14 de agosto de 2020
RETORNA LULA
Os intelectuais de direita e competentes jornalistas da Globo agora dizem que Bolsonaro não é confiável. Era quando pregava a volta da ditadura, a tortura, atentava contra instituições democráticas, exibia sua ligação com a milícia, manipulava o “rachadão” e não “rachadinha”. Bolsonaro deixa claro sua intenção à Globo e aos neoliberais quando define claramente seu projeto político de poder: a reeleição. A partir daí a aliança econômica neoliberal com o Posto Ipiranga do Guedes vai para o espaço. Para o PT e para o trabalhador os dois projetos (político e econômico) visam sua aniquilação. É apenas escolher: Bolsonaro, guilhotina e morte imediata ou prisão perpétua e morte lenta neoliberal. Mas a Globo tbm tem outro dilema preocupante: Bolsonaro fortalecido cassa sua licença. Que saudade do PT que respeita liberdade de imprensa, não fecha mídia, apenas regula com prega a Constituição. “Fora Bolsonaro”, “Volta Lula”.
13 de agosto de 2020
VOLTA LULA
A Globo, seus inteligentes jornalistas, patrão e patrocinadores neoliberais descobriram que Bolsonaro mente. Antes, só “rachadão”, pregar tortura, morte, fechamento de instituições, defesa das milícias, contrário ao aquecimento global, matança de índio, pobre, negro, favelado, usar fake news e caixa dois. Agora não, quer ser reeleito. Não aceita o candidato lavajatista, receitas prontas neoliberais, reduz publicidade, ameaça cassar concessão pública. Pior do que Lula. Lula tem um grave defeito: lutar contra a desigualdade, defender o pobre, mais emprego, salário real, saúde, educação, no máximo, regular a mídia, como prevê a Constituição de 88, mas respeita liberdade de imprensa, não cassa veículos midiáticos. Portanto, “Fora Bolsonaro”, volta Lula, eleições já.
12 de agosto de 2020
CEM MIL ASSASSINATOS
Cem mil mortes em cinco meses em pleno século XXI, onde a ciência se encontra mais avançada do que entre 1918 a 1920 e a gripe espanhola matou 35 mil no Brasil. O tamanho real desse genocídio será conhecido após o fim de tudo e os culpados julgados. Números falseados, subnotificações e ausência de testes propositais entram nesse ajuste de contas e, mais grave, com omissão nos riscos da gripe, estímulo ao contágio, falsos remédios e equipe ministerial sem área médica. A história traz lições de pessoas covardes que se aliam, por oportunismo, aos poderosos de plantão para levar vantagens. Leva tempo, mas são desmascarados. No Brasil a fatura está acumulada à anistia aos torturadores de 64, que perdoados retornaram ao centro do que sabem fazer: matar.
11 de agosto de 2020
IMPLODE "JUSTIÇA" PARA O PT
Vários Supremos, MPs e polícias. Está formada a babel na justiça. Não precisa ser jurista, basta bom senso. Uma espada erguida para a cabeça petista, mas ninguém fica incólume. Começou com a perseguição pelas elites dominantes (ricos e bilionários) aos petistas. Vem a excrescência jurídica do STF no "domínio do fato" contra José Dirceu, em 2007, a "pedalada fiscal" para golpear a Constituição e Dilma, a criação da República da Inquisição lavajatista, em 2016, quebrou a economia e gerou milhões de desempregados, prisão, sem prova, de Lula para eleger uma quadrilha miliciana para a presidência da República, em 2018, tudo agravado com uma pandemia que mata milhões. A tragédia atinge todos em todas as áreas e se torna imprevisível à medida que o tempo avança. Pela ordem, somente o "Fora Bolsonaro", renda mínima aos sem nada e eleição livre já pode salvar a anunciada barbárie.
9 de agosto de 2020
PRESENTE E FUTURO
Há muito pouca clareza sobre o mundo pós-coronavirus. O coronavirus foi comemorado pelos ocidentais na China, mas saiu do controle. O vírus atropela o neoliberalismo na fase negacionista de globalização pela ultradireita. China desequilibrou a globalização. Pandemia traz desarrumação na economia mundial, dívidas impagáveis. Duas sinas: decadência ou mudança no capitalismo ou desigualdade incontrolável no trabalho. Capitalismo se reinventa? Tragédia social permanece passiva à narrativa do capital? Brasil no furacão e uma classe dominante no comando (ricos e bilionários), medalha de ouro em atraso, submissão aos países ricos, ações políticas e econômicas na contramão da história, negando ciência, fatos e realidades. Oposição também precisa se reinventar, se coligar, otimizar esforços. Não é fusão, mas adaptação e salvação, diante de um mundo novo, desconhecido. O desafio não é 2022, antes tem 20 e 21
8 de agosto de 2020
FASCISMO À BRASILEIRA
O nazifascismo alemão avançou e matou milhões de seres devido a conivência da elite dominante (ricos, bilionários, classe média branca conservadora), grave crise econômica decorrente da 1a. guerra mundial, castigo econômico imposto pelos países vencedores da guerra, medo do surgimento do Estado Socialista Soviético. O Brasil de 2020 traz semelhanças no avanço do fascismo. Suporte e alinhamento político da elite dominante à ultradireita neofascista temendo a popularidade do governo distributivista de renda do PT, crise econômica, mortes, desemprego, agravada por uma guerra não convencional sanitária e apoio explícito do império neofascista norte-americano. Alternativa da oposição é formar coligação democrática-popular, com programa mínimo na defesa de renda mínima sustentável aos sem renda, volta do Estado de Direito e "Fora Fascismo", "Fora Bolsonaro".
4 de agosto de 2020
EXPLODEM AS CONTRADIÇÕES
O conflito lava jato e Procuradoria-Geral da República, de Aras, serve
para escancarar os desmandos sofridos pela população e a nação, desde 2016, no
golpe contra a Constituição orquestrada por grupos financeiros bilionários e manipulada
pela narrativa da Globo. O "feitiço virou contra o feiticeiro".
Bolsonaro não quer essa arma voltada contra. Sem acordo, o tempo só agravará os
desmandos da justiça voltada para interesses partidários e espúrios de
poderosos. Essas contradições, conforme avançam redime o PT, deixa claro os
reais algozes da democracia, igualdade e justiça. Momento importante para a
oposição democrática e popular se unir, se manifestar, com os cuidados da
pandemia, não se iludir numa saída ou ajuda por parte dessas duas direitas e
falsas FRENTES. O rastro que sempre deixam é notoriamente conhecido: destruição, desigualdade, barbárie, desde
1500.
2 de agosto de 2020
2022 PRECISA COMBINAR COM 2020 E 21
A chegada é 2022. Liberais e bolsonaristas disputam território. PT corre
por fora. A briga lava jato e PGR é briga por poder político. Lava jato, foi
estratégia neoliberal. Golpeou a democracia, economia, soberania e PT. Elegeu
Bolsonaro. Para os liberais um abacaxi. De um lado, o PT de outro, Bolsonaro.
No campo econômico, outro abacaxi. A pandemia tirou protagonismo de Bolsonaro
que precisa de dinheiro para chegar a 2022. Adeus "teto" e austeridade
neoliberal. A contradição atinge as duas direitas: pandemia dizima milhares de
vidas diárias, fecha empresas, desemprega milhões, retira consumo, perde
receitas, não tributa grandes rendas. Situação insustentável até 2022. O papel
do PT não é amparar a direita, mas exigir investimento na ajuda ao trabalhador,
Estado de Direito e Fora Bolsonaro.
