26 de maio de 2020

CLASSE DOMINANTE DIVIDIDA


Com a pandemia o Brasil chegou a um ponto extremo na contradição política e econômica. A pergunta está colocada para todos: quem apoia e tem consciência exata da barbárie e genocídio para onde caminha o país? Simples e terrível assim. De um lado, parte majoritária da população totalmente desprotegida conduzida como gado para o matadouro, de outro, percentual consciente minoritário da população, sem força, impedida pela pandemia de se manifestar, como sempre fez, nas ruas e praças. No centro do furacão o núcleo duro, responsável pela tragédia, ocupado por uma classe dominante de neofascistas e neoliberais (ricos e bilionários), controlando Estado, o governo, dividida e omissa entre mata e esfola ou só esfola. Mas aí surge outra dúvida e pergunta: será essa elite tão estúpida e atrasada em acreditar que ela é responsável por investimento e crescimento do país sem trabalhador?

24 de maio de 2020

REUNIÃO COM VÍDEO


 
A publicização da reunião do governo Bolsonaro aconteceu por pressão da Globo na defesa de, Sérgio Moro. Defesa "meia boca". Se concentrou na nomeação do chefe de polícia. Para a população que vive entre morte por pandemia e fome por desemprego pouco importa. A Globo, Polícia Federal e Ministério Público tem, há bom tempo, provas suficientes de crimes da família Bolsonaro paradas em "investigações sigilosas" nunca concluídas. Conhecida embromação. O vídeo "atirou no que viu, acertou no que não viu". Mais grave do que demissão foi a ameaça de armar a população para uma defesa da sua "democracia e liberdade", traduzindo: guerra civil. Nunca escondeu essa intenção. O neoliberalismo (mercado, Globo, bancos, partidos) o elegeu para manter seu privilégios. Mantém um braço com Guedes e "morde e assopra". O nazismo se criou assim: por omissão da elite. E agora?

23 de maio de 2020

VÍDEO


 
A reunião política de Bolsonaro e seu governo desperta interesse na política para leituras e reflexões. A leitura de que não houve rompimento político da classe dominante (ricos e bilionários), entre a ultradireita de Bolsonaro (barbárie) e neoliberalismo (desigualdade social do mercado, bancos, Globo, partidos). O neoliberalismo continua vacilante com um "pé" no bolsonarismo temeroso de perder o protagonismo na economia. Falta aos neoliberais um plano B, uma candidatura viável para competir com oposição. MP e PF, controlados pela elite, seguram investigações como sigilosas, sem acesso a provas evidentes de crimes da família Bolsonaro, além de pregação à luta armada, armamento de milícia, fechamento de Congresso, STF, AI-5 e mais grave: descaso total com a saúde onde milhares morrem diariamente pela pandemia. Essa situação não oferece tranquilidade aos brasileiros .

22 de maio de 2020

MOSAICO DA CONJUNTURA


O mosaico da conjuntura política atual permite diversas leituras. Uma delas, vê três forças se contrapondo: a extrema-direita de Bolsonaro (destruição e barbárie) prioriza à economia aos cadáveres (tem suporte de setores reacionários empresariais e militares); neoliberais e mercado (maioria do Congresso, STF, Globo) recua nas mortes, apoia isolamento, vacila no enfrentamento a extrema-direita temendo perder o protagonismo da economia (estado mínimo, austeridade), busca um líder. Finalmente a oposição, que tem, nesse momento, reduzido protagonismo face ao isolamento. Se recicla nas redes sociais e nessa correlação de forças, durante e pós-pandemia, projeta alternativas de ação: apoia a frente ampla democrática antibarbárie (afastar Bolsonaro), prioriza a vida, fortalecimento do SUS, suspensão de austeridades (tetos de gastos), retorno à soberania, democracia, eleições.

21 de maio de 2020

GUERRA CIVIL


 
Na guerra civil as forças policiais e militares, bem como, forças civis se conflitam entre legais e ilegais, obedecem e não à Constituição. A pergunta que se faz: o que faltam às forças armadas, produtivas e institucionais para enquadrar o presidente Bolsonaro como agitador, propagador e fomentador de uma guerra civil? Milhões de brasileiros mais informados tem plena consciência de suas arbitrariedades e seu despreparo. Outros milhões, menos informados, sofrem por milhares de mortes pela Covid-19, pela desigualdade e fome. Bolsonaro capturou as forças armadas, troca falsa disciplina por loteamento de cargos públicos. Usa as forças armadas para distribuir armas e munições para as milícias, nunca escondeu seu apoio à ditadura e tortura. Defende o AI-5, prega intervenção e fechamento do Congresso, do STF. O que move e aguarda o Brasil? Ingenuidade ou má-fé?

20 de maio de 2020

TRAMA DIABÓLICA

A aranha tece sua teia e emaranhado de fios como armadilha para pegar inseto. A política pós-Trump e Bolsonaro, até o presente, é uma teia para a maioria. Um emaranhado inacessível e diabólico. Conforme os fatos vão se sucedendo algumas evidências de classe vão surgindo. Os dois obedecem a parte do capital internacional mais reacionário e concentrador de renda. Pode-se dizer o vencedor até aqui do capital devastador. Estão subordinados a ele com exclusividade e alguma estratégia. Agridem e condenam a globalização, justiça, liberdade de imprensa, soberania, democracia e outra incógnita mortífera surgida: a pandemia. O que pretende esse projeto com essa guinada de 180 graus na economia e política? No Brasil, em meio a muitas mortes, Bolsonaro, é indiferente e até debocha: "e daí?" Defende a economia, ataca todos, com uma estranha “cautela" da mídia, justiça, Congresso, militares e empresários.

18 de maio de 2020

AS DIREITAS E O COVID-19


 
A pergunta que ainda não tem resposta é se o neofascismo (EUA, Brasil, Inglaterra, Hungria e outros), o neoliberalismo (Europa) vão manter o isolamento ou ceder ao mercado? Essa estratégia de tratamento foi usada pela China, pais com estrutura política socialista e economia aberta ao liberalismo e, segundo alguns, alvo principal do vírus. Vírus ideológico, plantado para atingi­-la. O futuro, a história vai ou não revelar a verdade. A China conseguiu rapidamente promover o isolamento de 40 milhões de seres por meses e, se houve de fato armadilha dos EUA para atingi-la, se saiu bem. Com o neofascismo e neoliberalismo isso é impossível, pois sua existência, sua razão de ser e existir se escora basicamente na exploração da mão de obra do trabalhador que, nesse caso, ao se expor é fulminado pelo vírus e ao se isolar, sacrificado pela fome.

16 de maio de 2020

AS MENSAGENS DO COVID-19


 
Inúmeras versões e narrativas surgirão durante e após a pandemia do Covid-19. Interessa as narrativas fundamentadas na realidade e nos fatos. A classe dominante (ricos e bilionários) certamente fará leitura que não traga prejuízo aos seus interesses de classe. A pandemia tem deixado claro que os países que apostaram no Estado mínimo e na desigualdade social são os mais atingidos, independe se é rico ou emergente (Europa). Outra lição importante é que a medalha de ouro em genocídio deve ficar entre EUA, Brasil e Inglaterra (ricos e emergente) povos que apostaram numa aliança neoliberalismo e neofascismo. O Brasil, devido a cultura de classe dominante herdada desde a colonização caminha, até agora, para levar a medalha de ouro em barbárie e genocídio. No momento a narrativa da pandemia é neoliberal e a execução da economia e da política é neofascista. O que vai resultar dessa aliança impossível prever.

15 de maio de 2020

O DISCURSO DE MOURÃO


 
Na contramão da lei e da Constituição o vice-presidente da República, gal. Mourão, usa cinicamente a Constituição para em discurso para empresários acusar todo o Brasil de estar inconstitucional. Inverte as responsabilidades e acusa governadores, prefeitos, Suprema Corte, Congresso e aproximadamente 80% da população. Enfim, o cúmulo da paranoia para agradar a quem? Todos errados inconstitucionalmente perseguindo um pobre presidente inocente, que cuida do trabalhador pobre e que dar emprego. Faltou um pequeno detalhe: o presidente combinar com o povo e empresários e deixar claro que quer empregar trabalhadores mortos cuja a seleção se dará no cemitério. Agora é aguardar esse roteiro kafkaniano, de loucura e ver como seus roteiristas pretendem terminar a série.

