Arthur Lira, presidente bolsonarista da Câmara deu entrevista ao O Globo. Subestimou falta de vacinas, pois não atendia às necessidades do Brasil. Não pretende testar Bolsonaro num impeachment. A economia está organizada, acena aos neoliberais com independência do BC, privatizações, reforma administrativa e tributária. Diz que o impeachment não é só disso (500 mil mortes). Mourão não resolveria. Por fim, um recado aos neoliberais “não acredita na 3ª. via, Bolsonaro, substituiu em 2018 o PSDB e o PT sempre esteve no jogo”. Moral da história: Coloca a conta para interesses econômicos neoliberais e empresariais decidirem politicamente 2022: Lula ou Bolsonaro? Dessa vez a classe dominante (bilionários) não vai poder usar a oposição como massa de manobra para acossar, por oportunismo, a ultradireita e defender seus interesses. É tirar o capuz. Cedo ou tarde virá punição. Fora Bolsonaro, volta ao estado de direito
22 de junho de 2021
20 de junho de 2021
SAUDOSISMO DO ATRASO
A elite, capitalismo brasileiro sempre foi atrasado, antinacional, submisso ao inglês e EUA. Veem a realidade imutável, sem contradições, sem infindáveis mudanças entre 1964 e 2021. Em 2021, carregam certo saudosismo presente, tanto entre militares, quanto civis. Em 64 não havia pandemia, presidente incapaz, genocida, oposição de centro-esquerda estruturada, ex-presidente bem avaliado dentro do país, neoliberalismo nacional e internacional em declínio. “Diretas Já” e “Fora Bolsonaro” são realidades e movimentos distintos no tempo. Na pandemia as manifestações diferem, crescem, se espalham pelo Brasil. O assassinato de meio milhão de pessoas na saúde, a destruição da economia, do Estado, do meio ambiente e a omissão da elite com os militares conduz o país para o caos. Ingenuidade acreditar que nesse quadro a elite terá hegemonia ou paz num golpe, a médio prazo. Resta fora Bolsonaro e a volta do estado de direito.
16 de junho de 2021
O QG BOLSONARISTA
O Brasil nunca precisou de tanta maturidade política como agora. Por quê? Pela primeira vez na história cedeu espaço à ultradireita genocida de chegar ao poder. O que isso representa? O horror na população, que vê negado todos os direitos em plena pandemia. Negada a vida (vacina), a ciência, renda, emprego, meio ambiente, democracia. Enfim, tragédia e destruição. Nesse quadro de terror o que cabe à oposição? Lula, ex-presidente bem avaliado por base política heterogênea, se apresenta como alternativa capaz de derrotar o inimigo, negociando e unindo forças populares e democráticas. O inimigo deixa claro que não aceitará deixar o poder e arma seu QG para o confronto. Ao contrário do neofascismo, Lula, une a oposição ouvindo as correntes políticas para enfrentar esse confronto, dom especial adquirido na luta econômica sindical e depois na política. O Brasil não cairá na armadilha nazista Alemã de 30. Fora Bolsonaro.
13 de junho de 2021
A SERPENTE JÁ CHOCOU
Lendo o Globo não falta mais nada em argumentos para justificar e declarar Bolsonaro como o maior criminoso que a história republicana já produziu no Brasil e quiçá no mundo. O Globo, esquerda e centro-esquerda sabem, promoveu um apoio decisivo para a eleição de Bolsonaro, mas Bolsonaro já avisou que vai rever sua concessão ao completar 25 anos. O Globo, assim como parte de setores empresariais, não negacionistas, vacila entre seu projeto neoliberal conduzido por um capitão criminoso e ensandecido e a volta da normalidade democrática, operada pela centro-esquerda. Muitos se perguntam até hoje, como é que a Alemanha se deixou envolver pela tragédia nazista? No Brasil, apesar de realidade e época bem distinta, a mesma vacilação da classe dominante (bilionários) lá, pode se repetir no Brasil. A serpente já chocou os ovos. Agora é como enfrentá-la. Só há um caminho: Fora Bolsonaro e volta ao estado de direito.