1 de agosto de 2020
UMA LEITURA SOBRE O PT
É importante nesse grave momento de tragédia nacional entender melhor o papel histórico do PT, sem vacilação e preconceitos. A partir de 1946 três forças políticas e partidárias foram formadas: PSD, UDN, PTB. Todas tendo no retrovisor o periodo 1930/45, a "revolução industrial" à brasileira. PSD conservador pragmático, UDN conservador antitrabalhista e PTB defensor da CLT. Essas três forças permanecem até hoje, com muitas mudanças, contradições, se realinhando e se reagrupando. Na ditadura se agruparam em duas forças impostas: Arena e MDB. O pós-64 gerou nova arrumação: PSD, PMDB, PT (a direita capturou o PTB, que formou o PDT com Brizola). A grande novidade do pós-ditadura é a origem e formação histórica do PT. Surge dentro do maior movimento de massas da nossa história, com participação de movimentos de base de todos os segmentos sociais, forte presença operária metalúrgica, apoio da intelectualidade e movimento estudantil. De lá para cá, faz a diferença com seu protagonismo político. Insistiu quatro vezes na competição para presidência da República (fato inédito na história mundial), vence e governa o país por quatro mandatos. Venceria novamente não fosse o golpe da direita conservadora. Nesse periodo vem sofrendo gigantesca pressão, perseguição política, tentativa de sedução e armadilha por conservadores, agremiações pequeno-burguesas (proposital ou ingenuamente), de centro- esquerda e direita, para ceder e se submeter eleitoral (politica) e economicamente. Graças a sua base, estrutura, formação operária e a liderança forte de Lula, resistiu e representa a única esperança popular viável eleitoral e historicamente no campo progressista. Mas cada momento é um momento carregado de contradições. O Brasil vive uma das piores tragédias anunciada de sua história. Os conservadores uniram todas as suas forças (escravista agrária, produtiva industrial, financeira e bancária, neofascista de Plínio Salgado, antipatriótica ligada aos EUA, seu suporte recista de supremacia branca da classe média) para enfrentar o PT. Surgem FRENTES e alguns movimentos, com conteúdos vazios de solução para a crise, Lula, recua e estabelece condições mínimas para unir forças:"ficar clara a proposta para salvar o trabalhador da fome, morte, desemprego e perdas, combater a desigualdade social, tirar o neofascismo do poder, Bolsonaro. Em que pese toda campanha de manipulação midiática, recursos e união dos conservadores para desmoralizar e derrotar o PT, este continua forte pela honestidade, falta de provas aos seus crimes, coerência e gestão na presidência, com aprovação de 86%. Por seu histórico e expressão política cabe, sem dúvida, ao PT tomar a iniciativa no campo popular de buscar uma coalisão, partidária e de líderes, no campo progressista, com clareza de quem representa o inimigo principal, para propor um programa mínimo na defesa e retomada imediata do Estado de Direito, da preservação do Estado do Bem-Estar Social e uma renda básica para para os milhões trabalhadores sustentável aos efeitos da crise da pandemia na saúde e na renda.
30 de julho de 2020
GLOBO E DEMOCRACIA
Globo comemora 95 anos de existência com autoelogio e debate sobre
democracia e liberdade de imprensa. Muita hipocrisia. Falta espaço para repetir
histórico da Globo, mas é notório que toda a tragédia e barbárie que atravessa
a população teve e tem responsabilidade DIRETA da Globo. Nossa sociedade está
dividida em três grupos: direita neoliberal (Globo, mercado financeiro),
ultradireita (bolsonarismo) e petismo (oposição). As duas direitas representam
1% (ricos e bilionários) e o petismo o povo trabalhador. Em 2016, as direitas
rasgaram a Constituição para golpear o PT. Em 2018 prenderam Lula e elegeram
Bolsonaro. A oposição vive tragédia da pandemia e teme ir às ruas. As direitas
tem monopólio das narrativas nas comunicações de mentiras e fake news. A tragédia
se agrava e pode levar todos. Mortes, desemprego, ausência de renda, falências.
Urge uma coalisão de oposição com proposta de renda mínima e Fora Bolsonaro.
27 de julho de 2020
A VOLTA DA GUERRA FRIA
A vitória de Joe Biden sobre Donald Trump não representa um distensão na
política internacional, ao contrário, pode agravar. O nacionalismo de Trump
reduziu a pressão da guerra ideológica entre países socialistas e capitalistas,
principalmente com a China. Não é o que pretende Biden. Representa a volta da
globalização ideológica disposta e unida a enfrentar o avanço chinês, retomar
as relações de inteligência, político e militar com a Europa, Japão, Canadá,
Austrália, ìndia. A guerra fria não será igual a URSS com disputa de arsenais
de guerra, mas comercial na contenção militar e cerceamento das empresas
chinesas de 5G. É saber como fará e que métodos usará para desligar o parque
industrial chinês da economia mundial. Como impedirá educação, ciência e
tecnologia de se impor.
26 de julho de 2020
COIMPLEXA REALIDADE POLÍTICA
Quis a história que EUA e Brasil seguissem o mesmo ritual num processo
irregular e criminoso eleitoral. Ultradireita e direita, hipócritas, unidas,
negando o establishment e se elegendo. Nos EUA contra "Hillary
trapaceira", no Brasil, "petismo corrupto". No meio dessa estratégia
uma pandemia incógnita, imprevisível nas consequências para todos, inclusive o
capital. Para os mais vulneráveis certamente um genocídio. Muitas contradições.
Nos EUA, racismo, desemprego, endividamento, geopolítica com a China. No
Brasil, milhões no desemprego e falências, quebradeira geral das empresas. Os
dois países liderando estatísticas de mortes pelo Covid. Na política, EUA,
poder pode voltar aos liberais, no Brasil, indefinição. Prossegue acordo de
interesses, ultradireita e direita liberal. Situação inusitada que leva ao
"quanto pior", barbárie, mas pode apressar a decadência das elites
dominantes.
24 de julho de 2020
UMA LEITURA DA CONJUNTURA
No centro de toda a crise mundial do capitalismo pós-pandemia está a
competição com a China sobre ciência e tecnologia (IA, 5G, lives, outros
serviços de casa pelo isolamento). Mudanças virão no trabalho, comércio,
economia, Estado e poder. EUA não aceita o desenvolvimento e crescimento da
China. Está formada a guerra do século XXI. Ultradireita (Trump, Bolsonaro e
outros) é uma resposta neoliberal (corporações financeiras) a essa situação. A
pandemia não está claro, se corre por fora ou faz parte dessa trama. O Brasil
dos vulneráveis precisa se preparar. O PT é sua trincheira principal. Governou
o país e adquiriu confiança. É urgente um plano de travessia que garanta renda
básica e ocupação aos trabalhadores. Formar uma coalisão de partidos ou líderes
para lançar o programa e apoiar o "Fora Bolsonaro".
22 de julho de 2020
NAMORO DOS PATRÕES
Nos últimos dias houve aproximação entre neoliberais e bolsonarismo. Um
recuo nas agressões. Sinalização clara nas manchetes da Globo, com elogios a crescimento,
perspectiva de estabilidade e topo nas mortes, além do anúncio da vacina e,
Dória, pai generoso que pretende distribuir por todo o Brasil. Maia e
Alcolumbre se abrem às reformas ultraliberais. Namoro lucrativo para as elites.
Para o trabalhador, nada. Milhares de mortes pelo vírus, fome, desemprego,
assassinatos, quebradeira e déficit da economia continuam. Lula e PT estavam
certos não caindo na armadilha da FRENTE liberal. Para o trabalhador a luta
continua difícil com isolamento. A responsabilidade do PT é maior. Carrega a derradeira
esperança do pobre. Deve buscar, com urgência, uma coalisão de partidos ou de
líderes e lançar um programa de renda básica e mínima como alternativa à
barbárie anunciada.
20 de julho de 2020
UMA REFLEXÃO S COVID
A pandemia continua um inimigo desconhecido, no campo sanitário,
político e ideológico. Por exemplo, não entrando ainda na luta geopolítica EUA
e China, em cinco meses de pandemia mundial, quem foi atingido? Ricos e bilionários
ou pobres e desassistidos? Renda, capital ou trabalho? Não há dúvida sobre a
obviedade da resposta. Que fique claro, Bolsonaro e Trump, negacionistas à
doença, não atrapalham o grande capital, ao contrário, fortalecem. Servem de
"bodes". Mas toda estratégia tem contradições imprevisíveis. Os
neoliberais vão precisar de recursos para cobrir déficits? 2008 afanaram
contribuintes. Na política, elegem nos EUA um neoliberal, no Brasil a realidade
é diferente. A pandemia continua uma grande ameaça à esquerda e oposição por N
razões. No Brasil, só uma saída: FORA BOLSONARO, retorno ao Estado de Direito e
soberania do voto.
19 de julho de 2020
MEIO AMBIENTE
18 de julho de 2020
ASCÂNIO SELEME
Ascânio Seleme volta a abordar em sua coluna a matéria que gerou
polêmica sobre o perdão ao PT. Tenta desfazer qq relação de opinião com Organização
Globo. Não é relevante. Faz uma leitura conservadora sobre o PT. Quer dividir:
PT do mal, Lula, e do bem, Haddad. Insiste na FRENTE contra Bolsonaro na ótica
liberal. Argumenta que PT do mal não quer ruptura temendo se se alinhar às
forças democráticas e perder eleição. Duas inverdades. Primeiro, exatamente o
contrário, o PT não teme ruptura, exige. Discordou da aproximação com FRENTE
que não deixa clara a ruptura. Segundo, o PT nunca temeu a democracia, ao
contrário, exige clareza da FRENTE sobre como será esse processo. Continua a
farsa jurídica sobre a condenação de Lula, sem prova e o golpe contra PT e
Dilma, sem crime? A fatura dia a dia fica mais alta e os liberais (Globo) estão
envolvidos até o cabelo com a eleição e gestão Bolsonaro, algo semelhante à 64.