13 de maio de 2020

CONJUNTURA DIA 13

 
Impressionante como o quadro politico brasileiro muda diariamente. Não bastasse todas as mazelas e desigualdades herdadas pelo Brasil, ainda vive ao mesmo tempo três crises graves: saúde, economia e política devido um governo de utradireita. Nesse momento até definir quem é determinante na crise está difícil. A lógica indica a vida é determinante, mas a ação terrorista de Bolsonaro confunde parte da população impondo de forma criminosa a economia em primeiro plano, com isso cresce a crise política. A pergunta que não se cala: existe alguma possibilidade de enfrentar a crise da saúde, economia, sob a presidência de Bolsonaro? Tudo indica ser impossível. O que fazer para o "Fora Bolsonaro" ganhar apoio da opinião pública num momento de isolamento geral? É formar uma "Frente democrática" com todos os partidos, incluindo de direita, atrair forças armadas e fogo cruzado nas redes sociais.

9 de maio de 2020

NÃO DÁ MAIS PARA CONCILIAR


Brasil precisa acordar, sair do pesadelo. Reconhecer por vários motivos, nesse momento impossível de analisar e corrigir, a guerra contra o coronavirus caminha para derrota certa. A contaminação (o inimigo) se propaga exponencialmente e o exército para enfrentá-lo se encontra perdido. Falta comando central, competência, credibilidade. O exército do povo precisa se posicionar, se reorganizar. Formar urgentemente um comando central confiável eleito pelas 27 unidades regionais, avalizada pelas municipais. Tudo em 24/48 horas. A exclusividade da política é a sanitária e científica. Comando "SOS Brasil". Medidas urgentíssimas: centralizar a compra de equipamentos (otimizar esforço e reduzir custos), priorizar tratamento de nossos soldados atingidos (médicos e enfermeiros), investir nos testes. Por fim, encaminhar pedido de afastamento imediato de Bolsonaro, como única alternativa para obter recursos pela vida.

7 de maio de 2020

A SAÍDA É O POVO


O enfrentamento ao Covid-19 no Brasil e no mundo está deixando tudo muito óbvio: o vírus é ideológico, mira e mata desassistidos, sem renda, obrigados a sobreviverem, se exporem. Quem possui algum rendimento, inativo ou não, consegue fazer o isolamento, única alternativa para não se contaminar. No Brasil são mais de cem milhões de brasileiros sem nada. Qual a única saída? O governo federal imprimir dinheiro e liberar, através de cheque direto ao trabalhador (sem burocracia), um salário mensal, até a pandemia deixar de matar. Não tocar nas reservas, garantia do país não quebrar. A dívida pública cresce (a atual é 80% do PIB), mas EUA e outros ultrapassam o PIB, depois o povo vivo paga. Com a economia estagnada não haverá inflação e o ciclo: trabalhador consome, comércio vende, indústria produz, a máquina não para e o povo não morre. Qualquer outro caminho é genocídio.

5 de maio de 2020

CONVULSÕES DIÁRIAS


O Brasil vive momento de convulsão diária de notícias difícil de acompanhar. Dois flagelos irradiando horror: uma pandemia que tira milhares de vidas diariamente e um presidente da República absolutamente despreparado para o principal cargo da República, uma ameaça crescente à vida, à democracia, à economia. País dividido, sem rumo. De um lado, a narrativa da ciência e saúde mundial, propondo soluções com números concretos de mortes crescentes, decorrentes do Covid-19. De outro, o presidente insensível com vidas, preocupado com votos e permanência no poder. Para sustentar esse projeto genocida, se insurge contra a liberdade, a justiça, a ordem constitucional. A pergunta que não se cala: quem vai bancar essa aventura, essa barbárie? É a resposta que o Brasil aguarda com urgência. A vida tem pressa.

4 de maio de 2020

E AGORA, FORÇAS ARMADAS?


 
Não precisa ser estudioso de política, nem cientista político, Bolsonaro, é um capitão oriundo das forças repressivas das forças armadas, defensor da ditadura, da violência e da tortura. Eleito presidente da República, num processo muito questionável da política nacional, vem se cercando de militares, milicias e policias claramente com a intenção de golpear a democracia. Não respeita opinião alheia, as instituições democráticas, a Constituição e se sente protegido pelos militares. Então só resta uma pergunta: e aí forças armadas de que lado vai ficar? Do lado do capitão terrorista, autoritário, antidemocrático e insensível a milhares (ou milhões) de mortes pela pandemia ou ao lado do Congresso, Suprema Corte, governadores, prefeitos, milhões de desassistidos, desempregados, amigos e familiares de mortos pela pandemia? O Brasil e os brasileiros, que ainda vivem e sobrevivem, tem urgência nessa resposta.

3 de maio de 2020

O DEBATE NA GLOBO NEWS

A maior esperança nesse debate é que a rede Globo esteja a caminho da 2a. autocrítica de apoio a ditaduras. Jair Bolsonaro nunca foi contra a corrupção, nem a favor da democracia. Nunca enganou ninguém. A elite financeira liberal, as instituições, o "juiz-símbolo", os mais escolarizados e a grande mídia que acreditaram nele optaram pelo autoengano e a ficha está demorando a cair aos que acreditam nas promessas de liberdade econômica, de pensamento e direitos civis. A programação da Globo com debates políticos, econômicos, a contabilidade da pandemia entre jornalistas da empresa e convidados aliados está demostrando que não responde mais ao enfrentamento com as duas tragédias: vírus e bolsovirus. Uma frente de forças, aliadas ao Covid-19, é a única alternativa que resta aos andares, de cima e de baixo, para derrotar a barbárie irreversível. É uma leitura do debate.

1 de maio de 2020

A MORTE OU A MORTE


 
O mundo enfrenta uma guerra contra um inimigo ainda desconhecido. Sua arma principal é um vírus arremessado pelo ar que atinge o soldado, o deixa fragilizado e o leva a óbito. Dado o desconhecimento do vírus todos os comandantes ordenam evacuação e recolhimento em suas residências para evitar contágio. No Brasil, o comandante supremo, o presidente da República, resolveu inovar. Manda o exército enfrentar o inimigo desarmado. Retira os víveres dos soldados e diz que se não enfrentar o inimigo morre de fome. Não há saída, é morrer ou morrer. Certamente um sentimento de medo e horror cresce na população, principalmente a mais fragilizada. O medo é o limite. Com ele nada mais a temer, tanto das armas, quanto do autoritarismo ou da repressão. Nesse quadro de desvario acumulado por anos de insensatez da elite brasileira, crescem as manifestações não mais das ruas, mas dos cemitérios e valas comuns.

30 de abril de 2020

SURREALISMO E TERROR


 
Ministro da economia de Bolsonaro, Guedes, é inimigo de investimento público (Estado), só acredita no privado (bancos), discurso irreal, não adotado em país desenvolvido. Recebe o apoio da direita neoliberal que está em disputa com seu chefe da ultradireita, Bolsonaro. Este negocia saúde e economia por voto e não admite concorrente ao projeto de poder. As duas direitas dominam a narrativa. Nessa contenda, de um lado, uma pandemia que devasta, mata milhares de brasileiros pobres, negros e idosos, de outro, essa elite de ricos e bilionários especialistas em quebrar o Brasil.  Só ainda não aconteceu devido a colcha de reservas cambiais herdadas do governo do PT. Nesse quadro, oposição sem narrativa e sem rua, devido a epidemia. Momento inédito e traumático. Direitas brigando pelo poder, mas com medo do PT. Um roteiro surreal e de terror que, se nada acontecer, deixa Kafka e Hitchcock como estagiários.

28 de abril de 2020

A BOLHA BOLSONARO


 
Bolsonaro sempre representou uma bolha. Bolha sustentada por onerosas fake news, financiadas por caixa dois de empresários desonestos; apoiado pelo mercado financeiro neoliberal concentrador de renda e formatador da desigualdade e, finalmente, por um eleitorado de maioria branca revoltada, reacionária, com transtornos diversos. Tudo isso, agravado com três bolhas globalizadas: pandemia, crise comercial, crise financeira. Essas bolhas e enigmas tornam impossível, nesse momento, prever o que acontecerá com o Brasil e o mundo amanhã. Mas cada bolha no seu tempo. A bolha Brasil, com Bolsonaro é coisa nossa, ameaça de vida ou morte, barbárie, genocídio e precisa ser estourada. Só há uma saída de emergência para Brasil e brasileiro: Bolsonaro fora já.

27 de abril de 2020

NARRATIVA DA PANDEMIA


 
Dúvidas nessas narrativas da pandemia merecem reflexão. Por exemplo, a cobertura sobre o Covid-19 se concentra basicamente em países ricos da Europa (Itália, Espanha, França, Alemanha) e EUA. No Brasil, estados mais ricos (SP e RJ). Pouco se sabe de outros continentes, África, Oriente Médio, regiões da pobreza. No Brasil, estados pobres do Nordeste, Centro-Oeste. Nos gráficos repetitivos da Globo sumiram outras doenças e mortes (inúmeras). Só coronavirus. Causa pânico, mas são estatísticas vazias sobre infecções e mortes. A única comparação é com ontem, mas e daí, o que é ontem? Qual o universo? Quantos atingidos, quantos testados (percentual), examinados para saber se foi realmente coronavirus? Cai tudo na mesma conta. Moral da história: primeiro, o virus ataca e mata os mais vulneráveis; segundo, há nítida intenção de causar pânico, mas sob um controle estratégico.