6 de junho de 2021
O TERROR
Bolsonaro mexe as pedras políticas de acordo com seu perfil terrorista. A ditadura de 64 produziu militares com esse conceito que não foram punidos, mas anistiados. O Brasil vai ter de equacionar esse problema, pois o terrorismo chegou à presidência. Na guerra fria criaram um inimigo de todos, conceituado como comunismo. No Brasil de 2021 e 2022 esse sentimento ainda continua presente em parte das forças armadas e da sociedade. Lula, para eles, simboliza esse inimigo. Aí se entende o recuo dos militares na sua essência: hierarquia e disciplina. Mas essa concepção por ser kafkiana e surreal arrastará militares e demais setores que apostarem nela ao desastre, antes causando muita tragédia à população. A oposição não tem saída a não ser lutar pelo fora Bolsonaro e a volta do estado de direito. Impossível conciliar com um inimigo que quer destruir todos os direitos conquistados até aqui. No dia 19 todos à rua contra o terror.
30 de maio de 2021
INIMIGO INVISÍVEL
O pior inimigo é aquele que não se vê. A ultradireita de Bolsonaro a gente vê. Sua manipulação e negação da pandemia (o outro inimigo) a gente vê. Seu autoritarismo antidemocrático, ódio ao povo trabalhador, ao Estado do Bem-Estar Social em defesa do capital a gente tbm vê. O risco vem dos inimigos de classe (bilionários) invisíveis. Usam a ultradireita para “passar a boiada”, levar vantagens, fazer uso dos crimes praticados por Bolsonaro. Esses bilionários detém o controle da narrativa da pandemia para passar terror, não para sanar o problema. As manifestações desse fim de semana receberam desses narradores críticas hipócritas sobre riscos de contágio. É notório que se a oposição não correr riscos no enfrentamento a Bolsonaro, morre de vírus e de fome. Não tem saída. As contradições neoliberais com Bolsonaro são secundárias. Para a oposição é fora Bolsonaro e volta do estado de direito para evitar a tragédia anunciada.
29 de maio de 2021
"A EMENDA PIOR QUE O SONETO"
“A emenda pior do que o soneto” é o ditado popular que atinge em cheio Pazuello e sua tentativa de corrigir o erro “um manda outro obedece” nos crimes de genocídio de Bolsonaro, enquanto ministro da saúde e participando, sem máscara, de comício político com o presidente. Dois irresponsáveis. Os crimes de genocídio de Bolsonaro certamente serão julgados, mas o submisso general corre o risco de ir na frente e servir de “bucha de canhão”. Sua recusa de ir para a reserva fere a essência da carreira militar, hierarquia e disciplina. Sem esses princípios, adeus forças armadas. O histórico de Bolsonaro não é de respeito às forças armadas. Foi anistiado e se utilizou dela por trinta anos de mandato. Agora faz o mesmo, usa. Oferece privilégios e mordomias para sujeitá-la aos seus interesses de poder político. É saber se essa instituição de estado vai cair na “armadilha “de governo. Fora Bolsonaro, volta estado de direito.
27 de maio de 2021
GOLPE ANUNCIADO
Há objetivamente uma omissão geral, por razões diversas, em torno das atitudes de Bolsonaro. “Um manda outro obedece” não é apenas com Pazuello, mas no meio ambiente, saúde, PGR, PF, educação, Abin e atinge forças armadas. Transgride diariamente às leis, valores éticos, democráticos, nada acontece. Prepara golpe, caso contestado na lei ou no voto. Atitude que só pode conduzir a um desfecho de violência e sangue? Que vantagens seus beneficiários (parcela do empresariado, mídia, justiça, política, militar, policial, supremacistas branco da classe média) esperam obter? Nessa etapa histórica há de fato uma contradição, fator determinante, a pandemia, que difere e muda a realidade. A oposição está impedida pelo vírus e parte da elite que criou o problema não consegue forças para o impasse. A saída é notória: fora Bolsonaro e volta do estado de direito. A máxima é de Garrincha: “Quem precisa combinar com quem?