17 de julho de 2020
CONJUNTURA ATUAL
O mundo ocidental e capitalista atravessa duas guerras: pandemia e
ultradireitismo, fertilizadas com a enorme concentração de renda que gera
bilhões de desiguais e excluídos, irreversível a permanecer a ordem econômica
do capitalismo financeiro atual. Brasil no seu quadrado. Aqui, ricos e
bilionários, sempre submissos aos EUA, saem do armário e impõem a mesma ordem e
regra para 99% dos brasileiros. Demoniza, golpeia governo popular, como o do
PT, e submete o povo a uma ordem de crise sanitária e econômica, que mata
milhares e gera desigualdade. Um quadro que violenta a maioria e pode explodir
a qq momento. FRENTES são bem-vindas, mas fique claro, somente o retorno do
Estado de Direito (#LulaLivre), com soberania do voto popular e liberdade pode
se resolver o dilema.
15 de julho de 2020
FORA BOLSONARO JÁ
A narrativa neoliberal vacilante, cínica, protege Bolsonaro. Concentrar
críticas nos péssimos ministros não tem sentido. Os ministros escolhidos, seja
na educação, meio ambiente, relação exterior, cultura, direitos humanos seguem
cartilha e perfil determinado por Bolsonaro. As mazelas são ordens recebidas
para exercer o cargo. Saúde e militar seguem a mesma orientação. A gravidade na
saúde deve-se a entrega a militares despreparados a irresponsabilidade equivalente
a queda de cinco boeings diários em mortes. Sem dúvida, um crime, genocídio
grave com a população, que inclui população indígena, sua raça e cultura. A
base eleitoral de Bolsonaro o impede de qualquer mudança, portanto, só resta
vida ao povo com o FORA BOLSONARO.
14 de julho de 2020
GILMAR E FORÇAS ARMADAS
Gilmar Mendes é ministro do STF, conservador, indicado por FHC, (PSDB), insuspeito
de qq posição que desprestigie às Forças Armadas. Num contexto em Portugal, faz
um histórico sobre o combate à pandemia no Brasil, que envergonha e desmoraliza
o país no mundo. Matou mais de 72 mil pessoas, continua a devastação com o
governo federal jogando a responsabilidade nos Estados e se omitindo. A
intervenção militar na área, sem comando médico, é um deboche. Gilmar conclui:
"a imagem das Forças Armadas, é preciso deixar de maneira muito clara, o
Exército está se associando a esse genocídio, e não é razoável para o
Brasil". Genocídio no dicionário é "extermínio total, deliberado, de
uma comunidade, grupo étnico ou religioso, povo" (novíssimo aulete, 2011,
pag. 707). O conceito de genocídio está claro e deliberado pelo governo
Bolsonaro e atinge um povo. Gilmar não deve recuar.
13 de julho de 2020
ASCÂNIO FOI PRAGMÁTICO
Ascânio Seleme em sua coluna reconheceu o óbvio. O PT venceu quatro últimas eleições e, sem dúvida, venceria a quinta não fossem as irregularidades cometidas. É uma força política incontestável e o desastre das elites apoiando a tragédia Bolsonaro favorece o PT. Neoliberais reconhecem o desastre para onde está indo o Brasil com Bolsonaro. Estão sem alternativa política vendo o país caminhar a passos largos para o caos geral, onde não há garantia de nada. Ascânio despertou para a barbárie anunciada. Melhor centro-esquerda previsível do PT do que ultradireita imprevisível da barbárie de Bolsonaro.
OS TRÊS GENERAIS
O quadro político atual deixa claro três forças ou três generais: PT,
Globo, Bolsonaro. Cada força com tropa de 20 a 40% do eleitorado brasileiro (há
sobe e desce). As forças estão em processo de estratégia e formação, com vistas
a batalha de 2022, o que não inviabiliza outras antecipadamente. Os generais
Bolsonaro e Globo se uniram em 2018 para derrotar o general Lula. Conseguiram.
Uma fissura surge entre Bolsonaro e Globo. Globo se insinua para o PT. Não é
confiável, mas o PT não vai precisar e nem deve entregar o comando de sua
tropa. O general Bolsonaro é sanguinário e mercenário, o da Globo mercenário.
Com o primeiro impossível qq aliança.
Nessa aliança -PT e Globo- os dois caminhando com seus exércitos, sem agressão,
para derrotar Bolsonaro, parece uma estratégia de guerra recomendável.
11 de julho de 2020
ESTADO SEM DIREITO
Excrescências jurídicas para proteção da família Bolsonaro, do Queiroz
servem para ilustrar a falência que chegou a justiça brasileira. O
distanciamento cada vez maior de um Estado Constitucional e de Direito. Uma
"bola de neve", desde que o PT ascendeu ao poder em 2003. A partir
daí a histórica elite dominante (ricos e bilionários) não sossegou enquanto não
tirou o adversário do poder. A Casa Grande continua. A diferença é não precisar
usar armas, agora o Poder Judiciário. A justiça escancarou sua farsa legalista
no pós-PT. No "mensalão" "domínio do fato" condena José
Dirceu. "Pedalada" atinge a soberania do voto com Dilma e "fato
indeterminado" condena Lula sem provas. Agora fica tudo mais claro com a
disputa lava jato e bolsonarismo querendo um colocar mordaça no outro. Numa
nova ordem democrática, justiça, política e mídia apodreceram. Não podem ficar
inalteradas.
9 de julho de 2020
O REI ESTÁ NU
A primeira dúvida sobre redes de fake news e quem financiou eleições da
ultradireita com notícias falsas e mentirosas nos EUA, Brasil, Inglaterra e
outros, obviamente foi respondida pelas 900 corporações econômicas que pediram
para retirar seus anúncios do facebook. A segunda dúvida é o que vai acontecer
após o crime. No Brasil, por exemplo, o que falta ao Congresso, STF, MP, PF
para pedir a interdição do governo e da chapa Bolsonaro? A criatura tem boca de
jacaré, rabo de jacaré, pele de jacaré, investigar o que? As contradições do
neoliberalismo apoiando essas criaturas da destruição e do ódio está tendo com
a pandemia um efeito e resposta temerária: o rei está nu. O Estado mínimo, a
desigualdade, a austeridade questionada nas manifestações dos EUA e Chile provavelmente
vai se propagar.
7 de julho de 2020
O CERCO AO BRASIL
Cresce o cerco ao Brasil na Europa, EUA, América do Sul pela
irresponsabilidade no combate ao coronavirus no governo Bolsonaro. Fundos de
pensão suspendem investimentos pelo desprezo à política ambiental na Amazônia, à
vida dos indígenas, negros e pobres. Um governante absolutamente despreparado
que conduz o país ao caos anunciado. Os liberais que o elegeram prosseguem
apoiando o autoritarismo demente e destrutivo, junto com os militares, aceitando
tudo por dinheiro. Representam interesses de 1% e comandam uma tragédia que
atinge 210 milhões de brasileiros. A intransigência antidemocrática da classe
dominante (ricos e bilionários) empurra para uma saída de confronto. Quando a morte
é a única perspectiva, pouco importa se por doença, fome ou bala. Uma faísca
muda o quadro.
5 de julho de 2020
OS INGÊNUOS DO LEBLON
"O mundo não será o mesmo, após a pandemia" dizem. Uma
reflexão vazia, pois o mundo nunca é o mesmo, dialeticamente. A questão é se a
pandemia que tem o mesmo efeito de uma guerra, uma grave crise, muda o modelo
de desenvolvimento do capitalismo da desigualdade. O deboche com a pandemia dos
jovens do Leblon, se espalha pelo Brasil e pelo mundo, principalmente
ocidental. Tem conteúdo filosófico na ingenuidade, se estrutura sob a égide de
uma narrativa ideológica do capital, que pressiona a população para trabalhar,
mesmo que morra. A mesma alienação que utiliza para o consumo e lucro. A
mudança virá na contradição (milhões de mortes por descaso na assistência
pública estatal e governamental), na conscientização e manifestação, como nos
EUA e Chile.
3 de julho de 2020
RENDA BRASIL E BOLSA FAMÍLIA
Na estratégia de ludibriar os mais pobres, governo Bolsonaro, com
endosso dos neoliberais (1% mais ricos) pretende criar o "Renda
Brasil", um Bolsa Família com outro nome, dizem. Inúmeras farsas diferem o
"Renda Brasil" do Bolsa Família. Bolsa Família foi inclusão social,
socorro, SOS aos sem nada, herdados de um país destruído pelas elites. Bolsa
Família representava no governo do PT um estágio para salvar o pobre da fome e
chegar com vida aos demais serviços do Estado garantidos no governo do PT,
como, emprego, educação, saúde, casa própria, salário corrigido, crédito,
outros bens sociais. No governo Bolsonaro isso inexiste. Esvaziam o Estado
social (educação, saúde, moradia), priorizam recursos aos 1% mais ricos,
desempregam milhões, reduzem salário, retiram direitos trabalhistas e da
aposentadoria, além da agravante de uma pandemia que mata milhões. "Renda
Brasil" para quem? Os condenados à morte?
