mais ameaçador à humanidade nesse momento do que o controle político-eleitoral das nações por parte de negacionistas. Todas as demais ameaças que o mundo enfrenta: mudança climática, pandemia, neoliberalismo, desigualdade social, guerra nuclear ficam subordinadas à equação desse problema restrito a falta de controle e regulação das redes sociais e suas plataformas tecnológicas de trilionários. O estrago e destruição desse monstro pode ser irrecuperável. A sociedade foi pega de surpresa com a eleição criminosa de negacionistas financiados por grupos econômicos reacionários. Uma pandemia que mata milhões esse criminosos conseguem esconder a verdade, o que será dos demais problemas? Verdade não existe, foi capturada. Quando a verdade deixa de existir, acabou. A humanidade perde o leme. A compreensão do monstro é até possível, mas encontrar solução o problema.
18 de setembro de 2020
A "PÁ DE CAL" NA REPÚBLICA OU DEMOCRACIA
A “PÁ DE CAL” NA REPÚBLICA OU DEMOCRACIA
A sociedade brasileira, suas classes sociais, seu Estado não tem mais explicação a dar sobre o governo Bolsonaro e sua chegada à presidência. Já se sabe que sua ascensão (e em outros países, como EUA) resultou do descontrole, desorganização, desregulação das redes sociais, internet e ciência que caíram nas mãos criminosas de agentes do mercado e do poder. À luz de todos os conhecimentos até aqui acumulados, não existe absolutamente nenhuma outra explicação ou satisfação a dar. Só uma única ação ou medida: tirá-lo, expulsá-lo, puni-lo. Por tudo que se viu e vê o resto é blá, blá, blá, haraquiri e conivência com a destruição, morte de milhões, barbárie, genocídio. Inexiste defesa sob qualquer ângulo constitucional, político, econômico, social. Suas falas, ações e exposições são mais que suficientes. Só sobra o uso e abuso da inteligência ou da alienação política. O limite está dado: vida no país e no planeta. Antonio Negrão de Sá
14 de setembro de 2020
DILEMA DAS REDES
O “Dilema das Redes” é um documentário da netflix sobre o impacto devastador das redes sociais sobre a democracia e a humanidade. Na realidade, não as redes sociais, tecnologia ou ciência ameaçam à humanidade, mas sua PROPRIEDADE. A ciência sempre foi capturada pela iniciativa privada, mas nada comparável ao controle atual de dados sobre bilhões de pessoas. Grupos econômicos privados interessados exclusivamente em lucro e poder permite conhecer mais sobre você do que você. Diferente de tudo que a ciência produziu até aqui, você não é mais você, é manipulável, alienado, robô. Caminho sem volta. Nem os proprietários das plataformas tecnológicas tem controle. Nunca a propriedade dos meios de produção foi tão ameaçadora à destruição da democracia e humanidade. Impossível regulação privada da mente e seu uso. Só onde o privado se subordine ao público. Do contrário, caminhará para a destruição, como se observa, Brasil de Bolsonaro e EUA de Trump.
13 de setembro de 2020
UMA LEITURA DA CONJUNTURA
O mundo atravessa uma fase de transição e indefinição. No plano macro internacional há a contradição da globalização financeira, a revolução tecnológica e científica, a emergência climática e a pandemia. No macro nacional (Brasil) o mercado financeiro enfraquecido politicamente recorreu a uma aliança desastrosa com a ultradireita para enfrentar um petismo vencedor. Quebrou regras democráticas constitucionais e Republicanas e conduz o país para o caos. No plano regional- Rio de Janeiro- se tornou uma região pantanosa, areia movediça, onde corrupção e milícia buscam controlar eleitor e política. Nesse contexto o PT representa a melhor alternativa, concreta e viável de mudança, pelo seu histórico, seu programa, sua prática de gestão nacional e regional. Os candidatos devem apenas relembrar o que fez o PT de forma clara e didática, deixar que o eleitor reflita e decida. A verdade é um patrimônio inconteste do PT.
12 de setembro de 2020
O ÓBVIO E ULULANTE
É “Óbvio e Ululante” (Nelson Rodrigues, 1950) a desmoralização e declínio das principais instituições públicas e privadas da República brasileira. Inicia com as Forças Armadas, em 1964. Em 1989, entra em cena a grande mídia (Globo, principalmente). Em 2003, o protagonismo passa a ser da justiça, com a vitória eleitoral do PT. Mídia e justiça, em parceria, produzem um inimigo ameaçador: a corrupção. Corrupção como arma para atacar a política em geral, o petismo em particular. Na sequência: “mensalão”, “domínio do fato”, “pedalada fiscal”, lava jato, golpe, prisão arbitrária de Lula, eleição fraudulenta da ultradireita. Explora falso “moralismo”, serve para atingir adversários políticos (PT), trabalhador, riquezas do país, proteger aliados e interesses. “Terra sem lei”, destruição e barbárie, é o que vive a população no Brasil, especialmente no RJ, base da milícia e família Bolsonaro. Fora Bolsonaro, volta Lula.
8 de setembro de 2020
ELEIÇÕES COM ROBÔ
As novas plataformas de tecnologia (facebook, microsoft, google, whatsApp, apple, amazon), internet, redes sociais, comunicação, fake news compõem um círculo vicioso que dá sustentação econômica e ideológica à ultradireita, no Brasil e outros países. Há uma desenfreada corrida por busca de dados pessoais sem controle oficial, sem regulação de seu uso. Dados de milhões de pessoas capturados e usados para comercializar (vendas) e chegar ao poder. Ricos e bilionários não se mobilizam para impedir. Próximas eleições ameaçadas. A mídia convencional e sua idade secular permitiu alguma regulação. Internet não. Na política os danos são incalculáveis, com ameaça à vida no planeta. A fala de Lula os robôs já superaram em mentiras. O PT, a oposição para as eleições precisam otimizar seu protagonismo nas redes sociais e correr às bases para alertar e buscar injetar na consciência da população um antivírus ao fake news. Fora Bolsonaro.
7 de setembro de 2020
DISCURSO DE LULA
O discurso de Lula foi o primeiro míssil poderoso pós-prisão e pós-pandemia lançado na horda inimiga dos vândalos. Atinge o alvo, mas o efeito precisa aguardar. A correlação de força vai se rearrumar. Para os golpistas não há alternativa, não vão recuar. São muito estúpidos, atrasados e incapazes de perceber o desastre anunciado, as contradições graves de seu governo. O discurso serviu para marcar território. Tem programa completo, estratégia de luta política. A saída é o pacto democrático pelo voto livre e soberano. Lula se colocou totalmente à disposição das classes do andar de baixo e não está disposto a conciliar um programa que não coloque o trabalhador como prioridade. A conta agora é dos ricos. Pobres chegaram ao fundo do poço. Fora Bolsonaro, volta Lula.
SETE DE SETEMBRO
Está na hora do brasileiro entender parte do significado histórico dessas datas ditas e enaltecidas pela classe dominante (ricos e bilionários) como libertadora e de independência. Em 7 de setembro de 1822, Brasil, iniciou uma monarquia até 1899, quando proclamou a República. Os dois atos não tiveram absolutamente nada de independência. Nem a “a lei áurea” de 1888, libertou escravos. Diferente dos demais países da América do Sul que expulsaram os espanhóis para obter sua independência, o Brasil, ficou sob o controle da realeza portuguesa até 1889, não libertou os negros, que se mantém escravos até hoje, e nem os brancos pobres que passaram a ser do domínio da aristocracia agrária da terra, do capital industrial e atualmente do capital financeiro. Independência se conquista na luta, nunca na concessão. O Brasil ainda precisa passar a limpo sua história de independência. Fora Bolsonaro, volta Lula.
PROCESSO ELEITORAL
Para o PT o processo eleitoral não pode ser um fim, mas meio. Fim é organização das bases sociais, única via política real para a esquerda obter conquistas e mudanças no enfrentamento contra o capital na luta contra a desigualdade. Essa foi a origem que deu musculatura ao O PT para chegar onde chegou. A autocrítica que o PT deve sempre fazer é sobre sua relação parlamentar e militância com a base social. Aí reside energia, vida e sustentabilidade. A história dá mais uma lição. Neofascismo e neoliberalismo unidos para enfrentar a esquerda (PT) que a ameaçava com seu crescimento. Poderosos compram quase tudo, menos uma consciência forte na luta de classe. Apesar de deterem o monopólio econômico das comunicações, inclusive nas redes sociais, a oposição deve usar e otimizar as redes sociais, não abandonar as formas tradicionais, como cartazes, prospectos, faixas, comícios e manifestações, com os cuidados necessários na pandemia. O PT deve exigir fim do Estado mínimo, mais SUS, escolas, renda mínima e emprego e Fora Bolsonaro, volta Lula.
