21 de agosto de 2020
QUEM GANHOU COM A PANDEMIA?
Em plena pandemia a Apple atinge a marca de US$ 2 trilhões no mercado. Outras gigantes da tecnologia, como Amazon, Alphabet/Google, Facebook, Microsoft compõem o clube de trilionários. Com esses recursos se enquadram como 8ª economia do mundo. Importante a leitura que essa informação permite fazer, pois enquanto os demais setores econômicos afundaram na pandemia seus negócios cresceram. Por coincidência ou não foram essas tecnologias que promoveram o retorno da extrema-direita invisível, desde as duas guerras mundiais, através de suas redes sociais. Esse desenvolvimento e concentração de renda do capitalismo e seu ciclo irreversível: milionários, bilionários, trilionários, amplia a desigualdade e violência na humanidade e, mais grave, ameaça a vida no planeta. Como conter esse avanço de destruição, é o desafio de todos?
16 de agosto de 2020
PESQUISAS DATAFOLHA
Datafolha é um instituto de pesquisa do grupo folha. Realiza levantamentos estatísticos, pesquisas eleitorais, de opinião e de mercado atendendo interesses do grupo e clientes. Não realiza pesquisas eleitorais exclusivas para governo, partidos, candidatos e políticos (google-wikipédia). Desde 64 as famílias Folha, Estadão e Globo retém o monopólio da narrativa conservadora e neoliberal. Em 2018, Bolsonaro, recebeu o apoio desse grupo. Existe um princípio de fissura entre seus apoiadores neoliberais, mas nada indica alternativa de eleições que permita retorno de Lula e PT. Em tempo de pandemia, perguntas/respostas e pesquisas Datafolha se dão através de celulares em universo limitado. Será que o resultado seria o mesmo se 2065 moradores de favelas respondessem questionário de grupo sindical de esquerda e marxista sobre satisfação com o governo Bolsonaro, com emprego, salário e moradia?
15 de agosto de 2020
RENDA BRASIL É FAKE
A diferença conceitual e política entre Bolsa Família, do PT, Renda Brasil, de Bolsonaro, são evidentes. Isso ficará claro, mas o engodo eleitoral sempre é uma possibilidade. Renda Brasil é eleitoreira, insustentável, trará revolta e miséria, como já aconteceu, por exemplo, no “milagre econômico” da ditadura, “inflação zero” do Sarney e outros engodos. É como semear uma terra adubada e uma arrasada. O bolsa família era o 1o degrau no combate à fome do PT, um SOS. Havia oferta de emprego, salário real, investimento no SUS, água e luz, “mais médicos, acesso e bolsa para escola e universidade, cotas para negros, moradia. Renda Brasil espelha Bolsonaro. Farsa, fake news, destruição e matança na saúde, favela, negro, índio. Não tem emprego, corta saúde, educação e moradia (teto), salário irreal, fim da aposentadoria, perda de benefícios e direitos trabalhistas, quebradeira de empresas pequenas e descaso com mortes na pandemia.
14 de agosto de 2020
RETORNA LULA
Os intelectuais de direita e competentes jornalistas da Globo agora dizem que Bolsonaro não é confiável. Era quando pregava a volta da ditadura, a tortura, atentava contra instituições democráticas, exibia sua ligação com a milícia, manipulava o “rachadão” e não “rachadinha”. Bolsonaro deixa claro sua intenção à Globo e aos neoliberais quando define claramente seu projeto político de poder: a reeleição. A partir daí a aliança econômica neoliberal com o Posto Ipiranga do Guedes vai para o espaço. Para o PT e para o trabalhador os dois projetos (político e econômico) visam sua aniquilação. É apenas escolher: Bolsonaro, guilhotina e morte imediata ou prisão perpétua e morte lenta neoliberal. Mas a Globo tbm tem outro dilema preocupante: Bolsonaro fortalecido cassa sua licença. Que saudade do PT que respeita liberdade de imprensa, não fecha mídia, apenas regula com prega a Constituição. “Fora Bolsonaro”, “Volta Lula”.