25 de maio de 2021
O FENÔMENO BOLSONARO
Há muitas leituras e reflexões sobre o porquê da existência de Bolsonaro. Uma corrente de pensamento deduz que se trata do declínio do modelo de desenvolvimento do capitalismo liderado pelos EUA. Bolsonaro é um fenômeno nacional. Cada nação tem e terá o seu fenômeno. Uma fase de transição. Se desenvolveu política e economicamente na transgressão. Foi assim quando ameaçou explodir quartéis por aumento no soldo da hierarquia mais baixa dos militares. Essa atitude o elegeu trinta anos até, em 2018, receber o suporte de empresários, como única alternativa capaz de derrotar a política do PT. Nesses três anos transgrediu todas as normas legais, ética, morais. Nada acontece, não há limites. Congresso, justiça, polícia e certamente militares vão recuar novamente. Bolsonaro indica que não respeitará veredito das urnas. Vai reagir e virá violência. Importante essa reflexão enquanto há tempo e vidas. Fora Bolsonaro.
23 de maio de 2021
SAPO NA PANELA
Por analogia nossa situação é a do sapo na panela aquecida que quando percebe é tarde. O colapso se antevê, é claro na saúde (sem vacina, negando ciência), na ambiental (incendiando a Amazônia, entregando a madeireiras, garimpos, grileiros), na social (sem emprego, direitos e renda), na economia (sem mercado de consumo e produção), na democracia (rasgando a constituição, ordem jurídica, ética, Estado do Bem-Estar Social) são medidas suficientes para desencadear um tsunami e, como o sapo na panela, quando for ver é tarde. Há um setor da classe dominante alienado (empresários bilionários) insistindo estupidamente no apoio à tragédia querendo levar vantagens. Com isso, Lula é a esperança, cresce nas intenções de voto, tem consciência do tsunami. Busca unir forças, fazer alianças com os não alienados. A devastação é e será total. Só o fora Bolsonaro e a volta do estado de direito pode nos salvar
22 de maio de 2021
O ENCONTRO LULA E FHC
O Encontro de Lula com FHC causou muitas controvérsias dos dois lados políticos. Os campos estão bem delimitados: Lula, líder operário que ascendeu à política negociando com o capital no limite de sua correlação de forças e, FHC, líder e intelectual do capital. Os dois com objetivo comum: afastar a ultradireita autoritária e antidemocrática, que ascendeu ao poder e está levando o pais à destruição, milhares de mortes pela pandemia, milhões de desempregos, destruição da economia, do meio ambiente. O encontro abre uma janela no impasse político e perspectiva de retorno ao pacto de 88 (Constituição). Empresários do capital ligado ao agronegócio, parte mercado, do PSDB insistem em manter o impasse apoiando o negacionismo genocida. FHC, rompe o impasse e coloca que há duas alternativas: candidatura própria ou apoio à Lula. É fora Bolsonaro e volta ao estado de direito.
20 de maio de 2021
OS ÓBVIOS
A CPI da pandemia ou do genocídio tem o objetivo de provar o óbvio: culpado é Bolsonaro, exceto para seu gado reacionário, econômico, miliciano e militar. A CPI serve como lição, mais uma vez, para comprovar historicamente que países golpeados e manipulados nas suas instituições democráticas produzem monstros, mortes e destruição, como Mussolini, Hitler, Franco, Salazar, Pinochet, Médici e outros. A CPI está certa: prender para quê? Por mentir? Mas mentem por quem? Está óbvio: resguardar e manter um presidente comprovadamente transloucado, sustentado, mantido e financiado por grupos econômicos reacionários, oportunistas, que não querem o retorno do estado de direito e temem a vitória eleitoral de uma oposição de centro-esquerda. A conta tende a ficar cada vez mais alta e quase impossível chegar impune até 2022. A saída também é óbvia: Fora Bolsonaro e volta do estado de direito.