6 de setembro de 2020
NÃO AO CORTE NO AUXÍLIO
Bolsonaro corta auxílio dos trabalhadores de R$ 600 para R$ 300 reais aprovado pela oposição e Congresso Nacional. Mente numa promessa de “Renda Brasil” acima do bolsa família de R$ 190, que corrigido seria R$ 240. Ocorre que o bolsa família da época do PT era um suplemento de renda, um SOS contra a fome aos não atingidos pelo mercado de trabalho em ascensão, salário mínimo real, economia em crescimento, acesso à educação e saúde sem pandemia, água, moradia. O quadro político com Bolsonaro é totalmente adverso, de destruição e caos na economia, nas milhares de mortes pela Covid, desemprego de 50 milhões, informalidade arrasadora, arrocho no salário mínimo, quebradeira geral na economia das pequenas e médias empresas, fim das aposentadorias, dos benefícios e direitos trabalhistas. O PT e oposição não aceitam essa redução da ajuda básica. É perversidade e crime. Fora Bolsonaro, volta Lula.
5 de setembro de 2020
DELÚBIO SOARES
A entrevista de Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, à TV 247 foi emocionante e uma aula de luta de classe, na ótica de um militante de esquerda. Delúbio, muitos lembram, sofreu uma campanha sórdida de desmoralização e demonização da classe dominante e seu monopólio de comunicação acusando-o de corrupto. Amargou 15 duros anos de prisão (depois inocentado), foi expulso do PT (depois readmitido). Nesse período jamais deixou de ter a consciência tranquila de dever cumprido e identificação do verdadeiro inimigo de classe. O que fez na época foi um empréstimo bancário legal, assinado por ele para quitar dívidas de campanha do PT e aliados. Esse ato de Delúbio deu folego à governabilidade do PT por quatro mandatos e condições de levar adiante seu programa vencedor de governo. Roberto Jefferson, até então aliado e líder do PTB, acusou-o e ao PT de estar comprando adversários para votar na sua agenda. Uma mentira deslavada. O grupo golpista da Globo comprou a farsa e criou o “mensalão”, marketing político, para desmoralizar o PT. Nessa farsa constava, além do ministro do STF, Joaquim Barbosa, o advogado Moro. “Mensalão” serviu de aquecimento para a criação da lava jato patrocinado pelo mercado financeiro, Globo, Moro e CIA, responsáveis pelo Golpe ao PT, prisão de Lula, quebradeira da economia, desemprego, recessão e eleição desse desastroso e destrutivo governo de Bolsonaro, mas, reafirma Delúbio, a luta continua.
4 de setembro de 2020
INIMIGOS DO PÚBLICO
A reforma administrativa dos golpistas neoliberais e neofascistas de 2016 sintetiza a destruição do que é público, o Estado do Bem-Estar Social. Para os privatistas setor privado é obra divina, a exemplo dos monarquistas. Acabar com o serviço público para manipular, vender, lucrar. Essa a essência da ideologia das reformas. Fim da estabilidade para poder manipular empregados nas eleições, nos seus interesses, como nas suas empresas. Já saquearam direitos trabalhistas dos empregados e aposentados do INSS. Agora atacam o público, os pequenos servidores. As patentes altas das forças armadas, juízes, promotores e parlamentares e seus elevados salários, mordomias, “penduricalhos” permanecem, pois são submissos na repressão, investigação, julgamento e nas leis para o enfrentamento contra os adversários políticos. Extingue nas três esferas e poderes a progressão, licença prêmio, carga horária, salário, cargos, concursos.
2 de setembro de 2020
A TRAGÉDIA WITZEL
Witzel simboliza a tragédia que os neoliberais lavajatistas (Globo, mercado financeiro, PSDB) impuseram ao Brasil. Autênticos promotores da demonização da política em geral e petismo em particular. Desse processo resultou o neofascismo bolsonarista na presidência. Witzel, outros governadores e parlamentares são criaturas desses gângsteres de um golpe, regado com dinheiro de bilionários, fake news, apoio miliciano. Tão trágica à chegada de Witzel será a saída. A justiça do RJ será entregue à família Bolsonaro, eleita com apoio de milícia armadas, polícia corrupta, racista e criminosa, inclusive Marielle. O afastamento de governador eleito por um juiz sem voto, tbm escancara outro precedente autoritário. O Brasil vive um momento de destruição, assalto e saque aos valores éticos, políticos, econômicos, sociais e Constitucionais, onde só uma nova Constituinte soberana vai poder corrigir essas excrescências. Fora Bolsonaro, volta Lula
1 de setembro de 2020
PASSAR BRASIL A LIMPO
Passar o Brasil a limpo é o principal desafio que esse rastro de destruição, de 2007 a 2022, vai deixar como única opção ao povo brasileiro. Nesse período, uma destruição total no sistema judiciário, de concessão pública de mídia (rádio e TV), político, segurança (Forças Armadas e militarização das forças policiais), além de controle das finanças (TCs e TCU). Esse modelo de Estado, desde a 1ª. até 6ª. República, faliu. As Repúblicas, na guerra fria, se formaram em torno de uma bipolaridade falsa de inimigo. Outra realidade, ódio e radicalização da luta de classe. O inimigo atual do Brasil, com 220 milhões de brasileiros, é outro: fome, desigualdade, desemprego, educação, saúde, saneamento, clima. Cabe a oposição autêntica, de esquerda apresentar uma proposta clara de alternativa e denúncia do terror. A saída política é velha conhecida: eleições livres, soberania do voto, Estado de Direito, Constituinte ( 7ª República).
30 de agosto de 2020
A ÚNICA ALTERNATIVA
Fato histórico inédito no Brasil ocorreu em 2003, PT ascendeu ao poder da burguesia e obteve governabilidade conciliando com a assinatura de um compromisso “Carta aos brasileiros”, mas no quarto mandato em 2016 a burguesia desistiu do voto e deu um “basta”. Confirma a teoria marxista da luta de classe, onde o trabalho só tem uma saída para enfrentar o capital: organizando e conscientizando as bases. Capital e trabalho são irreconciliáveis. Neoliberalismo e neofascismo, rasgam a Constituição, capturam a justiça sem voto, o aparato repressor, financiam e compram os eleitos, dominam a narrativa. Esse é o quadro em 2020. Como derrotar o inimigo no campo institucional (eleitoral), onde capital manipula as regras e narra o jogo? Só organizando as bases com sua narrativa. Mudanças ocorreram na organização do trabalho, mas trabalhador e a sua precarização crescentes continuam e são inevitáveis na égide do capitalismo.
29 de agosto de 2020
GOL DE PLACA CONTRA O RACISMO
Os negros conquistaram uma grande vitória com a aprovação de distribuição proporcional de recursos às candidaturas negras do tempo de rádio e TV. A medida foi uma iniciativa da deputada federal, Benedita da Silva. O racismo vem sendo gradativamente condenado no mundo todo. No Brasil a escravidão permaneceu. Escondida se propaga e se confirma em todas as mazelas sociais. Está em maioria nas sentenças condenatórias da justiça, nas prisões, no desemprego, nas mortes por doenças, assassinatos da polícia, informalidade, nas favelas, baixa renda, saneamento, universidades, cargos públicos, filas do SUS. A atividade parlamentar sempre foi feudo do branco, desde a monarquia. A iniciativa de Benedita da Silva representa verdadeira libertação à comunidade negra, pois é no front da política, com leis e direitos, que o racismo precisa ser derrotado, por negros e brancos
28 de agosto de 2020
JUSTIÇA NA JUSTIÇA
O Brasil assiste, desde que o PT ascendeu ao poder principal da República, em 2003, uma crescente desordem, desarranjo, festival de irregularidade e excrescência jurídica da 1ª. à Suprema Corte, enfim, no Poder Judiciário. Justiça só funcionou ou funciona para punir pobre e defensores. Enquanto o inimigo foi PT e o pobre, parte mais vulnerável na luta de classe, o equilíbrio da balança da justiça permaneceu hipócrita e invisível. Bastou surgir um acirramento de luta de poder entre bilionários e representantes (neoliberalismo lavajatista e neofascismo bolsonarista) para as mazelas ficarem expostas. Não existe lei e justiça para ricos e bilionários. Procrastina, tem imunidade, foro especial. Vai ficando claro, que apenas uma nova ordem, uma nova Constituinte soberana pode passar a limpo essa ordem herdada das elites do atraso. Eleições livres, Estado de Direito, fora Bolsonaro e volta Lula.
26 de agosto de 2020
BRIGA BOA
Ao contrário do que a grande mídia neoliberal propaga o PT não critica e condena investimentos acima do que fez para ajudar o povo trabalhador. O PT nunca apostou em área cativa de voto, isso quem faz é a direita golpista. Área cativa do PT é a brasileira. É todo o povo trabalhador. O bolsa família foi extensivo a todos, nunca teve propósito eleitoral. A ultradireita bolsonarista estimulada pelos neoliberais vão quebrar a cara se for nesse caminho. Vão aprofundar os equívocos, pois suas ações e seus princípios são insustentáveis. A mentira tem perna curta, diz o ditado. O PT não está temeroso com o investimento no nordeste ou em qualquer outro local, pelo contrário, apoia todo investimento e exige mais. O questionamento a esses investimentos, enganosos e eleitoreiros, vão vir dos apoiadores da elite dominante (ricos e bilionários). Se o caminho para derrotar o PT for investir no trabalhador, o PT venceu. Fora Bolsonaro, volta Lula.
