17 de outubro de 2020
PCC E MILÍCIAS
A questão ambiental é o desastre global mais ameaçador à vida no planeta. A pandemia uma decorrência desse mal maior. Outras ameaças no campo sanitário surgirão. Ainda no terreno global, sob jurisdição do homem e leis sociais, há a ameaça da crise econômica, que tbm mata milhões, oriunda do sistema econômico neoliberal, que prevalece no mundo ocidental. Mas, no Brasil, uma outra ameaça, dentre as já citadas, tornou-se uma ameaça à vida dos brasileiros: o crime organizado do PCC, em S. Paulo e as milícias, no Rio de Janeiro. Uma aliança do terror: tráfico de drogas, policiais expulsos, batalhões, delegacias e, mais grave, a política. Uma governança do crime que coloca sob fortíssima suspeição a eleição de 2018, seus vitoriosos, em todos os níveis e as próximas eleições. Em todos esses crimes a lógica do lucro, acima de tudo e de todos, está na essência. A saída proposta pelo PT é: “fora Bolsonaro” e “volta Lula”.
16 de outubro de 2020
CONJUNTURA
Uma leitura desse processo eleitoral de 2020 permite uma reflexão da estratégia das três principais forças da competição: neoliberalismo, neofascismo e petismo. O neoliberalismo (leia-se o Globo, mercado financeiro, PSDB) insiste em sua campanha “moralista”, anticorrupção, no “morde e assopra” à Bolsonaro (o medo é o PT), na expectativa da farsa lavajatista da prisão em 2ª. instância afastar Lula da campanha. É sua única arma. O neofascismo “só pensa naquilo” (eleição de 2022), mantém seu projeto kafkaniano, com onerosa máquina eleitoral de fake news, financiada por empresários reacionários, racistas brancos, analfabetos políticos. Finalmente, o petismo, com a campanha de conscientização, limitada pela pandemia, sobre o desastre anunciado na economia e saúde. Propõe “fora Bolsonaro” e “volta Lula” como saída.
14 de outubro de 2020
GLOBO E A 2a. INSTÂNCIA
Por que esse carnaval midiático da Globo com a soltura do criminoso de S. Paulo por parte do ministro, Marco Aurélio? A Globo tem realmente preocupação com o cumprimento das leis e da Constituição? Está preocupada com corrupção, justiça social ou violência? Inúmeros argumentos e fatos provam que não. A lei e Constituição nunca esteve. Apoiou dois golpes: 1964 e 2016. Corrupção nem falar. Michel Temer, Aécio Neves, José Serra e muitos outros onde a omissão é total. Com justiça social nunca fez campanha para 500 mil pobres presos em 1ª. instância sem julgamento. Violência, acaba de apoiar e eleger para a presidência uma família ligada à milícia e suspeita do assassinato de Marielle. Esse carnaval com o André do Rap é a 2ª. instância que está em questão. O “trânsito em julgado” da Constituição, que Moro no Congresso alterou para tirar Lula da campanha eleitoral. Se STF abrir exceção não prende Lula.
A AUTOCRITICA DO FMI
A crise de 2008 e a pandemia jogaram a “pá de cal” no neoliberalismo. Com austeridade fiscal, teto de gastos, Estado mínimo impossível crescimento ou desenvolvimento econômico. Essa é a mais recente e surpreendente reflexão que o FMI, símbolo maior da exploração capitalista, foi obrigado a fazer. A conta da desigualdade social não pode mais recair nos pobres. Somente com a taxação das grandes fortunas será possível evitar um desastre, uma hecatombe social. O PT em setembro, próximo passado, lançou um PLANO de Reconstrução e Reforma Social, não acabado e para debate e discussão, onde chega a mesma conclusão. Impossível impedir uma crise de magnitude gigantesca aplicando receitas e reformas neoliberais. Não dá mais. O pós-eleição, no Brasil e EUA, deixará bem clara essa realidade. O Brasil, sua elite do atraso, sempre na contramão da história, viverá esse desafio a partir de 2020. Fora Bolsonaro, volta Lula.