26 de abril de 2020

OMISSÃO SEM VOLTA


 
Toda a estrutura de combate a corrupção usada pela operação lava jato foi montada pelo governo do PT, tanto na reorganização da PF, quanto na autonomia junto com o MP. Até 2002, governo FHC, nunca existiu. As acusações contra altas autoridade, públicas e privadas, eram engavetadas. É isso que Bolsonaro quer retomar. O que aconteceu? Forças da direita neoliberal e sua mídia se insurgiram contra o governo legal do PT e o golpearam, usando a estrutura honesta do combate a corrupção, com viés e narrativa ideológica de direita. Foi esse movimento político o criador da criatura Bolsonaro. Pois bem, a melhor analogia é com o Titanic. Bolsonaro é o comandante da destruição e barbárie desse navio que leva todos ao encontro com o iceberg. Quem garante sobrevida, após tragédia claramente visualizada? A fatura é alta. O dilema só apresenta uma saída: FORA BOLSONARO ou tragédia sem volta.

25 de abril de 2020

MERCADO E MILITARES


 
Mercado e militares são as duas forças principais que ainda dão sustentação à barbárie. A ficha não caiu. Acreditam que podem levar vantagens no caos. A contagem é regressiva, saber se terão força política e repressiva para manter uma ordem desigual assistindo milhares ou milhões de mortes. Não há mais tempo de impeachment. A crise na saúde e economia impede assistir mortes de parentes e amigos, falência no atendimento e enterros em valas comuns. Impossível aguardar discussões intermináveis de uma constitucionalidade falida. A vida tem pressa, não dá para apostar mais no "quanto pior". A única saída que resta é FORA BOLSONARO, FORA BARBÁRIE. Entra quem tiver de entrar e que proponha imediatamente um plano realista de medidas urgentes para salvar vidas e estancar o genocídio.

24 de abril de 2020

IMPEACHMENT


 
Há impeachment e impeachment. A população brasileira, nesse momento, devia fazer uma reflexão sobre o que é a sociedade de classes (ricos, bilionários e pobres). Perceber como é difícil tirar um presidente, por impeachment, apoiado pelos poderosos, com crimes contra   milhões de contaminados, a ordem pública, a democracia, as riquezas do país. Vinculado à milícias, tráfico de armas, drogas, assassinato de vereadora, malversação de recursos público de servidores, eleição fraudulenta usando mentiras (fake news), recursos irregulares (caixa dois), embustes "facada", defensor de torturas, assassinatos, ditaduras, entreguista das riquezas minerais, incendiador de florestas. Comparar com o impeachment de Dilma do PT, governante mais vinculada à classe do pobres, acusada de "pedalada fiscal" porque antecipou dinheiro público do B/B para pagar milhões de cidadãos pobres do bolsa família.

23 de abril de 2020

MILITARES ASSUMEM ECONOMIA


 
Programa Pró-Brasil lançado ontem pelo governo federal, sob a coordenação do ministro da Casa Civil, com a formulação dos ministros da infraestrutura, desenvolvimento regional e energia aponta direção contrária a que vinha propondo a equipe econômica de, Paulo Guedes, Posto Ipiranga de Bolsonaro. Uma espécie de Plano Marshall, dizem, lançado pelos EUA para recuperar a Europa. Alegam que é do governo Bolsonaro e que a crise da saúde é grave. Faltou combinar com a equipe do Posto Ipiranga. Ao invés de privatizações, investimentos públicos de R$ 30 bilhões até 2022, em obras que gerem 1 milhão de empregos. Restaura Minha Casa Minha Vida e inviabiliza o teto de gastos. Tudo leva a acreditar, as forças armadas perceberam a armadilha que representa a política econômica proposta. O plano captura parte da política neoliberal e petista implementada até 2014. O haraquiri da loucura com os dias contados.

19 de abril de 2020

AFINAL, QUEM COMANDA A BARBÁRIE?

Quem são os principais inimigos, considerados improdutivos pelo capitalismo concentrador de renda e em crise, o neoliberalismo? Idosos, pobres, negros, imigrantes, índios e a China enquanto nação. E quais são e serão os mais atingidos por essa pandemia? Os mesmos. Aí a verdadeira face, bem distorcida e montada dessa barbárie, a pandemia. Direita e extrema-direita não estão no centro da responsabilidade desse fogo cruzado, pelo contrário, exceto, Bolsonaro, toda a direita se enquadrou e faz papel de bom moço (vide Pinera, no Chile). A pandemia impede manifestações, pois atinge e mata os protagonistas. Bolsonaro é uma degeneração à brasileira e terá de se enquadrar. A estratégia principal não muda. A oposição, sem protagonismo e acesso as narrativas, precisa se recompor para enfrentar as armadilhas de barbárie, que tem bodes, é camuflada, duradoura, uma tragédia e genocida.

17 de abril de 2020

A QUEDA DE MANDETTA


 
Muita preocupação com a demissão de Mandetta em plena pandemia. São 210 milhões de brasileiros ameaçados, uns com mais condições de enfrentar, outros sem nenhuma. No Brasil o quadro é grave por duas razões: alta taxa de desigualdade e um presidente despreparado e doido, que desobedece a ciência médica internacional e expõem a população à morte. A demissão agrava o quadro. O vírus é altamente contagioso, se espalha e mata. O único tratamento é isolamento. No Brasil, outra agravante é o trabalhador e seus líderes estarem sem força e fora das narrativas, dominadas pela direita neoliberal e a ultradireita, mas o inimigo de todos é a MORTE. Cadáveres cairão no colo dos narradores. Para a oposição resta um único caminho: aliar-se a TODOS os dissidentes de Bolsonaro, afastá-lo e impedir, de imediato, a barbárie e o genocídio que representa.

15 de abril de 2020

A BESTA HUMANA


 
O grande capital, por razões desconhecidas, a partir de 2016, se dividiu eleitoralmente entre direita neoliberal e ultradireita (Trump, Bolsonaro, Hungria, Índia, outros). Nos EUA e no Brasil se "bicavam", mas permaneciam juntos. A pandemia provocou uma mudança de percurso, devido o exponencial contágio do vírus que leva à morte. Existe uma especulação, difícil de provar, que o vírus tinha endereço: a China, mas "deu água “e se voltou para o ocidente. Está formada a maior crise da história, após a de 30, na saúde, na economia, na política. O quadro mais grave é brasileiro, pois a elite do atraso colocou no poder uma besta humana, radical de direita. Como um animal enjaulado rosna para todos que se aproximam e o ameaçam. Com isso, está levando o país para o caos na saúde e na economia. Só uma saída se vislumbra: a unidade entre a oposição e o grupo econômico dissidente.

14 de abril de 2020

IMPASSE E CONFRONTO


 
Não há como evitar um impasse e confronto entre o Poder Executivo, representado basicamente pelo presidente Bolsonaro e o restante do país, como entidades civis, associações, sindicatos, governadores, prefeitos, Congresso e justiça. O código penal define como crime contra a saúde pública infringir e impedir, por determinação do próprio poder público, o combate a doenças contagiosas. Nesse caso, inédito no Brasil e, quiçá, no mundo, o próprio presidente está infringindo. Essa situação é agravada devido ao suporte que o combate à doença recebe da OMS (organização mundial da saúde). Omitir e adiar esse impasse ou confronto representa milhões de mortes, um verdadeiro genocídio. Fora, Bolsonaro, ontem!

13 de abril de 2020

AS INÚMERAS LEITURAS


 
O ambiente mundial sofre uma grande mutação. Muita perplexidade com o que está acontecendo nessa pandemia. Nesse quadro a saúde é determinante, pois é vida, mas o inimigo sempre usa e pensa a economia. Nessa 2a feira, o caderno de economia do Globo, porta-voz do pensamento neoliberal, coloca seus especialistas para fazer previsões. Em princípio a estratégia é transferir o aumento brutal das despesas da calamidade nas contas públicas para os contribuintes livrando o capital de ônus. Finda a quarentena retornar com vigor às reformas neoliberais. Fazem diversas previsões da dívida pública, queda do PIB e como fazer para evitar perdas das receitas. Esse é o enigma e dilema deles. Se a crise é mais grave, a "ficha não caiu". A pergunta que o mundo real, destroçado pela pandemia faz é outra. O estado mínimo sobrevive, assim como, a austeridade? É um ou outro.