25 de agosto de 2020
PACOTE VENENOSO
O pacote mágico e venenoso do governo Bolsonaro para ganhar a eleição, com aval dos neoliberais, cria impasses, dúvidas e contradições. No centro do pacote o “Renda Brasil”. Acaba com abono salarial, farmácia popular, tarifa elétrica especial, seguro defeso dos pescadores. Desonera e reduz encargos do empregador, mantém o teto, corta despesa, desvincula receita, como saúde e educação. Nesse período suspende para 2022 o censo, reduz recursos da educação, da saúde em plena pandemia e transfere para a defesa, mantém o programa de privatização dos correios, porto de Santos e insiste na Eletrobrás. A quadrilha golpista deixou Bolsonaro em êxtase pela possibilidade de popularidade no Nordeste, substituindo o Bolsa Família pelo Renda Brasil. Um engodo, um devaneio e não garante sustentabilidade para 2022, podendo devastar a base parlamentar. Magia na economia tem limites e precisa ser denunciada.
23 de agosto de 2020
ARMADILHAS PARA AS ELEIÇÕES
A
Política, econômica e socialmente Brasil vive pior dos mundos. Ocupado por neofascistas e neoliberais, crime oficial fomentado no golpe de 2016. Com eles não há acordo. Oposição, principalmente PT, não deve se desesperar para o embate já nas próximas eleições. Esse intuito existe nas narrativas monopolizadas. Assaltaram o país com notório programa de destruição. Descaso total na pandemia, milhares de mortes, na economia milhões desempregados, quebra de centenas de empresas. Parte do parlamento comprado, justiça desmoralizada. Avançam nas empresas estatais, riquezas naturais e minerais, retiram todos os direitos trabalhistas. Para 3ª feira encaminham ao Congresso um pacote de armadilhas. Enfim, “terra arrasada”, pilhagem de uma nação. A saída é conhecida: oposição, PT organizarem bases sociais, aproveitar candidaturas, otimizar redes sociais, propor saídas, denunciar. Fora Bolsonaro e volta Lula.
22 de agosto de 2020
PLANO DE SAÚDE
A saúde privada instituída em 98, na onda neoliberal da década de 90, vem na contramão da saúde pública (SUS), estabelecida na Constituição de 88. FHC, na famigerada reforma administrativa institui agências reguladoras, entre elas a ANS (agência nacional de saúde complementar), em 2000. Uma farsa neoliberal onde o cliente não está representado. A ANS não controla índices abusivos (acima da inflação), que expulsa os mais necessitados (idosos e doentes crônicos). Esse congelamento de reajustes, de setembro a dezembro de 2020, traz grandes preocupações aos clientes, pois pode representar medida eleitoral, onde o castigo virá dobrado no próximo reajuste. No Brasil, neofascismo e neoliberalismo (demônio e diabo) uniram-se no desmonte de toda a rede de proteção social do trabalhador, conquistada desde a década de 40. A classe média, nesse caso, pode botar as “barbas de molho”, vem sangue.
21 de agosto de 2020
QUEM GANHOU COM A PANDEMIA?
Em plena pandemia a Apple atinge a marca de US$ 2 trilhões no mercado. Outras gigantes da tecnologia, como Amazon, Alphabet/Google, Facebook, Microsoft compõem o clube de trilionários. Com esses recursos se enquadram como 8ª economia do mundo. Importante a leitura que essa informação permite fazer, pois enquanto os demais setores econômicos afundaram na pandemia seus negócios cresceram. Por coincidência ou não foram essas tecnologias que promoveram o retorno da extrema-direita invisível, desde as duas guerras mundiais, através de suas redes sociais. Esse desenvolvimento e concentração de renda do capitalismo e seu ciclo irreversível: milionários, bilionários, trilionários, amplia a desigualdade e violência na humanidade e, mais grave, ameaça a vida no planeta. Como conter esse avanço de destruição, é o desafio de todos?
16 de agosto de 2020
PESQUISAS DATAFOLHA
Datafolha é um instituto de pesquisa do grupo folha. Realiza levantamentos estatísticos, pesquisas eleitorais, de opinião e de mercado atendendo interesses do grupo e clientes. Não realiza pesquisas eleitorais exclusivas para governo, partidos, candidatos e políticos (google-wikipédia). Desde 64 as famílias Folha, Estadão e Globo retém o monopólio da narrativa conservadora e neoliberal. Em 2018, Bolsonaro, recebeu o apoio desse grupo. Existe um princípio de fissura entre seus apoiadores neoliberais, mas nada indica alternativa de eleições que permita retorno de Lula e PT. Em tempo de pandemia, perguntas/respostas e pesquisas Datafolha se dão através de celulares em universo limitado. Será que o resultado seria o mesmo se 2065 moradores de favelas respondessem questionário de grupo sindical de esquerda e marxista sobre satisfação com o governo Bolsonaro, com emprego, salário e moradia?
15 de agosto de 2020
RENDA BRASIL É FAKE
A diferença conceitual e política entre Bolsa Família, do PT, Renda Brasil, de Bolsonaro, são evidentes. Isso ficará claro, mas o engodo eleitoral sempre é uma possibilidade. Renda Brasil é eleitoreira, insustentável, trará revolta e miséria, como já aconteceu, por exemplo, no “milagre econômico” da ditadura, “inflação zero” do Sarney e outros engodos. É como semear uma terra adubada e uma arrasada. O bolsa família era o 1o degrau no combate à fome do PT, um SOS. Havia oferta de emprego, salário real, investimento no SUS, água e luz, “mais médicos, acesso e bolsa para escola e universidade, cotas para negros, moradia. Renda Brasil espelha Bolsonaro. Farsa, fake news, destruição e matança na saúde, favela, negro, índio. Não tem emprego, corta saúde, educação e moradia (teto), salário irreal, fim da aposentadoria, perda de benefícios e direitos trabalhistas, quebradeira de empresas pequenas e descaso com mortes na pandemia.
14 de agosto de 2020
RETORNA LULA
Os intelectuais de direita e competentes jornalistas da Globo agora dizem que Bolsonaro não é confiável. Era quando pregava a volta da ditadura, a tortura, atentava contra instituições democráticas, exibia sua ligação com a milícia, manipulava o “rachadão” e não “rachadinha”. Bolsonaro deixa claro sua intenção à Globo e aos neoliberais quando define claramente seu projeto político de poder: a reeleição. A partir daí a aliança econômica neoliberal com o Posto Ipiranga do Guedes vai para o espaço. Para o PT e para o trabalhador os dois projetos (político e econômico) visam sua aniquilação. É apenas escolher: Bolsonaro, guilhotina e morte imediata ou prisão perpétua e morte lenta neoliberal. Mas a Globo tbm tem outro dilema preocupante: Bolsonaro fortalecido cassa sua licença. Que saudade do PT que respeita liberdade de imprensa, não fecha mídia, apenas regula com prega a Constituição. “Fora Bolsonaro”, “Volta Lula”.
13 de agosto de 2020
VOLTA LULA
A Globo, seus inteligentes jornalistas, patrão e patrocinadores neoliberais descobriram que Bolsonaro mente. Antes, só “rachadão”, pregar tortura, morte, fechamento de instituições, defesa das milícias, contrário ao aquecimento global, matança de índio, pobre, negro, favelado, usar fake news e caixa dois. Agora não, quer ser reeleito. Não aceita o candidato lavajatista, receitas prontas neoliberais, reduz publicidade, ameaça cassar concessão pública. Pior do que Lula. Lula tem um grave defeito: lutar contra a desigualdade, defender o pobre, mais emprego, salário real, saúde, educação, no máximo, regular a mídia, como prevê a Constituição de 88, mas respeita liberdade de imprensa, não cassa veículos midiáticos. Portanto, “Fora Bolsonaro”, volta Lula, eleições já.
12 de agosto de 2020
CEM MIL ASSASSINATOS
Cem mil mortes em cinco meses em pleno século XXI, onde a ciência se encontra mais avançada do que entre 1918 a 1920 e a gripe espanhola matou 35 mil no Brasil. O tamanho real desse genocídio será conhecido após o fim de tudo e os culpados julgados. Números falseados, subnotificações e ausência de testes propositais entram nesse ajuste de contas e, mais grave, com omissão nos riscos da gripe, estímulo ao contágio, falsos remédios e equipe ministerial sem área médica. A história traz lições de pessoas covardes que se aliam, por oportunismo, aos poderosos de plantão para levar vantagens. Leva tempo, mas são desmascarados. No Brasil a fatura está acumulada à anistia aos torturadores de 64, que perdoados retornaram ao centro do que sabem fazer: matar.
11 de agosto de 2020
IMPLODE "JUSTIÇA" PARA O PT
Vários Supremos, MPs e polícias. Está formada a babel na justiça. Não precisa ser jurista, basta bom senso. Uma espada erguida para a cabeça petista, mas ninguém fica incólume. Começou com a perseguição pelas elites dominantes (ricos e bilionários) aos petistas. Vem a excrescência jurídica do STF no "domínio do fato" contra José Dirceu, em 2007, a "pedalada fiscal" para golpear a Constituição e Dilma, a criação da República da Inquisição lavajatista, em 2016, quebrou a economia e gerou milhões de desempregados, prisão, sem prova, de Lula para eleger uma quadrilha miliciana para a presidência da República, em 2018, tudo agravado com uma pandemia que mata milhões. A tragédia atinge todos em todas as áreas e se torna imprevisível à medida que o tempo avança. Pela ordem, somente o "Fora Bolsonaro", renda mínima aos sem nada e eleição livre já pode salvar a anunciada barbárie.