12 de outubro de 2020
A LEITURA QUE FAÇO DE BENÉ NA PREFEITURA
Indignada com o desgoverno e destruição do município do RJ, solidária ao que todos os cariocas estão sentindo. Um sentimento de dor, tristeza e revolta com o que vem acontecendo no município, incluindo a omissão do Estado e da União. Desgoverno, destruição, corrupção, violência, assassinatos diários. Vai enfrentar a questão da saúde e emprego tratada com desdém e descaso pelo governo federal. Um presidente da República, que ao invés de ajuda financeira aos mais vulneráveis oferece remédio contraindicado por médicos, empurra o trabalhador para salvar o lucro do patrão, sem garantia alguma na saúde, proteção hospitalar, higienização, testes, máscaras para evitar contaminação do vírus, com isso, milhares de mortes e milhões de infectados ocorrem. Sem renda, sem trabalho a população mais sofrida e vulnerável é obrigada a enfrentar o risco diário no trabalho, nos transporte, nas vias urbanas contaminação e morte por um vírus desconhecido, sem vacina. Nas favelas jovens negros e pobres assassinados diariamente pela polícia, acusados indiscriminadamente de bandidos, traficantes, “maconheiros”. Fato que ocorre somente nas comunidades pobres, demonstrando racismo e preconceito. Dirigentes públicos que não respeitam e tem ódio do pobre. Como prefeita, vai dar um basta nisso tudo. Dedicar todas as energias para priorizar e reforçar a área da saúde e hospitais. Priorizar o SUS. Priorizando e investindo no SUS e na saúde pretende criar empregos em obras, reformas, reparos, limpezas, aquisição de equipamentos, contratação de profissionais. Ampliar o cadastro do Bolsa Família da área restrita à prefeitura, atingir os autônomos. Os recursos de onde virão? Definindo prioridades. Recurso, orçamento é prioridade. Primeiro, como um general no comando de uma guerra trazendo todas as decisões financeiras para as suas mãos. Segundo, ouvindo à população nas suas prioridades. Terceiro, identificando o inimigo mais mortal e ameaçador e priorizando seu combate, seu fim. Na prefeitura, todos os recursos, despesas, pagamentos só com autorização expressa da prefeita. Vai se inteirar da situação real, da destruição anunciada que o prefeito deixou nas finanças públicas. Combater energicamente a corrupção e sonegação escancarada, rever isenções fiscais, “maracutaias”, por acaso existentes no cadastro do IPTU e taxas. Procurar a União para obter ajuda ao município. O presidente e seus familiares receberam votos cariocas, são responsáveis na solução. A história da Bené todos acompanham e conhecem, nada a esconder, nada de desvios. Criada na favela, empregada doméstica, honrada pela população com vários mandatos, deputada, senadora, ministra, governadora. Certeza absoluta que confiam na sua gestão, juntas e juntos, poplação e prefeitura definindo as prioridades, governando democraticamente, com transparência e participação a Cidade que foi e será Maravilhosa.
A AUTOFAGIA DE FUX
No Aulete autofagia é “processo de destruição celular pelos seus próprios componentes”. Foi o ministro do STF, Marco Aurélio, quem denunciou Fux por autofagia. Fux mandou prender novamente líder perigoso de facção criminosa de São Paulo, condenado em 2ª. instância, sem o trânsito em julgado, como prega a Constituição. É uma afronta à Constituição já definida pelo próprio STF. Se injusto ou não, que se acelerem os processos de julgamentos. Fux, partidariza seu mandato para o mercado e a Globo, quer tirar novamente Lula da campanha eleitoral usando falso “moralismo” jogando minutos de fama para a plateia. O ex-presidente do STF, Toffoli, apoiou Bolsonaro. Essa partidarização da justiça Suprema é a autofagia que irá condenar um dia o STF. Lula, não é seu intento direto e paga um preço elevado, está contribuindo para desnudar, de vários maneiras essa partidarização da justiça e mídia. Fora Bolsonaro, volta Lula.