11 de abril de 2020

NARRATIVA NEOLIBERAL


Na leitura do caderno de economia do Globo se verifica que as discordâncias de Guedes, Maia (Câmara) e o Senado Federal no dito socorro ao investimento, se concentra no malabarismo fiscal e financeiro que pretendem fazer para o capital (financeiro e produtivo) ganhar na crise. "Financiar empresas", "garantir capital de giro", "colocar liquidez no mercado" são as dúvidas dos neoliberais. O São Mercado Financeiro (privado) tão voraz, onipotente e onisciente, quando não há crise, nessa hora, vira um bebezinho frágil e apela para o São Estado do Bem-Estar Social (setor público), dinheiro do contribuinte. Quer chupeta, quer continuar mamando nessa teta (tesouro federal, Bndes, B/B, Caixa e outros). Como sempre o cinismo e a mentira impera para tirar dinheiro do contribuinte. Alega que é a única alternativa para manter emprego e os salários. O combate ao vírus, a Bolsonaro não pode desviar o foco do neoliberalismo.

10 de abril de 2020

CONJUNTURA

Bolsonaro sempre deixou claro que a ditadura de 64 não havia completado seu serviço. Deixou de matar uns 30 mil comunistas. Implantar uma ditadura é ideia fixa. O acompanha alguns saudosistas. Os neoliberais golpearam a democracia e elegeram a ultradireita, imaginando ter o controle e seus interesses econômicos garantidos com Paulo Guedes, mas estão assistindo que ninguém barra seu plano autoritário. Entra em cena o Covid-19 e o quadro político sofre grande transformação. O inimigo muda, menos para Bolsonaro que só vê 2022 e se opõem a todos que atravessem seu caminho, inclusive o vírus. Como estratégia apela para a crise da economia, investe pesado nas empresas e contraria medidas da ciência e da saúde no combate à pandemia. Pode ser seu atestado de óbito político, na medida que as mortes cheguem. Provavelmente cai e assume Mourão, sem a legitimidade do voto, com milhares de mortes no colo e grave crise de recessão econômica. A oposição com pouco protagonismo até então nessa mudança tem espaço, principalmente Lula e sua experiência de gestão bem sucedida.

9 de abril de 2020

A NARRATIVA

No Brasil a pandemia torna-se muito mais perigosa por três motivos: o descaso absoluto com a saúde pública pelas elites dominantes, a presidência da República sob o comando de um débil mental e a narrativa da doença, estatísticas e pesquisas se encontrarem totalmente com os neoliberais. Estatísticas não averiguadas das contaminações, das mortes e das pesquisas por telefone. Lembrar que mortes por fome, bombardeios de inocentes, ditos terroristas ou comunistas, bala perdida nunca foi motivo de culpa ou preocupação dessa elite. Nesse momento, é como se todos estivessem no meio de uma guerra com milhares de balas zunindo acima das nossas cabeças. Temos que nos prevenir, mas lembrar que nas guerras os soldados defendem elites dos dois lados. Não subestimar a crise do neoliberalismo, o crescimento econômico da China. Ocupar a trincheira, mas não descuidar da ideologia da classe dominante.

8 de abril de 2020

RISCO BOLSONARO

Impossível a permanência de Mandetta, como ministro da saúde, e Bolsonaro, como presidente da República. Entre as duas autoridades uma tragédia de vida e morte avança para milhões de brasileiros. Nessas tragédias somente o poder maior e soberano pode ajudar a decidir: sociedade civl e militar e a opinião pública. De um lado, presidente da República, claramente preocupado com a questão político-eleitoral. Usa demagogicamente a precarização de renda e emprego da maioria esmagadora da população. Suas iniciativas econômicas privilegiam o capital, o empresário usando velho discurso liberal de que investimento e crescimento só quem responde é o capital. É cego ao trabalho. As mortes que certamente advirão não entram nessa contabilidade. Do outro, o ministro da saúde, que acompanha com o mundo as medidas e lições, sob a ótica da ciência e da OMS.

6 de abril de 2020

ONDE ESTÁ A SAÍDA?


 
Onde NÃO está a saída, talvez tenha resposta mais garantida? Combater a pandemia com Bolsonaro presidente é impossível. Já matou milhares e vai a milhões? Quantos? Esse o desafio. Apostar em Bolsonaro ou na continuidade é ser conivente com milhões de mortes. O Brasil real se afastou de Bolsonaro, resta somente o temor das forças armadas. Quanto mais esperar? E a saída dessa tragédia, onde está? A Constituição à mão e a democracia como princípio nada impede o Poder Judiciário, o Congresso, movimentos sociais e organizações representativas da sociedade se unirem e ditar o que fazer. Nesse momento, é impensável uma liderança como a de Lula, que detém a confiança de mais de 50% da população, estar fora. Nenhum brasileiro está mais habilitado e apto para resgatar essa confiança fundamental. Que se encerrem as perseguições. Inimigo e mundo mudaram.

5 de abril de 2020

SÃO PT

 
As medidas e iniciativas durante a gestão do PT são quem vem segurando o país para não afundar de vez. O investimento na estrutura e concursos do SUS, a ampliação, reorganização do bolsa família e o colchão de reservas cambiais de 370 bilhões são onde esses fascinoras que golpearam o país estão se apoiando. Desde o golpe contra o PT vêm tentando acabar como o Estado Social, tirar direitos e beneficios dos pobres, esvaziar o SUS, a saúde pública. A falência só não ocorreu até agora devido às reservas e economias que o PT fez durante a crise dos países ricos em 2008. Na Europa e EUA a politica do fim do Estado na saúde estão levando milhares e talvez chegue a milhões de mortos. Uma pena que os ricos responsáveis por essa tragédia não sejam os mais atingidos devido a seus privilégios e mordomias de classe, mas mudanças certamente virão.

4 de abril de 2020

TRAMA DIABÓLICA


 
Senso comum: a pandemia do coronavirus é uma doença que começou na China e se espalhou pelo mundo. Sua origem é desconhecida, a mesma de outras epidemias que a humanidade já conheceu e matou milhões de pessoas. Senso crítico: essa pandemia começou na China, mas faz parte de uma guerra ideológica, política e econômica, lançada pelos EUA, onde está em jogo a hegemonia do sistema econômico e político mundial. O vírus existe e provoca mortes, mas as estatísticas e a narrativa quem tem o controle absoluto é o neoliberalismo. Qual é a trama? Quem vai dominar a humanidade? China ou o mundo ocidental, sob a égide dos EUA? Essa será a resposta da pandemia ou da trama. Quem sairá mais fortalecido dessa catástrofe? Os bilhões de seres miseráveis ou meia dúzia de bilionários? Como se dará a luta de classe? Haverá mais justiça ou não?

2 de abril de 2020

CAPITALISMO SEM-VERGONHA


 
Muito bom Veríssimo na sua coluna. O capitalismo se nutre de desastre e oportunistas se aproveitam da pandemia para lucrar. A expectativa do capitalismo amoral nessa crise é a pior. Em curso a maior intervenção do Estado na vida das nações, desde a 2a guerra mundial. Por enquanto contam os mortos e prossegue a velha luta entre Estado social e dirigismo de mercado. O mundo que emergirá será o do horror ou o condenado pelo amoralismo de sempre. Estamos a caminho de uma definição numa tragédia viral. O que esperar quando passar o horror?  Será ingenuidade acreditar e esperar que após surja um mundo menos desigual e traga de volta idéias de Keynes para combater o capitalismo sem- vergonha da austeridade "made in Chicago, que não teria se imposto quando ainda havia chance.

31 de março de 2020

RENÚNCIA OU IMPEACHMENT

 Renúncia ou o impeachment de Bolsonaro é a única alternativa que restou ao povo brasileiro. Numa pandemia, onde milhares de mortes se anunciam, fica impossível a governabilidade dividida entre Estados e União. Toda a responsabilidade de sustentação de Bolsonaro, nesse momento, recai nas forças armadas. Os empresários que o apoiam não vão comprar vidas com seu dinheiro. Congresso e judiciário, contrários à Bolsonaro, temem os militares e sua reação, mas com mortes e desespero aumentando fica impossível conciliar. A vida tem pressa. A crise fiscal já é um fato e só será resolvida após o fim ou controle da pandemia e das mortes.

