29 de setembro de 2021

GOVERNO DA MORTE

 A mídia detectou no governo Bolsonaro um gabinete do ódio, mas não é exatamente isso o que ocorre e ocorreu. Existiu e existe um GOVERNO DA MORTE. O depoimento na CPI, da advogada de médicos do Plano de Saúde Prevent Senior particular, Bruna Morato, desnudou a trama. Ficou cristalino o comportamento, a estratégia de Bolsonaro e um grupo de empresários e corporações na área da saúde e outras áreas: avidez de lucro, ganhos fáceis, regado com corrupção, se lixando para a vida humana. Sabiam que 2% seriam atingidos pela pandemia e 98% protegidos. Por oportunismo, investiram nisso. Vem de “fora” (Trump). Lá, nos EUA, não existe CPI e os crimes prosseguem comandados pelos Republicanos. Essa pandemia ainda trará muitas revelações escusas, do Brasil e exterior. Dia 2/10, todos na rua, Fora Bolsonaro. 

28 de setembro de 2021

ACORDA BRASIL

 

O impasse político no Brasil tem nome: neoliberalismo na economia e liberalismo nos costumes (3ª. via). Esse projeto, sem voto, se socorreu do neofascismo bolsonarista, negacionista, cultua armas, criminaliza o Estado, amplia desigualdade, exige ordem. Processo difícil de resolver sem consciência da maioria (51%). O escravismo, ao invés da cidadania, está na base dessa exclusão. Igualdade e crescimento fica na promessa. Sem entender a sociedade dividida em classes (pobre e rica, burguesa e operária, capital e trabalho) não se sai desse impasse histórico. A elite não tem contato com a realidade, coloca alternativas sem pé, nem cabeça. Só fora Bolsonaro, eleição de uma oposição forte no Congresso pode mudar esse quadro de terror. 

24 de setembro de 2021

CATÁSTROFE AMBIENTAL

Precisa haver uma pausa entre brasileiros e estrangeiros mais conscientes para uma REFLEXÃO urgente sobre os limites da terra. Roteiro que certamente conduzirá ao fim da vida no planeta por seca ou elevação do mar (pouco importa a ordem). O capitalismo acumulador e depredador não tem limites e o socialismo salvador não despontou. Duas leis inconciliáveis: da NATUREZA e do SISTEMA ECONÔMICO do capital. A primeira, ambiental, não tem recuo, não há diálogo, política ou voto, é imutável. A segunda, do homem, permite cessar, recuar e mesmo impedir o processo de agressão continuada e catástrofe ambiental. Uma política suicida que só vê lucro e produz desigualdade. Corrida contra o tempo. No Brasil, antes de mais nada, fora Bolsonaro. 

22 de setembro de 2021

O "CERCADINHO" DE BOLSONARO

É um desafio descobrir a composição do “cercadinho” do Bolsonaro, essência da destruição, crime e morte, sem punição. Impossível acreditar que se trata de meia dúzia de “vivandeiras” do Planalto ou 15% de supremacistas brancos alienados e revoltados. Não. No Brasil, com vínculo no exterior (EUA), há uma classe dominante de especuladores endinheirados, hipócritas que o financia e apoia covardemente. No início, redes sociais o ajudaram com fake news, mas a grande mídia também, porta-voz do neoliberalismo (mercado financeiro, Globo, PSDB), desde o golpe à política de inclusão social do PT. Para eles, o horror é voltar a inclusão. Fica evidente na grande mídia o “morde e assopra” aos seus crimes. Para a população só há uma saída: exigir nas ruas fora Bolsonaro, a desigualdade, morte e destruição.

21 de setembro de 2021

SOS AMBIENTAL

Precisava haver uma pausa entre todos os cidadãos brasileiros e estrangeiros mais conscientes para uma urgente REFLEXÃO sobre a destruição do ambiente. Roteiro que certamente conduzirá ao fim da vida no planeta por seca ou elevação do mar (pouco importa a ordem). Já se sabe que o capitalismo depredador não vai resolver de vez, mas o socialismo salvador ainda não apareceu. Duas leis inconciliáveis: a LEI DA NATUREZA e LEI ECONÔMICA DO HOMEM. A primeira é ambiental, não recua, não cessa com diálogo, política ou voto, é imutável. A segunda, permite adiar, cessar, até mesmo, impedir o processo de agressão continuada, através de uma política não suicida, que só vê lucro. No Brasil, as duas dependem de imediato do Fora Bolsonaro 