11 de outubro de 2020
CONSERVADOR, REACIONÁRIO, REVOLUCIONÁRIO
Conservador quer manter o quadro atual, o reacionário retroagir ao passado e revolucionário busca um futuro promissor. No Brasil, neoliberalismo (conservador) se aliou ao reacionarismo (Bolsonarismo) para enfrentar o petismo revolucionário. Em síntese esse é o dilema central da política, um debate de conceitos e correlação de forças. Traduz, Bolsonaro, sua visão de mundo e o que faz na política, economia, social, ambiental. Um exemplo é o ambiental, a destruição e queimada da Amazônia. Em 1970 a ditadura militar lançou o programa “Integrar para não entregar”. A ditadura e a elite brasileira tinham receio de perder a Amazônia. Era preciso “colonizar” a região para combater o interesse estrangeiro. Esse conceito reacionário de 50 anos atrás move militares hoje no poder. O mundo mudou, o conceito ambiental mudou, mas o reacionarismo de Bolsonaro e sua tropa continua. Fora reacionarismo, volta petismo.
10 de outubro de 2020
FAKE DO EQUILÍBRIO FISCAL
Toda crise econômica no Brasil sempre foi produzida pela elite dominante (ricos e bilionários). Nos governos do PT o Brasil cresceu todos os índices, fez reserva bilionária, pagou o FMI, se tornou a 5ª. potência mundial. É fake news dos golpistas (neofascistas e neoliberais) afirmar que equilíbrio fiscal se dá somente pela despesa. Querem um Estado fraco e mínimo sem receita, não querem cobrar tributos de grandes fortunas, patrimônios, empresas, banqueiros, heranças, ganhos de aplicações financeira. Sendo mínimo o Estado retira os serviços básicos, de saúde e educação para entregar para a iniciativa privada. Essa corrupção oficial da classe dominante saqueia os bens construídos com recursos do contribuinte, trabalhador da classe média. Em 2020, a pandemia e ultradireita no poder com neoliberais a crise assume proporções de desastre total. Somente o fora Bolsonaro e a volta de Lula o Brasil escapa do caos e da barbárie.
FEBEAPÁ SOBREVIVE
O famoso Febeabá -Festival de besteira que assola o país (1966), de Stanislaw Ponte Preta, anda “levantando a bola” para chutar. Humor tem muitas visões. Uma é a contradição radical e ingênua que insiste em enganar. Por exemplo, no golpe de 2016, é radical e ingênuo tudo que os golpistas pregam. Michel Temer, apoiado pela operação lava jato, veio para combater a corrupção. Lula foi preso por corrupção e propina de um sítio e um apartamento que não é seu. A Constituição será defendida por um candidato e presidente originário da ditadura militar, defensor da tortura. Quem cuida da soberania do Brasil é os EUA. Com a derrota de Trump e a briga pelo poder político entre a criatura (Bolsonaro)e seu criador (Globo e mercado) há muita expectativa de humor. Ascânio Seleme, em sua coluna, deu a partida e uma boa contribuição: Lula, Bolsonaro, Toffoli, centrão, Alcolumbre, Renan estão unidos na defesa da corrupção.
8 de outubro de 2020
BOLSONARO É DESTRUIÇÃO
Bolsonaro, mais do que Trump, é destruição absoluta. No Brasil, toca fogo no Amazonas, na saúde, educação, cultura, economia, que atinge principalmente os mais vulneráveis, mas certamente atingirá a todos, classe média, empresários da produção. O processo que acionou Bolsonaro é irreversível, insustentável, se não for rapidamente contido. O capitalismo estúpido brasileiro (ou manipulado internacionalmente), que elegeu e apoia Bolsonaro contra o petismo, insiste em demonizar os “fura tetos” e não muda. Vai naufragar junto. Em economia oportunismo, “morde e assopra”, falsa penitência pouco adianta. É ou não é? O Brasil está na contramão de todas as nações na austeridade, combate à desigualdade, pandemia, meio ambiente. O prontuário do capitalismo está selado, segundo o economista, Thomas Piketty, mas a elite submissa do atraso brasileira sempre foi alienada. Fora Bolsonaro, volta Lula
7 de outubro de 2020
PT E PSOL
Psol é uma costela do PT. Surgiu da dissidência de parlamentares que não seguiam às decisões partidárias do PT e foram expulsos. No programa do Psol consta ser de esquerda e de defesa do socialismo democrático. Desde sua fundação o Psol se mistura e se omite com a campanha antipetista neoliberal. Foi assim no “mensalão” e nas denúncias políticas da operação lava jato, que culminou no golpe à democracia, prisão de Lula e eleição da ultradireita. O movimento #LulaLivre aproximou Boulos de Lula. Nessa eleição para a Prefeitura, os dois maiores centros políticos, S. Paulo e RJ, tem em SP, Psol à frente do PT e no RJ, PT na do Psol, nos dois casos podendo chegar ao 2º. turno e derrotar à direita. O breve histórico acima revela posições divergentes sobre a leitura da conjuntura nacional, mas face à força e poder de destruição que representa o inimigo é viável se buscar um acordo antes de 40 dias, no 1º turno.