28 de março de 2020

ANALOGIA À 2a GUERRA MUNDIAL


O Brasil vive nesse momento dilema que se assemelha a 2a guerra mundial. Naquele momento histórico, Hitler, representava o inimigo maior, um degenerado que ameaçava a humanidade. O Brasil vacilou, mas se uniu aos "aliados" (países capitalistas) e à URSS (países socialistas) para unidos derrotarem a fera irracional, o monstro, o nazifascismo. Vencida a guerra, com enorme esforço e sacrifício, restou um planeta arrasado com milhões de sequelas e mortos. Destruiu a economia mundial e exigiu uma mobilização na sua reconstrução, que gerou a implantação do Estado do Bem-Estar Social e, no Brasil, as regras da CLT e outras de amparo ao trabalhador, que mesmo atacada é referência até hoje. Nesse momento, não pode haver dúvida, o inimigo maior é a besta humana chamada Bolsonaro e sua gang e dando continuidade o combate à desigualdade e a um Estado voltado para as questões sociais da maioria.

25 de março de 2020

A FATURA DO COVID-19

Esse é o momento dos trabalhadores, suas lideranças, suas organizações e partidos populares e progressistas ficarem atentos e mobilizados ao que os governantes patronais, maioria golpista do último pleito eleitoral, estão planejando em sua estratégia denominada "economia ou orçamento de guerra". A população foi colocada nas "cordas" entre saúde e medidas para evitá-las, se encontra fragilizada e não tem como reagir. Essa briga neoliberal (bancos e Globo) com Bolsonaro se torna secundária quando o interesse se divide entre capital e trabalho. Nessa hora se unem contra o trabalhador. Todas as medidas anunciadas virão recheadas de demagogia e mentira para proteger empresários. Anunciam seguro-desemprego e abonos ridículos e jogam recursos no caixa das empresas e bancos. Infelizmente ainda está faltando uma consciência e ação entre lideranças populares e povo.

24 de março de 2020

CRISE DE CONFIANÇA

Falta de confiança é a crise principal que antecede e piora a pandemia do coronavirus. Vem precedida da crise política e econômica, agravada com a eleição de Trump, nos EUA e Bolsonaro, no Brasil. Solidariedade e informação confiável é a base principal para o enfrentamento de qualquer crise. O coronavirus está colocando em cheque duas batalhas, através da informação: a privacidade e a saúde. As duas, deve ser a resposta do cidadão. A saúde não pode abrir mão da privacidade, sob o risco de instituir governos e regimes autoritários. Rastrear e cuidar da saúde é o que o povo precisa. Essa epidemia é um marco no século XXI, mostra a necessidade do mundo se unir nas crises de saúde e econômicas e governos como Trump e Bolsonaro serem banidos de vez.

21 de março de 2020

VIRUS IDEOLÓGICOS


 
A esquerda marxista atenta à luta de classe dos ricos e bilionários contra os pobres precisa  analisar criticamente as armas de guerra do inimigo. O virus do HIV teve objetivo claramente ideológico de preservar à família e combater à liberdade sexual misturada às drogas, surgidas nas manifestações de maio de 68, sendo alvo principal a homossexualidade. Pânico espalhado por gerações, milhões de mortes e terror ao sexo livre e às drogas injetáveis. O Covid-19 tbm vem carregado de muito pânico, mas atinge (mata) basicamente idosos portadores de diabetes, pressão alta, preferencialmente atacados por pneumonia. Grande mídia e OMS se dedicam às milhares de contaminações. Na luta de classe idosos e pobres são descartáveis, pois  só dão despesas. A reforma previdenciária neoliberal é clara ao mostrar isso. O pânico do Covid-19 vai continuar, mas estatísticas reais sobre a epidemia vão continuar omissas .

9 de março de 2020

POPULISMO

Populismo foi um conceito criado pela intelectualidade e ideologia da direita, basicamente para confundir o movimento de massa de esquerda e de direita. O conceito "populismo" vem da relação entre povo e o líder e no Brasil surgiu na era getulista (período da guerra fria) e se estendeu até o golpe de 64. Insistir e transplantar esse conceito de outra realidade para o mundo atual é fazer confusão e o povo de bobo. Por exemplo, o que significa e representa o populismo nacionalista de Trump? O mesmo de Bolsonaro e outros líderes europeus? Não. São interesses conflitantes da classe dominante (ricos e bilionários). O dito nacionalismo de Bolsonaro é inverso, entreguista e subserviente, assim como, o dito populismo. Na verdade os dois nacionalismos populistas são insustentáveis porque apostam na desigualdade social e na ampliação da repressão.
 

7 de março de 2020

0NDE A SAÍDA?


O capitalismo brasileiro com Bolsonaro e o mundial com Trump entraram num processo de desigualdade, ódio e violência que não se sabe onde pretende chegar. Perdeu o controle. Investe na destruição até do planeta. Muito disso resultado do avanço das tecnologias, das redes sociais que caíram nas mãos da ultradireita. Direita e centro-direita perderam o controle e a oposição (esquerda e centro-esquerda) não encontram forças para se impor. Há um impasse sobre como impedir o caos anunciado. Nesse quadro, para agravar, surge o coronavirus. Não se sabe para servir a interesses de quem? Desde o início há uma clara estratégia da Globo na divulgação e criação de pânico, mas por quê? Para beneficiar a quem? Aparentemente o capitalismo financeiro está sentindo fortes impactos e perdas, mas como, se é hegemônico?
 

3 de março de 2020

NUVEM POLÍTICA

Nessa terça-feira, dia 3, a nuvem política para discutir a divisão do bolo orçamentário tem o seguinte quadro: DEM, PL, PP, PMDB, PSDB, PTB, PROS, PSC, PSD, Patriota, Republicanos, Solidariedade e avante, formam o centrão (centro-direita) com 13 legendas, 351 deputados e representa 70% da Câmara. Uma divisão por interesses econômicos cuja a intenção é derrubar o veto presidencial e ficar com metade do orçamento da União. Há divergências com o Senado. Nesse imbróglio da economia entra em cena a luta política onde o Cidadania (de Roberto Freire) quer indicar Luciano Huck ou Ciro, PSDB, o Dória, Podemos (Álvaro Dias), Novo e PSL, o Moro. No centrão DEM, PSDB, PSD pensam em se unir e lançar um candidato. Todos alegam ser contra os extremos, Bolsonaro e PT. Uma salada de 35 siglas conservadoras repletas de contradições, mas contra o PT todas se unem. São com essas contradições e nuvens políticas e econômicas que o PT e esquerdas precisam avançar para derrubar primeiro o neofascismo, depois neoliberalismo. Haja estratégia.

28 de fevereiro de 2020

VIRUS IDEOLÓGICO

A campanha de medo e terror usando o coronavirus tem como meta atingir a China. Essas campanhas ideológicas que partem dos EUA e tem o apoio da Europa (países ricos) carregam sempre uma ameaça eminente a todos. O comunismo ia tomar os apartamentos, casas, terras, bens e carros de todos. O terrorismo ia explodir bombas e fuzilar todo mundo. O coronavirus é o virus da morte. Os sintomas atingem milhares, daqui a pouco milhões. Os contágios, que servem de propaganda e terror, são de uma gripe comum (tosse e febre) com baixíssima letalidade, mas isso não importa. O desespero dos EUA e seus satélites europeus é o crescimento vertiginoso, econômico e tecnológico, da China e a perda de mercado. Querem barrar e frear essa ameaça. É a segunda campanha de epidemia que se inicia na China. 

27 de fevereiro de 2020

BLÁ, BLÁ, BLÁ

O blá, blá, blá entre o interesse político da ultradireita neofascista (Bolsonaro) e o econômico da direita neoliberal (Globo, bancos, empresários, PSDB, DEM e outros) vão continuar. Vão continuar acusando Bolsonaro de não ter respeito pela democracia. E fica nisso. Não há como um se voltar contra o outro sem riscos de novas eleições mudarem o quadro de saques ao povo trabalhador e ao país. Por interesses, neoliberalismo elegeu o neofascismo, após um golpe Constitucional. Essa contradição vai continuar até não se sabe quando. A outra contradição é a oposição. Esquerda e centro-esquerda sem acesso ao povo, sem comunicação. Um escudo ideológico forte das mídias barra o acesso. Outro 68 (golpe dentro do golpe) pode até ser tentado, mas a desigualdade atual é brutal e muito superior à de 68, com o fim dos direitos trabalhistas, das aposentadorias, milhões desempregados, desmonte do Estado Social, das estatais. Golpe não se sustenta só com repressão.

26 de fevereiro de 2020

CORONAVÍRUS

O que vai ficando claro nessa brutal campanha do coronavirus é um crescente preconceito que se tenta espalhar contra a China, sua cultura, sua economia. Toda epidemia é importante divulgar os sintomas e a letalidade. Pois bem, pouco se fala do sintoma e a letalidade de apenas 2%. Mostram números altos de contaminação, mas escondem que são pouquíssimas as mortes e apenas na China, que possui um bilhão e meio de habitantes. Uma campanha que beira a terror e medo. Tudo é estranho, a começar pela oscilação das bolsas e a escolha de países que sofrem contágios. EUA nada ou muito pouco. No Brasil, o Globo deve festejar quando aparecer o primeiro caso, pois vai justificar sua enorme campanha de terror e medo. Comunismo e o terrorismo são campanhas do passado de medo que não atingem a China de hoje. Essa é a segunda campanha de virus que começa na China. Faz pensar num vírus ideológico.