2 de julho de 2020
O DRAMA DAS FRENTES
A história política do século passado nos trouxe uma série de exemplos
de frentes pela esquerda (trabalho) para enfrentar a direita (o capital). São
inúmeras as variáveis, causam muitas polêmicas e dificuldades de se visualizar.
No Brasil de 2020 se vive esse imbróglio. A direita apoiou a ultradireita (uma
frente antipetista) que está conduzindo o país para o caos, tragédia anunciada
para todos. Tanto para a direita quanto para a esquerda não há meio termo: tirar
ou não Bolsonaro? Nesse interim, uma agravante no processo decisório: Covid-19
mata milhões. Quem cede? O PT tem limites Republicanos: democracia, Estado de
Direito, soberania do voto. Economia e futuro dependem dessa decisão. A bola
está com a direita, avança ou recua na tragédia Bolsonaro?
30 de junho de 2020
PLATAFORMAS DO ÓDIO
Empresas multinacionais norte-americanas, como Coca-Cola, Microsoft,
leves, Ford, Unilever, vereza, the norte face e outras estão suspendendo suas
contas nas plataformas do facebook, twitter, instagram redes sociais que apoiam
o discurso de ódio de Trump. Qual a leitura dessa posição? Essas gigantes da
economia apoiaram, até agora, a política genocida e de ódio de Trump. Outras
continuam. O que faz recuarem? As manifestações antirracistas e as milhares ou,
talvez, milhões de mortes decorrentes do coronavirus? Por trás do recuo, medo e
receio dos bilionários com as consequências demonstradas pela insatisfação
popular nas ruas. Essa lição serve ao Brasil. Só pressão popular muda o rumo
das desigualdades e ódios da classe dominante.
29 de junho de 2020
LIVE LULA E FLAVIO DINIO
Muito significativa a live de Lula com Flávio Dino. Lula, a maior
liderança de esquerda da América Latina, precisa ativar essas lives com demais
lideranças nacionais e internacionais. É fundamental, pois suas análises da
conjuntura são importantes para conscientizar milhões de trabalhadores
brasileiros. O Brasil precisa conhecer o cidadão Lula e sua visão de mundo. No
mundo atual existe uma competição para obter a hegemonia das narrativas entre
as direitas. Narrativas inimigas do trabalhador. Para agravar o quadro das
narrativas surge uma pandemia que mata basicamente milhões de pobres, negros e idosos,
considerados "improdutivos" pelo neoliberalismo. No Brasil, essas
narrativas simulam brigas, pausas e tréguas com intenção de iludir a população.
A tarefa da oposição, da esquerda, centro-esquerda e dos democratas é formar
uma frente social para enfrentá-las.
28 de junho de 2020
CONTRADIÇÕES ACIRRAM
Cresce em todos os setores da sociedade a insegurança política,
econômica e social, decorrente do golpe à Constituição de 2016. A pandemia
deixou visível a falta de estrutura do Estado na saúde com milhares de mortes.
Nas PMs assassinatos e impunidades de pobres nas favelas. Corrupção
bolsonarista e lavajatista dividindo a estrutura da justiça e da PF. Na
política, legislativo oportunista e despreparado, produto de fake news e caixa
dois. Na economia, neoliberalismo falido de austeridade e Estado mínimo, que
conduz o pais para recessão e quebradeira. Pós-pandemia traz insegurança geral
sobre futuro. A Constituição Cidadã de 88, rasgada pela classe dominante,
envelheceu rápido. Redefinir papel de Estado, governo, soberania, forças
armadas, democracia, liberdade, política. Impossível ligar corda rompida.
Morte, fome, desemprego, violência são más conselheiras. Para começar: “Fora
Bolsonaro”.
25 de junho de 2020
'BOIADA NEOLIBERAL"
A boiada neoliberal (Globo, mercado, bancos, PSDB) tbm aproveita a
atenção com a pandemia para avançar covardemente seus projetos e reformas
antipovo, anti-trabalhador, como propôs, Ricardo Salles, na reunião ministerial
do dia 22. Enquanto o governo Bolsonaro prioriza claramente à economia à vida e
mata milhares de seres pelo Covid-19, os neoliberais (Globo, mercado, PSDB)
atacam direitos trabalhistas, aposentadorias, desempregam milhões, jogam na
marginalidade, na fome e nas estatísticas de morte do coronavirus. Avançam
também no saque aos recursos naturais e minerais, com a conivência do Congresso
e um governo cada vez mais desmoralizado. É urgente forças democráticas, de
esquerda e centro-esquerda formarem uma frente para lançar manifesto, e
mobilizar nas ruas o povo por impeachment e eleições.
24 de junho de 2020
CADÊ A MULHER DO QUEIROZ?
Todas as investigações em curso sobre fake news, rachadinha, milícias,
assassinato de Marielle, ameaças às instituições democráticas conduzem e recaem
claramente no colo do presidente, Jair Bolsonaro. A justiça investiga, mídia
divulga, Congresso dá (ou devia) suporte político. Muitos tem consciência que
esses segmentos foram os criadores da criatura. A vacilação nas investigações
tem sentido, apesar da criatura ter se tornado grave ameaça de desastre e de
vida para todos. A pandemia tirou da rua o povo, suporte básico nessa luta.
Nessas indecisões agora procuram a mulher de Queiroz, mas para que se já tem Queiroz?
À procura de Queiroz se já tinham o Flávio, e do Flávio se já tem o Jair
Bolsonaro? Falta investigar, sem medo. O brasileiro se equilibra e aguarda até
onde pode o enfrentamento de uma barbárie anunciada.
22 de junho de 2020
DESCASO DO ISOLAMENTO
Causa surpresa o descaso com o isolamento na população para inibir o
aumento da infecção do Covid-19. O descaso ocorre em parte da classe média e
comunidades carentes. Situações e razões diferentes no aspecto social, mas única
no aspecto ideológico. Na questão social é evidente que os mais necessitados
não têm como permanecer em casa, sem renda e trabalho, manipulada pelo governo
federal. Mas na questão de fundo o isolamento ou não, no mundo ocidental, tem
razão ideológica e de classe. O patrão força o trabalhador para obter ganhos e
lucros. Luta ideológica sempre presente, mas invisível, no capitalismo. Esse é
o desafio: como agir nessa "saia justa" da pandemia? O vírus é
inimigo, mas seus manipuladores ideológicos tbm. Usando de precaução os menos
vulneráveis vão precisar correr riscos e enfrentar os inimigo nas ruas. Nesse
momento, "FORA BOLSONARO".
21 de junho de 2020
O QUE É BOLSONARISMO?
Existe certa perplexidade para entender o bolsonarismo, eleito e apoiado
pela classe dominante (ricos e bilionários) na onda antipetista. É fascismo,
nazismo, nacionalismo, populismo, reacionarismo? Que "ismo" é esse?
Difícil responder. Não parece ideologia, mas "bolsonarismo", grupo
familiar maluco. É entreguista, sonha com ditadura, intervenção militar à moda
bolsonarista. Vive passado reacionário anticomunista, prisioneiro da guerra
fria. Continua bipolar. Idolatra ídolos da tortura, como Ustra. Fabrica
inimigos. Insulta opositores. Defende valores cristãos, família tradicional,
muitos palavrões, "comer gente", Não por fé se aproximou de evangélicos.
Quer armar a população, cultua o ódio. Não demonstra compaixão e sofrimento com
milhares de mortes por pandemia. Nenhuma proposta política para área alguma, só
destruição. Falso "moralismo", com Queiroz, "raspadinha",
centrão, milícias, Marielle. É preciso coragem
apostar nessa aventura.
20 de junho de 2020
EPIDEMIA INVISÍVEL
Mais de um milhão de infectados no Brasil envolvendo apenas 2,6% da
população de 215 milhões de brasileiros e apenas 133 cidades pesquisadas. A ciência
considera imunizadas quando 60/70% da população foi infectada. Na Europa e EUA,
países ricos, contradições econômicas pública (impõem Estado mínimo) e privada,
nenhum atingiu esse patamar. A única opção para impedir a multiplicação de
infectados e mortos, é isolamento. Mas é no Brasil onde a situação mundial é
mais grave. Por quê? Simples e objetivo: elegeu na presidência da República um
demente (única explicação sucinta e correta do dilema). Se perdeu o controle da
doença e o "navio Brasil está à deriva" indo ao encontro do rochedo.
Só há uma saída de emergência: FORA BOLSONARO.
19 de junho de 2020
BENEDITA DA SILVA
Benedita (PT) fez sua estreia na mídia (O Dia) como candidata à prefeita
da Cidade do Rio de Janeira. O PT se empenhou por uma unidade pela esquerda,
infelizmente ainda existe ranços herdado das acusações contra o PT por seus
inimigos, mesmo sem comprovação. Benedita traz para o RJ a experiência bem
sucedida do PT nas suas administrações federal, estadual e municipal. Finanças
destruídas e violência que descambou, principalmente contra os mais pobres no RJ
é a prioridade. Combater o desemprego pode ser o antídoto principal. Valorizar
o mercado interno. Recursos serão otimizados. Benedita traz o patrimônio mais
requisitado na política atual do RJ: a credibilidade
de sua biografia.