19 de setembro de 2021

NEOLIBERAIS VOLTAM A APRONTAR

 A mídia neoliberal (Globo, Folha, Estadão e outras), tudo leva a acreditar, resolveu rifar sua criatura (Bolsonaro) usada para ganhar irregularmente a eleição de 2018, após o golpe de 2016. Pretendem retornar a surrada bandeira anticorrupção, se possível desenterrando, Moro. A campanha que permitiu o golpe de Estado, fim do pacto constitucional de 88, fechou a construção civil, desempregou milhões, doou a Petrobras aos EUA por 3 bilhões, valor que dizem arrecadaram da corrupção e outras estatais. Combate à corrupção que não prende aliados (Aécio Neves, Michel Temer e outros), mas prende sem provas, Lula e líderes do PT. A famigerada lawfare. Essa política falida e mentirosa dos liberais só conseguiu se impor com golpe. Agora é ficar atento ao que pretendem aprontar de novo contra o povo. Fora Bolsonaro 

16 de setembro de 2021

CONGRESSO VENAL

 É falsa a acusação de que o processo destrutivo e de caos que vive o Brasil é da alçada exclusiva do Bolsonaro. Junto com ele responde um Congresso eleito com maioria venal, sem escrúpulo e corrupto. E mais, todos os eleitos com o apoio e sustentação até o momento da burguesia da cidade e do campo, ou seja, parte do agronegócio e mercado financeiro nacional e internacional. Esse é o tamanho exato do desastre Bolsonaro. Representa 1% da população, mas com poder bilionário. A oposição, 99% da população, é maioria absoluta, mas desinformada, manipulada por redes sociais (fake news) e mídia monopolista mentirosa. É contra esse inimigo mortal que a oposição precisa ir para as ruas e manifestar sua indignação e o Fora Bolsonaro.

13 de setembro de 2021

O SETE DE SETEMBRO QUE NÃO ACABOU

 O sete de setembro não terminou, pelo contrário, a classe dominante (3ª. via) absolveu. É o que diz as manchetes e noticiários da grande mídia. Afinal, o que está acontecendo? São muitas as leituras, mas, sem dúvida, há uma guerra chamada hídrica (estratégia militar mesclada de política convencional, desinformação geral, lawfare, intervenção eleitoral, subversiva e terrorista). Também ocorre nos EUA, com realidade diferente, mas de conteúdo igual. No Brasil, é simples, quanto mais emparedado o neofascismo, mais o establisment arranca privilégios. Puro oportunismo. Mas tudo tem limites, inclusive a economia. Vai explodir. O trabalhador brasileiro só tem uma saída: fortalecer seu exército da rua e formar a frente FORA BOLSONARO.

11 de setembro de 2021

É A ECONOMIA, ESTÚPIDO!

Nesse SETE DE SETEMBRO prevaleceu o lema: “é a economia, estúpido!”. A principal divergência política entre a ultradireita bolsonarista e os liberais do mercado financeiro e setor produtivo, se deu na crise da economia, tratada em “banho Maria” explodiu. O medo é o PT. A crise econômica vai continuar, além da sanitária, outras. Povão, classe média podem ser manipulados em conceitos de democracia, liberdade, mas inflação, custo de vida, fome, salário, desemprego, educação dos filhos, plano de saúde batem na porta diariamente. Para a elite a inflação tbm ameaça, pois corrói o real, compromete recursos do erário público, teto dos gastos, pagamento da dívida aos banqueiros. Esse é o ponto vulnerável, que a oposição deve focar. Lula é especialista nesse tema (sua vida) e a situação vai se agravar. Fora Bolsonaro. 

10 de setembro de 2021

RENÚNCIA JÁ

Desde a República que a classe dominante brasileira (da cidade e do campo) tem uma extensa folha corrida de desserviço ao país e ao povo, mas em 2016 e 2018 extrapolou. Para derrotar um governo de treze anos de inclusão social, bem avaliado, golpeou o pacto federativo de 88, elegeu um negacionista, miliciano e genocida para a presidência da República, sem apresentar um programa. Nesse sete de setembro de 2021 a corda ruiu, tanto do presidente, quanto dos liberais. Os liberais faziam “corpo mole” para o autoritarismo e seus atentados à democracia temendo a volta do PT, mas a crise econômica atingiu não só a barriga dos pobres, mas o bolso dos ricos. Sem credibilidade e voto e a crise e destruição avançando o desespero toma conta da elite que insiste na farsa da 3ª via. É tarde e difícil aguentar até 2022. Renúncia e eleição já. 