13 de agosto de 2020
VOLTA LULA
A Globo, seus inteligentes jornalistas, patrão e patrocinadores neoliberais descobriram que Bolsonaro mente. Antes, só “rachadão”, pregar tortura, morte, fechamento de instituições, defesa das milícias, contrário ao aquecimento global, matança de índio, pobre, negro, favelado, usar fake news e caixa dois. Agora não, quer ser reeleito. Não aceita o candidato lavajatista, receitas prontas neoliberais, reduz publicidade, ameaça cassar concessão pública. Pior do que Lula. Lula tem um grave defeito: lutar contra a desigualdade, defender o pobre, mais emprego, salário real, saúde, educação, no máximo, regular a mídia, como prevê a Constituição de 88, mas respeita liberdade de imprensa, não cassa veículos midiáticos. Portanto, “Fora Bolsonaro”, volta Lula, eleições já.
12 de agosto de 2020
CEM MIL ASSASSINATOS
Cem mil mortes em cinco meses em pleno século XXI, onde a ciência se encontra mais avançada do que entre 1918 a 1920 e a gripe espanhola matou 35 mil no Brasil. O tamanho real desse genocídio será conhecido após o fim de tudo e os culpados julgados. Números falseados, subnotificações e ausência de testes propositais entram nesse ajuste de contas e, mais grave, com omissão nos riscos da gripe, estímulo ao contágio, falsos remédios e equipe ministerial sem área médica. A história traz lições de pessoas covardes que se aliam, por oportunismo, aos poderosos de plantão para levar vantagens. Leva tempo, mas são desmascarados. No Brasil a fatura está acumulada à anistia aos torturadores de 64, que perdoados retornaram ao centro do que sabem fazer: matar.
11 de agosto de 2020
IMPLODE "JUSTIÇA" PARA O PT
Vários Supremos, MPs e polícias. Está formada a babel na justiça. Não precisa ser jurista, basta bom senso. Uma espada erguida para a cabeça petista, mas ninguém fica incólume. Começou com a perseguição pelas elites dominantes (ricos e bilionários) aos petistas. Vem a excrescência jurídica do STF no "domínio do fato" contra José Dirceu, em 2007, a "pedalada fiscal" para golpear a Constituição e Dilma, a criação da República da Inquisição lavajatista, em 2016, quebrou a economia e gerou milhões de desempregados, prisão, sem prova, de Lula para eleger uma quadrilha miliciana para a presidência da República, em 2018, tudo agravado com uma pandemia que mata milhões. A tragédia atinge todos em todas as áreas e se torna imprevisível à medida que o tempo avança. Pela ordem, somente o "Fora Bolsonaro", renda mínima aos sem nada e eleição livre já pode salvar a anunciada barbárie.
9 de agosto de 2020
PRESENTE E FUTURO
Há muito pouca clareza sobre o mundo pós-coronavirus. O coronavirus foi comemorado pelos ocidentais na China, mas saiu do controle. O vírus atropela o neoliberalismo na fase negacionista de globalização pela ultradireita. China desequilibrou a globalização. Pandemia traz desarrumação na economia mundial, dívidas impagáveis. Duas sinas: decadência ou mudança no capitalismo ou desigualdade incontrolável no trabalho. Capitalismo se reinventa? Tragédia social permanece passiva à narrativa do capital? Brasil no furacão e uma classe dominante no comando (ricos e bilionários), medalha de ouro em atraso, submissão aos países ricos, ações políticas e econômicas na contramão da história, negando ciência, fatos e realidades. Oposição também precisa se reinventar, se coligar, otimizar esforços. Não é fusão, mas adaptação e salvação, diante de um mundo novo, desconhecido. O desafio não é 2022, antes tem 20 e 21
8 de agosto de 2020
FASCISMO À BRASILEIRA
O nazifascismo alemão avançou e matou milhões de seres devido a conivência da elite dominante (ricos, bilionários, classe média branca conservadora), grave crise econômica decorrente da 1a. guerra mundial, castigo econômico imposto pelos países vencedores da guerra, medo do surgimento do Estado Socialista Soviético. O Brasil de 2020 traz semelhanças no avanço do fascismo. Suporte e alinhamento político da elite dominante à ultradireita neofascista temendo a popularidade do governo distributivista de renda do PT, crise econômica, mortes, desemprego, agravada por uma guerra não convencional sanitária e apoio explícito do império neofascista norte-americano. Alternativa da oposição é formar coligação democrática-popular, com programa mínimo na defesa de renda mínima sustentável aos sem renda, volta do Estado de Direito e "Fora Fascismo", "Fora Bolsonaro".