9 de agosto de 2020
PRESENTE E FUTURO
Há muito pouca clareza sobre o mundo pós-coronavirus. O coronavirus foi comemorado pelos ocidentais na China, mas saiu do controle. O vírus atropela o neoliberalismo na fase negacionista de globalização pela ultradireita. China desequilibrou a globalização. Pandemia traz desarrumação na economia mundial, dívidas impagáveis. Duas sinas: decadência ou mudança no capitalismo ou desigualdade incontrolável no trabalho. Capitalismo se reinventa? Tragédia social permanece passiva à narrativa do capital? Brasil no furacão e uma classe dominante no comando (ricos e bilionários), medalha de ouro em atraso, submissão aos países ricos, ações políticas e econômicas na contramão da história, negando ciência, fatos e realidades. Oposição também precisa se reinventar, se coligar, otimizar esforços. Não é fusão, mas adaptação e salvação, diante de um mundo novo, desconhecido. O desafio não é 2022, antes tem 20 e 21
8 de agosto de 2020
FASCISMO À BRASILEIRA
O nazifascismo alemão avançou e matou milhões de seres devido a conivência da elite dominante (ricos, bilionários, classe média branca conservadora), grave crise econômica decorrente da 1a. guerra mundial, castigo econômico imposto pelos países vencedores da guerra, medo do surgimento do Estado Socialista Soviético. O Brasil de 2020 traz semelhanças no avanço do fascismo. Suporte e alinhamento político da elite dominante à ultradireita neofascista temendo a popularidade do governo distributivista de renda do PT, crise econômica, mortes, desemprego, agravada por uma guerra não convencional sanitária e apoio explícito do império neofascista norte-americano. Alternativa da oposição é formar coligação democrática-popular, com programa mínimo na defesa de renda mínima sustentável aos sem renda, volta do Estado de Direito e "Fora Fascismo", "Fora Bolsonaro".
4 de agosto de 2020
EXPLODEM AS CONTRADIÇÕES
O conflito lava jato e Procuradoria-Geral da República, de Aras, serve
para escancarar os desmandos sofridos pela população e a nação, desde 2016, no
golpe contra a Constituição orquestrada por grupos financeiros bilionários e manipulada
pela narrativa da Globo. O "feitiço virou contra o feiticeiro".
Bolsonaro não quer essa arma voltada contra. Sem acordo, o tempo só agravará os
desmandos da justiça voltada para interesses partidários e espúrios de
poderosos. Essas contradições, conforme avançam redime o PT, deixa claro os
reais algozes da democracia, igualdade e justiça. Momento importante para a
oposição democrática e popular se unir, se manifestar, com os cuidados da
pandemia, não se iludir numa saída ou ajuda por parte dessas duas direitas e
falsas FRENTES. O rastro que sempre deixam é notoriamente conhecido: destruição, desigualdade, barbárie, desde
1500.
2 de agosto de 2020
2022 PRECISA COMBINAR COM 2020 E 21
A chegada é 2022. Liberais e bolsonaristas disputam território. PT corre
por fora. A briga lava jato e PGR é briga por poder político. Lava jato, foi
estratégia neoliberal. Golpeou a democracia, economia, soberania e PT. Elegeu
Bolsonaro. Para os liberais um abacaxi. De um lado, o PT de outro, Bolsonaro.
No campo econômico, outro abacaxi. A pandemia tirou protagonismo de Bolsonaro
que precisa de dinheiro para chegar a 2022. Adeus "teto" e austeridade
neoliberal. A contradição atinge as duas direitas: pandemia dizima milhares de
vidas diárias, fecha empresas, desemprega milhões, retira consumo, perde
receitas, não tributa grandes rendas. Situação insustentável até 2022. O papel
do PT não é amparar a direita, mas exigir investimento na ajuda ao trabalhador,
Estado de Direito e Fora Bolsonaro.
1 de agosto de 2020
UMA LEITURA SOBRE O PT
É importante nesse grave momento de tragédia nacional entender melhor o papel histórico do PT, sem vacilação e preconceitos. A partir de 1946 três forças políticas e partidárias foram formadas: PSD, UDN, PTB. Todas tendo no retrovisor o periodo 1930/45, a "revolução industrial" à brasileira. PSD conservador pragmático, UDN conservador antitrabalhista e PTB defensor da CLT. Essas três forças permanecem até hoje, com muitas mudanças, contradições, se realinhando e se reagrupando. Na ditadura se agruparam em duas forças impostas: Arena e MDB. O pós-64 gerou nova arrumação: PSD, PMDB, PT (a direita capturou o PTB, que formou o PDT com Brizola). A grande novidade do pós-ditadura é a origem e formação histórica do PT. Surge dentro do maior movimento de massas da nossa história, com participação de movimentos de base de todos os segmentos sociais, forte presença operária metalúrgica, apoio da intelectualidade e movimento estudantil. De lá para cá, faz a diferença com seu protagonismo político. Insistiu quatro vezes na competição para presidência da República (fato inédito na história mundial), vence e governa o país por quatro mandatos. Venceria novamente não fosse o golpe da direita conservadora. Nesse periodo vem sofrendo gigantesca pressão, perseguição política, tentativa de sedução e armadilha por conservadores, agremiações pequeno-burguesas (proposital ou ingenuamente), de centro- esquerda e direita, para ceder e se submeter eleitoral (politica) e economicamente. Graças a sua base, estrutura, formação operária e a liderança forte de Lula, resistiu e representa a única esperança popular viável eleitoral e historicamente no campo progressista. Mas cada momento é um momento carregado de contradições. O Brasil vive uma das piores tragédias anunciada de sua história. Os conservadores uniram todas as suas forças (escravista agrária, produtiva industrial, financeira e bancária, neofascista de Plínio Salgado, antipatriótica ligada aos EUA, seu suporte recista de supremacia branca da classe média) para enfrentar o PT. Surgem FRENTES e alguns movimentos, com conteúdos vazios de solução para a crise, Lula, recua e estabelece condições mínimas para unir forças:"ficar clara a proposta para salvar o trabalhador da fome, morte, desemprego e perdas, combater a desigualdade social, tirar o neofascismo do poder, Bolsonaro. Em que pese toda campanha de manipulação midiática, recursos e união dos conservadores para desmoralizar e derrotar o PT, este continua forte pela honestidade, falta de provas aos seus crimes, coerência e gestão na presidência, com aprovação de 86%. Por seu histórico e expressão política cabe, sem dúvida, ao PT tomar a iniciativa no campo popular de buscar uma coalisão, partidária e de líderes, no campo progressista, com clareza de quem representa o inimigo principal, para propor um programa mínimo na defesa e retomada imediata do Estado de Direito, da preservação do Estado do Bem-Estar Social e uma renda básica para para os milhões trabalhadores sustentável aos efeitos da crise da pandemia na saúde e na renda.
30 de julho de 2020
GLOBO E DEMOCRACIA
Globo comemora 95 anos de existência com autoelogio e debate sobre
democracia e liberdade de imprensa. Muita hipocrisia. Falta espaço para repetir
histórico da Globo, mas é notório que toda a tragédia e barbárie que atravessa
a população teve e tem responsabilidade DIRETA da Globo. Nossa sociedade está
dividida em três grupos: direita neoliberal (Globo, mercado financeiro),
ultradireita (bolsonarismo) e petismo (oposição). As duas direitas representam
1% (ricos e bilionários) e o petismo o povo trabalhador. Em 2016, as direitas
rasgaram a Constituição para golpear o PT. Em 2018 prenderam Lula e elegeram
Bolsonaro. A oposição vive tragédia da pandemia e teme ir às ruas. As direitas
tem monopólio das narrativas nas comunicações de mentiras e fake news. A tragédia
se agrava e pode levar todos. Mortes, desemprego, ausência de renda, falências.
Urge uma coalisão de oposição com proposta de renda mínima e Fora Bolsonaro.
27 de julho de 2020
A VOLTA DA GUERRA FRIA
A vitória de Joe Biden sobre Donald Trump não representa um distensão na
política internacional, ao contrário, pode agravar. O nacionalismo de Trump
reduziu a pressão da guerra ideológica entre países socialistas e capitalistas,
principalmente com a China. Não é o que pretende Biden. Representa a volta da
globalização ideológica disposta e unida a enfrentar o avanço chinês, retomar
as relações de inteligência, político e militar com a Europa, Japão, Canadá,
Austrália, ìndia. A guerra fria não será igual a URSS com disputa de arsenais
de guerra, mas comercial na contenção militar e cerceamento das empresas
chinesas de 5G. É saber como fará e que métodos usará para desligar o parque
industrial chinês da economia mundial. Como impedirá educação, ciência e
tecnologia de se impor.
26 de julho de 2020
COIMPLEXA REALIDADE POLÍTICA
Quis a história que EUA e Brasil seguissem o mesmo ritual num processo
irregular e criminoso eleitoral. Ultradireita e direita, hipócritas, unidas,
negando o establishment e se elegendo. Nos EUA contra "Hillary
trapaceira", no Brasil, "petismo corrupto". No meio dessa estratégia
uma pandemia incógnita, imprevisível nas consequências para todos, inclusive o
capital. Para os mais vulneráveis certamente um genocídio. Muitas contradições.