17 de maio de 2021
A LUTA DE CLASSE
O dilema ou contradição principal da classe dominante no mundo atual (de bilionários) a divide em dois grupos: reacionário (ultradireita ou neofascista), clássico e republicano (neoliberal). As contradições de classe (capital versus trabalho) se acirram no mundo e buscam caminhos alternativos. É o que se assiste nos países pobres, em desenvolvimento e desenvolvidos. No Brasil a falência e crise da economia de austeridade jogou os neoliberais nos braços do neofascismo do “quanto pior melhor”. Despreparado, genocida, destruidor da economia, do meio ambiente, da democracia. Está formado o imbróglio. Aqui, a oposição de centro-esquerda (partidos de esquerda, centro e Lula) se capacita cada vez mais como herdeira do desastre das classes dominantes. Sua força segue e cresce um caminho inverso e proporcional à tragédia promovida pelas elites. Existe uma saída consensual: fora Bolsonaro, volta do estado de direito.
15 de maio de 2021
O NOTÓRIO OVO DA SERPENTE
Forças neofascistas (bolsonaristas), a exemplo do nazifascismo da Alemanha de Hitler, ameaçam o Brasil, sob o beneplácito de grupos privados econômicos oportunistas que miram dois objetivos: obter ganhos econômicas e impedir o retorno do PT, sob a pecha ideológica e moralista de “comunista” e corrupto. Usam a pandemia para “passar a boiada” com a oposição recuada por receio de infecção e morte. Repetem a Alemanha e aquecem o ovo da serpente. Permitem genocídio, atentados antidemocráticos, corrupção, destruição da economia, crime organizado, destruição meio ambiente, sublevação, subversão do Estado, das forças armadas, polícia, justiça, soberania do voto. A CPI do óbvio (investigar crime de genocídio explicitamente assumido) é a “pá de cal” na conspiração, mortes e destruição que foi tomado o Brasil por forças econômicas reacionárias. A saída é notória, é óbvia: Fora Bolsonaro e volta do estado de direito.
11 de maio de 2021
SEM VACINA E COM CHACINA
Quem é esse governador do RJ, Cláudio Castro? Um ninguém, ilustre desconhecido, sem preparo, sem competência, sem voto, “sem nada”, eleito como vice de Witzel, outro desconhecido, rapidamente afastado por desvio de recursos da pandemia. Todos filhotes da quadrilha bolsonarista, que assaltou, aterroriza e destrói o Brasil. Essa fatura não pode omitir a terra “adubada”, a origem na conspiração lavajatista para essa quadrilha chegar ao poder. Nesse momento, cabe a população usar todo o seu potencial de forças para enfrentar essa situação que atinge expressiva maioria, protege minorias da classe dominante (bilionários). São milhares de mortos por Covid, milhões sem auxílio e emprego, sem vacina e com chacina no Jacarezinho. Tudo parte do pacote bolsonarista. Somente a soberania do povo, no voto, nas manifestações e protestos de rua pode mudar essa realidade. Fora Bolsonaro, volta ao estado de direito.
10 de maio de 2021
AUTOCRITICA OU CAOS
Na complexidade que vive o mundo com ascensão da China, declínio dos EUA atropelado por uma pandemia o Brasil necessita com urgência da presença de um líder nacional competente para impedir o caos total. A pergunta que não se cala: quem está apostando e financiando as fake news do presidente no genocídio e condução do país para a destruição econômica? Um presidente que duvida e subestima o inimigo, por total falta de lucidez, competência, preparo para o alto cargo que exerce. Essa conta não é só de Bolsonaro, tem muito covarde e oportunista por trás escondido, como nos “porões” da ditadura. Apenas um líder nesse milênio, Lula, provou em treze anos de governo sua capacidade de dialogar com o mundo, elevar o Brasil no ranking mundial, reduzir a dívida, fazer reservas internacionais, combater desigualdade, obedecer as regras democráticas. Nesse quadro e perfil, quem é a aposta da classe dominante (bilionários)?