23 de fevereiro de 2020

A VEZ DA HIERARQUIA

Terrorismo foi a bandeira que projetou Bolsonaro no cenário político ao se insurgir contra os baixos salários dos militares de baixa patente nas forças armadas. As PMs estaduais, com a estrutura militar hierarquizada, passaram a receber a mesma defesa do deputado. O levante policial no Ceará se inspira na defesa e trajetória de Bolsonaro. Por oportunismo, inicia num governo do PT que os golpistas odeiam. Todos os conflitos do governo Bolsonaro, assim como esse, tendem a se agravar. A reforma da previdência do governo Bolsonaro ampliou as regalias e mordomias no alto e baixo escalão hierárquico das forças armadas e das PMs. Essa rebelião não ficará restrita ao governo do PT. O que está em jogo é a hierarquia de salários da área militar. O neofascismo aposta sempre num universo de ignorância e mediocridade e numa eminente perda de sua base de poder não terá o menor escrúpulo em incendiar o país.

21 de fevereiro de 2020

FORÇAS ARMADAS

Historicamente no Brasil forças armadas ocupa função de tutor da sociedade, da classe dominante (dos ricos e bilionários). Tem início com o golpe militar da República, seguido por outro golpe. Vem o movimento tenentista, o golpe de 30, 37 a favor e contra Vargas, em 45, a eleição do general Dutra, em 46, em 54, outro golpe leva Getúlio ao suicídio, contra Juscelino em 56 são dois levantes militares, em 61 impedem a posse de Jango, 64 vem a ditadura militar por 21 anos e mais cinco anos de Sarney, imposto pelo comandante do exército. A anistia perdoa os abusos, torturas e crimes dos militares. A Constituição de 88, no art. 142, mantém os privilégios das Forças Armadas, escudado na defesa e na ordem e concede a elas a garantia constitucional dos três poderes, bem como, da lei e da ordem. Por que não a garantia aos poderes eleitos? É esse desvio democrático que volta a ameaçar com Bolsonaro.

20 de fevereiro de 2020

O CAOS SE INSTALA

O caos se instala e cresce na política brasileira. Um caos original, sem comparação com modelos de outros países, passado ou presente. Um nó provocado pelas elites econômicas brasileiras (os bilionários). Um ataque de ódio a uma experiência de governo (do PT) que os desagradava. Pois bem, rasgam a Constituição, golpeiam a democracia e elegem um demente para presidir o país. O que espera essa elite? Levar vantagens? Mas como, destruindo o Estado e seu povo? Que fórmula de gestão de governo pretende sem nação e sem povo? Os resultados começam a aparecer. Desentendimentos na própria cúpula responsável pelo caos. Mídia e Congresso contra executivo que elegeu. A tendência é se agravar o quadro, mas a saída através de eleições gerais está longe do consenso dos golpistas. Nessa aventura não se descarta um golpe militar como desespero final.

18 de fevereiro de 2020

DESTRUIÇÃO E OPORTUNISMO

Destruição e oportunismo é o momento que vive o Brasil. De um lado, um neofascismo à moda brasileira que quer destruir tudo (leia-se: educação, cultura, saúde, meio ambiente, Estado, soberania, economia, direitos e conquistas do trabalhador) e de outro uma direita oportunista gananciosa por lucro fácil, que apoia esse roteiro e enredo criminoso de barbárie e fake news. A lição vem da destruição e milhões de cadáveres da 2a. guerra mundial na passagem do nazismo. A trilogia: eixo nazista, aliados ocidentais e emergente URSS tiveram papéis decisivos nessa tragédia. Os aliados perderiam a guerra não fosse o apoio decisivo da URSS na luta contra o nazismo. A URSS possivelmente seria destruída. Surge uma aliança antidestruição. No Brasil o eixo cresce, seus aliados omissos e oportunistas e a oposição de esquerda e democrática, até o momento, sem força para impedir o caos.

13 de fevereiro de 2020

QUEM MATOU O MILICIANO?

Quem matou Adriano? No quadro de farsa, conivência e mentira que atravessa a política, polícia e justiça no Brasil, especialmente no Rio de Janeiro, essa investigação e resposta dificilmente será esclarecida e respondida. São fortes e evidentes o envolvimento do miliciano com o governo Bolsonaro e família, governo estadual do Rio de Janeiro, de Witzel, com a justiça federal e estadual do RJ, com as milícias coniventes com a polícia, que dominam o tráfico de armas e drogas de centenas de comunidades e com o assassinato de Marielle. Tudo isso com suporte e hipocrisia da Rede Globo e dos banqueiros que comandam a política, desde o golpe de 2016 ao PT e respondem por um ciclo de fenômenos e tragédias que conduzem o país, dia após dia, para a barbárie.

11 de fevereiro de 2020

A REDE DO EX-CAVEIRA

A execução do miliciano, Adriano Magalhães da Nóbrega, faz parte de uma rede de crimes que envolve a família Bolsonaro. Mas a família Bolsonaro não está só, pois teve e tem o apoio político da direita neoliberal, Globo e banqueiros no comando. É jogo de chantagem e farsa a voz única do Globo. Está tudo contaminado na política pela elite de ricos, na direita e ultradireita. A chantagem que a direita fora do Planalto faz ao bolsonarismo é para obter benesses e vantagens econômicas. Saquear o país e escravizar a mão de obra da população trabalhadora. O nazismo cresceu assim na Alemanha, com jogo de interesses contra o inimigo comum: no caso, o comunismo. No Brasil atual o inimigo desses ricos é o petismo. Só nova eleição, livre e geral, pode impedir a tragédia brasileira que se aprofunda dia a dia.

ORÇAMENTO DE TRUMP

O orçamento de um país representa o projeto principal de um governo, sua estratégia, sua ideologia. Trump divulgou o seu orçamento para 2021. Despesa e receita de US$ 4,8 trilhões. Vai cortar despesas de assistência aos estudantes, moradias populares, cupom de alimentação, seguro saúde para os muitos pobres e cortes profundos de 26% na agência de proteção ambiental. Inclui gastos adicionais com forças armadas, a maior do mundo, força espacial e mais dinheiro para o arsenal nuclear na preparação dos militares para as guerras do futuro. O déficit anual chegou a US$ 1 trilhão em 2019 e sua dívida impagável atinge a espantosa cifra de aproximadamente US$ 20 trilhões. Para agravar o quadro econômico e social retira da receita impostos sobre os mais ricos.  Enfim, orçamento e país bomba. Questão de tempo.

7 de fevereiro de 2020

TRUMPISMO E BOLSONARISMO

Sem entender o Trumpismo não se entende o Bolsonarismo. Trumpismo é uma representação afirmativa e crescente dos cem bilionários que dominam atualmente a economia mundial, principalmente no mundo ocidental (oligarquias das finanças, agronegócio, multinacionais, mídia). Bolsonarismo é a captura da viralatice desses interesses num país em desenvolvimento. Bolsonaro nada mais é do que uma criatura eleita pelos bilionários vira-latas brasileiros. Sempre existiu, mas agora a situação é mais grave devido a crise do capitalismo internacional. Brasil no centro da tragédia. A crise do capitalismo se dá nas contradições de sua concentração de renda de poucos, na mesma proporção da desigualdade e violência de quatro a cinco bilhões de seres humanos.

3 de fevereiro de 2020

O PERIGO DO UFANISMO

Qualquer ufanismo entre as forças de centro-esquerda do RJ é risco de derrota para a barbárie. A barbárie nacional- bolsonarismo, neoliberalismo, golpismo- teve e tem no Rio de Janeiro sua expressão política máxima. Quem são? O atraso ideológico nos costumes e na economia, representado nas candidaturas bolsonarista e de Eduardo Paes. O Bolsonarismo usando arma letal: fake news dos whatsApp, com suporte da igreja pentecostal, classe média racista, milícias e Eduardo Paes, pela Corporação Globo, neoliberal dos banqueiros e mercado financeiro, que desemprega e gera violência entre pobres, negros e favelados. Esse é o quadro que se apresenta ao eleitor: ou essas duas forças inimigas poderosas disputando o 2o turno ou a união e frente de centro-esquerda, com Psol, PT, PC do B, PSB e PDT e outras, marchando unidas para se contrapor a uma delas. Qualquer ufanismo na oposição é derrota para a barbárie.