Nos EUA, racismo, desemprego, endividamento, geopolítica com a China. No
Brasil, milhões no desemprego e falências, quebradeira geral das empresas. Os
dois países liderando estatísticas de mortes pelo Covid. Na política, EUA,
poder pode voltar aos liberais, no Brasil, indefinição. Prossegue acordo de
interesses, ultradireita e direita liberal. Situação inusitada que leva ao
"quanto pior", barbárie, mas pode apressar a decadência das elites
dominantes.
24 de julho de 2020
UMA LEITURA DA CONJUNTURA
No centro de toda a crise mundial do capitalismo pós-pandemia está a
competição com a China sobre ciência e tecnologia (IA, 5G, lives, outros
serviços de casa pelo isolamento). Mudanças virão no trabalho, comércio,
economia, Estado e poder. EUA não aceita o desenvolvimento e crescimento da
China. Está formada a guerra do século XXI. Ultradireita (Trump, Bolsonaro e
outros) é uma resposta neoliberal (corporações financeiras) a essa situação. A
pandemia não está claro, se corre por fora ou faz parte dessa trama. O Brasil
dos vulneráveis precisa se preparar. O PT é sua trincheira principal. Governou
o país e adquiriu confiança. É urgente um plano de travessia que garanta renda
básica e ocupação aos trabalhadores. Formar uma coalisão de partidos ou líderes
para lançar o programa e apoiar o "Fora Bolsonaro".
22 de julho de 2020
NAMORO DOS PATRÕES
Nos últimos dias houve aproximação entre neoliberais e bolsonarismo. Um
recuo nas agressões. Sinalização clara nas manchetes da Globo, com elogios a crescimento,
perspectiva de estabilidade e topo nas mortes, além do anúncio da vacina e,
Dória, pai generoso que pretende distribuir por todo o Brasil. Maia e
Alcolumbre se abrem às reformas ultraliberais. Namoro lucrativo para as elites.
Para o trabalhador, nada. Milhares de mortes pelo vírus, fome, desemprego,
assassinatos, quebradeira e déficit da economia continuam. Lula e PT estavam
certos não caindo na armadilha da FRENTE liberal. Para o trabalhador a luta
continua difícil com isolamento. A responsabilidade do PT é maior. Carrega a derradeira
esperança do pobre. Deve buscar, com urgência, uma coalisão de partidos ou de
líderes e lançar um programa de renda básica e mínima como alternativa à
barbárie anunciada.
20 de julho de 2020
UMA REFLEXÃO S COVID
A pandemia continua um inimigo desconhecido, no campo sanitário,
político e ideológico. Por exemplo, não entrando ainda na luta geopolítica EUA
e China, em cinco meses de pandemia mundial, quem foi atingido? Ricos e bilionários
ou pobres e desassistidos? Renda, capital ou trabalho? Não há dúvida sobre a
obviedade da resposta. Que fique claro, Bolsonaro e Trump, negacionistas à
doença, não atrapalham o grande capital, ao contrário, fortalecem. Servem de
"bodes". Mas toda estratégia tem contradições imprevisíveis. Os
neoliberais vão precisar de recursos para cobrir déficits? 2008 afanaram
contribuintes. Na política, elegem nos EUA um neoliberal, no Brasil a realidade
é diferente. A pandemia continua uma grande ameaça à esquerda e oposição por N
razões. No Brasil, só uma saída: FORA BOLSONARO, retorno ao Estado de Direito e
soberania do voto.
19 de julho de 2020
MEIO AMBIENTE
18 de julho de 2020
ASCÂNIO SELEME
Ascânio Seleme volta a abordar em sua coluna a matéria que gerou
polêmica sobre o perdão ao PT. Tenta desfazer qq relação de opinião com Organização
Globo. Não é relevante. Faz uma leitura conservadora sobre o PT. Quer dividir:
PT do mal, Lula, e do bem, Haddad. Insiste na FRENTE contra Bolsonaro na ótica
liberal. Argumenta que PT do mal não quer ruptura temendo se se alinhar às
forças democráticas e perder eleição. Duas inverdades. Primeiro, exatamente o
contrário, o PT não teme ruptura, exige. Discordou da aproximação com FRENTE
que não deixa clara a ruptura. Segundo, o PT nunca temeu a democracia, ao
contrário, exige clareza da FRENTE sobre como será esse processo. Continua a
farsa jurídica sobre a condenação de Lula, sem prova e o golpe contra PT e
Dilma, sem crime? A fatura dia a dia fica mais alta e os liberais (Globo) estão
envolvidos até o cabelo com a eleição e gestão Bolsonaro, algo semelhante à 64.
17 de julho de 2020
CONJUNTURA ATUAL
O mundo ocidental e capitalista atravessa duas guerras: pandemia e
ultradireitismo, fertilizadas com a enorme concentração de renda que gera
bilhões de desiguais e excluídos, irreversível a permanecer a ordem econômica
do capitalismo financeiro atual. Brasil no seu quadrado. Aqui, ricos e
bilionários, sempre submissos aos EUA, saem do armário e impõem a mesma ordem e
regra para 99% dos brasileiros. Demoniza, golpeia governo popular, como o do
PT, e submete o povo a uma ordem de crise sanitária e econômica, que mata
milhares e gera desigualdade. Um quadro que violenta a maioria e pode explodir
a qq momento. FRENTES são bem-vindas, mas fique claro, somente o retorno do
Estado de Direito (#LulaLivre), com soberania do voto popular e liberdade pode
se resolver o dilema.
15 de julho de 2020
FORA BOLSONARO JÁ
A narrativa neoliberal vacilante, cínica, protege Bolsonaro. Concentrar
críticas nos péssimos ministros não tem sentido. Os ministros escolhidos, seja
na educação, meio ambiente, relação exterior, cultura, direitos humanos seguem
cartilha e perfil determinado por Bolsonaro. As mazelas são ordens recebidas
para exercer o cargo. Saúde e militar seguem a mesma orientação. A gravidade na
saúde deve-se a entrega a militares despreparados a irresponsabilidade equivalente
a queda de cinco boeings diários em mortes. Sem dúvida, um crime, genocídio
grave com a população, que inclui população indígena, sua raça e cultura. A
base eleitoral de Bolsonaro o impede de qualquer mudança, portanto, só resta
vida ao povo com o FORA BOLSONARO.
14 de julho de 2020
GILMAR E FORÇAS ARMADAS
Gilmar Mendes é ministro do STF, conservador, indicado por FHC, (PSDB), insuspeito
de qq posição que desprestigie às Forças Armadas. Num contexto em Portugal, faz
um histórico sobre o combate à pandemia no Brasil, que envergonha e desmoraliza
o país no mundo. Matou mais de 72 mil pessoas, continua a devastação com o
governo federal jogando a responsabilidade nos Estados e se omitindo. A
intervenção militar na área, sem comando médico, é um deboche. Gilmar conclui:
"a imagem das Forças Armadas, é preciso deixar de maneira muito clara, o
Exército está se associando a esse genocídio, e não é razoável para o
Brasil". Genocídio no dicionário é "extermínio total, deliberado, de
uma comunidade, grupo étnico ou religioso, povo" (novíssimo aulete, 2011,
pag. 707). O conceito de genocídio está claro e deliberado pelo governo
Bolsonaro e atinge um povo. Gilmar não deve recuar.
13 de julho de 2020
ASCÂNIO FOI PRAGMÁTICO
Ascânio Seleme em sua coluna reconheceu o óbvio. O PT venceu quatro últimas eleições e, sem dúvida, venceria a quinta não fossem as irregularidades cometidas. É uma força política incontestável e o desastre das elites apoiando a tragédia Bolsonaro favorece o PT. Neoliberais reconhecem o desastre para onde está indo o Brasil com Bolsonaro. Estão sem alternativa política vendo o país caminhar a passos largos para o caos geral, onde não há garantia de nada. Ascânio despertou para a barbárie anunciada. Melhor centro-esquerda previsível do PT do que ultradireita imprevisível da barbárie de Bolsonaro.
OS TRÊS GENERAIS
O quadro político atual deixa claro três forças ou três generais: PT,
Globo, Bolsonaro. Cada força com tropa de 20 a 40% do eleitorado brasileiro (há
sobe e desce). As forças estão em processo de estratégia e formação, com vistas
a batalha de 2022, o que não inviabiliza outras antecipadamente. Os generais
Bolsonaro e Globo se uniram em 2018 para derrotar o general Lula. Conseguiram.
Uma fissura surge entre Bolsonaro e Globo. Globo se insinua para o PT. Não é
confiável, mas o PT não vai precisar e nem deve entregar o comando de sua
tropa. O general Bolsonaro é sanguinário e mercenário, o da Globo mercenário.
Com o primeiro impossível qq aliança.
Nessa aliança -PT e Globo- os dois caminhando com seus exércitos, sem agressão,
para derrotar Bolsonaro, parece uma estratégia de guerra recomendável.