4 de agosto de 2020
EXPLODEM AS CONTRADIÇÕES
O conflito lava jato e Procuradoria-Geral da República, de Aras, serve
para escancarar os desmandos sofridos pela população e a nação, desde 2016, no
golpe contra a Constituição orquestrada por grupos financeiros bilionários e manipulada
pela narrativa da Globo. O "feitiço virou contra o feiticeiro".
Bolsonaro não quer essa arma voltada contra. Sem acordo, o tempo só agravará os
desmandos da justiça voltada para interesses partidários e espúrios de
poderosos. Essas contradições, conforme avançam redime o PT, deixa claro os
reais algozes da democracia, igualdade e justiça. Momento importante para a
oposição democrática e popular se unir, se manifestar, com os cuidados da
pandemia, não se iludir numa saída ou ajuda por parte dessas duas direitas e
falsas FRENTES. O rastro que sempre deixam é notoriamente conhecido: destruição, desigualdade, barbárie, desde
1500.
2 de agosto de 2020
2022 PRECISA COMBINAR COM 2020 E 21
A chegada é 2022. Liberais e bolsonaristas disputam território. PT corre
por fora. A briga lava jato e PGR é briga por poder político. Lava jato, foi
estratégia neoliberal. Golpeou a democracia, economia, soberania e PT. Elegeu
Bolsonaro. Para os liberais um abacaxi. De um lado, o PT de outro, Bolsonaro.
No campo econômico, outro abacaxi. A pandemia tirou protagonismo de Bolsonaro
que precisa de dinheiro para chegar a 2022. Adeus "teto" e austeridade
neoliberal. A contradição atinge as duas direitas: pandemia dizima milhares de
vidas diárias, fecha empresas, desemprega milhões, retira consumo, perde
receitas, não tributa grandes rendas. Situação insustentável até 2022. O papel
do PT não é amparar a direita, mas exigir investimento na ajuda ao trabalhador,
Estado de Direito e Fora Bolsonaro.
1 de agosto de 2020
UMA LEITURA SOBRE O PT
É importante nesse grave momento de tragédia nacional entender melhor o papel histórico do PT, sem vacilação e preconceitos. A partir de 1946 três forças políticas e partidárias foram formadas: PSD, UDN, PTB. Todas tendo no retrovisor o periodo 1930/45, a "revolução industrial" à brasileira. PSD conservador pragmático, UDN conservador antitrabalhista e PTB defensor da CLT. Essas três forças permanecem até hoje, com muitas mudanças, contradições, se realinhando e se reagrupando. Na ditadura se agruparam em duas forças impostas: Arena e MDB. O pós-64 gerou nova arrumação: PSD, PMDB, PT (a direita capturou o PTB, que formou o PDT com Brizola). A grande novidade do pós-ditadura é a origem e formação histórica do PT. Surge dentro do maior movimento de massas da nossa história, com participação de movimentos de base de todos os segmentos sociais, forte presença operária metalúrgica, apoio da intelectualidade e movimento estudantil. De lá para cá, faz a diferença com seu protagonismo político. Insistiu quatro vezes na competição para presidência da República (fato inédito na história mundial), vence e governa o país por quatro mandatos. Venceria novamente não fosse o golpe da direita conservadora. Nesse periodo vem sofrendo gigantesca pressão, perseguição política, tentativa de sedução e armadilha por conservadores, agremiações pequeno-burguesas (proposital ou ingenuamente), de centro- esquerda e direita, para ceder e se submeter eleitoral (politica) e economicamente. Graças a sua base, estrutura, formação operária e a liderança forte de Lula, resistiu e representa a única esperança popular viável eleitoral e historicamente no campo progressista. Mas cada momento é um momento carregado de contradições. O Brasil vive uma das piores tragédias anunciada de sua história. Os conservadores uniram todas as suas forças (escravista agrária, produtiva industrial, financeira e bancária, neofascista de Plínio Salgado, antipatriótica ligada aos EUA, seu suporte recista de supremacia branca da classe média) para enfrentar o PT. Surgem FRENTES e alguns movimentos, com conteúdos vazios de solução para a crise, Lula, recua e estabelece condições mínimas para unir forças:"ficar clara a proposta para salvar o trabalhador da fome, morte, desemprego e perdas, combater a desigualdade social, tirar o neofascismo do poder, Bolsonaro. Em que pese toda campanha de manipulação midiática, recursos e união dos conservadores para desmoralizar e derrotar o PT, este continua forte pela honestidade, falta de provas aos seus crimes, coerência e gestão na presidência, com aprovação de 86%. Por seu histórico e expressão política cabe, sem dúvida, ao PT tomar a iniciativa no campo popular de buscar uma coalisão, partidária e de líderes, no campo progressista, com clareza de quem representa o inimigo principal, para propor um programa mínimo na defesa e retomada imediata do Estado de Direito, da preservação do Estado do Bem-Estar Social e uma renda básica para para os milhões trabalhadores sustentável aos efeitos da crise da pandemia na saúde e na renda.