18 de junho de 2020
LIÇÕES DO COVID-19
Lições diárias vão deixando bilhões de seres humanos em alerta em plena
disseminação exponencial do Covid-19. Quais lições? Cada país uma realidade. O
Brasil, deveria sair na frente dessas mudanças, pois diferiu de tudo e todos.
Quis a história um pária, um excluído social e despreparado estivesse
institucionalmente à frente do enfrentamento de uma pandemia. A lição é política, inúmeras medidas
democráticas, constitucionais a depender da correlação de força entre capital e
trabalho. Interesses que serão preservados ou renovados? Por exemplo, forças armadas: excesso de
contingente armado, custos elevados, sem guerra é necessária? O que é Estado e
governo? Capítulo próprio reforçando autonomia e democracia (STF, PGR, PF e
outros). E a mídia, continua sem regulação?
17 de junho de 2020
E AGORA, JOSÉ?
E agora, José? Esse sentimento expresso no poema de Carlos Drummond,
1942, de solidão, abandono, falta de esperança, perdido e sem saber o caminho
foi a herança que restou à população deixada pela classe dominante (ricos e
bilionários), agravada após 2016. Sobrou para o STF a responsabilidade de
resgatar desmandos e ambições das elites dominantes, seu noivado e casamento
com a barbárie autoritária. A mistura entre Estado e governo usada para
combater a esquerda, legitimamente constituída no poder, precisa ser novamente
acionada, dessa vez, para combater o neofascismo, do autoritarismo e do ódio.
Direita neoliberal e ultradireita numa guerra de narrativas indefinidas. As
duas mantendo "joelho no pescoço" do Estado de Direito, dessa vez,
com um inimigo, um exército invisível, poderoso, não de vivos, mas cadáveres,
avançando.
16 de junho de 2020
BRASIL É "BOMBA-RELÓGIO"
"Brasil é bomba-relógio", diz ministro da saúde da Colômbia
sobre o vírus. Pandemia carrega responsabilidade global e todos os países
dividem o sacrifício do combate e controle. Governo Bolsonaro está "fora
da curva", não assumiu responsabilidades do comando de seu combate,
desrespeita normas internacionais de segurança na saúde, nomeia militar sem
formação no ministério da saúde, prescreve remédios condenados, retarda apoio
financeiro aos mais necessitado, obriga a população a se expor ao vírus para
não morrer de fome. Conclusão: cresce assustadoramente a posição do Brasil no
ranking mundial do terror, em número de cadáveres e infectados, mesmo
subdimensionados testes e estatísticas. A bomba está ligada e a fatura desse
crime cai no colo de todos que o apoiam.
15 de junho de 2020
LIBERAIS VACILAM
O Globo e outros veículos da grande mídia orientam e norteiam a
estratégia da política atual. Na última eleição produziram uma aliança entre
ultradireita e direita liberal contra o PT fazendo maioria no Congresso e
governos estaduais. Essa aliança sofre rupturas e dissensos e vacila temendo
algo semelhante como "Diretas já". A insatisfação e insegurança
cresce com milhares de cadáveres empilhados, milhões desempregados, formal e
informalmente, e perspectiva clara de quebradeira econômica geral. Num quadro
social caótico desse é temerário apostar em processos repressivos, autoritários
e antidemocráticos. Precisa haver rapidamente respostas à barbárie que avança.
14 de junho de 2020
"NÃO ESTICA A CORDA"
"Não estica a corda" foi o recado e ameaça do governo
Bolsonaro aos demais poderes, principalmente STF e TSE, que julgam crimes e
irregularidades comprovadas de fake news, caixa dois na eleição de 2018, e pós-eleito,
ataques ao Congresso, STF, onde prega publicamente rupturas institucionais,
armamento da população para defender seu governo, caso condenado. Até o dia de
hoje, 14 de junho, ninguém sabe o que vai acontecer. Mas, perguntas ficam no
ar: comprovadamente despreparado, com visão deformada de realidade, incapaz de
enfrentar, até estimula, pandemia que mata milhares diariamente, conduz o país
para o desastre, quebradeira geral consegue chegar a 2022 sem explodi-lo? Será
ético e constitucional 215 milhões de brasileiros, instituições, públicas e
privadas, permanecerem assistindo, intimidadas e omissas às suas tresloucadas
aventuras e ameaças autoritárias?
12 de junho de 2020
RACISMO E CONJUNTURA
"Não consigo respirar" foram as súplicas e últimas palavras de
George Floyd, negro norte-americano, ao policial, Derek Chauvin, com o joelho
no seu pescoço. Fato inédito nos EUA, Brasil e outros? Não. Fato corriqueiro
nas sociedades de cultura escravocrata racista, de supremacia branca. E por que
a reação internacional? A história e futuro vai nos esclarecer melhor o que de
fato está acontecendo. Mas muitas leituras e análises podem ser feitas. Primeiro,
o mundo vive uma nova 3a. guerra mundial com um inimigo desconhecido, o
Covid-19. Segundo, volta do enfrentamento político ao fascismo, nos EUA, Brasil
e outros países. Terceiro, a etapa atual do capitalismo concentrador de renda
(mercado neoliberal), fomentador da desigualdade que busca desesperado manter
sua hegemonia. Tudo aflorado nas manifestações antirracistas que o Covid ajuda
a questionar e provocar.
11 de junho de 2020
AGORA, SÓ STF
AGORA, SÓ STF
Não precisa ser vidente, nem cientista político para saber que todo o
sistema institucional estabelecido, desde a constituição de 88, está prestes a
ser rompido pelo governo Bolsonaro. O Congresso de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre,
amarelaram. Por eles a serpente pode chocar seu ovo e o Brasil esperar pelo
fascismo. Repetem a omissão dos nazistas alemães e empresários da época. Resta
apenas o STF nessa luta. No Planalto, aliados de Bolsonaro atacam o STF como
"decisões políticas", de "querer aparecer", de querer fazer
"palanque". Levantam bandeira branca, mas acusando o STF. Por tudo
que fez, faz e vai continuar fazendo quem quiser se enganar com Bolsonaro, como
fizeram quando o elegeram, continuem. Acreditar que vai recuar nos seus crimes
contra a vidas de milhões de seres, contra o clima, a Amazônia e direitos dos
cidadão é ingenuidade ou má-fé.
10 de junho de 2020
ELIO GASPARI
Elio Gaspari e outros jornalistas colunistas do Globo receosos e pouca credibilidade
para atacar o fascismo bolsonarista, direciona a argumentação em ataques sem
sentido a governos de esquerda da Venezuela e do Brasil do PT. É um dilema que o
grupo familiar o Globo viveu na ditadura de 64: adere à ditadura ou perde
publicidade? Agora é mais grave, pois sem apoio político algum, pois se trata do
governo mais mal avaliado do planeta. Um governo genocida, que conduz o país à
quebradeira econômica e à barbárie. Esse dilema da Globo é o da direita
tradicional neoliberal, que vem perdendo a confiança da população em seus
partidos tradicionais (PSDB e outros), desde o golpe de 2016 e o apoio em 2018 ao
fascismo bolsonarista que, de lá para cá, só age com ódio e desatinos ao povo.
O dilema só tem duas saídas: participar e aprofundar os fakes news fascistas da
barbárie bolsonarista ou aderir a uma frente democrática, sem restrição, pelo
Estado de Direito
8 de junho de 2020
CREDIBILIDADE NA ESQUIZOFRENIA
Credibilidade é o principal sintoma e sentimento que domina a maioria
esmagadora da população brasileira, especialmente os mais vulneráveis. A classe
dominante brasileira (ricos e bilionários) é, no mínimo, esquizofrênica.
Historicamente (desde Cabral) fica claro na forma como lidou com a escravidão e
como se livrou dela. Saltando historicamente e chegando a 2016, o que fez essa esquizofrênica
classe dominante? Sem nenhuma justificativa plausível, a não ser muita mentira
e doença, rasgou a Constituição para golpear a soberania, democracia e
liberdade. Puro oportunismo para colocar no poder a demência, o despreparo
absoluto, o fascismo. Agora, depois do estrago, do genocídio, da barbárie no
poder, o que faz? Quer fazer crer a milhões de brasileiros que sua base de
mentira e apoio ao fascismo, justiça, polícia, Congresso, grande mídia, está
contra
7 de junho de 2020
MANIFESTAÇÕES
Manifestações pacíficas envolvendo milhões de pessoas por vários dias
nos EUA é, sem dúvida, um fato novo, curioso, que merecem reflexões. Sempre,
nessas manifestações, ódios e revoltas deram o tom, bem exploradas pelos
responsáveis das injustiças e desigualdades, infiltrados no movimento para
justificar repressão. Dessa vez não, quando houve, logo rechaçada e denunciada
pelos manifestantes, no grito e nas redes. E agora, José? Como será o depois, o
amanhã? Com pacifismo milhares, milhões se incorporam. Num ato político, onde
ninguém sai como entrou, se conscientiza, cresce politicamente. No Brasil,
hoje, domingo dia 7, um ato pacífico foi convocado, no combate a dois vírus
mortais: pandemia e governo fascista. Momento inédito. Por precaução, maiores
de 60 anos convém não participar e os mais jovens se proteger. FORA VIRUS, FORA
MORTE, FORA BOLSONARO.