11 de julho de 2020
ESTADO SEM DIREITO
Excrescências jurídicas para proteção da família Bolsonaro, do Queiroz
servem para ilustrar a falência que chegou a justiça brasileira. O
distanciamento cada vez maior de um Estado Constitucional e de Direito. Uma
"bola de neve", desde que o PT ascendeu ao poder em 2003. A partir
daí a histórica elite dominante (ricos e bilionários) não sossegou enquanto não
tirou o adversário do poder. A Casa Grande continua. A diferença é não precisar
usar armas, agora o Poder Judiciário. A justiça escancarou sua farsa legalista
no pós-PT. No "mensalão" "domínio do fato" condena José
Dirceu. "Pedalada" atinge a soberania do voto com Dilma e "fato
indeterminado" condena Lula sem provas. Agora fica tudo mais claro com a
disputa lava jato e bolsonarismo querendo um colocar mordaça no outro. Numa
nova ordem democrática, justiça, política e mídia apodreceram. Não podem ficar
inalteradas.
9 de julho de 2020
O REI ESTÁ NU
A primeira dúvida sobre redes de fake news e quem financiou eleições da
ultradireita com notícias falsas e mentirosas nos EUA, Brasil, Inglaterra e
outros, obviamente foi respondida pelas 900 corporações econômicas que pediram
para retirar seus anúncios do facebook. A segunda dúvida é o que vai acontecer
após o crime. No Brasil, por exemplo, o que falta ao Congresso, STF, MP, PF
para pedir a interdição do governo e da chapa Bolsonaro? A criatura tem boca de
jacaré, rabo de jacaré, pele de jacaré, investigar o que? As contradições do
neoliberalismo apoiando essas criaturas da destruição e do ódio está tendo com
a pandemia um efeito e resposta temerária: o rei está nu. O Estado mínimo, a
desigualdade, a austeridade questionada nas manifestações dos EUA e Chile provavelmente
vai se propagar.
7 de julho de 2020
O CERCO AO BRASIL
Cresce o cerco ao Brasil na Europa, EUA, América do Sul pela
irresponsabilidade no combate ao coronavirus no governo Bolsonaro. Fundos de
pensão suspendem investimentos pelo desprezo à política ambiental na Amazônia, à
vida dos indígenas, negros e pobres. Um governante absolutamente despreparado
que conduz o país ao caos anunciado. Os liberais que o elegeram prosseguem
apoiando o autoritarismo demente e destrutivo, junto com os militares, aceitando
tudo por dinheiro. Representam interesses de 1% e comandam uma tragédia que
atinge 210 milhões de brasileiros. A intransigência antidemocrática da classe
dominante (ricos e bilionários) empurra para uma saída de confronto. Quando a morte
é a única perspectiva, pouco importa se por doença, fome ou bala. Uma faísca
muda o quadro.
5 de julho de 2020
OS INGÊNUOS DO LEBLON
"O mundo não será o mesmo, após a pandemia" dizem. Uma
reflexão vazia, pois o mundo nunca é o mesmo, dialeticamente. A questão é se a
pandemia que tem o mesmo efeito de uma guerra, uma grave crise, muda o modelo
de desenvolvimento do capitalismo da desigualdade. O deboche com a pandemia dos
jovens do Leblon, se espalha pelo Brasil e pelo mundo, principalmente
ocidental. Tem conteúdo filosófico na ingenuidade, se estrutura sob a égide de
uma narrativa ideológica do capital, que pressiona a população para trabalhar,
mesmo que morra. A mesma alienação que utiliza para o consumo e lucro. A
mudança virá na contradição (milhões de mortes por descaso na assistência
pública estatal e governamental), na conscientização e manifestação, como nos
EUA e Chile.
3 de julho de 2020
RENDA BRASIL E BOLSA FAMÍLIA
Na estratégia de ludibriar os mais pobres, governo Bolsonaro, com
endosso dos neoliberais (1% mais ricos) pretende criar o "Renda
Brasil", um Bolsa Família com outro nome, dizem. Inúmeras farsas diferem o
"Renda Brasil" do Bolsa Família. Bolsa Família foi inclusão social,
socorro, SOS aos sem nada, herdados de um país destruído pelas elites. Bolsa
Família representava no governo do PT um estágio para salvar o pobre da fome e
chegar com vida aos demais serviços do Estado garantidos no governo do PT,
como, emprego, educação, saúde, casa própria, salário corrigido, crédito,
outros bens sociais. No governo Bolsonaro isso inexiste. Esvaziam o Estado
social (educação, saúde, moradia), priorizam recursos aos 1% mais ricos,
desempregam milhões, reduzem salário, retiram direitos trabalhistas e da
aposentadoria, além da agravante de uma pandemia que mata milhões. "Renda
Brasil" para quem? Os condenados à morte?
2 de julho de 2020
O DRAMA DAS FRENTES
A história política do século passado nos trouxe uma série de exemplos
de frentes pela esquerda (trabalho) para enfrentar a direita (o capital). São
inúmeras as variáveis, causam muitas polêmicas e dificuldades de se visualizar.
No Brasil de 2020 se vive esse imbróglio. A direita apoiou a ultradireita (uma
frente antipetista) que está conduzindo o país para o caos, tragédia anunciada
para todos. Tanto para a direita quanto para a esquerda não há meio termo: tirar
ou não Bolsonaro? Nesse interim, uma agravante no processo decisório: Covid-19
mata milhões. Quem cede? O PT tem limites Republicanos: democracia, Estado de
Direito, soberania do voto. Economia e futuro dependem dessa decisão. A bola
está com a direita, avança ou recua na tragédia Bolsonaro?
30 de junho de 2020
PLATAFORMAS DO ÓDIO
Empresas multinacionais norte-americanas, como Coca-Cola, Microsoft,
leves, Ford, Unilever, vereza, the norte face e outras estão suspendendo suas
contas nas plataformas do facebook, twitter, instagram redes sociais que apoiam
o discurso de ódio de Trump. Qual a leitura dessa posição? Essas gigantes da
economia apoiaram, até agora, a política genocida e de ódio de Trump. Outras
continuam. O que faz recuarem? As manifestações antirracistas e as milhares ou,
talvez, milhões de mortes decorrentes do coronavirus? Por trás do recuo, medo e
receio dos bilionários com as consequências demonstradas pela insatisfação
popular nas ruas. Essa lição serve ao Brasil. Só pressão popular muda o rumo
das desigualdades e ódios da classe dominante.
29 de junho de 2020
LIVE LULA E FLAVIO DINIO
Muito significativa a live de Lula com Flávio Dino. Lula, a maior
liderança de esquerda da América Latina, precisa ativar essas lives com demais
lideranças nacionais e internacionais. É fundamental, pois suas análises da
conjuntura são importantes para conscientizar milhões de trabalhadores
brasileiros. O Brasil precisa conhecer o cidadão Lula e sua visão de mundo. No
mundo atual existe uma competição para obter a hegemonia das narrativas entre
as direitas. Narrativas inimigas do trabalhador. Para agravar o quadro das
narrativas surge uma pandemia que mata basicamente milhões de pobres, negros e idosos,
considerados "improdutivos" pelo neoliberalismo. No Brasil, essas
narrativas simulam brigas, pausas e tréguas com intenção de iludir a população.
A tarefa da oposição, da esquerda, centro-esquerda e dos democratas é formar
uma frente social para enfrentá-las.
28 de junho de 2020
CONTRADIÇÕES ACIRRAM
Cresce em todos os setores da sociedade a insegurança política,
econômica e social, decorrente do golpe à Constituição de 2016. A pandemia
deixou visível a falta de estrutura do Estado na saúde com milhares de mortes.
Nas PMs assassinatos e impunidades de pobres nas favelas. Corrupção
bolsonarista e lavajatista dividindo a estrutura da justiça e da PF. Na
política, legislativo oportunista e despreparado, produto de fake news e caixa
dois. Na economia, neoliberalismo falido de austeridade e Estado mínimo, que
conduz o pais para recessão e quebradeira. Pós-pandemia traz insegurança geral
sobre futuro. A Constituição Cidadã de 88, rasgada pela classe dominante,
envelheceu rápido. Redefinir papel de Estado, governo, soberania, forças
armadas, democracia, liberdade, política. Impossível ligar corda rompida.
Morte, fome, desemprego, violência são más conselheiras. Para começar: “Fora
Bolsonaro”.
25 de junho de 2020
'BOIADA NEOLIBERAL"
A boiada neoliberal (Globo, mercado, bancos, PSDB) tbm aproveita a
atenção com a pandemia para avançar covardemente seus projetos e reformas
antipovo, anti-trabalhador, como propôs, Ricardo Salles, na reunião ministerial
do dia 22. Enquanto o governo Bolsonaro prioriza claramente à economia à vida e
mata milhares de seres pelo Covid-19, os neoliberais (Globo, mercado, PSDB)
atacam direitos trabalhistas, aposentadorias, desempregam milhões, jogam na
marginalidade, na fome e nas estatísticas de morte do coronavirus. Avançam
também no saque aos recursos naturais e minerais, com a conivência do Congresso
e um governo cada vez mais desmoralizado. É urgente forças democráticas, de
esquerda e centro-esquerda formarem uma frente para lançar manifesto, e
mobilizar nas ruas o povo por impeachment e eleições.
24 de junho de 2020
CADÊ A MULHER DO QUEIROZ?