2 de setembro de 2021

SETE DE SETEMBRO TODOS À RUA

 Essa semana Febraban (bancos), Fiesp (indústria), agronegócio (exportador de commodities) deram recado à Bolsonaro: com ameaças ao Supremo, ao sistema eleitoral impossível a economia sobreviver. Se juntaram à governadores, prefeitos e à população em geral (média e operária) que sente na pele o Brasil caminhando para o caos, nesse sete de setembro. Impossível se calar e recuar das ruas, com medo de ameaças neofascistas bolsonaristas. O descaso com a vida, o emprego, a renda, se soma à meio ambiente, questão hídrica, inflação. Falência total. Quem aposta nessa agenda é uma minoria ensandecida, alienada que alçaram ao poder central por erro histórico. Nesse dia SETE todos à rua com FORA BOLSONARO. 


30 de agosto de 2021

O QUE É O BOLSONARISMO?

 Todas as conjecturas sobre a ameaça que pesa sobre o Brasil depende de entender o que é o BOLSONARISMO, principal inimigo. No Brasil eles estiveram presentes nos porões da ditadura de 64 torturando e matando, foram anistiados e, com apoio neoliberal, chegaram à presidência da República. Impossível qualquer conciliação política, econômica e social com eles. Desinformados, representam um sentimento de revolta e subversão de valores, onde buscam o caos para justificar a intervenção de sua milícia armada, fechamento das instituições. Sete de setembro será um teste. Seus apoiadores muitos já estão na oposição, mas é preciso derrotá-lo. O que fazer? Reunir todos num palanque na disputa do voto e não do programa (uma espécie de “diretas já”). É fora Bolsonaro. 

29 de agosto de 2021

BOLSONARO E AS TRÊS ALTERNATIVAS

 Bolsonaro cai na real e prevê o futuro: preso, morto ou vitorioso na eleição. Preso exclui. Não tem homem para isso. Vitorioso na eleição só milagre chega lá, perde para todos. Resta o morto. Todos seremos, a questão é o significado no discurso. Essas falas e aberrações, Bolsonaro, repete no curralzinho do planalto, pentecostal, policial, militar, no empresariado do agronegócio, para quem governa, abre o cofre público, dá mordomias. A leitura do discurso é de medo, a corda aperta com a justiça (STF e TSE), CPI e, até, no Congresso. Sete de setembro é o marco, limite para suas provocações e crimes, se extrapolar impossível manter neutralidade em seu apoio. Para a oposição não há dúvida: fora Bolsonaro e volta do estado de direito 

27 de agosto de 2021

RECADO DO AFEGANISTÃO

 O recado que o Afeganistão dá ao império americano é “pare de se intrometer na vida de outros povos, você só tem interesse de domínio (criar base militar), financeiro (explorar riqueza), de bloqueio econômico criminoso (Cuba, Irã, Venezuela), dar suporte a golpes institucionais (Brasil e outros países), estimular conflito entre irmãos, ampliar a desigualdade, o racismo, o fundamentalismo religioso, o preconceito de gênero, o machismo, bombardear e matar civis inocentes”. É um recado não apenas do Afeganistão, mas sufocado na garganta de milhões de pessoas e centenas de países. Respeite a soberania dos povos. Eles sabem o que é melhor para si. Por fim, que a ONU deixe de ser covarde, submissa ao império para assumir seu papel. 

25 de agosto de 2021

SETE DE SETEMBRO

 O imbróglio político brasileiro cresce à medida que o tempo avança. Sete de setembro pode ser um marco. São inúmeras as contradições que liberais (mercado financeiro, Globo, PSDB) promoveram ao romper o pacto de 88, em 2016 e, em 2018, aprofundar o golpe para proteger seus interesses. Duas contradições se cristalizam: quebra do que resta da constitucionalidade (única chance política de Bolsonaro se manter), quebra do que resta do Estado do Bem-Estar Social (estratégia neoliberal). As duas contradições implodem o país, sem chance alguma de sustentabilidade. Resta a oposição e setores democráticos prosseguirem em sua mobilização, conscientização, organização e denúncia. Fora Bolsonaro e volta do estado de direito. 