6 de outubro de 2020
O TEATRO DE TRUMP
O teatro de Trump com coronavirus repete parte do enredo de Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido. É a mesma peça na versão norte-americana e inglesa. Os dois atores principais, Trump e Boris Johnson, mirando apenas o processo eleitoral tentando interferir a favor. Boris conseguiu e teve boa margem de votos. A cobertura e narrativa de toda a grande mídia internacional, inclusive do Globo, no Brasil, mostra que a ultradireita tem apoio dos neoliberais. Uma rápida retrospectiva à 2ª. guerra mundial mostra que o enfrentamento verdadeiro ao nazismo quem deu foi a URSS, foi quem derrotou Hitler. A direita ocidental não venceria. Falta convicção e sem convicção não se vence um guerra. No Brasil, Rede Globo está abraçada à Bolsonaro, pois o temor é o retorno do PT. Na 2ª. guerra o inimigo era o comunismo. Só a esquerda pode derrotar as duas direitas. Fora Bolsonaro, volta Lula.
5 de outubro de 2020
LEITURA DA CONJUNTURA
Há muita dificuldade de se situar e entender a velocidade dos fatos e acontecimentos desse milênio. Um marxista diria que se trata de acirramento das contradições do capitalismo. Pode representar tbm uma etapa de transição. O domínio do capitalismo ocidental sobre o mundo vive sobressaltos por um declínio. Há uma crescente exigência de mais energia, segurança e recursos. É nessa ótica que se traduz a operação antiterror da queda das Torres Gêmeas, em 2001, produzida para levar ameaça a todos e justificar guerras, invasões e golpes a países de boas reservas de petróleo necessárias à dominação do império, EUA. Na lista Iraque, Líbia, Síria, Irã, Afeganistão, Venezuela, Brasil. A crise de cobiça por lucros do mercado, de 2008, ampliou o endividamento dos Estados e da população. Nos EUA uma dívida crescente, impagável, insustentável. Cresce a internet, TI, robôs, novas tecnologias e suas plataformas. Em 2001, a operação antiterror dos EUA criou uma lei “USA Patriot Act” em parceria com as plataformas das redes sociais onde as informações e perfis dos cidadãos seriam repassadas para controle. Essa captura de dados pessoais sob alegação de segurança e fim comercial das plataformas caiu no controle de poderosos grupos econômicos reacionários, que passou a utilizar no processo eleitoral. Trump, Bolsonaro e outros provém desse descontrole. Está formada uma ameaça que atinge toda a vida no planeta. Dois novos fenômenos, em 2020, ampliam essas contradições: pandemia e crescimento exponencial da economia, tecnologia, educação e ciência chinesa. Um socialismo de mercado chinês ameaçando dois séculos de dominação liberal ocidental. O capitalismo ocidental tem o controle da narrativa, mas precisa provar que o seu capitalismo de mercado supera o Chinês e sua concentração exponencial de renda não é a responsável pela desigualdade, desemprego, miséria e mortes do Covid-19. Nessa empreitada valoriza e usa o fundamentalismo religioso, negacionismo, antiambientalismo, anticiência, racismo, machismo e outros ismos.