6 de junho de 2020
USO DE FAKES PELO MERCADO
É comum na esquerda a tese que política se lê através da economia, mas
não parece, em alguns casos, seja viável, onde há um declínio, crise e
desespero do capitalismo atravessado por pandemia. Tempo de pós-verdade e fake
news, como a notícia que levantou a moral dos mercados globais, nesse sábado,
propagando que nos EUA 2,5 milhões de novos postos de trabalho foram criados.
Em plena pandemia os EUA de Trump ocupando o epicentro da doença, criação de
postos de trabalho onde "cara pálida"? As notícias não esclarecem
onde e por que do "milagre". Faz vagas referências a estímulos
econômicos dos bancos centrais (!!!???). A matéria, do caderno de economia do
Globo, nas "entrelinhas", promove um carnaval de otimismo para
levantar o mercado. Um caso típico de uso da política eleitoral imperialista
americana para tirar o governo das "cordas".
5 de junho de 2020
LULA ESTÁ CERTO
3 de junho de 2020
O QUE É A FRENTE ANTIFASCISTA?
A frente antifascista, que pode se confundir com frente ampla ou
democrática, é decorrente principalmente da lição alemã deixada pela tragédia
da 2a. guerra mundial, provocada por Hitler. A oposição a Hitler vacilou e
permitiu seu crescimento. Na guerra só a união da URSS (socialista) e
"aliados" (capitalista) conseguiu derrotar o fascismo. O Brasil vive
o mesmo dilema. Fascismo, nazismo, liberalismo representam o capitalismo. No
Brasil, unidos em 2018, derrotaram a esquerda. Agora estão em litígio devido ao
autoritarismo fascista. Os liberais pedem o retorno do estado de direito (a
democracia burguesa). O papel da esquerda é ser contra e ficar gritando que os
dois são inimigos? Não, pelo contrário, torcer e apoiar que cada representante
do núcleo duro dele se afaste. Esquerda e liberais sozinhos não vencem o
fascismo. O papel da esquerda é se unir aos liberais para destruir o fascismo.
UNIDADE ANTIBARBÁRIE
Cabe aos mais esclarecidos e informados politicamente da sociedade
apresentar saída e lutar para enfrentar a trajetória de barbárie e genocídio
que o governo Bolsonaro colocou ao povo brasileiro. Medo e indignação pela
morte e fome generalizada cresce entre a população pela percepção da
incompetência e insanidade do presidente da República. A lição e saída única
que a história dita é união de todos. Não existe outra. Constitucionalistas,
democratas, esquerda, centro-esquerda e direita (que não exclua o papel do
Estado no combate à pandemia, desemprego e participação da esquerda na
unidade). O Brasil não pode ficar subordinado a indefinição das forças armadas
e agentes financeiros exploradores. A singularidade dessa luta é a pandemia. Manifestos
e manifestantes de todas as correntes de pensamento e opinião surgem, perdem o
medo, vão às ruas, com proteção e acompanham países ricos e emergentes (EUA,
Europa, Chile) lutar por seus direitos.
1 de junho de 2020
MANIFESTOS E MANIFESTAÇÕES EM PANDEMIA
O Brasil e EUA enfrentam situação totalmente inédita em política: dois vírus
mortais avançam, lá e cá. Na saúde (pandemia) e na política (neofascismo). EUA
e Brasil realidades distintas, caminhos diferentes. No Brasil, cada dia um dia.
Nos últimos, um manifesto nacional assinado por todas as correntes de
pensamento político democrático formam uma FRENTE DEMOCRÁTICA condenando o
avanço antifascista. Nas ruas de RJ e SP, torcidas organizadas de futebol
resolveram enfrentar o fascismo e abriram uma saída às futuras manifestações,
mesmo com riscos do Covid-19. O neofascismo usa o vírus nas ruas para
confrontar os poderes constituídos. Não há dúvida sobre o risco Bolsonaro à
democracia. Forças armadas permanecem silenciosas. Terão que se posicionar, a
favor ou contra à democracia. Retrocesso político jamais. Democracia tem pressa
de definição, quem é quem?
29 de maio de 2020
POLÍTICA E NUVEM
Foi dito que política é que nem nuvem. Olha para o céu está de um jeito,
de novo, mudou. No Brasil nunca mudou tanto em meio a três graves crises
concomitantes: saúde, mata milhares de
brasileiros diariamente, econômica, arrasta o país para a quebradeira e
política, com a presidência da República nas mãos da instabilidade emocional,
ideológica e delituosa. Na pandemia a nuvem, dia sim, dia não, oscila sobre o
isolamento da população. Na economia, fica em casa, vai trabalhar. Na política,
ruptura ou não? Apesar da oscilação das nuvens políticas os fatos vão se
definindo. Combate à pandemia só com isolamento. Economia com mortes é impossível.
Ruptura institucional somente se for para cobrir delitos e crimes.
27 de maio de 2020
ESPERAR O QUÊ?
Cresce a angústia pelos desmandos de
Bolsonaro. Setores porta-vozes da classe dominante que o apoiaram e agora
demonstram insatisfação e preocupação com sua conduta, como Congresso, STF, MP,
PF e imprensa, estão fragilizados, presos ao golpe de 2016, vacilantes em
críticas à sua criatura. Com isso, Bolsonaro, cresce com ações e ameaças à
democracia, às liberdades. Avança o controle sobre a PF, PGR, Forças Armadas,
partidos como o centrão. A justiça não investiga ele e seus filhos. A pandemia
avança seus mortos, Bolsonaro "dá de ombros". Recessiva a economia
aguarda o caos. O espanto com os acontecimentos cresce. O que está havendo,
como sair desse garrote? Esperar o quê, morte, "quanto pior"? A
oposição, com o que tiver, precisa sair, assumir iniciativas, provocar fatos e
obter reação. A barbárie se aproxima, o Brasil explode com Bolsonaro até 2022.
Fora Bolsonaro já.
26 de maio de 2020
CLASSE DOMINANTE DIVIDIDA
Com a pandemia o Brasil chegou a um ponto extremo na contradição
política e econômica. A pergunta está colocada para todos: quem apoia e tem
consciência exata da barbárie e genocídio para onde caminha o país? Simples e
terrível assim. De um lado, parte majoritária da população totalmente
desprotegida conduzida como gado para o matadouro, de outro, percentual
consciente minoritário da população, sem força, impedida pela pandemia de se
manifestar, como sempre fez, nas ruas e praças. No centro do furacão o núcleo
duro, responsável pela tragédia, ocupado por uma classe dominante de
neofascistas e neoliberais (ricos e bilionários), controlando Estado, o
governo, dividida e omissa entre mata e esfola ou só esfola. Mas aí surge outra
dúvida e pergunta: será essa elite tão estúpida e atrasada em acreditar que ela
é responsável por investimento e crescimento do país sem trabalhador?
24 de maio de 2020
REUNIÃO COM VÍDEO
A publicização da reunião do governo Bolsonaro aconteceu por pressão da
Globo na defesa de, Sérgio Moro. Defesa "meia boca". Se concentrou na
nomeação do chefe de polícia. Para a população que vive entre morte por
pandemia e fome por desemprego pouco importa. A Globo, Polícia Federal e
Ministério Público tem, há bom tempo, provas suficientes de crimes da família
Bolsonaro paradas em "investigações sigilosas" nunca concluídas.
Conhecida embromação. O vídeo "atirou no que viu, acertou no que não
viu". Mais grave do que demissão foi a ameaça de armar a população para
uma defesa da sua "democracia e liberdade", traduzindo: guerra civil.
Nunca escondeu essa intenção. O neoliberalismo (mercado, Globo, bancos,
partidos) o elegeu para manter seu privilégios. Mantém um braço com Guedes e
"morde e assopra". O nazismo se criou assim: por omissão da elite. E
agora?