7 de maio de 2021
POLÍCIA E MILÍCIA
Polícia assassina é como a população de favelas julga essa execução no Jacarezinho (RJ) e demais execuções. Uma polícia a serviço da milícia para ocupar território. Hoje nas favelas, amanhã qq outro bairro de classe média. Surgiu na comunidade de Rio das Pedras (Jacarepaguá), apoiada na elite branca, classe alta e média, com cobertura da grande mídia, usando o combate ao tráfico como justificativa. Puro preconceito de classe ao pobre, negro e favelado. Hoje, a milícia domina áreas, tráfico (armas e droga), explora moradores, impõe terror, com apoio oficial da polícia. Nessa altura, pode se afirmar que entre polícia, milícia e tráfico o último é o que menos ameaça à comunidade, pois é filho da área (os demais são de fora). Seus clientes vem de fora. Aliás, droga há muito deveria ter sido legalizada e só não o foi por interesses escusos da polícia, milícia e altos traficantes da elite que não tem interesse na sua legalização e lucram com sua ilegalidade.
6 de maio de 2021
O CERCO
O cerco às contradições de Bolsonaro aperta. Há segmentos da sociedade que precisam fazer autocrítica, como Conselho Federal de Medicina (CFM) e Forças Armadas, que deram e dão apoio ao genocídio que a CPI avança em comprovar. Bolsonaro, encurralado apela para seu filho, porta-voz e dirigente nacional da campanha de fake news, com patrocinadores econômicos nacionais e internacionais. A “bola” se encontra nos pés dos neoliberais, grupo econômico hegemônico, que ainda teme Lula na oposição mais do que Bolsonaro. Uma aposta claramente suicida. Lula é um exímio e bem sucedido negociador entre capital e trabalho. Faz o que sempre fez: ouve todas as partes do capital e do trabalho e decide com vantagens a ambos. Nesse quadro de tragédia, morte e destruição anunciada e comandada por Bolsonaro impossível melhor alternativa. Qualquer aventura ilegal de força ficará insustentável. O difícil é a transição.
2 de maio de 2021
NÃO EXISTEM EXTREMOS
Witzel, ex-governador do Estado do RJ, é resultado da conspiração lavajatista que resultou no golpe constitucional de 2016 e eleição da ultradireita reacionária. O despreparo absoluto de Witzel o eliminou rapidamente do jogo político, mas no Congresso Nacional, alguns governos estaduais, prefeituras e principalmente na presidência da República permanece o mal. Hoje, com a marca de 402 mil mortes pela pandemia, mais de vinte milhões de desempregados, falência da pequena empresa, devastação no meio ambiente, Bolsonaro, faz ameaça do uso das forças armadas contra a democracia. Miriam Leitão, neoliberal de primeira hora, faz autocrítica: não se deve comparar Lula e Bolsonaro como extremos, apenas Bolsonaro é extremista. “Lula (PT) governou quatro mandatos, jogou o jogo democrático, fez inclusão social, escolheu ministros qualificados no STF e na procuradoria”. Que neoliberais ajustem discurso e realidade
28 de abril de 2021
PSICOPATA OU PSICOPÁTICO?
O Rio de Janeiro acaba de presenciar o comportamento psicopático assassino de um vereador. Jovem, boa aparência, bem quisto, encantador para alguns, eleito e reeleito, presidente de Comissão, carinhosamente chamado de “Dr. Jairinho”. Mata friamente uma criança de sete anos sem demonstrar remorso, abatimento. No dicionário (Aulete, 2011, pág. 1127) psicopatia é “distúrbio psíquico com tendência a comportamento violento, antissocial, ausência de qq sentimento ou culpa em relação a atos praticados que o torna incapaz de se relacionar com outros”. O ex-governador, Witzel, bem examinada a sua conduta megalômana é outro exemplo desses tempos vividos pela sociedade brasileira. Bolsonaro preenche todos os requisitos desse distúrbio e declara após todo o genocídio “Não errei em nada”. Com 2 a 4 mil mortes diárias de Covid esperar o resultado de uma CPI de 90 a 180 dias para provar o óbvio é psicopatia geral.