30 de julho de 2020
GLOBO E DEMOCRACIA
Globo comemora 95 anos de existência com autoelogio e debate sobre
democracia e liberdade de imprensa. Muita hipocrisia. Falta espaço para repetir
histórico da Globo, mas é notório que toda a tragédia e barbárie que atravessa
a população teve e tem responsabilidade DIRETA da Globo. Nossa sociedade está
dividida em três grupos: direita neoliberal (Globo, mercado financeiro),
ultradireita (bolsonarismo) e petismo (oposição). As duas direitas representam
1% (ricos e bilionários) e o petismo o povo trabalhador. Em 2016, as direitas
rasgaram a Constituição para golpear o PT. Em 2018 prenderam Lula e elegeram
Bolsonaro. A oposição vive tragédia da pandemia e teme ir às ruas. As direitas
tem monopólio das narrativas nas comunicações de mentiras e fake news. A tragédia
se agrava e pode levar todos. Mortes, desemprego, ausência de renda, falências.
Urge uma coalisão de oposição com proposta de renda mínima e Fora Bolsonaro.
27 de julho de 2020
A VOLTA DA GUERRA FRIA
A vitória de Joe Biden sobre Donald Trump não representa um distensão na
política internacional, ao contrário, pode agravar. O nacionalismo de Trump
reduziu a pressão da guerra ideológica entre países socialistas e capitalistas,
principalmente com a China. Não é o que pretende Biden. Representa a volta da
globalização ideológica disposta e unida a enfrentar o avanço chinês, retomar
as relações de inteligência, político e militar com a Europa, Japão, Canadá,
Austrália, ìndia. A guerra fria não será igual a URSS com disputa de arsenais
de guerra, mas comercial na contenção militar e cerceamento das empresas
chinesas de 5G. É saber como fará e que métodos usará para desligar o parque
industrial chinês da economia mundial. Como impedirá educação, ciência e
tecnologia de se impor.
26 de julho de 2020
COIMPLEXA REALIDADE POLÍTICA
Quis a história que EUA e Brasil seguissem o mesmo ritual num processo
irregular e criminoso eleitoral. Ultradireita e direita, hipócritas, unidas,
negando o establishment e se elegendo. Nos EUA contra "Hillary
trapaceira", no Brasil, "petismo corrupto". No meio dessa estratégia
uma pandemia incógnita, imprevisível nas consequências para todos, inclusive o
capital. Para os mais vulneráveis certamente um genocídio. Muitas contradições.
Nos EUA, racismo, desemprego, endividamento, geopolítica com a China. No
Brasil, milhões no desemprego e falências, quebradeira geral das empresas. Os
dois países liderando estatísticas de mortes pelo Covid. Na política, EUA,
poder pode voltar aos liberais, no Brasil, indefinição. Prossegue acordo de
interesses, ultradireita e direita liberal. Situação inusitada que leva ao
"quanto pior", barbárie, mas pode apressar a decadência das elites
dominantes.