Todas as investigações em curso sobre fake news, rachadinha, milícias,
assassinato de Marielle, ameaças às instituições democráticas conduzem e recaem
claramente no colo do presidente, Jair Bolsonaro. A justiça investiga, mídia
divulga, Congresso dá (ou devia) suporte político. Muitos tem consciência que
esses segmentos foram os criadores da criatura. A vacilação nas investigações
tem sentido, apesar da criatura ter se tornado grave ameaça de desastre e de
vida para todos. A pandemia tirou da rua o povo, suporte básico nessa luta.
Nessas indecisões agora procuram a mulher de Queiroz, mas para que se já tem Queiroz?
À procura de Queiroz se já tinham o Flávio, e do Flávio se já tem o Jair
Bolsonaro? Falta investigar, sem medo. O brasileiro se equilibra e aguarda até
onde pode o enfrentamento de uma barbárie anunciada.
22 de junho de 2020
DESCASO DO ISOLAMENTO
Causa surpresa o descaso com o isolamento na população para inibir o
aumento da infecção do Covid-19. O descaso ocorre em parte da classe média e
comunidades carentes. Situações e razões diferentes no aspecto social, mas única
no aspecto ideológico. Na questão social é evidente que os mais necessitados
não têm como permanecer em casa, sem renda e trabalho, manipulada pelo governo
federal. Mas na questão de fundo o isolamento ou não, no mundo ocidental, tem
razão ideológica e de classe. O patrão força o trabalhador para obter ganhos e
lucros. Luta ideológica sempre presente, mas invisível, no capitalismo. Esse é
o desafio: como agir nessa "saia justa" da pandemia? O vírus é
inimigo, mas seus manipuladores ideológicos tbm. Usando de precaução os menos
vulneráveis vão precisar correr riscos e enfrentar os inimigo nas ruas. Nesse
momento, "FORA BOLSONARO".
21 de junho de 2020
O QUE É BOLSONARISMO?
Existe certa perplexidade para entender o bolsonarismo, eleito e apoiado
pela classe dominante (ricos e bilionários) na onda antipetista. É fascismo,
nazismo, nacionalismo, populismo, reacionarismo? Que "ismo" é esse?
Difícil responder. Não parece ideologia, mas "bolsonarismo", grupo
familiar maluco. É entreguista, sonha com ditadura, intervenção militar à moda
bolsonarista. Vive passado reacionário anticomunista, prisioneiro da guerra
fria. Continua bipolar. Idolatra ídolos da tortura, como Ustra. Fabrica
inimigos. Insulta opositores. Defende valores cristãos, família tradicional,
muitos palavrões, "comer gente", Não por fé se aproximou de evangélicos.
Quer armar a população, cultua o ódio. Não demonstra compaixão e sofrimento com
milhares de mortes por pandemia. Nenhuma proposta política para área alguma, só
destruição. Falso "moralismo", com Queiroz, "raspadinha",
centrão, milícias, Marielle. É preciso coragem
apostar nessa aventura.
20 de junho de 2020
EPIDEMIA INVISÍVEL
Mais de um milhão de infectados no Brasil envolvendo apenas 2,6% da
população de 215 milhões de brasileiros e apenas 133 cidades pesquisadas. A ciência
considera imunizadas quando 60/70% da população foi infectada. Na Europa e EUA,
países ricos, contradições econômicas pública (impõem Estado mínimo) e privada,
nenhum atingiu esse patamar. A única opção para impedir a multiplicação de
infectados e mortos, é isolamento. Mas é no Brasil onde a situação mundial é
mais grave. Por quê? Simples e objetivo: elegeu na presidência da República um
demente (única explicação sucinta e correta do dilema). Se perdeu o controle da
doença e o "navio Brasil está à deriva" indo ao encontro do rochedo.
Só há uma saída de emergência: FORA BOLSONARO.
19 de junho de 2020
BENEDITA DA SILVA
Benedita (PT) fez sua estreia na mídia (O Dia) como candidata à prefeita
da Cidade do Rio de Janeira. O PT se empenhou por uma unidade pela esquerda,
infelizmente ainda existe ranços herdado das acusações contra o PT por seus
inimigos, mesmo sem comprovação. Benedita traz para o RJ a experiência bem
sucedida do PT nas suas administrações federal, estadual e municipal. Finanças
destruídas e violência que descambou, principalmente contra os mais pobres no RJ
é a prioridade. Combater o desemprego pode ser o antídoto principal. Valorizar
o mercado interno. Recursos serão otimizados. Benedita traz o patrimônio mais
requisitado na política atual do RJ: a credibilidade
de sua biografia.
18 de junho de 2020
LIÇÕES DO COVID-19
Lições diárias vão deixando bilhões de seres humanos em alerta em plena
disseminação exponencial do Covid-19. Quais lições? Cada país uma realidade. O
Brasil, deveria sair na frente dessas mudanças, pois diferiu de tudo e todos.
Quis a história um pária, um excluído social e despreparado estivesse
institucionalmente à frente do enfrentamento de uma pandemia. A lição é política, inúmeras medidas
democráticas, constitucionais a depender da correlação de força entre capital e
trabalho. Interesses que serão preservados ou renovados? Por exemplo, forças armadas: excesso de
contingente armado, custos elevados, sem guerra é necessária? O que é Estado e
governo? Capítulo próprio reforçando autonomia e democracia (STF, PGR, PF e
outros). E a mídia, continua sem regulação?
17 de junho de 2020
E AGORA, JOSÉ?
E agora, José? Esse sentimento expresso no poema de Carlos Drummond,
1942, de solidão, abandono, falta de esperança, perdido e sem saber o caminho
foi a herança que restou à população deixada pela classe dominante (ricos e
bilionários), agravada após 2016. Sobrou para o STF a responsabilidade de
resgatar desmandos e ambições das elites dominantes, seu noivado e casamento
com a barbárie autoritária. A mistura entre Estado e governo usada para
combater a esquerda, legitimamente constituída no poder, precisa ser novamente
acionada, dessa vez, para combater o neofascismo, do autoritarismo e do ódio.
Direita neoliberal e ultradireita numa guerra de narrativas indefinidas. As
duas mantendo "joelho no pescoço" do Estado de Direito, dessa vez,
com um inimigo, um exército invisível, poderoso, não de vivos, mas cadáveres,
avançando.
16 de junho de 2020
BRASIL É "BOMBA-RELÓGIO"
"Brasil é bomba-relógio", diz ministro da saúde da Colômbia
sobre o vírus. Pandemia carrega responsabilidade global e todos os países
dividem o sacrifício do combate e controle. Governo Bolsonaro está "fora
da curva", não assumiu responsabilidades do comando de seu combate,
desrespeita normas internacionais de segurança na saúde, nomeia militar sem
formação no ministério da saúde, prescreve remédios condenados, retarda apoio
financeiro aos mais necessitado, obriga a população a se expor ao vírus para
não morrer de fome. Conclusão: cresce assustadoramente a posição do Brasil no
ranking mundial do terror, em número de cadáveres e infectados, mesmo
subdimensionados testes e estatísticas. A bomba está ligada e a fatura desse
crime cai no colo de todos que o apoiam.
15 de junho de 2020
LIBERAIS VACILAM
O Globo e outros veículos da grande mídia orientam e norteiam a
estratégia da política atual. Na última eleição produziram uma aliança entre
ultradireita e direita liberal contra o PT fazendo maioria no Congresso e
governos estaduais. Essa aliança sofre rupturas e dissensos e vacila temendo
algo semelhante como "Diretas já". A insatisfação e insegurança
cresce com milhares de cadáveres empilhados, milhões desempregados, formal e
informalmente, e perspectiva clara de quebradeira econômica geral. Num quadro
social caótico desse é temerário apostar em processos repressivos, autoritários
e antidemocráticos. Precisa haver rapidamente respostas à barbárie que avança.
14 de junho de 2020
"NÃO ESTICA A CORDA"
"Não estica a corda" foi o recado e ameaça do governo
Bolsonaro aos demais poderes, principalmente STF e TSE, que julgam crimes e
irregularidades comprovadas de fake news, caixa dois na eleição de 2018, e pós-eleito,
ataques ao Congresso, STF, onde prega publicamente rupturas institucionais,
armamento da população para defender seu governo, caso condenado. Até o dia de
hoje, 14 de junho, ninguém sabe o que vai acontecer. Mas, perguntas ficam no
ar: comprovadamente despreparado, com visão deformada de realidade, incapaz de
enfrentar, até estimula, pandemia que mata milhares diariamente, conduz o país
para o desastre, quebradeira geral consegue chegar a 2022 sem explodi-lo? Será
ético e constitucional 215 milhões de brasileiros, instituições, públicas e
privadas, permanecerem assistindo, intimidadas e omissas às suas tresloucadas
aventuras e ameaças autoritárias?
12 de junho de 2020
RACISMO E CONJUNTURA
"Não consigo respirar" foram as súplicas e últimas palavras de
George Floyd, negro norte-americano, ao policial, Derek Chauvin, com o joelho
no seu pescoço. Fato inédito nos EUA, Brasil e outros? Não. Fato corriqueiro
nas sociedades de cultura escravocrata racista, de supremacia branca. E por que
a reação internacional? A história e futuro vai nos esclarecer melhor o que de
fato está acontecendo. Mas muitas leituras e análises podem ser feitas. Primeiro,
o mundo vive uma nova 3a. guerra mundial com um inimigo desconhecido, o
Covid-19. Segundo, volta do enfrentamento político ao fascismo, nos EUA, Brasil
e outros países. Terceiro, a etapa atual do capitalismo concentrador de renda
(mercado neoliberal), fomentador da desigualdade que busca desesperado manter
sua hegemonia. Tudo aflorado nas manifestações antirracistas que o Covid ajuda
a questionar e provocar.