24 de agosto de 2021

2021 e 2022

 Já houve a quebra institucional em 2016 pelo mercado financeiro, Globo, PSDB. A elite neoliberal destruiu o pacto que vigorou até 88. Bolsonaro e quem o apoia, pela ótica reacionária, capturou esse sentimento e avança o processo de destruição da institucionalidade e Estado. Neoliberais perderam apoio e a moral. Em 2021 e 2022 está em jogo novo projeto de poder. Restou somente a oposição, PT, Lula, setores democráticos apresentarem para o próximo pleito um novo projeto e pacto de poder. Lula é a pessoa certa, no momento certo, mas não depende apenas de ganhar a presidência da República, precisa de correlação de força no Congresso, se não nada feito. Para se contrapor as elites (fascista e liberal) Lula precisa deixar isso bem claro. Fora Bolsonaro. 

23 de agosto de 2021

AFEGANISTÃO II

 São muitas as leituras sobre a saída americana do Afeganistão. No delírio de dominação, nos pós-2ª. guerra, EUA criou três falsos mitos que ameaçavam à humanidade: comunismo, terrorismo e corrupção. No comunismo foi defenestrado no Vietnã, no terrorismo acaba de ser no Afeganistão e Iraque. Insiste na corrupção nos países da América do Sul, Brasil entre eles. Bombardeiam, invadem, golpeiam as nações, suas instituições para dominar e saquear suas riquezas, como no caso do petróleo e minério do Brasil. Mas no caso recente do Afeganistão, está havendo muita confusão. As agências de notícias submissas ao império, inclusive o Globo, ficaram com a “brocha na mão”. Atacam o Talibã, mas sem explicar porque EUA fugiram. 

22 de agosto de 2021

CORDA ESTICADA

 

O colunista do Globo, Carlos A. Sardenberg, tropa de choque golpista neoliberal, revelou em sua coluna o que muitos já perceberam: “ridículo ter votado em Bolsonaro para tirar Lula e tirar Bolsonaro para votar em Lula”. Esse desafio e conluio entre golpistas neoliberais e neofascistas não se sabe como será equacionado. O país caminha para o “quanto pior melhor” e não aguenta. Lula cresce pelos centros e esquerda, mas os poderosos tem a máquina privada e pública nas mãos. O exército da oposição ainda tem dificuldades, agravado pela pandemia, mas a realidade do país tem pressa. Morte, fome, desigualdade, desemprego aumenta o caos. Um lado terá de recuar, o povo chegou ao limite. É fora Bolsonaro e volta do Estado democrático de direito. 

19 de agosto de 2021

CONJUNTURA VII

Três contradições principais atravessam o momento político atual brasileiro: primeira, a pandemia, a narrativa sob hegemonia neoliberal, falta de vacina, crescimento descontrolado do covid-19, com variantes ameaçando a vida de todos, inclusive os vacinados; segunda, a divergência entre o neofascismo e o neoliberalismo pela hegemonia política, com base na economia, que atinge 99% da população pobre e média (bolsa família versus teto, onde tirar recursos); terceira, formação negacionista, ditatorial, corrupta, criminosa de Bolsonaro, com apoio velado de setores militares, policiais, econômico (agronegócio e outros), que pode conduzir o país a um confronto inédito. A saída está no fora Bolsonaro e no estado de direito.

17 de agosto de 2021

AFEGANISTÃO

Toda informação sobre o Talibã e Afeganistão, através de agências de notícias norte-americanas e ocidental é suspeita, eivada de ideologia reacionária e fake news. Acusa adversários de comunistas, terroristas, corruptos. Foi assim na “armação” da queda das Torres Gêmeas, em 2001, quando mentiu à caça de Bin Laden para expulsar o Talibã e invadir o Afeganistão. Foram 20 anos. Não controlou nada, não aliviou as mulheres, matou 180 mil, 60 mil civis, 100 mil feridos, 11 mil refugiados, 1800 americanos, gastou US$ 2 trilhões e perdeu o equilíbrio da região. Certamente o Talibã de 2021 não será o de 2001. Seus novos aliados respeitam a soberania afegã (China, Rússia, Irã, Paquistão). EUA foge e larga os aliados. Um ato de covardia.