30 de janeiro de 2020

DEMOCRACIA DE CLASSE EM CRISE

A democracia de classe e burguesa está em crise, revela pesquisa da Universidade de Cambridge, Inglaterra. O índice de insatisfação em 154 países atinge 57,5%. Na América Latina, violência, desigualdade, corrupção, mais de três em cada quatro cidadãos avaliam negativamente e a justificativa de golpe militar atinge 37%. Ao contrário, em países como Suiça, Dinamarca, Holanda, Bélgica, Noruega o nível de satisfação com a democracia é excelente. Infelizmente uma minoria. E porque essa situação? Não precisa ser cientista político para responder. Uma elite (grandes proprietários) domina a economia, rege a política, explora as riquezas e os bens do país e cada vez mais busca escravizar a mão de obra para aumentar seus fabulosos lucros, além de não pagar tributos. Essa democracia burguesa é suicida e gera o caos. 

28 de janeiro de 2020

UM NOVO TERROR

Por todas as crueldades, crimes com guerras e milhões de mortes em que os EUA sempre estiveram envolvidos, principalmente na criação e implantação do terrorismo, esse coronavirus merece preocupação, mas tbm análise política. O Globo começou a dedicar todo seu horário quando na China não havia nenhuma morte. Na mídia global uma morte na China equivale a milhões de mortes. Intriga essas epidemias sempre começarem na China ou vizinhança. A pergunta é: quem perde e quem ganha política e economicamente com essas epidemias? Por exemplo, o impeachment de Trump perdeu o foco principal. Cresce claramente a tentativa do ocidente e sua mídia de desmoralizar a China. É evidente que o capitalismo teme o crescimento da China. A produção de bactérias químicas tem nos EUA seu maior produtor e seu uso na guerra convencional está proibida.

27 de janeiro de 2020

COVARDIA DA IMPRENSA

É difícil para os mais conscientes ver, ouvir e ler matérias de voz única dos patrões, publicadas na imprensa concessionárias públicas e monopolizadas. Mistura esperteza, demagogia, hipocrisia. Uma covardia, pois os mais atingidos não receberam formação e informação para reagir à desigualdade, principalmente na hora do voto. O caderno de economia do Globo é farto em hipocrisias. Depois que golpeia a democracia, tira governos populares, edita as consequências culpando o além. Publica queda na concessão do Bolsa família, em plena crise de desemprego, criado e ampliado no governo do PT. Publica falsidade de Bolsonaro prometendo reduzir impostos dos empresários, ou seja, aumentar seu lucro não tributado, como fórmula para melhorar a vida dos mais pobres.

25 de janeiro de 2020

CONJUNTURA POLITICA


Cresce a olhos vistos o desgaste da ultradireita que assumiu o poder, após golpe. A direita se uniu nessa empreitada. Corporações bancárias, midiáticas, industriais, comerciais e campo. Não restou, como no passado, um centro-direita, tipo, Tancredo ou Ulisses. Pelo centro-esquerda a via é o PT, que já provou na prática. Unida a direita golpista implementa um programa que vai quebrar o pais, mais uma vez, com recessão, desigualdade, desemprego, violência. Com isso, fortalece o PT, que no governo fez exatamente o contrário, com regras democráticas. Foi demonizado pela mídia e golpeado. Nesse quadro, os golpistas legitimam a alternativa PT. A contradição principal caminha para a barbárie ou Estado de Direito.

 

23 de janeiro de 2020

MILÍCIA E POLÍCIA

O Rio de Janeiro chega a 2020 com a autoestima no seu nível histórico mais deplorável. Foi o Rio de Janeiro que encheu de votos o fascismo bolsonarista e é também onde floresce um laboratório de teste das milícias. Como o Rio é tambor deve repercutir e espalhar por todo o Brasil. Na região oeste do Rio, Santa Cruz, a milícia e a polícia vem inovando em crime e gestão. Lá, os índices que avaliam crimes estão no controle desse grupo e desaparece das estatísticas da polícia e da segurança pública. Sem crime por que combate? As tragédias começam assim, com desinformação e omissão. Nas eleições municipais de 2020, o teste final da barbárie. A milícia pode fazer barba, cabelo e bigode.

22 de janeiro de 2020

POBRE É O CULPADO

Paulo Guedes, ministro da economia, teve coragem de dizer no Fórum Econômico Mundial, que o pior inimigo do meio ambiente é a pobreza. Chocou a hipocrisia neoliberal, pois, na prática, é assim que pensa e age todo o establisment da burguesia brasileira e mundial. As "reformas" neoliberais condenam a pobreza. Isso é evidente na reforma trabalhista e na previdenciária, onde o inimigo é a pobreza porque representa a maioria. Tudo que envolve gastos com pobreza (a maioria) para os ricos é déficit, custo, despesa. Quando estabelecem "tetos" nos gasto, alegando déficit público, serve para tirar dos pobres a saúde e educação. A reforma tributária prevista para 2020 não tributa lucro, especulação financeira e herança, o tributo é decrescente nos salários, para atingir os mais pobres e no consumo todos indiscriminadamente. 

21 de janeiro de 2020

NEOLIBERALISMO E REACIONARISMO

Neoliberalismo e reacionarismo firmaram uma união estável. O neoliberalismo sem recorrer ao passado não avança. Ideologias do capitalismo futuro e passado de mãos dadas. Esse é o dilema. O neoliberalismo para avançar em sua concentração de renda precisa desmontar conceitos, instituições e órgãos internacionais do pós-guerra. Precisa atacar valores éticos, morais, legais e constitucionais. Combater a soberania de um povo e país. Negar a ciência, o aquecimento global, desprezar a cultura. Com essa missão quase impossível o neoliberalismo se viu obrigado a recorrer ao único aliado disponível: o nazifascismo. Um namoro, que como se observa no Brasil e EUA, não tem como se desfazer ou recuar. Do outro lado está a humanidade profundamente manipulada por essa forças poderosas. É a contradição mito e realidade pedindo passagem para se apresentar. 

20 de janeiro de 2020

COMEÇA O FÓRUM DOS RICOS

Começa o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Em 2019, aproximadamente 2 mil bilionários no mundo detiveram mais de 65% da renda global de 4,6 bilhões de pessoas. Esse Fórum dos ricos busca aprofundar esse fosso. Os dados no mundo são alarmantes sobre a exploração humana. Bilhões de horas dedicadas por mulheres no cuidado com crianças, idosos e doentes não são remunerados e é fundamental no aumento desse patrimônio dos bilionários. No Brasil o desastre é maior devido a tradição escravocrata. Negros e negras continuam escravos. Na tributação da renda outro crime. Trabalhador desconta na fonte de forma crescente. Dividendos de acionistas, lucros, heranças não são tributados. Nas calçadas brasileiras espalhadas por todo o país o resultado dessa exploração criminosa é patente. Milhões de seres implorando por comida. Essa violência é a luta de classe no capitalismo.

17 de janeiro de 2020

GOEBBELS

Em nova confusão o governo Bolsonaro se envolve com Goebbels, ministro de propaganda de Hitler. Goebbels se notabilizou como o mais competente mentiroso da história levando o mundo para uma tragédia. Criou um inimigo ameaçador a todos, o comunismo, e levou Hitler ao poder. Há muita hipocrisia na elite que o sucedeu no mundo, principalmente nos EUA, pois herdaram e aplicaram essa escola. A mentira do anticomunismo continuou até o fim da URSS. Fez uma pausa e se criou outro mito: o terrorismo. Trump e Bolsonaro são produtos dessa mentira, essência da escola de Goebbels. A demissão do ministro da cultura confirma a mentira que vive a política brasileira. Bolsonaro nunca escondeu sua identidade com o fascismo e nazismo. É apoiado pela direita tradicional para se contrapor ao petismo (o novo comunismo) e para conduzir a política econômica neoliberal, de interesse da Globo, bancos e empresários. 

14 de janeiro de 2020

BOLSONARO ABRAÇA O TERROR


Bolsonaro abraça o terror fomentado pelos EUA no Irã e o Globo compactua como sempre fez, ecoando notícias de fatos inverídicos, mas de interesse do império do mal americano. Dois notórios mentirosos por vias diferentes: um via whatsApp direta e secreta e outro pelo monopólio das comunicações, onde atinge e manipula milhões de seres formando um exército de analfabetos políticos. A elite, cada vez menor, mais concentradora de renda e criadora de desigualdade para bilhões de seres, precisa, cada vez mais, inovar na mentira para manter o poder. É incrível seu poder de alienação. Não se trata do Irã, mas inúmeros fatos e notícias fictícias e surreais. Resta saber o limite dessas mentiras sobre a realidade.