23 de maio de 2020
VÍDEO
A reunião política de Bolsonaro e seu governo desperta interesse na
política para leituras e reflexões. A leitura de que não houve rompimento político
da classe dominante (ricos e bilionários), entre a ultradireita de Bolsonaro
(barbárie) e neoliberalismo (desigualdade social do mercado, bancos, Globo,
partidos). O neoliberalismo continua vacilante com um "pé" no
bolsonarismo temeroso de perder o protagonismo na economia. Falta aos
neoliberais um plano B, uma candidatura viável para competir com oposição. MP e
PF, controlados pela elite, seguram investigações como sigilosas, sem acesso a
provas evidentes de crimes da família Bolsonaro, além de pregação à luta
armada, armamento de milícia, fechamento de Congresso, STF, AI-5 e mais grave:
descaso total com a saúde onde milhares morrem diariamente pela pandemia. Essa
situação não oferece tranquilidade aos brasileiros .
22 de maio de 2020
MOSAICO DA CONJUNTURA
O mosaico da conjuntura política atual permite diversas leituras. Uma
delas, vê três forças se contrapondo: a extrema-direita de Bolsonaro (destruição
e barbárie) prioriza à economia aos cadáveres (tem suporte de setores
reacionários empresariais e militares); neoliberais e mercado (maioria do
Congresso, STF, Globo) recua nas mortes, apoia isolamento, vacila no
enfrentamento a extrema-direita temendo perder o protagonismo da economia
(estado mínimo, austeridade), busca um líder. Finalmente a oposição, que tem,
nesse momento, reduzido protagonismo face ao isolamento. Se recicla nas redes
sociais e nessa correlação de forças, durante e pós-pandemia, projeta
alternativas de ação: apoia a frente ampla democrática antibarbárie (afastar
Bolsonaro), prioriza a vida, fortalecimento do SUS, suspensão de austeridades
(tetos de gastos), retorno à soberania, democracia, eleições.
21 de maio de 2020
GUERRA CIVIL
Na guerra civil as forças policiais e militares, bem como, forças civis
se conflitam entre legais e ilegais, obedecem e não à Constituição. A pergunta
que se faz: o que faltam às forças armadas, produtivas e institucionais para
enquadrar o presidente Bolsonaro como agitador, propagador e fomentador de uma
guerra civil? Milhões de brasileiros mais informados tem plena consciência de
suas arbitrariedades e seu despreparo. Outros milhões, menos informados, sofrem
por milhares de mortes pela Covid-19, pela desigualdade e fome. Bolsonaro
capturou as forças armadas, troca falsa disciplina por loteamento de cargos
públicos. Usa as forças armadas para distribuir armas e munições para as milícias,
nunca escondeu seu apoio à ditadura e tortura. Defende o AI-5, prega
intervenção e fechamento do Congresso, do STF. O que move e aguarda o Brasil?
Ingenuidade ou má-fé?
20 de maio de 2020
TRAMA DIABÓLICA
A aranha tece sua teia e emaranhado de fios como armadilha para pegar
inseto. A política pós-Trump e Bolsonaro, até o presente, é uma teia para a
maioria. Um emaranhado inacessível e diabólico. Conforme os fatos vão se
sucedendo algumas evidências de classe vão surgindo. Os dois obedecem a parte
do capital internacional mais reacionário e concentrador de renda. Pode-se
dizer o vencedor até aqui do capital devastador. Estão subordinados a ele com
exclusividade e alguma estratégia. Agridem e condenam a globalização, justiça,
liberdade de imprensa, soberania, democracia e outra incógnita mortífera
surgida: a pandemia. O que pretende esse projeto com essa guinada de 180 graus
na economia e política? No Brasil, em meio a muitas mortes, Bolsonaro, é
indiferente e até debocha: "e daí?" Defende a economia, ataca todos,
com uma estranha “cautela" da mídia, justiça, Congresso, militares e empresários.
18 de maio de 2020
AS DIREITAS E O COVID-19
A pergunta que ainda não tem resposta é se o neofascismo (EUA, Brasil,
Inglaterra, Hungria e outros), o neoliberalismo (Europa) vão manter o
isolamento ou ceder ao mercado? Essa estratégia de tratamento foi usada pela
China, pais com estrutura política socialista e economia aberta ao liberalismo
e, segundo alguns, alvo principal do vírus. Vírus ideológico, plantado para
atingi-la. O futuro, a história vai ou não revelar a verdade. A China
conseguiu rapidamente promover o isolamento de 40 milhões de seres por meses e,
se houve de fato armadilha dos EUA para atingi-la, se saiu bem. Com o
neofascismo e neoliberalismo isso é impossível, pois sua existência, sua razão
de ser e existir se escora basicamente na exploração da mão de obra do
trabalhador que, nesse caso, ao se expor é fulminado pelo vírus e ao se isolar,
sacrificado pela fome.
16 de maio de 2020
AS MENSAGENS DO COVID-19
Inúmeras versões e narrativas surgirão durante e após a pandemia do
Covid-19. Interessa as narrativas fundamentadas na realidade e nos fatos. A
classe dominante (ricos e bilionários) certamente fará leitura que não traga
prejuízo aos seus interesses de classe. A pandemia tem deixado claro que os
países que apostaram no Estado mínimo e na desigualdade social são os mais
atingidos, independe se é rico ou emergente (Europa). Outra lição importante é
que a medalha de ouro em genocídio deve ficar entre EUA, Brasil e Inglaterra
(ricos e emergente) povos que apostaram numa aliança neoliberalismo e
neofascismo. O Brasil, devido a cultura de classe dominante herdada desde a
colonização caminha, até agora, para levar a medalha de ouro em barbárie e
genocídio. No momento a narrativa da pandemia é neoliberal e a execução da
economia e da política é neofascista. O que vai resultar dessa aliança
impossível prever.
15 de maio de 2020
O DISCURSO DE MOURÃO
Na contramão da lei e da Constituição o vice-presidente da República,
gal. Mourão, usa cinicamente a Constituição para em discurso para empresários
acusar todo o Brasil de estar inconstitucional. Inverte as responsabilidades e
acusa governadores, prefeitos, Suprema Corte, Congresso e aproximadamente 80%
da população. Enfim, o cúmulo da paranoia para agradar a quem? Todos errados
inconstitucionalmente perseguindo um pobre presidente inocente, que cuida do
trabalhador pobre e que dar emprego. Faltou um pequeno detalhe: o presidente
combinar com o povo e empresários e deixar claro que quer empregar
trabalhadores mortos cuja a seleção se dará no cemitério. Agora é aguardar esse
roteiro kafkaniano, de loucura e ver como seus roteiristas pretendem terminar a
série.
13 de maio de 2020
CONJUNTURA DIA 13
Impressionante como o quadro politico brasileiro muda diariamente. Não bastasse todas as mazelas e desigualdades herdadas pelo Brasil, ainda vive ao mesmo tempo três crises graves: saúde, economia e política devido um governo de utradireita. Nesse momento até definir quem é determinante na crise está difícil. A lógica indica a vida é determinante, mas a ação terrorista de Bolsonaro confunde parte da população impondo de forma criminosa a economia em primeiro plano, com isso cresce a crise política. A pergunta que não se cala: existe alguma possibilidade de enfrentar a crise da saúde, economia, sob a presidência de Bolsonaro? Tudo indica ser impossível. O que fazer para o "Fora Bolsonaro" ganhar apoio da opinião pública num momento de isolamento geral? É formar uma "Frente democrática" com todos os partidos, incluindo de direita, atrair forças armadas e fogo cruzado nas redes sociais.
9 de maio de 2020
NÃO DÁ MAIS PARA CONCILIAR
Brasil precisa acordar, sair do pesadelo. Reconhecer por vários motivos,
nesse momento impossível de analisar e corrigir, a guerra contra o coronavirus
caminha para derrota certa. A contaminação (o inimigo) se propaga
exponencialmente e o exército para enfrentá-lo se encontra perdido. Falta
comando central, competência, credibilidade. O exército do povo precisa se
posicionar, se reorganizar. Formar urgentemente um comando central confiável
eleito pelas 27 unidades regionais, avalizada pelas municipais. Tudo em 24/48
horas. A exclusividade da política é a sanitária e científica. Comando
"SOS Brasil". Medidas urgentíssimas: centralizar a compra de
equipamentos (otimizar esforço e reduzir custos), priorizar tratamento de
nossos soldados atingidos (médicos e enfermeiros), investir nos testes. Por
fim, encaminhar pedido de afastamento imediato de Bolsonaro, como única
alternativa para obter recursos pela vida.
7 de maio de 2020
A SAÍDA É O POVO
O enfrentamento ao Covid-19 no Brasil e no mundo está deixando tudo
muito óbvio: o vírus é ideológico, mira e mata desassistidos, sem renda,
obrigados a sobreviverem, se exporem. Quem possui algum rendimento, inativo ou
não, consegue fazer o isolamento, única alternativa para não se contaminar. No
Brasil são mais de cem milhões de brasileiros sem nada. Qual a única saída? O
governo federal imprimir dinheiro e liberar, através de cheque direto ao
trabalhador (sem burocracia), um salário mensal, até a pandemia deixar de
matar. Não tocar nas reservas, garantia do país não quebrar. A dívida pública
cresce (a atual é 80% do PIB), mas EUA e outros ultrapassam o PIB, depois o
povo vivo paga. Com a economia estagnada não haverá inflação e o ciclo:
trabalhador consome, comércio vende, indústria produz, a máquina não para e o
povo não morre. Qualquer outro caminho é genocídio.