4 de outubro de 2020
"ÀS FAVAS" ESCRÚPULOS
“Às favas” escrúpulos, é a mensagem que a classe dominante (bilionários e trilionários) está mandando à população. A extrema concentração de renda geradora de desigualdade e violência é caminho sem volta no liberalismo. Impossível manter os valores e conceitos até então em vigor de democracia, liberdade e soberania. Falta aguardar o resultado da eleição de novembro do império, EUA, para o lado ocidental definir seu futuro. No Brasil, os primeiros passos foram dados. Golpe constitucional, tutela militar, captura da justiça e grande mídia. Eleição apenas com garantia de vitória. Um roteiro de violência que não dá alternativa ao país a não ser confronto e violência.
2 de outubro de 2020
PLANO DE RECONSTRUÇÃO DO BRASIL
O Plano de Reconstrução do Brasil lançado pelo PT precisa ser lido e conhecido pelos petistas. É um pouco extenso e exige alguma paciência para ler e refletir. Uma sugestão é começar lendo seu final, o balanço do que fez o PT nos governos Lula e Dilma. Uma revolução econômica e social estava a caminho, não apenas no Brasil, mas influindo na América do Sul, Latina e outros países, como China, África e emergentes. Muita ousadia, extrapolou fronteiras. Lendo se entende o desespero e o destempero do golpe. Moral da história: neoliberais jamais teriam chance de retornar ao poder pelo voto. Nessa ótica deve ser analisado o inimigo. Por que, a importância do Plano? Não há chance da esquerda voltar ao poder se não for por ampla conscientização e mobilização popular. É para isso que serve o Plano, lendo, vindo por trás ou pela frente é a nossa principal arma, além, é claro, da ajuda nas contradições inimigas.
30 de setembro de 2020
FUNDAMENTAL CONHECER O PLANO
Lendo o Plano apresentado pelo PT a gente vai se convencendo que ali está o norte, o presente e futuro. Por que? Trata-se de uma experiência inédita no Brasil, objetiva e concreta, no campo social, que extrapolou as fronteiras do Brasil, atingiu e influenciou outros nações no embate e enfrentamento, pacífico, à desigualdade promovida pelo neoliberalismo. O Plano não é um programa de governo, é um projeto de nação. Mostra a absoluta impossibilidade de sair da crise com a política neoliberal. Serve como experiência não só ao Brasil, mas para o mundo todo, principalmente no pós-pandemia. Cada país tem a sua realidade como opção e caminho. O Plano, sem dúvida, é o nosso caminho. Não é fácil elaborar um Plano real, pela esquerda. Há solução e proposta para todas as áreas e setores. Esse pontapé inicial baseado numa experiência concreta de governo. É papel de cada ativista e cidadão estudar, se aprofundar nesse Plano. Fazer sua leitura e ver como propagar, como levar avante as reflexões e propostas. Nada inibe começar pelos formadores de opinião, os setores de classe mais informados. É dever patriótico, de salvação nacional debater e divulgar as propostas em todos os momentos e oportunidades propícias que surgirem. Separar tópicos de acordo com a situação e o momento. Distribuir cópia para que todos leiam, reflitam, critiquem e acrescentem suas sugestões. O Plano aborda um conjunto de situações e ações e atinge todas as camadas da população, todas as divisões e subdivisões de classe, até empresários. É a única saída pacífica até agora apresentada, sem violência, revolta, guerra civil para o país enfrentar e acabar com a desigualdade. Pode-se dizer que o Plano caminha para um socialismo à moda Brasil ou PT, porque representa um avanço no desenvolvimento das forças produtivas.
Concluindo, duas reflexões:
A divisão da estratégia do PLANO em três etapas: emergencial, reestrutural e transformadora precisa observar a relação com o poder. O PT, a oposição a esquerda está fora, nesse momento. O emergencial tem um fim: atrair, conscientizar a população mais sofrida e desinformada, que o bolsonarismo e o neoliberalismo exploram. Todas as demais propostas tbm servem para esse fim, enquanto fora do poder. Uma coisa é estar no governo, outra, oposição. Em qualquer posição entender e se debruçar sobre o PLANO é fundamental. É importante deixar claro para o cidadão que o PLANO não está acabado. Parte dele foi executado pelo PT no governo, mas o momento político é outro, a realidade mudou muito de 2016 até agora. Todos devem contribuir para aperfeiçoá-lo.