13 de janeiro de 2020

JUIZ DE GARANTIAS EA GLOBO

A aprovação do juiz de garantias pelos três poderes da República desagradou o quarto Poder, o Globo. O juiz de garantias cria mais uma instância acima na justiça para dar a sentença final. O Globo com a criação da lava jato e a captura do juiz Moro passou praticamente a governar o país, política e economicamente, arrastando todos, não apenas os adversários, como o PT, para a vala comum da corrupção. Todos se sentiram ameaçados, corruptos ou não. A última palavra cabia a um delator, ao juiz Moro e à Globo, condenando ou não. É óbvio, o Globo se opõem francamente ao novo juiz. Nessa 2a feira, dia 13, o jornal faz extensa matéria lembrando (ameaçando) os três poderes sobre os tetos orçamentários. Em 2020, lembra, não vão poder reajustar salários, criar cargos, contratar, abrir concursos, subsidiar auxílios diversos. A Globo é isso: dona do Estado. Faz lembrar muito o nazismo, onde todos, cedo ou tarde, serão atingidos.

12 de janeiro de 2020

CRIVELA ESCULACHA COPACABANA


Não satisfeito em destruir todas as comunidades mais pobres da Cidade do Rio de Janeiro, o Prefeito Crivela, no seu último ano de mandato da Cidade do RJ, inventa um evento de Abertura do Carnaval, no dia 12, no já sacrificado bairro de Copacabana, colocando um milhão de pessoas, provocando um engarrafamento monstruoso em toda Zona Sul, dia e noite. Tudo agravado com mais de duzentos mil moradores da área reféns e isolados em seus apartamentos, impedidos no seu direito de ir e vir e, o pior, de carnaval mesmo nada aconteceu, apenas venda de alimentos e bebidas. Crivela durante seu mandato já havia privatizado a Orla de lazer da Zona Sul aos domingos cedendo para empresas esportivas e outras usarem os espaços sob a falácia de estimular o esporte, com corridas e maratonas. Espertalhões faturando e fazendo promoção de suas empresas em áreas públicas da Orla. 

7 de janeiro de 2020

A MALDIÇÃO DO PETRÓLEO


Desde o fim da 2a. guerra mundial o petróleo está na base das guerras e golpes promovidos principalmente sob a égide dos EUA. Por quê? A revolução industrial americana, pautada na indústria automotiva, coloca o país altamente dependente da energia do petróleo. Em 2001, a inteligência americana acendeu luz amarela sobre a queda de suas reservas. Desespero. Foi então montada a estratégia antiterror com a falácia das Duas Torres Gêmeas. A partir daí alegando ameaça terrorista EUA podia invadir ou golpear qualquer nação. No Oriente Médio se encontram as maiores reservas de petróleo. Acabou a paz na região. Na América do Sul e África tbm ocorrem intervenções, Brasil do pré-sal que o diga. Reserva de petróleo virou sinônimo de terror. Às favas ONU, democracia, soberania, multilateralidade, escrúpulo. Tudo isso vem se tornando óbvio, mas a questão é: quem vai colocar o guiso no leão?

6 de janeiro de 2020

A APOSTA NO EXTREMISMO


Ninguém se iluda. Trump representa acirramento, desespero, guerra. Extrema-direita é isso. Os Trumps não surgem do nada, do acaso, surgem das contradições mais acirradas de classe, no caso, das elites precisando ampliar seus domínio, seus ganhos, pois se veem ameaçadas nos seus interesses. Fora desse quadrado todos são inimigos. Nos EUA, o acirramento se dá com a farsa montada na queda das Torres Gêmeas. Ali, as regras do capitalismo, até então vigentes desde a 2a.guerra, começam a ser desrespeitadas. O assassinato dos militares iraniano e iraquiano aumenta a escalada de guerra dos EUA. Em contrapartida, provoca uma consciência de classe na região sobre quem é o inimigo principal. O Brasil de Bolsonaro vive outro tipo de extremo. Pobreza, adversidade de opinião, ciência, cultura, todos atacados como comunistas. Ambos não serão contidos pelos bilionários, devido aos altos interesses econômicos em jogo.

5 de janeiro de 2020

O QUE E QUEM É TRUMP?

Quem é Trump? Essa indagação e estupefação se espalha pela sociedade mais esclarecida. Afinal, crise do capitalismo não leva ao socialismo, como previu Marx? Como explicar desigualdade, ressentimento, desemprego, elegendo Trump, Bolsonaro, Brexit e assanhando práticas fascistas? O dilema surge nos EUA. Devastação econômica de regiões decorrente da desindustrialização e globalização, resultou numa classe média branca, endividada, conservadora e religiosa apoiando Trump. Portanto, a crise prevista do capitalismo produtivo na sua passagem para o sistema financeiro desregulado e globalizado, aliado à internet e às novas tecnologias, extremamente concentrador de renda e fomentador de desigualdades não está conscientizando o trabalhador para o socialismo, ao contrário, assanhando a ultradireita. O que aconteceu com a esquerda, a luta de classe e o projeto socialista? Se desestruturou, após a experiência vivida pela URSS?

4 de janeiro de 2020

UM ESTUPRO

Um estupro, esse o sentimento que deve estar vivenciando o povo iraniano com o assassinato de sua maior referência nacional de homem e patriota. Por analogia, é como se homens jovens e fortes invadissem sua casa e estuprasse mulher ou filha. É uma dor incalculável que, por mais risco que corra, é preciso reagir ou será um "morto vivo". Essa provocação do governo Trump, não apenas dele, mas de um establisment, espelha a nova ordem que o capitalismo no seu extremo liberal precisa para se firmar. A truculência decorre do medo. O mesmo acontece no Brasil de Bolsonaro. Um perigo, uma ameaça para 200 milhões de brasileiros, mas permitido por todos, por razões diversas. Está difícil prever uma nova ordem, uma narrativa, imaginar saída, nessa etapa de contradições sociais e climáticas da sobrevivência da vida no planeta, sem a punição radical de responsáveis poderosos.

3 de janeiro de 2020

ARMADILHAS ELEITORAIS

2020 e 2022 são anos eleitorais. Os conservadores no poder, através de golpe, não admitirão a volta do PT ao poder. Essa realidade é que esquerda e progressistas precisam ver, o veto não é apenas ao PT. Oportunismos pela esquerda e pelo "centro" serão estimulados. Na história da luta de classe no Brasil esses momentos se repetem, com isso, progressistas conciliam ou são golpeados. O inimigo é forte, poderoso, através da repressão estatal e do controle da mídia. Intrigam, desinformam e confundem o trabalhador. Com esse cenário já criaram o antipetismo como um monstro a ser destruído. O crime hediondo do PT na visão da elite bilionária, nos treze anos de governo, foi lutar para reduzir a desigualdade e a diferença entre os que tem tudo e os que não tem nada. O PT tem uma história inédita da esquerda no poder no Brasil por treze anos, não pode recuar na sua responsabilidade eleitoral, sob o risco de se desmoralizar.

2 de janeiro de 2020

2020, BRASIL NA REAL

BRASIL 2020 na real: uma coisa intenções e desejos para o novo ano, estimulados pela voz única das elites, outra coisa, o mundo real do Brasil. Na política, pela direita, continua a luta dos golpistas pela hegemonia do antipetismo entre neofascismo bolsonarista e neoliberalismo globista, de banqueiros, empresários, PSDB. Na economia, vão tentar aprovar no Congresso reformas massacrantes contra o povo e o país: tributária, administrativa, pacto federativo, privatizações. Na política pela esquerda, Lula solto desmobilizou um pouco o #LulaLivre. Lula deve iniciar suas caravanas pelo Brasil buscando mobilização. A direita corre com a condenação em 2a. instância para impedir. Na economia, esquerda e trabalhadores organizados, continuam seu programa de luta, mas com o inimigo fortemente unido. Prossegue a contradição de classe: concentração de renda versus desigualdade.

29 de dezembro de 2019

JUÍZ DE GARANTIAS

A intensa campanha da Globo contra o Juiz de Garantias, segundo juiz para julgar acusações, não interessa à Globo. Por quê? Manter seu poder, através de Moro, “testa de ferro", condenando adversários políticos contrários aos seus interesses econômicos e dos EUA. Globo foi e é X-9, é traíra. Enquanto detiver a força do monopólio da comunicação o país não terá justiça e paz. Esse combate à corrupção da Globo e Moro deixou que saldo? Os aliados do PSDB, MDB e outros, todos soltos com processos parados. O adversário PT e seu governo golpeado, seus líderes e Lula presos, sem provas, usando "excrescências jurídicas" e "evidências". Na economia conduziram à falência empresas nacionais, desempregaram milhões, desmontaram o Estado Social, saquearam nosso petróleo e outras riquezas minerais e naturais, por fim, para impedir o PT apoiaram irregularidades na eleição de um presidente eivado de corrupção