24 de julho de 2020
UMA LEITURA DA CONJUNTURA
No centro de toda a crise mundial do capitalismo pós-pandemia está a
competição com a China sobre ciência e tecnologia (IA, 5G, lives, outros
serviços de casa pelo isolamento). Mudanças virão no trabalho, comércio,
economia, Estado e poder. EUA não aceita o desenvolvimento e crescimento da
China. Está formada a guerra do século XXI. Ultradireita (Trump, Bolsonaro e
outros) é uma resposta neoliberal (corporações financeiras) a essa situação. A
pandemia não está claro, se corre por fora ou faz parte dessa trama. O Brasil
dos vulneráveis precisa se preparar. O PT é sua trincheira principal. Governou
o país e adquiriu confiança. É urgente um plano de travessia que garanta renda
básica e ocupação aos trabalhadores. Formar uma coalisão de partidos ou líderes
para lançar o programa e apoiar o "Fora Bolsonaro".
22 de julho de 2020
NAMORO DOS PATRÕES
Nos últimos dias houve aproximação entre neoliberais e bolsonarismo. Um
recuo nas agressões. Sinalização clara nas manchetes da Globo, com elogios a crescimento,
perspectiva de estabilidade e topo nas mortes, além do anúncio da vacina e,
Dória, pai generoso que pretende distribuir por todo o Brasil. Maia e
Alcolumbre se abrem às reformas ultraliberais. Namoro lucrativo para as elites.
Para o trabalhador, nada. Milhares de mortes pelo vírus, fome, desemprego,
assassinatos, quebradeira e déficit da economia continuam. Lula e PT estavam
certos não caindo na armadilha da FRENTE liberal. Para o trabalhador a luta
continua difícil com isolamento. A responsabilidade do PT é maior. Carrega a derradeira
esperança do pobre. Deve buscar, com urgência, uma coalisão de partidos ou de
líderes e lançar um programa de renda básica e mínima como alternativa à
barbárie anunciada.
20 de julho de 2020
UMA REFLEXÃO S COVID
A pandemia continua um inimigo desconhecido, no campo sanitário,
político e ideológico. Por exemplo, não entrando ainda na luta geopolítica EUA
e China, em cinco meses de pandemia mundial, quem foi atingido? Ricos e bilionários
ou pobres e desassistidos? Renda, capital ou trabalho? Não há dúvida sobre a
obviedade da resposta. Que fique claro, Bolsonaro e Trump, negacionistas à
doença, não atrapalham o grande capital, ao contrário, fortalecem. Servem de
"bodes". Mas toda estratégia tem contradições imprevisíveis. Os
neoliberais vão precisar de recursos para cobrir déficits? 2008 afanaram
contribuintes. Na política, elegem nos EUA um neoliberal, no Brasil a realidade
é diferente. A pandemia continua uma grande ameaça à esquerda e oposição por N
razões. No Brasil, só uma saída: FORA BOLSONARO, retorno ao Estado de Direito e
soberania do voto.
19 de julho de 2020
MEIO AMBIENTE
18 de julho de 2020
ASCÂNIO SELEME
Ascânio Seleme volta a abordar em sua coluna a matéria que gerou
polêmica sobre o perdão ao PT. Tenta desfazer qq relação de opinião com Organização
Globo. Não é relevante. Faz uma leitura conservadora sobre o PT. Quer dividir:
PT do mal, Lula, e do bem, Haddad. Insiste na FRENTE contra Bolsonaro na ótica
liberal. Argumenta que PT do mal não quer ruptura temendo se se alinhar às
forças democráticas e perder eleição. Duas inverdades. Primeiro, exatamente o
contrário, o PT não teme ruptura, exige. Discordou da aproximação com FRENTE
que não deixa clara a ruptura. Segundo, o PT nunca temeu a democracia, ao
contrário, exige clareza da FRENTE sobre como será esse processo. Continua a
farsa jurídica sobre a condenação de Lula, sem prova e o golpe contra PT e
Dilma, sem crime? A fatura dia a dia fica mais alta e os liberais (Globo) estão
envolvidos até o cabelo com a eleição e gestão Bolsonaro, algo semelhante à 64.
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