26 de setembro de 2020
E A VERDADE, ESTÚPIDO!
Nada se torna mais ameaçador à humanidade nesse momento do que o controle político-eleitoral das nações por parte de negacionistas. Todas as demais ameaças que o mundo enfrenta: mudança climática, pandemia, neoliberalismo, desigualdade social, guerra nuclear ficam subordinadas à equação desse problema restrito a falta de controle e regulação das redes sociais e suas plataformas tecnológicas de trilionários. O estrago e destruição desse monstro pode ser irrecuperável. A sociedade foi pega de surpresa com a eleição criminosa de negacionistas financiados por grupos econômicos reacionários. Uma pandemia que mata milhões esse criminosos conseguem esconder a verdade, o que será dos demais problemas? Verdade não existe, foi capturada. Quando a verdade deixa de existir, acabou. A humanidade perde o leme. A compreensão do monstro é até possível, mas encontrar solução o problema.
18 de setembro de 2020
A "PÁ DE CAL" NA REPÚBLICA OU DEMOCRACIA
A “PÁ DE CAL” NA REPÚBLICA OU DEMOCRACIA
A sociedade brasileira, suas classes sociais, seu Estado não tem mais explicação a dar sobre o governo Bolsonaro e sua chegada à presidência. Já se sabe que sua ascensão (e em outros países, como EUA) resultou do descontrole, desorganização, desregulação das redes sociais, internet e ciência que caíram nas mãos criminosas de agentes do mercado e do poder. À luz de todos os conhecimentos até aqui acumulados, não existe absolutamente nenhuma outra explicação ou satisfação a dar. Só uma única ação ou medida: tirá-lo, expulsá-lo, puni-lo. Por tudo que se viu e vê o resto é blá, blá, blá, haraquiri e conivência com a destruição, morte de milhões, barbárie, genocídio. Inexiste defesa sob qualquer ângulo constitucional, político, econômico, social. Suas falas, ações e exposições são mais que suficientes. Só sobra o uso e abuso da inteligência ou da alienação política. O limite está dado: vida no país e no planeta. Antonio Negrão de Sá
14 de setembro de 2020
DILEMA DAS REDES
O “Dilema das Redes” é um documentário da netflix sobre o impacto devastador das redes sociais sobre a democracia e a humanidade. Na realidade, não as redes sociais, tecnologia ou ciência ameaçam à humanidade, mas sua PROPRIEDADE. A ciência sempre foi capturada pela iniciativa privada, mas nada comparável ao controle atual de dados sobre bilhões de pessoas. Grupos econômicos privados interessados exclusivamente em lucro e poder permite conhecer mais sobre você do que você. Diferente de tudo que a ciência produziu até aqui, você não é mais você, é manipulável, alienado, robô. Caminho sem volta. Nem os proprietários das plataformas tecnológicas tem controle. Nunca a propriedade dos meios de produção foi tão ameaçadora à destruição da democracia e humanidade. Impossível regulação privada da mente e seu uso. Só onde o privado se subordine ao público. Do contrário, caminhará para a destruição, como se observa, Brasil de Bolsonaro e EUA de Trump.
13 de setembro de 2020
UMA LEITURA DA CONJUNTURA
O mundo atravessa uma fase de transição e indefinição. No plano macro internacional há a contradição da globalização financeira, a revolução tecnológica e científica, a emergência climática e a pandemia. No macro nacional (Brasil) o mercado financeiro enfraquecido politicamente recorreu a uma aliança desastrosa com a ultradireita para enfrentar um petismo vencedor. Quebrou regras democráticas constitucionais e Republicanas e conduz o país para o caos. No plano regional- Rio de Janeiro- se tornou uma região pantanosa, areia movediça, onde corrupção e milícia buscam controlar eleitor e política. Nesse contexto o PT representa a melhor alternativa, concreta e viável de mudança, pelo seu histórico, seu programa, sua prática de gestão nacional e regional. Os candidatos devem apenas relembrar o que fez o PT de forma clara e didática, deixar que o eleitor reflita e decida. A verdade é um patrimônio inconteste do PT.
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