5 de maio de 2020
CONVULSÕES DIÁRIAS
O Brasil vive momento de convulsão diária de notícias difícil de
acompanhar. Dois flagelos irradiando horror: uma pandemia que tira milhares de
vidas diariamente e um presidente da República absolutamente despreparado para
o principal cargo da República, uma ameaça crescente à vida, à democracia, à
economia. País dividido, sem rumo. De um lado, a narrativa da ciência e saúde
mundial, propondo soluções com números concretos de mortes crescentes,
decorrentes do Covid-19. De outro, o presidente insensível com vidas,
preocupado com votos e permanência no poder. Para sustentar esse projeto
genocida, se insurge contra a liberdade, a justiça, a ordem constitucional. A
pergunta que não se cala: quem vai bancar essa aventura, essa barbárie? É a
resposta que o Brasil aguarda com urgência. A vida tem pressa.
4 de maio de 2020
E AGORA, FORÇAS ARMADAS?
Não precisa ser estudioso de política, nem cientista político,
Bolsonaro, é um capitão oriundo das forças repressivas das forças armadas,
defensor da ditadura, da violência e da tortura. Eleito presidente da
República, num processo muito questionável da política nacional, vem se
cercando de militares, milicias e policias claramente com a intenção de golpear
a democracia. Não respeita opinião alheia, as instituições democráticas, a
Constituição e se sente protegido pelos militares. Então só resta uma pergunta:
e aí forças armadas de que lado vai ficar? Do lado do capitão terrorista,
autoritário, antidemocrático e insensível a milhares (ou milhões) de mortes
pela pandemia ou ao lado do Congresso, Suprema Corte, governadores, prefeitos,
milhões de desassistidos, desempregados, amigos e familiares de mortos pela
pandemia? O Brasil e os brasileiros, que ainda vivem e sobrevivem, tem urgência
nessa resposta.
3 de maio de 2020
O DEBATE NA GLOBO NEWS
A maior esperança nesse debate é que a rede Globo esteja a caminho da
2a. autocrítica de apoio a ditaduras. Jair Bolsonaro nunca foi contra a
corrupção, nem a favor da democracia. Nunca enganou ninguém. A elite financeira
liberal, as instituições, o "juiz-símbolo", os mais escolarizados e a
grande mídia que acreditaram nele optaram pelo autoengano e a ficha está
demorando a cair aos que acreditam nas promessas de liberdade econômica, de
pensamento e direitos civis. A programação da Globo com debates políticos,
econômicos, a contabilidade da pandemia entre jornalistas da empresa e
convidados aliados está demostrando que não responde mais ao enfrentamento com
as duas tragédias: vírus e bolsovirus. Uma frente de forças, aliadas ao
Covid-19, é a única alternativa que resta aos andares, de cima e de baixo, para
derrotar a barbárie irreversível. É uma leitura do debate.
1 de maio de 2020
A MORTE OU A MORTE
O mundo enfrenta uma guerra contra um inimigo ainda desconhecido. Sua
arma principal é um vírus arremessado pelo ar que atinge o soldado, o deixa
fragilizado e o leva a óbito. Dado o desconhecimento do vírus todos os
comandantes ordenam evacuação e recolhimento em suas residências para evitar
contágio. No Brasil, o comandante supremo, o presidente da República, resolveu
inovar. Manda o exército enfrentar o inimigo desarmado. Retira os víveres dos
soldados e diz que se não enfrentar o inimigo morre de fome. Não há saída, é
morrer ou morrer. Certamente um sentimento de medo e horror cresce na população,
principalmente a mais fragilizada. O medo é o limite. Com ele nada mais a
temer, tanto das armas, quanto do autoritarismo ou da repressão. Nesse quadro
de desvario acumulado por anos de insensatez da elite brasileira, crescem as
manifestações não mais das ruas, mas dos cemitérios e valas comuns.
30 de abril de 2020
SURREALISMO E TERROR
Ministro da economia de Bolsonaro, Guedes, é inimigo de investimento
público (Estado), só acredita no privado (bancos), discurso irreal, não adotado
em país desenvolvido. Recebe o apoio da direita neoliberal que está em disputa
com seu chefe da ultradireita, Bolsonaro. Este negocia saúde e economia por
voto e não admite concorrente ao projeto de poder. As duas direitas dominam a
narrativa. Nessa contenda, de um lado, uma pandemia que devasta, mata milhares
de brasileiros pobres, negros e idosos, de outro, essa elite de ricos e
bilionários especialistas em quebrar o Brasil.
Só ainda não aconteceu devido a colcha de reservas cambiais herdadas do
governo do PT. Nesse quadro, oposição sem narrativa e sem rua, devido a
epidemia. Momento inédito e traumático. Direitas brigando pelo poder, mas com
medo do PT. Um roteiro surreal e de terror que, se nada acontecer, deixa Kafka
e Hitchcock como estagiários.
28 de abril de 2020
A BOLHA BOLSONARO
Bolsonaro sempre representou uma bolha. Bolha sustentada por onerosas
fake news, financiadas por caixa dois de empresários desonestos; apoiado pelo
mercado financeiro neoliberal concentrador de renda e formatador da
desigualdade e, finalmente, por um eleitorado de maioria branca revoltada,
reacionária, com transtornos diversos. Tudo isso, agravado com três bolhas
globalizadas: pandemia, crise comercial, crise financeira. Essas bolhas e
enigmas tornam impossível, nesse momento, prever o que acontecerá com o Brasil
e o mundo amanhã. Mas cada bolha no seu tempo. A bolha Brasil, com Bolsonaro é
coisa nossa, ameaça de vida ou morte, barbárie, genocídio e precisa ser
estourada. Só há uma saída de emergência para Brasil e brasileiro: Bolsonaro
fora já.
27 de abril de 2020
NARRATIVA DA PANDEMIA
Dúvidas nessas narrativas da pandemia merecem reflexão. Por exemplo, a
cobertura sobre o Covid-19 se concentra basicamente em países ricos da Europa
(Itália, Espanha, França, Alemanha) e EUA. No Brasil, estados mais ricos (SP e
RJ). Pouco se sabe de outros continentes, África, Oriente Médio, regiões da
pobreza. No Brasil, estados pobres do Nordeste, Centro-Oeste. Nos gráficos
repetitivos da Globo sumiram outras doenças e mortes (inúmeras). Só
coronavirus. Causa pânico, mas são estatísticas vazias sobre infecções e
mortes. A única comparação é com ontem, mas e daí, o que é ontem? Qual o
universo? Quantos atingidos, quantos testados (percentual), examinados para
saber se foi realmente coronavirus? Cai tudo na mesma conta. Moral da história:
primeiro, o virus ataca e mata os mais vulneráveis; segundo, há nítida intenção
de causar pânico, mas sob um controle estratégico.
26 de abril de 2020
OMISSÃO SEM VOLTA
Toda a estrutura de combate a corrupção usada pela operação lava jato
foi montada pelo governo do PT, tanto na reorganização da PF, quanto na
autonomia junto com o MP. Até 2002, governo FHC, nunca existiu. As acusações
contra altas autoridade, públicas e privadas, eram engavetadas. É isso que
Bolsonaro quer retomar. O que aconteceu? Forças da direita neoliberal e sua
mídia se insurgiram contra o governo legal do PT e o golpearam, usando a
estrutura honesta do combate a corrupção, com viés e narrativa ideológica de
direita. Foi esse movimento político o criador da criatura Bolsonaro. Pois bem,
a melhor analogia é com o Titanic. Bolsonaro é o comandante da destruição e
barbárie desse navio que leva todos ao encontro com o iceberg. Quem garante
sobrevida, após tragédia claramente visualizada? A fatura é alta. O dilema só
apresenta uma saída: FORA BOLSONARO ou tragédia sem volta.
25 de abril de 2020
MERCADO E MILITARES
Mercado e militares são as duas forças principais que ainda dão
sustentação à barbárie. A ficha não caiu. Acreditam que podem levar vantagens
no caos. A contagem é regressiva, saber se terão força política e repressiva
para manter uma ordem desigual assistindo milhares ou milhões de mortes. Não há
mais tempo de impeachment. A crise na saúde e economia impede assistir mortes
de parentes e amigos, falência no atendimento e enterros em valas comuns.
Impossível aguardar discussões intermináveis de uma constitucionalidade falida.
A vida tem pressa, não dá para apostar mais no "quanto pior". A única
saída que resta é FORA BOLSONARO, FORA BARBÁRIE. Entra quem tiver de entrar e
que proponha imediatamente um plano realista de medidas urgentes para salvar
vidas e estancar o genocídio.
24 de abril de 2020
IMPEACHMENT
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