11 de junho de 2020
AGORA, SÓ STF
AGORA, SÓ STF
Não precisa ser vidente, nem cientista político para saber que todo o
sistema institucional estabelecido, desde a constituição de 88, está prestes a
ser rompido pelo governo Bolsonaro. O Congresso de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre,
amarelaram. Por eles a serpente pode chocar seu ovo e o Brasil esperar pelo
fascismo. Repetem a omissão dos nazistas alemães e empresários da época. Resta
apenas o STF nessa luta. No Planalto, aliados de Bolsonaro atacam o STF como
"decisões políticas", de "querer aparecer", de querer fazer
"palanque". Levantam bandeira branca, mas acusando o STF. Por tudo
que fez, faz e vai continuar fazendo quem quiser se enganar com Bolsonaro, como
fizeram quando o elegeram, continuem. Acreditar que vai recuar nos seus crimes
contra a vidas de milhões de seres, contra o clima, a Amazônia e direitos dos
cidadão é ingenuidade ou má-fé.
10 de junho de 2020
ELIO GASPARI
Elio Gaspari e outros jornalistas colunistas do Globo receosos e pouca credibilidade
para atacar o fascismo bolsonarista, direciona a argumentação em ataques sem
sentido a governos de esquerda da Venezuela e do Brasil do PT. É um dilema que o
grupo familiar o Globo viveu na ditadura de 64: adere à ditadura ou perde
publicidade? Agora é mais grave, pois sem apoio político algum, pois se trata do
governo mais mal avaliado do planeta. Um governo genocida, que conduz o país à
quebradeira econômica e à barbárie. Esse dilema da Globo é o da direita
tradicional neoliberal, que vem perdendo a confiança da população em seus
partidos tradicionais (PSDB e outros), desde o golpe de 2016 e o apoio em 2018 ao
fascismo bolsonarista que, de lá para cá, só age com ódio e desatinos ao povo.
O dilema só tem duas saídas: participar e aprofundar os fakes news fascistas da
barbárie bolsonarista ou aderir a uma frente democrática, sem restrição, pelo
Estado de Direito
8 de junho de 2020
CREDIBILIDADE NA ESQUIZOFRENIA
Credibilidade é o principal sintoma e sentimento que domina a maioria
esmagadora da população brasileira, especialmente os mais vulneráveis. A classe
dominante brasileira (ricos e bilionários) é, no mínimo, esquizofrênica.
Historicamente (desde Cabral) fica claro na forma como lidou com a escravidão e
como se livrou dela. Saltando historicamente e chegando a 2016, o que fez essa esquizofrênica
classe dominante? Sem nenhuma justificativa plausível, a não ser muita mentira
e doença, rasgou a Constituição para golpear a soberania, democracia e
liberdade. Puro oportunismo para colocar no poder a demência, o despreparo
absoluto, o fascismo. Agora, depois do estrago, do genocídio, da barbárie no
poder, o que faz? Quer fazer crer a milhões de brasileiros que sua base de
mentira e apoio ao fascismo, justiça, polícia, Congresso, grande mídia, está
contra
7 de junho de 2020
MANIFESTAÇÕES
Manifestações pacíficas envolvendo milhões de pessoas por vários dias
nos EUA é, sem dúvida, um fato novo, curioso, que merecem reflexões. Sempre,
nessas manifestações, ódios e revoltas deram o tom, bem exploradas pelos
responsáveis das injustiças e desigualdades, infiltrados no movimento para
justificar repressão. Dessa vez não, quando houve, logo rechaçada e denunciada
pelos manifestantes, no grito e nas redes. E agora, José? Como será o depois, o
amanhã? Com pacifismo milhares, milhões se incorporam. Num ato político, onde
ninguém sai como entrou, se conscientiza, cresce politicamente. No Brasil,
hoje, domingo dia 7, um ato pacífico foi convocado, no combate a dois vírus
mortais: pandemia e governo fascista. Momento inédito. Por precaução, maiores
de 60 anos convém não participar e os mais jovens se proteger. FORA VIRUS, FORA
MORTE, FORA BOLSONARO.
6 de junho de 2020
USO DE FAKES PELO MERCADO
É comum na esquerda a tese que política se lê através da economia, mas
não parece, em alguns casos, seja viável, onde há um declínio, crise e
desespero do capitalismo atravessado por pandemia. Tempo de pós-verdade e fake
news, como a notícia que levantou a moral dos mercados globais, nesse sábado,
propagando que nos EUA 2,5 milhões de novos postos de trabalho foram criados.
Em plena pandemia os EUA de Trump ocupando o epicentro da doença, criação de
postos de trabalho onde "cara pálida"? As notícias não esclarecem
onde e por que do "milagre". Faz vagas referências a estímulos
econômicos dos bancos centrais (!!!???). A matéria, do caderno de economia do
Globo, nas "entrelinhas", promove um carnaval de otimismo para
levantar o mercado. Um caso típico de uso da política eleitoral imperialista
americana para tirar o governo das "cordas".
5 de junho de 2020
LULA ESTÁ CERTO
3 de junho de 2020
O QUE É A FRENTE ANTIFASCISTA?
A frente antifascista, que pode se confundir com frente ampla ou
democrática, é decorrente principalmente da lição alemã deixada pela tragédia
da 2a. guerra mundial, provocada por Hitler. A oposição a Hitler vacilou e
permitiu seu crescimento. Na guerra só a união da URSS (socialista) e
"aliados" (capitalista) conseguiu derrotar o fascismo. O Brasil vive
o mesmo dilema. Fascismo, nazismo, liberalismo representam o capitalismo. No
Brasil, unidos em 2018, derrotaram a esquerda. Agora estão em litígio devido ao
autoritarismo fascista. Os liberais pedem o retorno do estado de direito (a
democracia burguesa). O papel da esquerda é ser contra e ficar gritando que os
dois são inimigos? Não, pelo contrário, torcer e apoiar que cada representante
do núcleo duro dele se afaste. Esquerda e liberais sozinhos não vencem o
fascismo. O papel da esquerda é se unir aos liberais para destruir o fascismo.
UNIDADE ANTIBARBÁRIE
Cabe aos mais esclarecidos e informados politicamente da sociedade
apresentar saída e lutar para enfrentar a trajetória de barbárie e genocídio
que o governo Bolsonaro colocou ao povo brasileiro. Medo e indignação pela
morte e fome generalizada cresce entre a população pela percepção da
incompetência e insanidade do presidente da República. A lição e saída única
que a história dita é união de todos. Não existe outra. Constitucionalistas,
democratas, esquerda, centro-esquerda e direita (que não exclua o papel do
Estado no combate à pandemia, desemprego e participação da esquerda na
unidade). O Brasil não pode ficar subordinado a indefinição das forças armadas
e agentes financeiros exploradores. A singularidade dessa luta é a pandemia. Manifestos
e manifestantes de todas as correntes de pensamento e opinião surgem, perdem o
medo, vão às ruas, com proteção e acompanham países ricos e emergentes (EUA,
Europa, Chile) lutar por seus direitos.
1 de junho de 2020
MANIFESTOS E MANIFESTAÇÕES EM PANDEMIA
O Brasil e EUA enfrentam situação totalmente inédita em política: dois vírus
mortais avançam, lá e cá. Na saúde (pandemia) e na política (neofascismo). EUA
e Brasil realidades distintas, caminhos diferentes. No Brasil, cada dia um dia.
Nos últimos, um manifesto nacional assinado por todas as correntes de
pensamento político democrático formam uma FRENTE DEMOCRÁTICA condenando o
avanço antifascista. Nas ruas de RJ e SP, torcidas organizadas de futebol
resolveram enfrentar o fascismo e abriram uma saída às futuras manifestações,
mesmo com riscos do Covid-19. O neofascismo usa o vírus nas ruas para
confrontar os poderes constituídos. Não há dúvida sobre o risco Bolsonaro à
democracia. Forças armadas permanecem silenciosas. Terão que se posicionar, a
favor ou contra à democracia. Retrocesso político jamais. Democracia tem pressa
de definição, quem é quem?
29 de maio de 2020
POLÍTICA E NUVEM
Foi dito que política é que nem nuvem. Olha para o céu está de um jeito,
de novo, mudou. No Brasil nunca mudou tanto em meio a três graves crises
concomitantes: saúde, mata milhares de
brasileiros diariamente, econômica, arrasta o país para a quebradeira e
política, com a presidência da República nas mãos da instabilidade emocional,
ideológica e delituosa. Na pandemia a nuvem, dia sim, dia não, oscila sobre o
isolamento da população. Na economia, fica em casa, vai trabalhar. Na política,
ruptura ou não? Apesar da oscilação das nuvens políticas os fatos vão se
definindo. Combate à pandemia só com isolamento. Economia com mortes é impossível.
Ruptura institucional somente se for para cobrir delitos e crimes.
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